Entra no ar a campanha que divulga as salas Cinemark Bradesco Prime, assinada pela Z+, agência do Grupo Havas. Com a assinatura “Você não precisa ser astro de cinema para ser tratado como um”, o anúncio apresenta os sósias dos atores Johnny Deep e Angelina Jolie sentados em confortáveis poltronas e degustando as novidades do cardápio, elaborado pela chef Morena Leite, e da carta de vinhos, selecionada pela World Wine, disponíveis para os frequentadores das salas. A veiculação será nas revistas Quem, Época, Preview, Rolling Stone, Free e Time Out durante o mês de abril.
Nesta quarta-feira estreia a série Tabu Brasil, no Nat Geo, às 22h. A produção 100% nacional aborda tabus brasileiros, como o consumo de carne de cavalo, que será mostrado no episódio Dietas Exóticas. Para divulgar o programa, a Loducca fez uma intervenção curiosa no shopping Eldorado, em SP: a famosa “televisão de cachorro” das padarias, tendo no lugar de frangos cavalinhos girando nos espetos. E você, comeria carne de cavalo?
Ao som do clássico “Don’t Stop me now”, do Queen, a Lacta celebra seus 100 anos com um manifesto a favor da alegria. Criado pela Ogilvy, com produção da Paranoid Brasil, o filme traz o conceito “Sinta-se Vivo”.
“A imagem de chocolate é sempre muito sedutora, mas decidimos fugir do óbvio e explorar mais o contexto em que a marca e os produtos Lacta estiveram inseridos nestes 100 anos, momentos alegres e especiais para os consumidores”, afirma Patrícia Borges, gerente de marketing de Lacta.
O plano de mídia para a campanha inclui a veiculação durante fevereiro e março na TV aberta, canais por assinatura e nos cinemas. A mesma trilha e a assinatura “Entregue-se” estarão em outros três filmes, entre eles o de Páscoa, que será lançado em breve. As comemorações do centenário da Lacta se estenderão por todo o ano de 2012, com campanhas de mídia, ações offline, lançamentos especiais e com a presença online da marca, que já soma mais de 500 mil fãs no Facebook. Para isso serão investidos 45% a mais em marketing este ano.
A Artplan e a Embratur enveloparam os táxis de Londres por 20 semanas. Parte da ação coincidirá com a World Travel Market (WTM), uma das principais feiras de turismo do mundo este mês, e visa convidar os londrinos e turistas que visitam a cidade inglesa a conhecer e explorar o Brasil. Os 30 táxis adesivados têm ainda anúncios nos assentos retráteis, além de recibos caracterizados com motivos do Brasil. Os responsáveis pela ação estimam que os veículos transportem cerca de 3.250 passageiros durante o período de sua realização e acreditam que a mesma será capaz de gerar mais de cinco milhões de impactos. A agência criou também 205 supersides — adesivações com área de exposição menor, apenas nas duas laterais dos carros — para multiplicar o efeito gerado pela campanha. Ainda em Londres, além dos táxis, a área externa do Cinema I-Max está com um painel, um dos maiores painéis publicitários da Europa, sobre o Brasil.
O Greenpeace acaba de completar 40 anos. O comercial acima comemora a data e foi criado pela DDB de Paris. Ao longo do tempo, a ONG mudou um bocado e hoje tem as redes sociais como ferramenta importante em suas estratégias de mobilização, que sempre miram em grandes empresas para servir de exemplo globalmente. Sobre esse e outros assuntos conversei com Dave Walsh, Andrew Davies e Ben Stewart, respectivamente responsável pela área de comunicação, o líder da área de mobilização digital do Greenpeace International, e o diretor da área de Media do Greenpeace na Inglaterra.
Acompanhe o papo:
As ações do Greenpeace se transformaram ao longo do tempo. Parece que hoje não só a ONG realiza mais pesquisas, como também obtém melhores resultado de suas ações. Confere?
Dave Walsh – O Greenpece está comemorando 40 anos esta semana e, durante esse tempo, claro que houve uma evolução nas ferramentas e métodos que usamos para conquistar nossos objetivos. Mas na essência, nossos princípios se mantiveram os mesmos. Usamos pesquisas, lobby e diplomacia silenciosa para conquistar nossos objetivos, assim como a provocação de conflitos não violentos para aumentar o nível e a qualidade do debate público. Enquanto houve várias vitórias ao longo desses 40 anos, é muito mais importante medir o impacto de nossas vitórias diárias. Pode-se acessar esta informação no link (http://www.greenpeace.org/international/en/about/victories/).
Como a força das redes sociais passou a ajudar, além do fato de que a sociedade em geral está se engajando mais em assuntos voltados para a preservação do planeta de maneira geral?
Andrew Davies – Para o Greenpeace, as redes sociais são apenas mais uma maneira de comunicar, organizar e compartilhar. Elas cumprem o papel de mobilizar pessoas ao redor de uma causa de maneira fácil. Algumas pesquisas indicam que as redes sociais encorajam uma participação e engajamento civil maior das pessoas (http://www.readwriteweb.com/archives/study_finds_the_internet_makes_youth_more_engaged.php). Outro efeito das redes sociais é que os clientes esperam que as empresas ouçam mais e se manifestem mais sobre tudo o que eles consideram importante, inclusive assuntos que afetarão o futuro do nosso planeta.
Soma-se a isso o fato de que as redes sociais são baratas ou de graça (algo muito importante para permitir que organizações sem fins lucrativos se comuniquem com o público), e é muito bom ter uma ferramenta como esta quando se vai contra empresas com imensos orçamentos em Relações Publicas e Propaganda. É claro que as notícias nem sempre são positivas. Existem empresas que ao invés de usar essas novas ferramentas para melhorar e ouvir seus consumidores, ainda insistem em um discurso desonesto, como nesses exemplos:
Por que tão frequentemente vocês se utilizam das campanhas publicitárias das empresas em suas ações?
Dave Wash – Na verdade não usamos a propaganda e sim o branding deles para comunicar questões importantes, tanto para as empresas como para seus consumidores. Frequentemente focamos em grandes empresas, ícones da indústria, porque elas têm potencial para tornar-se líderes em questões ambientais em seus mercados. Por isso procuramos empresas como Nike e Adidas para que elas concordassem em cortar de sua linha de produção fornecedores que poluem o meio ambiente, ou a Nestle para mudar seu processo de produção de óleo de palma e a Apple para tornar seus computadores mais ecológicos. Fazemos isso para expor a diferença entre o que a marca promete para seus consumidores e aquilo em que ela de fato está envolvida.
É quase impossível para uma empresa ser verdadeiramente sustentável e ecologicamente correta. Como não se tornar um alvo do Greenpeace?
Andrew Davies – As empresas podem pelo menos não ser demoníacas, este é um começo. Não fazer promessas sobre uma marca que não tenham condições de manter. Se sua empresa for criticada por seu comportamento em relação ao meio ambiente, faça disso uma oportunidade para melhorar. As pessoas respeitarão uma empresa que se mostrar ágil o suficiente para enfrentar novos desafios e consertar seus erros. Algumas empresas parecem pensar que ao pagar uma boa assessoria de Relações Publicas, farão seus problemas irem embora. Os problemas profundos permanecerão.
Que empresas não são target para o Greenpeace?
Dave Walsh – Aquelas que se comportam de maneira correta em relação ao meio ambiente. O Greenpeace não tem inimigos ou aliados permanentes, e não consideramos nenhuma empresa intrinsicamente “legal”. Empresas que estabelecem que em sua busca por lucros não destruirão a natureza e o clima ficam em paz conosco. Empresas como Nike, Puma, Adidas e Nestle, que rapidamente aproveitaram uma oportunidade para modificar suas políticas destrutivas tornaram-se bem mais legais do que eram antes. Mas há sempre como evoluir.
O que você acha que acontecerá no caso da Volkswagen? Qual o objetivo de vocês ao criar um concurso de vídeos que falem mal da marca?
Ben Stewart – Esperamos que nossa campanha convença a Volkswagen de parar de usar seu poder de lobby para se opor às leis relativas ao clima. A empresa se auto-intitula “verde”, mas se opõe a medidas vitais para preservar o meio ambiente, como cumprir metas mais ambiciosas de redução de emissão de carbono e leis para obrigar automóveis a utilizarem menos combustível. Também queremos que a Volkswagen coloque sua eficiente tecnologia em todos os seus carros. Hoje, apenas 6% de sua frota tem a tecnologia Blue Motion, que reduz a queima de combustíveis.
Quem decide que estratégia será usada para atingir uma empresa e por que vocês se utilizaram do comercial “A força”, da VW?
Ben Stewart – A estratégia é decidida por um grupo de pessoas de vários países, onde a campanha será realizada. Neste caso específico, era importante utilizar uma mensagem que funcionaria em todos os mercados onde a VW está presente. Escolhemos o comercial “The Force” porque a empresa obteve muito sucesso com o tema. O comercial foi visto por mais de 40 milhões de pessoas e é claro que o tema Star Wars atinge um imenso percentual de homens de meia idade talvez interessados em tecnologia, muito provavelmente o público alvo que a Volkswagen queria atingir com sua mensagem. O mesmo se aplica ao Greenpeace, também procuramos uma maneira eficiente de atingir as pessoas com a nossa própria história a respeito do tipo de empresa que é a VW. E tem sido um enorme sucesso, com milhares de pessoas se cadastrando e ingressando na campanha. E o que é interessante, é que há um imenso número de consumidores da marca VW. Eles sabem que a campanha não é sobre eles, e sim sobre a empresa.
Escolhido pela TBWA Raad, de Dubai, o estúdio brasileiro OgrO assina toda a pós-produção da nova campanha de service care dos equipamentos HP, veiculada nos Emirados Árabes. As fotos foram feitas por Ayaad Damouni, do Capital D Studio (Dubai). A está em revistas, mídia exterior e pontos de venda dos Emirados Árabes. A ficha técnica também conta com um brasileiro na criação. Guilherme Pecego assina como diretor de Arte e head of art pela TBWA Raad. O redator é Mark Williams.
Dois leões da agência Moma conquistados este ano no Festival de Cannes – um Leão de Prata na categoria Press e outro de Bronze na categoria Outdoor – com uma polêmica campanha criada para a Kia Motors foram cancelados pela organização do Festival. Além disso, os criadores da Moma que assinam a campanha fantasma serão suspensos por um ano e não poderão inscrever peças em Cannes no ano que vem.
Logo depois da premiação, os anúncios “Professor” e “Princesa” foram acusados de pedofilia pela imprensa norte-americana. Os quadrinhos apresentavam um novo dispositivo do ar condicionado Dual Zone Air Conditioning, que pode ser regulado e define diferentes temperaturas dentro do automóvel. “Professor” tem um diálogo entre uma aluna e o professor. “Princesa” faz referência à história de “A Bela Adormecida”.
A Kia motors norte-americana repudiou as peças, e a imprensa local publicou declaração do vice-presidente de marketing e comunicação da empresa, Michael Sprague, de que elas seriam “totalmente ofensivas e impróprias”.
Na ocasião, a Moma se defendeu, negando qualquer relação com a pedofilia, e lamentou a reação da empresa nos EUA. Assumiu total responsabilidade pela campanha e alegou que não houve polêmica entre os jurados do Festival de Cannes.
Philip Thomas, CEO do Festival CEO, disse a respeito da decisão de cancelar os leões que as regras do evento exigem que as agências apresentem prova de veiculação das campanhas e de que elas foram aprovadas por clientes que efetivamente pagaram por sua produção.
“Depois de vários contatos e conversas, a Moma não nos enviou estas documentações e por isso os leões foram cancelados”, disse Thomas, afirmando que a agência também será banida do Festival durante um ano, portanto ficará fora do Festival em 2012.
A Moma contratou a assessoria Edelman para cuidar deste assunto e divulgou um comunicado no qual diz: “A Moma Propaganda respeita a decisão do Festival de Cannes sobre a devolução dos Leões de Prata na categoria Press e de Bronze na categoria Outdoor relacionados ao caso. A agência optou por não prosseguir com sua defesa, tendo em vista diminuir a exposição de todos, que de alguma forma, foram envolvidos nesse processo.”
Na agência, a telefonista informou que Rodolfo Sampaio está de férias. A Kia Brasil afirmou, por sua vez, através de sua assessoria, que a empresa não se pronunciará sobre o tema, uma vez que não aprovou as peças envolvidas na polêmica. A responsabilidade, neste caso, é toda da Moma.
Diante do desafio de atrair potenciais investidores para o site de finanças ADVFN.com, a Salles Chemistri transformou dinheiro e etiqueta de preço em mídia: colou em cédulas reais de dinheiro etiquetas de preço que marcavam valores superiores aos das cédulas. As etiquetas traziam o título: “A informação certa pode valorizar o seu dinheiro. ADVFN.com”. As notas foram distribuídas como troco em estabelecimentos comerciais, como bancas de jornal de aeroportos. Com apenas 2 mil cédulas etiquetadas foram impactadas mais de 500 mil pessoas. O custo de mídia foi de menos de R$ 0,01 por pessoa impactada. Em tempo: a ação não danificou as cédulas.
Durante este mês, quatro vagões do Metrô Rio destinados às mulheres estão vestidos com imagens dos novos produtos da linha Cuide-se Bem, d’O Boticário. Os franqueados de O Boticário no Rio de Janeiro investiram na ação de envelopagem dos vagões. A atividade também inclui a distribuição, em cinco estações, de amostras de hidratantes aos usuários do Metrô, que somam um contingente de mais de 645 mil pessoas/dia. O trabalho foi da agência Opus Múltipla.
Já pensou em fazer supermercado dentro do metrô, aproximando seu celular dos produtos (que estão representados em prateleiras impressas num painel) para comprá-los com um click e receber tudo em sua casa logo após chegar em casa do trabalho? A rede de varejo Tesco criou isso na Coréia e o projeto, da Cheil de Seul, conquistou o Grande Prêmio de Media da edição de 2011 do Cannes Lions. O case chama-se “Loja virtual da Homeplus no metrô”, para a rede de supermercados Tesco, e tinha como objetivo resolver a vida dos coreanos que trabalham demais e não têm tempo de abastecer duas despensas: consistiu na aplicação de adesivos nas estações coreanas que imitavam gôndolas de lojas da rede. Os pôsteres continham códigos reconhecíveis pelo celular, que possibilitavam a montagem de uma lista virtual de compras. Virtuoso.
Veja: