05/11/2009 - 15:12
Quem mora na cidade de São Paulo está precisando recorrer a ar-condicionado, ventiladores, água gelada e muito sorvete esta semana. A onda de calor na capital paulista registrou máxima de 33,6ºC na terça-feira (03). A previsão dos metereologistas é que o tempo continuará quente assim até o domingo.
Uma maneira bem divertida de acompanhar a oscilação dos termômetros é consultar o site “Obama weather” (”Tempo do Obama”):

Um avatar do presidente dos Estados Unidos informa as temperaturas máximas e mínimas, bem como dá dicas de que roupas usar. Quem não for fã de Barack Obama pode ainda trocar o avatar pelo da atriz Angelina Jolie ou do ranzinza Dr. Gregory House, personagem do seriado “House”:


Autor: curioso - Categoria(s): Cotidiano
Tags: angelina jolie, barack obama, calor, house, obama weather, previsão do tempo, São Paulo
09/10/2009 - 10:27
A primeira Copa Libertadores de Futebol Feminino está sendo disputada nas cidades de Santos e Guarujá, no litoral de São Paulo. O Santos é o representante brasileiro e trouxe Marta, a melhor do mundo, para reforçar a equipe. Deve conquistar o título sem maiores problemas. São eventos assim que atraem cada vez mais a atenção do público.
O público também passou a se interessar mais pelo esporte por causa de suas musas. Em março de 2008, por exemplo, a atacante do Internacional Laisa Andrioli agraciou os leitores da “Sexy” com um ensaio de capa (foto à direita). A edição deste mês da edição brasileira da revista esportiva “FourFourTwo” traz uma boa entrevista com Laisa (foto à esquerda).

Para não dizer que são só os torcedores brasileiros que, às vezes, se esquecem do futebol das meninas, vale lembrar o caso da alemã Eva Roob. Eva não foi uma jogadora brilhante atuando pelo Nuremberg F.C. no Campeonato Alemão. Talvez por isso tenha pendurado as chuteiras para assumir a personalidade de Samira Summer. Ela decidiu se tornar atriz pornô. Sua estreia aconteceu no filme “Sweet Cheeks 10″.


O primeiro exemplo de jogadora a usar os dotes físicos para além do futebol é Isabel Cristina Nunes, a Bel. Ela posou na capa da “Playboy” em julho de 1995. Alguns meses antes, em janeiro, Bel havia sido campeã sul-americana pelo Brasil. Na foto ao lado, ela aparece com a camisa 21, ao lado da zagueira Cenira.
A gaúcha começou a carreira em 1983, no Pepsi Bola — time patrocinado pela marca de refrigerantes. Um ano depois, apareceu pela primeira vez na “Playboy”, de roupa, mas em poses sensuais. Como jogadora, passou ainda pelo Internacional e pelo Torino, da Itália.
Já a loira Cléo Brandão é mais conhecida pela passagem que teve como apresentadora na Rede Bandirantes. Ela esteve à frente de programas esportivos como “Band Esporte” e “Esporte Total”. Antes disso, em 1997, ela jogou no time feminino do São Paulo.
Assim como Bel, Cléo posou nua para a “Playboy”. A edição foi lançada em maio de 1999, quando ela não entrava mais em campo. Confira abaixo as capas de Bel e de Cléo Brandão.

E, já que estamos no meio futebolístico, não podemos esquecer da “Playboy” mais polêmica relacionada ao tema. A bandeirinha Ana Paula Oliveira saiu nua na edição de julho de 2007 e deu muito o que falar.

Autor: curioso - Categoria(s): Esporte
Tags: ana paula oliveira, band, bel, botafogo, bundesliga, cléo brandão, eva roob, figueirense, fluminense, futebol, laisa andrioli, mulheres, playboy, samira summer, São Paulo, sexy, torino
07/10/2009 - 11:09
As cenas a seguir são muito fortes e não devem ser acompanhadas por pessoas sensíveis. Elas mostram a morte de um telefone público – o famoso orelhão. “Todos os dias, pelo menos 20 orelhões indefesos morrem nas ruas de nossa cidade. Nenhum de morte natural”, diz o texto do comercial que você verá agora.
Criado pela agência de propaganda DPZ na década 1980, ele alertava para a triste “morte” dos telefones públicos, vítimas do vandalismo. “Enquanto a gente dorme, eles são covardemente espancados, violentados, assaltados, vítimas da brutalidade e da ignorância de quem não sabe que um dia poderá precisar deles.”
Os primeiros orelhões foram inaugurados em janeiro de 1972 nas cidades de São Paulo e no Rio de Janeiro. O design em forma de concha foi inventado pela arquiteta naturalizada brasileira Chung Ming Silveira, na época chefe de engenharia da Companhia Telefônica Brasileira. Antes da implantação do cartão telefônico, as ligações eram feitas com fichas telefônicas. (é daí que vem a expressão “caiu a ficha”. )
Apesar da crescente perda de espaço para os celulares, o uso dos 250 mil telefones públicos no Estado de São Paulo ainda é intenso. De acordo com a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), o número de telefones instalados chega a 1,1 milhão em todo o país. As ligações feitas a partir de telefones públicos chegam a ser 20 vezes mais baratas do que aquelas feitas por celular.
Mas, pelo menos na cidade de São Paulo, uma grande parte dos 69 mil orelhões tem algum tipo de problema: está quebrado, sujo ou coberto de adesivos. O vandalismo contra orelhões é crime e pode resultar em multa e prisão de 6 meses até 3 anos. Como já dizia a propaganda de 20 anos atrás: “A cidade enlutada exige que isso tenha fim!”
Autor: curioso - Categoria(s): Baú, Cotidiano
Tags: a morte do orelhão, cidade, orelhão, São Paulo, telefone público, vandalismo
03/08/2009 - 13:16
Você sabia que praticamente todos os chamados times grandes do Brasil já jogaram com um uniforme diferente do tradicional? O exemplo mais recente é a camisa roxa que o Corinthians lançou no ano passado. Agora o Palmeiras anuncia que seu terceiro uniforme para 2009 será azul.
No livro “A História das Camisas dos 12 Maiores Times do Brasil”, que será lançado hoje, na Livraria Cultura, do Shopping Market Place, em São Paulo, os autores Paulo Gini e Rodolfo Rodrigues trazem os 2.000 modelos diferentes que os clubes usaram desde que foram fundados. Eles mostram também as trocas de patrocinadores e de fornecedores de material. Nenhum detalhe foi esquecido.
Em 2000, o Atlético Mineiro reeditou pela primeira vez em 60 anos uma camisa totalmente preta. Ela foi feita para ser usada nos jogos internacionais da Libertadores. O sucesso entre os torcedores foi tanto que até hoje o Galo tem uma camisa totalmente preta.
Jogando contra o time do Engenho de Dentro, em 7 de maio de 1933, o Botafogo usou uma camisa vermelha com a gola branca. Isso aconteceu porque o time adversário usava um uniforme listrado azul e branco, que poderia ser confundido com a vestimenta tradicional do Fogão. Em outras três ocasiões, pelo mesmo motivo, o Botafogo foi obrigado a usar camisas de cores diferentes: em 1923, uma verde, emprestada pelo time do Andaraí; em 1968, uma azul emprestada pela Adeg, administradora do Maracanã; e em 1975, de amarelo, camisa emprestada pelo time da Suderj.




Para homenagear o Torino, da Itália, que havia acabado de perder todos os jogadores e comissão técnica em um acidente aéreo, o Corinthians vestiu a camisa do clube. Foi contra a Portuguesa, no Pacaembu, no dia 8 de maio de 1949.
Feita especialmente para a Libertadores de 2004, a camisa azul-celeste do Cruzeiro faz parte da primeira geração de camisas com uma coroa acima do escudo do clube. A chamada tríplice coroa faz referência à temporada de 2003, em que o Cruzeiro foi campeão mineiro, da Copa do Brasil e do Campeonato Brasileiro.
Ano passado, depois de uma briga judicial com a fornecedora de materiais esportivos, o Flamengo fez suspense e entrou em campo no Campeonato Brasileiro usando uma camisa com três interrogações no lugar da logomarca. Derrotado na Justiça, o time voltou a usar a camisa anterior poucas partidas depois.
A camisa laranja do Fluminense foi lançada no centenário da equipe, em 2002, e não agradou os torcedores. O Tricolor usou a camisa apenas no segundo tempo de um amistoso. Atualmente, uma das camisas de treino do Flu é dessa cor.
E o Grêmio, que, acredite, já jogou de vermelho? Na verdade, a cor era o havana, um parente do vermelho. Foi a primeira camisa do time, em 1903. Depois, o havana foi substituído pelo preto porque os tecidos eram caros demais, e até raros. Em compensação, em 1987, a Coca-Cola teve que colocar sua logomarca em preto na camisa do Grêmio, e não no tradicional vermelho, cor do maior rival. Foi a primeira vez que isso aconteceu.
A exemplo dos argentinos do River Plate, o Internacional já jogou de branco com uma faixa diagonal vermelha. Durante boa parte da década de 1950, uma das camisas do time tinha essa composição. Em 1995, o segundo uniforme também era assim.


Na final do Paulistão de 1954, que aconteceu em fevereiro do ano seguinte, o Palmeiras enfrentou seu maior rival, o Corinthians, usando uma camisa azul. A escolha teria acontecido por conselho de um pai-de-santo — que errou o prognóstico. O empate de 1 x 1 deu o título ao Corinthians.
“Paz” foi a primeira inscrição que apareceu na frente da camisa do Santos. A palavra não era parte de um patrocínio, foi escrita em apoio a uma campanha que acontecia na cidade de São Paulo em 1983. Um patrocínio curioso que apareceu na camisa do Santos foi o do Lenços de Papel Kleenex, em 1986.


O marketing esportivo ainda estava engatinhando em 1997. Talvez por isso a camisa do São Paulo, que tinha escrito “Bom…???”, tenha causado tanta surpresa. Ela foi usada em apenas um jogo, contra o Cruzeiro, e deu sorte: 5 x 0, cinco gols de Dodô. A brincadeira serviu para anunciar o futuro patrocinador do time: a esponja de aço Bombril.
Muitos clubes não tiveram a chance de homenagear seus maiores ídolos enquanto eles ainda estavam jogando. Não foi o caso do Vasco, que entrou em campo no dia 24 de março de 1983 com a frase “Valeu Roberto!” estampada na camisa. Até Zico, maior jogador da história do Flamengo, atuou no onze cruz-maltino naquela partida contra o La Coruña, da Espanha. Mesmo assim, os europeus venceram por 2 x 0.
O lançamento do livro será hoje, a partir da 19h, na Livraria Cultura, do Shopping Market Place, que fica na avenida Chucri Zaidan, 902, em São Paulo. Além de autografar os livros, os autores — que colecionam camisas de futebol — levarão algumas raridades que poderão ser conferidas para ficarem expostas.
Autor: curioso - Categoria(s): Esporte, livros
Tags: a história das camisas dos 12 maiores times do Brasil, atlético mineiro, botafogo, Corinthians, cruzeiro, flamengo, fluminense, futebol, grêmio, história das camisas, internacional, livraria cultura, market place, Palmeiras, panda books, paulo gini, rodolfo rodrigues, Santos, São Paulo, vasco
19/12/2008 - 19:59

Uma homenagem ao Palmeiras foi atacada por vândalos. O alvo foi a passarela que fica nas proximidades do Parque Antarctica, na zona Oeste de São Paulo, e que recebeu o nome de “Arrancada Heróica de 1942”. Só que a palavra “Arrancada” foi coberta por um grande adesivo preto com letras brancas onde se lê a palavra “Freada”. Especula-se que o protesto poderia ter sido feito pelos próprios torcedores alviverdes, descontentes com a falta de reforços para 2009. Mas ainda não se descartou a possibilidade de ter sido uma ação de torcedores rivais. O adesivo foi afixado no dia 18 e ficou lá todo o dia de hoje também.
O nome da passarela faz uma alusão à final do Campeonato Paulista de 1942. Por causa da Segunda Guerra Mundial, o time do Palestra Itália foi obrigado a mudar de nome. A mudança aconteceu no dia 20 de setembro. O time do Palmeiras entrou em campo com a bandeira do Brasil. Venceu o São Paulo por 3 x 1 no Pacaembu e conquistou o título paulista. Foi aí que nasceu uma frase célebre entre os palmeirenses: “O Palestra morreu líder e o Palmeiras nasceu campeão”. A cena da entrada do time em campo virou um quadro, batizado de “Arrancada Heróica de 1942”, que decora a sede do clube.
Autor: curioso - Categoria(s): Esporte
Tags: arrancada heróica, campeonato paulista de 1942, Palmeiras, São Paulo
26/10/2008 - 22:35
Identificação de porta de banheiro pode ser um problema. Certa vez, numa padaria chique, fiquei intrigado com as figuras de um brioche e de um croissant. Escolhi o croissant (por ser pontudinho) e lá fui eu. Acho que acertei. Mas quase paguei um mico num restaurante algum tempo depois. Vi a letra M e entrei. Quando saí, no entanto, percebi que a outra porta exibia um H… O “M” não era de masculino, era de mulher.
Falando assim fica parecendo que não gosto de portas criativas. Adoro! Tanto que resolvi fotografar as melhores que encontrar daqui para a frente. Comecei com as portas dos banheiros dos cinemas do Espaço Unibanco, no Shopping Bourbon Pompéia, em São Paulo. As portas trazem as fotos dos protagonistas do filme “Casablanca”: Rick Blaine (Humphrey Bogart) e Ilse Lund (Ingrid Bergman).


Confira outras portas de banheiro incríveis:
http://www.nuacco.com/2007/08/13/which-door-should-i-choose/
Se você tiver alguma foto curiosa de banheiro, mande para cá:
blog@pandabooks.com.br
Autor: curioso - Categoria(s): Cotidiano
Tags: banheiros curiosos, portas curiosas, São Paulo