Você é jovem, velho ou dinossauro?
Responda rápido: você é jovem, velho ou dinossauro? Essa deliciosa brincadeira me acompanhou no voo de volta de Frankfurt para Lisboa. “Você é jovem, velho ou dinossauro?”, de Ignácio de Loyola Brandão, é o título do livro que escolhi para ler na volta. Ele me foi enviado pelo Guilherme, da Editora Global, pouco antes da viagem.

O divertidíssimo livro é a minha cara. Resgata com muito bom-humor a tradição da “cultura inútil” dos almanaques, ao mesmo tempo em que convida o leitor a relembrar os bons tempos que não voltam mais. Separei algumas perguntas do livro “Você é jovem, velho ou dinossauro?” O subtítulo dá uma ideia de como funciona a brincadeira: “Testes para saber se sua memória é uma coisa, mas suas lembranças podem ser outras, mostrando que você é mais jovem, mas também pode ser mais velho do que imagina”.
Responda mais rápido ainda: você colecionava álbuns de figurinhas de futebol?
Sua família fazia o “virado” para a viagem?
Sua irmã usava “pó de arroz” em vez de “pó compacto”?
Você lembra bem da chegada do fax?
Você colocava palha de aço na antena para melhorar o sinal da TV?
Você era fã do Chacrinha?
Brincava de ioiô, batalha naval, forca e passa anel?
E você? Tem alguma lembrança que responde à pergunta do livro?

Fico pensando o que nossos jovens vão se lembrar.
Eu me lembro de todas essas brincadeiras e também das figuras televisivas dessa época, mas não sinto que sou um dinossauro, simplesmente sou um homem atual com um tanto de vivência, no entanto, sinto saudade dessa época pois era um mundo menos violento, com menos tecnologia é claro, porém muito menos estressante do que os dias atuais, mas passado é passado, o negócio é tocar para frente…
Recordar é viver – já dizia o poeta!! Lembrar não faz mal, sentir saudade de outros tempos é gostoso.. só não podemos viver de passado, mas eu me encaixo no velho, apesar de ser nova na idade.. metade das coisas citadas eu me lembro !! rsrs
Mto Bom !!!!!!!
Eu disse sim a todos, gosto das coisas atuais tenho filhos e esposa maravilhos, falo com eles sobre a minha infancia, e ter otimas lembranças não é coisas de museu e sim ter o que lembrar coisas boas.
Engraçado que até hoje falam sobre Beetoven, Mozart, Pele, Garrincha os classicos do cinema, John lennon etc é isso é coisa de museu?
Vc. esta copiando, plageando ou sei la como se diz. Vc. deve ter entendido, se não tem competencia, não entre no mercado, fica ridiculo.
quanta saudade do salva pega, me lembro qdo no primário todo sabado davam coca cola de graça, claro pra viciarem a mulecada da epoca, pois na região não tinha, como era ruim no começo, sou um dinossauro feliz, como era bom e eu não parei pra relembrar, da nossa infancia, inocente e muuuuito feliz.
FIZ DOIS COMENTARIOS, ¨QUE NÃO FORAM COMENTADOS¨ ???
FIZ O ARTIGO 99 (CLÁSSICO) POIS NÃO SUPORTO NÚMEROS, ADMISSÃO EM TRÊS MESES E LI MUITO GIBI, MANDRAKE, CAPITÃO MARVEL, ETC.
SOU JURÁSSICO SIM ! GRAÇAS À DEUS.
Essas perguntas! Conheço todas, mas o site não abriu para respondermos. Mas, seria muito bom conhecer minha identidade.
José Antonio.
algúem lembta da “turma PEZ”?
ta velho hem
Ora, é maravilhoso termos lembranças boas… Isso, em absoluto é retroceder… É saber que vivemos, e bem!!!
Ainda acompanhei novela em radio: “Jerônimo o herói do sertão”, tive “galocha”, táxi era Jeep “fretado”, e muito mais… Bons e maravilhosos tempos, e hoje tempo maravilhoso em que vivo e muito bem ,tendo o que contar de maravilhoso que vivi!
Caracas sou dinossauro e fui muito felizzzz. Pô colocar bombril nantena era tudo de estresse.
Li todos os comentarios acima é so posso falar que nos somos a turma da pesada; vivemos nos melhores tempos os mais felizes da nossa epóca nadar escondido e pelado no rio pinheiros, tiete etc. pescar c/ litro de leite e assar o peixe no barro na beira do rio. temos historias p/ contar a nossos netos. que falam meu avô não tem p/ ninguem.
Sou dinossaura com mto orgulho!!
as coisas eram mais gostosas pois existia mais inocencia
Imaginem alguém que tenha morrido na primeira metade dos anos 80 do século XX. O infeliz se foi há menos de 30 anos, e isso é o bastante para não ter conhecido:
Fax, Video Tape, CD player, Telefone Celular, caixa postal, Internet, e-mail, DVD, Forno Microondas, camera fotográfica digital, filmadora digital, GPS, Televisão Digital e as TVs de LCD, motores Flex, energia solar e …. aumentem vocês a lista que eu já me cansei !
E convenhamos, como disse Delfim Neto: “Nós eramos felizes e não sabiamos”. Não havia Aids, nem Gripe A e um monte de outras preocupações … Mas como o que não tem solução não é problema, o negócio é viver a vida (sem qualquer trocadilho com a novela “Global”).
Vocês lembram da Turma do Capitão 7?
E do programa Pulman Júnior, apresentado pela Cidinha Campos, onde ela dizia: Boa noite zé fofinho???????
Nossa…..tantas lembranças…..
Abraços!
Cansei de corrigir o nome! O Fernandes morreu …
Tenho 46 anos e nasci no suburbio do Rio de Janeiro. Lembro de minha infancia bem mais movimentada e alegre que a infancia das crianças de hoje. Brincavamos na rua de amarelinha, de pique-esconde, pique-bandeira, de pipa, bolinha de gude, patinete (carrinho de rolimã); além disso subia-se em arvores, trocavam-se figurinhas porque os albuns lançados um atras do outro eram febre. Tempo muito bom. Hoje as crianças são muito sedentarias, sem espaço pra brincar, dá pena. Pensando assim, a d o r o ser jurassica!!
Você disse tudo … Sou um “puro geração 60″ quando tudo aconteceu, desde a revolução sexual, à feminista e à estudantil. A geração que tinha causas pelas quais lutar ! É muito louco a molecada de hoje – inundada de informação e sem experiência de nada (100% virtual). Namoram, e não só, pela Internet !
É estranho ver jovens curtindo Janis Joplin, Jimmi Hendrix, Led Zeppelin, Phil Collins, Pink Floyd, revivendo os 40 anos de Woodstock … e Brasil não fica fora disso, onde estão os Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Elis Regina, Maria Bethânia, Milton Nascimento, Gal Costa ? Que saudades!
É uma tristeza ter de ouvir na boquinha da garrafa, a éguinha pocotó … e por aí afora!
Como era bom brincar na rua, subir no pé da arvore e pegar a fruta … como disse o Delfim Neto “Nós eramos felizes e não sabiamos”. Gostaria de trocar ideias contigo, só não sei como. Para já, parabens pelo seu comentário.