Twitter ajuda jornalistas a encontrar personagens
– O que você faz?
– Sou jornalista – respondo.
– Ah, então me conta uma coisa… Como vocês fazem para descobrir histórias tão interessantes?
Essa é uma curiosidade que muita gente tem. Como os jornalistas conseguem encontrar seus personagens? Em uma reportagem sobre ciúme doentio, como o repórter arruma exatamente aquela mulher que foi abandonada por três namorados porque revirava loucamente os pertences de todos eles?
Não existe uma maneira certa de encontrá-los. O primeiro passo é pedir ajuda aos amigos. E depois aos amigos dos amigos, conhecidos, parentes… O importante é achá-los!
Como algumas pautas parecem mesmo “missão impossível”, o relações públicas Gustavo Carneiro resolveu nos dar uma mão, criando o “Ajude um Repórter”. É o primeiro perfil no Twitter feito especialmente para socorrer produtores e repórteres com pedidos dos mais variados. Para os jornalistas dos EUA, já existia o “Help a Reporter”, do Facebook, e o blog “Pitch With Me”.
E a gente pena mesmo. Não acredita? Então dê uma olhada em alguns posts recentes do “Ajude um Repórter”:

O @anclar procura sorocabanos na China
A nuriaoliveira@tododia.com.br procura alguém que já tenha sido cobaia humana
A @Analuizalv procura homem bem-sucedido, 30-55 anos, fotogênico, que fale sobre as mentiras que já contou pro médico.
A @flaviamreis procura um superendividado (que tenha perdido bens, brigado com família, etc),que tenha conseguido dar a volta por cima
waquino@istoe.com.br procura pessoa q tenha voz sedutora – e que já tenha iniciado um namoro após conquistar alguém pela voz
O @rafael_lins83 procura um cover do #Cazuza, se possível em São Paulo
O jornalista que está à procura de personagens envia uma mensagem pelo Twiter para o “Ajude um Repórter” com a hashtag #ARPO. Eles retwittam o pedido e a rede de seguidores se mobiliza para ajudar. Para quem não está familiarizado com as redes sociais, é possível também pedir socorro pelo site do “Ajude um Repórter”, enviando a solicitação por e-mail diretamente para Carneiro, que espalha o pedido com a ajuda da também RP Ana Cláudia Gallo.
O perfil no “Ajude um Repórter” no Twitter existe desde 4 de março deste ano, e já ultrapassou a marca de 2000 seguidores. “Hoje, o perfil ganha entre 50 e 100 novos seguidores por dia”, afirma Gustavo. A classe agradece!
As investigações sobre o acidente de avião que matou o presidente polonês, Lech Kaczynski, e mais 96 passageiros no último final de semana ainda não chegaram ao fim. Mas as suspeitas iniciais indicam que a causa da tragédia teria sido falha humana.
Atualmente, ainda há cerca de 1 mil aviões desse modelo na Rússia e em países da ex-União Soviética. Antes mesmo do acidente, a Aeroflot já havia tomado a decisão de abandonar o uso do modelo, alegando que o alto consumo de combustível encarecia os custos. Agora, a maioria das aeronaves da empresa são dos fabicantes Boeing ou Airbus.




Fazer mudanças no nome não é uma tarefa das mais simples. Para começar, é preciso entrar com uma ação na Justiça e provar que o nome ou o sobrenome causam algum tipo de constrangimento ou situação vexatória. Os motivos podem variar de homônimos (pessoas com nomes idênticos), erros de digitação do escrivão no momento do registro ou até mesmo nomes, digamos, excêntricos demais, como Domingão Sabatino Gomes, Japodeis da Pátria Torres ou Grande Felicidade Virgínia dos Reis. Sim, 






