Você sabia que, na Europa Oriental, ainda existe um reino encantado?

Pois é. O Reino da Valáquia foi fundado em 1997 pelo fotógrafo Tomas Harabis. O país de mentirinha localiza-se no nordeste da República Tcheca, onde há um castelo medieval, uma pequena vila, 40 canoas de madeira e muito licor de ameixa. A maior fonte de renda do lugar vem da emissão de passaportes valaquianos, que custam aproximadamente 20 reais. Ah, esse cara aí embaixo é Vladimir, o atual “rei” da Valáquia:

Quem não se contenta em ser um cidadão comum pode tingir seu sangue de azul em outro país que também não existe de verdade. Na ilha de Sealand, entrar para a nobreza custa apenas a bagatela de 30 dólares (51 reais)!

Sealand é uma plataforma de 450 m² de aço, sustentada por dois pilares, no meio do oceano. Construída durante a Segunda Guerra Mundial pela Inglaterra, a construção foi abandonada com o final do conflito. Em 2 de setembro de 1967, o excêntrico Roy Bates, acompanhado de sua esposa Joan e do filho Michael, desembarcou no local e – pasme! – proclamou independência do “país”.

Antes de aspirar à realeza, Roy Bates chegou ao posto de major das forças armadas inglesas. Depois, tornou-se operador de uma rádio pirata. Sua esposa, a “princesa” Joan, é uma ex-modelo. Atualmente, o casal real vive na Espanha. Sealand é governada pelo Príncipe Michael – que colocou a micronação à venda em janeiro de 2007.

Sealand tem constituição, hino, bandeira própria e até emite selos – mas não é reconhecida por nenhuma outra nação no mundo. O “reinado” da família Bates em Sealand é mantido por doações e venda de títulos nobiliárquicos e bugigangas. Quer mandar uma carta para o todo-poderoso príncipe de Sealand? Escreva para:
Sealand 1001, Sealand Post Bag, Felixstowe IP11 9SZ, UK.