Publicidade

domingo, 25 de abril de 2010 PS Fashion | 14:21

Pronto-socorro de estilo

Compartilhe: Twitter

Abrir o armário e não saber o que vestir. Parece familiar? Todo mundo, em algum momento, já passou pelo drama de olhar as roupas penduradas nos cabides e ter certeza de que não há nada ali – o que, obviamente, não é verdade. O problema não está em não ter. Está em não saber o que fazer com o que há disponível. Para ajudar a enfrentar esse dilema diário, a partir de agora você terá, aqui no blog, este PS Fashion, um pronto-socorro para emergências de estilo, no qual os remédios da moda estarão disponíveis em pílulas de informação.

Um vestido elegante e discreto para noivas mais velhas

Já pude notar que as dúvidas mais comuns ficam sempre em torno das ocasiões mais solenes. Quando o assunto é festa, o problema aumenta, e não é por acaso. De fato, nem sempre a gente possui em acervo aquele vestido deslumbrante com o qual gostaria de chegar a uma formatura ou a um casamento. Mas sempre haverá um antídoto contra essa enxaqueca de estilo , algo que possa curar a auto-estima abalada pela insegurança de errar ao escolher o modelo.

Para começar, vou pegar o caso de uma leitora do iG Moda que escreveu esta semana se sentindo na UTI fashion. Aos 46 anos, ela conta que vai se casar pela primeira vez e simplesmente não faz a menor ideia do que usar na própria festa. Como a imensa maioria, ela acha que está fora do peso para a pouca altura.  Não dá maiores detalhes do evento, se será de dia, de noite, só no civil ou também religioso. Esses dados ajudariam a compor uma fórmula mais eficaz, mas só com a descrição da idade e da silhueta dá para pensar em um remédio básico e eficiente.

Casamento é um ritual e como tal deve ser tratado também na hora da escolha de um figurino, tanto para convidados, madrinhas, padrinhos e noivos. É  um momento importante e assim merece ser reverenciado por todos. Raras oportunidades nos dão de caprichar no vestido, na maquiagem, no sapato, nos acessórios, nas jóias e nos gestos como um casamento, então melhor aproveitar.

Conjunto de saia e blusa pode formar um look elegante para o casamento

A nossa noiva de 46 anos também deve viver seu momento de maneira especial. Baixinha? Suba no salto! Agora é a hora. Ele alonga a silhueta e, vai… é seu casamento, só tem hoje, vale o esforço. Um tailleur bem cortado, de cintura marcada, pode ser uma solução chique e sofisticada para uma jovem senhora. Uma blusa de renda, que apenas se insinue no decote, será capaz de garantir aquela pitada sutil de sensualidade que todas as noivas buscam. Um cabelo preso, bem elaborado, uma maquiagem que valorize o olhar e suavize as marcas de expressão, e um buquê simples, que não dispute com você os olhares, pode montar uma bela imagem, seja para um altar ou para uma recepção.  Tim-tim!

Envie suas dúvidas para o PS Fashion. A gente faz o diagnóstico e dá o remédio de estilo para cada caso.

bj

db

Autor: Deborah Bresser Tags: , , ,

segunda-feira, 12 de abril de 2010 Consuma se for capaz | 13:50

Bijuterias de alto luxo

Compartilhe: Twitter

Isso é que é poder… A Hermès acaba de lançar o que batizou de haute bijouterie. Segundo revelou o site WWD, um par de brincos dourado com pedra de jade pode chegar a US$ 23.675. A peça é parte de uma coleção com 14 peças, desenhadas por Pierre Hardy. As peças foram inspiradas em cascos de cavalos. “Hermés não é um universo muito precioso”, disse Hardy ao explicar sua inspiração. Hum… o universo pode até não ser, mas os preços com certeza são. A peça mais cara da linha alcança US$ 880 mil, preço de uma gargantilha de diamantes. Que tal?

Linha de alta-bijuteria da Hermès

Autor: Deborah Bresser Tags:

domingo, 4 de abril de 2010 Dúvidas cruéis | 13:25

Looks para o domingo de Páscoa

Compartilhe: Twitter

Com que roupa eu vou ao almoço na casa da sogra? Pior… eu sou a anfitriã, e vou receber a família toda aqui em casa! O que vestir? Também existe a possibilidade de todo mundo se reunir em um restaurante ou na residência de algum amigo. Fato é que, mesmo em um dia santo e de reflexão como o domingo de Páscoa, a tensão fashion não dá trégua. A dúvida de como sair de casa para um compromisso social – e o almoço de Páscoa, é, sim, um evento importante no calendário das reuniões familiares – aflige em cheio as mentes confusas diante de um armário aberto.

Meu pai sempre me disse que isso era um problema de quem tem excesso de opção. Tivesse, como ele (e a maioria dos homens da geração dele), duas calças, três, quatro camisas, dois pares de sapatos, e um bom terno, não passaria por esse tormento cada vez que fosse sair de casa.  Eu discordava antes e discordo ainda. O problema não é ter alternativas. A questão é não saber o que fazer com elas.

Vestir-se é um deleite. É um jogo. Um quebra-cabeças. É pintar um quadro, brincar com as cores, texturas, volumes e proporções. Nem todos são artistas. Poucos têm consciência de seus talentos. E faz-se a birra diante de uma camiseta que insiste em ficar menor a cada temporada, como se o corpo explodisse naquela peça que antes nos era tão cara… Ou de uma saia jaz na proporção exata, e agora tão antiquada. A moda é uma arte viva. Renova-se e, com ela, nossas vontades também mudam. E aquilo que foi bonito ontem, amanhã poderá ficar estranho demais. Portanto, não se incomode em descartar peças que morreram. A moda morre um dia, como todos. E como um Cristo, pode, sim, ressuscitar.

Então voltemos ao dilema desta manhã. Dois aliados são essenciais na hora de decidir o que vestir: o clima e o espelho. Pode parecer óbvio falar em olhar para fora e ver se está sol, chovendo ou frio antes de escolher uma roupa, mas não é. A moda impinge a quem a segue uma necessidade esquisita de se adiantar, e a vontade de já usar o que está nas vitrines de inverno, quando ainda brilha um sol lá fora, é enorme. Cuidado com a cilada.

Escolha uma roupa adequada às condições de temperatura. A previsão é de sol entre nuvens, com pancadas de chuva à tarde. O clima é ameno. Almoço de Páscoa, salvo raríssimas exceções, é um evento descontraído em família. Um bom vestido, com sapatilha ou sandália, salva o dia, inclusive se a missa estiver incluída no programa da família. Os looks do desfile da Louis Vuitton são inspiradores…

Se o seu estilo for mais informal, uma bermuda de bom caimento, com uma camisa, uns colares bem poderosos, e um tênis de passeio (arrisque um dockside, que acaba de retornar aos hits) vão a qualquer ambiente. É domingo, afinal. E nunca se esqueça: o espelho é sempre, todos os dias, o seu melhor conselheiro. Se você olhar e detestar o que vê, desista. Troque. Você precisa se suportar. E se admirar. É um exercício divino, acredite.

E é bom avisar: eu não sou uma Maria Manual. Não estou aqui para dizer o que você deve ou não deve fazer. Isso quem sabe é você, seu espelho, seu armário e a sua consciência. A artista é você. Mas palpite, sabe como é… nunca é demais.

Feliz Páscoa a todos!

bj

db

Autor: Deborah Bresser Tags:

quinta-feira, 1 de abril de 2010 Blogsfera | 13:53

Moda não tem idade

Compartilhe: Twitter

Aquela imagem de velhinhas de sapatinho baixo e saias longas já era.  Mulheres de 50 parecem ter 40, as de 40, 30, e as senhorinhas com mais de 70 estão descobrindo a delícia de poder usar o que bem entender. Uma das grandes conquistas do avanço da idade é a liberdade de ser o que é. E o mercado de moda que acorde, logo, para este fenômeno. A blogsfera já descobriu os idosos com estilo. Em http://advancedstyle.blogspot.com/, o internauta encontra uma deliciosa viagem pela imensa capacidade de envelhecer com categoria, disposição e muito charme. Vale a visita.

Autor: Deborah Bresser Tags:

terça-feira, 23 de março de 2010 Fila B | 12:00

Um delírio chamado Alice

Compartilhe: Twitter

Das histórias infantis, dois personagens sempre povoaram minha imaginação de forma contundente: Peter Pan e Alice. Ele, por inúmeras noites, esperei com as janelas abertas para que me levasse para a Terra do Nunca. Tinha mesmo um janelão no meu quarto, e o delírio de sair voando em busca de aventuras contra o Capitão Gancho embalaram muitas insônias precoces. Ela, com seu vestidinho azul e laço no cabelo, imitei na tentativa de cruzar o espelho imenso que ocupava a sala de estar, queria saber o que havia do lado de lá, e, a cada soneca tirada encostada em uma árvore, vinha a certeza de que passaria um coelho de casaca que me levaria para o País das Maravilhas.

Ver o filme de Tim Burton foi a chance de vivenciar aquelas imagens, como se ele enxergasse aquela toca de coelho exatamente da mesma forma que eu a via. Interminável. Naquela queda alucinante em 3D, eu me joguei sem amarras. Me deixei levar por aquela Alice adulta, diferente da que conheci nos livros. Isso porque o filme se baseia no segundo livro de Lewis Carroll, a continuação chamada Alice Através do Espelho (E O Que Ela Encontrou Por Lá). Dizer que Alice ficou sombria é pouco. Isso ela sempre foi. Um pesadelo disfarçado de sonho de criança. A beleza de Mia Wasikowska, como Alice, ajuda a hipnotizar a plateia. Seu cabelo loiro e ondulado deve aposentar de vez as chapinhas do mundo.

Da mesma forma, o Chapeleiro Maluco de Johhny Deep é um deleite para a alma, com seu figurino circense e suas caras improváveis. São dele os momentos mais hilários e os mais dramáticos do filme. Os personagens todos são protagonistas neste cenário concebido nos computadores, da rainha de Copas (Helena Boham Carter), com seu corpo diminuto e cabeça imensa, à rainha Branca (Anne Hathaway), de movimentos exageradamente leves e vestidos alvos de doer os olhos.

Se nunca vi Alice em batalhas sangrentas como as propostas pelo cineasta, cansei de imaginar como seria a cena de ela desaparecendo sob os vestidos, ou rasgando a roupa, cada vez que biscoitos mágicos a encolhiam ou estendiam.Ver Alice imensa atrás dos arbustos do castelo da Rainha Vermelha sair dali toda trabalhada na print animal, em modelito improvisado pelos súditos, foi o melhor momento fashion, empatado com o micro vestidinho que o Chapeleiro faz para ela, quando está escondida dentro da chaleira. Tim Burton realizou a fantasia. Eu fui para o País das Maravilhas. Agora, só falta ir à Terra do Nunca.

Autor: Deborah Bresser Tags:

segunda-feira, 8 de março de 2010 Sem categoria, Tapete vermelho | 09:08

O azul Avatar brilhou no red carpet do Oscar 2010

Compartilhe: Twitter

Cinema? Filme? História? No tapete vermelho do Oscar ninguém parece estar preocupado com nada disso. A festa virou um grande momento para o desfile de celebridades, um tititi sem tamanho para saber quem está vestindo quem e de onde saíram as jóias que pendem de orelhas e pescoços, exalando os milhares de dólares que custam, mas que ninguém pagou, já que tudo é emprestado, e tem prazo para ser devolvido. Para muita gente, mais importante do que saber quem ganhou qual estatueta, é conferir quais os modelitos escolhidos por indicadas e convidadas.

Desta vez, para surpresa geral, não houve nenhuma grande aberração, nenhum surto como o inesquecível cisne da Bjork. Lady Gaga poderia ter ido para garantir algum susto, né, mas nem passou perto. Alguns escorregões puderam divertir a plateia, nada muito chocante. Foi uma noite marcada, essencialmente, por brilhos e cores, especialmente o ‘Azul Avatar’, cor escolhida, entre outras, (foto: Getty Images)

por Suzi Amis Cameron, mulher de James, o Cameron, aquele que chegou todo pimpão e saiu sem as principais estatuetas, que foram parar nas mãos de sua ex-mulher, Kathryn Bigelow. Avatar não foi o grande vencedor da noite, mas a cor Na’vi veio para ficar… Ben Stiller que o diga!

Autor: Deborah Bresser Tags:

sábado, 27 de fevereiro de 2010 Sem categoria | 12:02

Soltaram os bichos em Milão: cobras, zebras, onças e muita pele entre as propostas para o inverno 2010

Compartilhe: Twitter

Será a Copa na África do Sul ou o quê, que anda motivando os estilistas? Uma espiada nas coleções internacionais, especialmente na temporada de moda feminina em Milão, só dá estampa de animal. Quem ainda não aprendeu a gostar do estilo é melhor fazer um intensivo, pois o inverno 2010 será das onças, zebras, cobras e lagartos. Alguns maxicasacos dão a ideia de caçadas instantâneas. Parece mesmo que a cliente arrancou o couro de algum bicho e saiu saltitante, quase transformada, ela mesma, em uma espécie em extinção. Portanto, Pedritas, preparem-se. É hora de voltar às cavernas e perder o medo de adotar as animal prints. Só não se esqueçam de que pode ser o caminho mais curto para entrar no corredor da cafonice e perder de vez o rumo. Quem tiver coragem que se arrisque, pois, apesar de todo exagero, pode ficar chique, sensual, e, porque não?, bem divertido.

Autor: Deborah Bresser Tags:

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010 Sem categoria | 08:00

O futuro da maison McQueen

Compartilhe: Twitter

Pode uma grife sobreviver à ausência de seu criador? A dúvida, que por aqui andou zunindo nos ouvidos dos fashionistas brasileiros, quando da saída de cena dos fundadores de suas marcas, como Amir Slama, que deixou sua Rosa Chá, e Tufi Duek, que não é mais ‘o’ cara da Fórum Tufi Duek, a despeito de seu nome pendurado na etiqueta, toma proporções catastróficas quando a perda é irreversível.

O que será de Alexander McQueen, a marca? Segundo a AFP, o desfile  agendado para o dia 9 de março na Semana de Moda de Paris não será cancelado. A coleção já estava pronta e quando se faz parte do business, ninguém faz nada sozinho.

O presidente da PPR, detentora do Gucci Group, François-Herni Pinault, anunciou hoje (18/2) que a Maison também vai continuar. “Essa é a mais bela homenagem que podemos fazer a ele”, disse durante a apresentação de resultados do grupo.

Robert Polet, CEO do Gucci Group, também declarou que o legado deixado por McQueen é muito rico, e que eles irão honrá-lo. Como fazer isso quando se trata de uma criatura que sempre extrapolou todas as expectativa, que esteve, todo o tempo, longe de um enquadramento óbvio? A cada desfile, McQueen punha o mundo da moda abaixo. E agora? Será possível sustentar a marca que ele construiu, sem a sua genialidade, como foi feito com Chanel ou Dior? A nós, resta esperar e torcer para que esse vazio possa ser preenchido com talento.

Na Europa, há blogs falando em  Gareth Pugh para o lugar de McQueen. Façam suas apostas. Quem leva o posto?

Autor: Deborah Bresser Tags:

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010 Sem categoria | 12:57

Você já foi a um bazar? Não? Então, vá!

Compartilhe: Twitter

Vai a um bazar? A primeira providência é escolher uma lingerie bem bacaninha, ou então um top e uma calcinha nada transparentes, porque existem grandes chances de você ter de se enfiar em um provador coletivo, repleto de roupas espalhadas por todos os lados, e mulheres surtadas, cada uma praguejando cada peça apertada ou celebrando os itens que, ui, ficaram perfeitos.

Também é importante cuidar da roupa do corpo, aquela com a qual você saiu de casa e com que chegou à loja. Se bobear, alguém leva. Há relatos recentes de gente que se distraiu na promoção, deixou uma calça e uma camisa dando sopa, e, ops, outra pessoa já estava achando a calça IN-CRÍ-VEEEEL. “Ok, é incrível, mas é minha”, avisou a freguesa, antes que uma aventureira a deixasse nua na liquidação.

As cenas podem parecer ficção, mas não são. Algumas marcas fazem vendas realmente especiais, baixam os preços em 70%, 80%, 90%, e derrubam, com os preços, qualquer vestígio de pudor. Em algumas raras liquidações de grifes unissex, a farra da prova de roupa atinge homens e mulheres, indistintamente. No entanto, o momento Daslu (loja que sempre foi famosa pela ausência de provadores individuais) é mais comum entre as mulheres e pode até causar algum constrangimento, especialmente na clientela mais velha, que não está habituada a tanta modernidade. Mas a verdade é uma só: por uma boa oferta, a mulherada faz de tudo.

As consultoras de estilo recomendam que não se escolha peças em uma liquidação pelo preço. Aham… quero ver se elas conseguiriam resistir a um vestido de festa que custava R$ 2.350 vendido por R$ 200. Impossível. E roupa de grife por R$ 20? O preço na etiqueta original batia nos três dígitos! Bem.. e daí que era um número menor… ou maior. Essa é uma prática super comum, não é mesmo?

O que importa, nem adianta se enganar, é aproveitar a oportunidade. É quase impossível resistir. A maioria acaba levando “só porque está barato”. “Eu faço dieta”, tratam de se enganar. Ou então preferem garantir os ajustes e compram peças muito maiores do que os manequins que usam. O problema é que os consertos nem sempre são possíveis e o prejuízo é inevitável.Pagou pouco, mas não serve, não adianta, né? Mentira!

Nem todo mundo entende que o prazer de comprar roupa em promoção vai além do ‘serve ou não serve’. É quase uma vingança poder adquirir peças de grifes que são impossíveis a maior parte do tempo. O prazer de pagar pouco ultrapassa a vontade de usar a peça. O que é gostoso é comprar com vantagem. Se servir, tanto melhor. Mas se não der para usar assim que sair da loja, tudo bem. Só de exibir aquela sacola de marca que nunca conheceu o seu ombro amigo, já dá para elevar a autoestima por uma temporada inteira! E antes que digam que é burrice, vamos deixar de falsidade, ok? O bom do bazar também é isso. Só não vale se endividar pelo ano inteiro, combinado?

bj

db

Autor: Deborah Bresser Tags:

sábado, 23 de janeiro de 2010 Sem categoria | 12:55

As imagens que ficam da SPFW Inverno 2010, uma premiação bem-humorada para quem causou mais, quem vacilou e quem mandou bem

Compartilhe: Twitter

Melhor cenário: Galeria do Rock para Cavalera

Melhor trilha sonora: Igor Cavalera, para Cavalera. Fause Haten cantando no próprio desfile foi legal, mas ele poderia ter mostrado a cara, além da voz.

Modelo da vez: Raquel Zimmermann. Na falta de Gisele, a top exclusiva da Animale rouba a cena.


Trofeu Fenda do Biquíni: para a coleção da Osklen, com suas silhuetas de roupa de Bob Esponja (foto), tudo muito quadrado

Mico da temporada: Os BBBs 10 fazendo a Madonna na fila A do Alexandre Herchcovith

Taça Eu vim e ninguém viu: para a garota Fantástica, Rafaela Gewehr, vencedora do concurso Menina Fantástica que desfilou para Rosa Chá (não foi no AH feminino, avisa o AH, o próprio). Who?

Troféu Bolshoi: Ronaldo Fraga, e seu figurino de Pina Bauch

Troféu Lexotan: Para 1h15 de atraso da Animale. Eu estava no backstage e posso falar: às 21h29, Raquel não tinha nem começado a maquiar. E o desfile era as 21h….

Taça liquidação: Alessandra Ambrósio e Izabel Gourlart para a Colcci. Duas pelo preço de uma (Bündchen, no caso)

Troféu ‘Galã de Rodoviária’: Para Jesus Luz na Ellus. Precisava colocar o menino de camisa azul cobaaaalto, chapinha e gel na passarela? Não basta namorar a Madonna?

Taça Sou Caipira-pira-pora: Os 40 romeiros, digo, convidados da Ellus que tinham convite para ver Jesus, o Luz, e ficaram fora da sala. Pecado!

Troféu vale-transporte: Maria Bonita. Valeu ir até o Sesc Pompeia numa segunda de manhã para ver a coleção de Danielle Jensen. Meio sisuda, mas chique

Melhor coleção feminina: Alexandre Herchcovitch. Pedrarias que viram estampas valem a temporada inteira!

Taça praia de nudismo: Para a Rosa Chá por Alexandre Herchcovitch. O limite do público e do privado, já tão tênue em tempos de twitter e facebook, se arrebenta de vez com os maiôs com estampa de lingerie

Taça ‘Me dá um dinheiro aí’: Amapô, com sua coleção de mendigos, ops, homeless, que é mais phyno

TaçaTCC: para OEstúdio, que  fizeram o TCC em grupo e mostraram um videoartedocumentárioouqualquercoisacabeçaparecida.

Troféu Mary Poppins (foto): Fause Haten. Oi? Alguém que não seja a babá mais especial do cinema vai misturar paetê, com pele, com onça, com legging dourada e sair por aí?supercalifragilisticexpialidocious mil vezes!!!

Troféu Eu sei o que vocês fizeram no verão passado: Gloria Coelho. As estruturas tubulares que causaram o maior impacto na última estação foram, digamos, reutilizadas agora

Troféu troca-troca: Sai Natura, entra Rexona. Sai Havaianas, entra Ipanema. É ou não é a democratização da moda?

Taça ‘casei bem’: Adriana Bozon, estilista e esposa de Nelson Alvarenga, feliz CEO da In Brands, dona da Ellus e da 2nd Floor

Taça ‘eu não desisto nunca’: Erika Ikezili e suas dobraduras e sobreposições

Troféu Garibaldo: Para o casaco de plumas de Gloria Coelho, por peruas com penas na próxima estação!

Taça Miss Universo: Vestidos com babados de Reinaldo Lourenço. Poderiam ser usados nos desfiles de miss, era só fazer cada estandarte de uma cor, né?

Taça agulha de ouro: Estampa de tricô de Jefferson Kulig, ideal para quem não sabe tricotar, nem precisa de malha de lã para o inverno tropical.

Troféu finalmente: Lino Villaventura! E não é que tinha um vestidinho liso na coleção!!! E outro com devoré de florais, os dois super usáveis? Luxo!

Troféu ZZZZZ: Reserva. Ai, discurso na passarela não, né? Discurso contra celebridade menos ainda. No fim, ficou a dúvida, levantada pela Isa Mani: aquela roupa era para o homem produto usar ou não usar?

Troféu sacolinha: TAM e o carregador de celular portátil, o melhor brinde da temporada.

Melhor coleção masculina: Alexandre Herchcovitch. Do make-up inacreditável de Celso Kamura aos casacos com manga de um lado e poncho do outro, tudo era assombrosamente bem-feito

Troféu Casa Cor: Samuel Cirnansck, com seu mobiliário ambulante

Taça Aplauso: Ricardo Oliverios, do blog Fora de Moda, que estala os dedos quando gosta de um desfile, tah. Pah!

Melhor estampa: Tucano na Neon.

Taça Safári Chique: para o leãozinho do cenário da Neon, luxo não? Uma coisa carro abre alas da Portela, né? E as caçadoras de calça bombacha e sapato de peixe? E os bichos? Tucano dress, coruja de estampa e a verdadeira versão da mulher elefante? Amazing, não?

Troféu “Porque a senhora não é palhaça” (né Le Nomura?): para a série de listrados de Isabela Capeto. Incrível a semelhança com uma tenda circense, gente.. E ainda tinha paetê!

Troféu Erasmo Carlos: Marcelo Sommer, Do Estilista, com seu absoluto casting de um milhão de amigos

Troféu Bofiscândalo: para Katylene. Uma enquete rápida revelou que todo mundo faria o cara, bees e mulheres. Muah!

Taça não vai dar para viver sem: meia calça desenhada ou legging metalizada, para homens e mulheres, ui! Bora encarar essa?



Autor: Deborah Bresser Tags:

  1. Primeira
  2. 9
  3. 10
  4. 11
  5. 12
  6. 13
  7. Última