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Arquivo da Categoria Estudo

segunda-feira, 12 de março de 2012 Ensino, Estudo, Propaganda | 23:08

100 anos dos maiores da história da propaganda

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Alguns – poucos – publicitários foram capazes de dividir a propaganda em dois momentos distintos, promovendo mudanças tão profundas na profissão, que suas contribuições deixaram marcas eternas. É o caso do inglês David Ogilvy – que se considerava escocês, embora tenha nascido mesmo na Inglaterra. Na história da propaganda, existe um antes e depois de David Ogilvy. Introdutor da pesquisa na criação publicitária, seu creative research workshop foi o grande passaporte para a publicidade eficaz, ao forçar seus redatores a dialogar cientificamente com os consumidores antes de lançar uma campanha. Para Ogilvy, publicidade sempre foi um ato de venda. “We sell, or else!”, ele dizia, e arrematava: “Nenhum fabricante jamais se queixou que a sua publicidade estava vendendo demais”.
Rivaliza com ele pelo posto de figura mais marcante na história da propaganda mundial o americano William “Bill” Bernbach, o “B” do grupo internacional DDB, que deixou sua marca ao propor, ainda nos anos 50, que as pessoas se preocupassem menos com o que estava sendo dito e mais com “como” dizê-lo. Bernbach promoveu uma verdadeira revolução criativa na publicidade e é considerado o “pai” da propaganda moderna, elevando-a a status de arte. Foi ele quem primeiro uniu redator e diretor de arte como dupla criativa, por exemplo. Era um incansável crítico do excessivo “intelectualismo” dos processos de desenvolvimento das campanhas, com seus muitos pré-testes e estudos. Entre os seus trabalhos mais conhecidos está o lançamento do fusca:

Uma oportunidade de aprender um bocado sobre esses dois homens será o curso que Roberto Duailibi e Luiz Cama darão na Casa do Saber do Rio de Janeiro, a partir de 22 de março. O curso celebra o centenário de ambos, apresentados pelos dois publicitários que os conheceram pessoalmente. Em dois encontros, eles mostrarão boa parte dos trabalhos de Bernbach e Ogilvy. Saiba mais em www.casadosaber.com.br.

Autor: Claudia Penteado Tags:

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012 Estudo, Marcas, Pesquisa, Web | 18:09

Guaraná Antarctica lidera audiência na web

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Guaraná Antarctica está no topo do indexSocial em dezembro de 2011, ranking de audiência criado pela Espalhe Marketing de Guerrilha que leva em consideração a soma ponderada de fãs, seguidores e assinantes nas redes sociais (Facebook, Twitter e Youtube respectivamente). Antarctica se consolida na liderança pelo segundo mês consecutivo, seguido pelo perfil de Brahma Futebol, marca que apresentou um crescimento mais acelerado na audiência, ultrapassando Skol e Claro Brasil. Em segundo lugar no mês de novembro, a audiência de Skol caiu 74 pontos, enquanto o perfil de Claro apresentou uma queda de 205 pontos, deixando de ser uma das três marcas de maior audiência desde o lançamento do índice.

“O interessante é que pela primeira vez desde a criação do indexSocial, a nossa régua de comparação (escala que vai de 0 a 1000 pontos) está sendo puxada por uma marca de crescimento agressivo (Guaraná Antarctica). Desta forma, muitas marcas apresentam uma variação de pontos negativa no período. Isso quer dizer que não adianta ficar satisfeito com o crescimento em números absolutos. Todo mundo está crescendo. Se na pontuação relativa há outros crescendo mais do que você, o indexSocial indica que você está perdendo terreno e que talvez o seu trabalho possa melhorar”, analisa Wagner Martins, sócio-diretor da Espalhe.

Com crescimento de 11,2 pontos, Brahma Futebol foi a marca que melhor engajou em dezembro, seguida de Habibs e ALE, respectivamente com 7,3 e 6,8. Guaraná Antarctica aparece em 4º lugar na lista de engajamento, posicionando-se à frente de Hotel Urbano, que aparece pela primeira vez, com 5,4 pontos de engajamento. Lacta, Devassa, Kactoos Brasil, Subway Brasil e Halls completam a lista das dez marcas brasileiras com melhor qualidade de interação com seus fãs e seguidores nas redes sociais.
Em share de engajamento, foram contabilizados 5 milhões de interações entre todas as marcas que fazem parte do índice. Brahma Futebol apresentou a maior participação em share no mês de dezembro, sendo responsável por 23,7% do total de interações, seguido por Guaraná Antarctica com 10,8% de interações.

E as cervejas, como vão?
Se falarmos só de cervejas, desde novembro a audiência da marca Skol foi a que mais avançou no período, chegando à segunda posição de novembro, depois de estar na 30ª em outubro. Em dezembro, a marca ocupou o terceiro lugar. Pelo segundo mês consecutivo, a marca se manteve entre as top 10 em share de engajamento. Já o perfil de Brahma Futebol – que concentra os seis perfis da Brahma associados a Flamengo, Vasco, Fluminense, Botafogo, Galo e Cruzeiro – está entre os top 10 na audiência do IndexSocial desde setembro (mês em que a ferramenta foi lançada). Brahma Futebol, pelo quarto mês consecutivo, foi a marca que mais engajou no período no Facebook e Twitter – ou seja, teve maior quantidade de curtirs, comentários, mentions e RTs.

Em tempo – O indexSocial unificou a análise de audiência e engajamento no Facebook, Twitter e Youtube e segue a lógica dos índices das bolsas de valores, que elencam as ações mais negociadas. Levando esta premissa para as redes sociais, a ferramenta monitora cerca de 470 marcas e, para calcular o índice, leva em conta as que detêm 80% da audiência nas três plataformas a cada dia.

Autor: Claudia Penteado Tags:

segunda-feira, 17 de outubro de 2011 Ensino, Estudo, Propaganda | 16:17

Gente nova na Y&R

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Começa hoje na agência Young & Rubicam o programa “Partners in Education”, através do qual alunos dos cursos de Direção de Arte, Design Gráfico ou Redação Publicitária Miami Ad School/ESPM São Paulo vivenciarão, durante três meses, a rotina da agência. Os estreantes são Diego Rosendo, Lucas Costa e Tales Torres (foto acima). O projeto será diretamente monitorado por Rui Branquinho, VP de Criação da Y&R.
Para fazer parte do programa, os alunos devem passar por um processo de análise e seleção de portfólios. A parceria inclui a particupação mais intensa de profissionais de diferentes áreas da Y&R em palestras, aulas e eventos da Miami Ad School/ESPM no Brasil e no exterior.

Autor: Claudia Penteado Tags:

quarta-feira, 6 de julho de 2011 Estudo, Mobile | 11:43

iPhone gera mais cliques

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O mais recente levantamento realizado pela MediaMind aponta que o iPhone lidera em retorno as campanhas publicitárias desenvolvidas para telefones celulares com acesso à Internet. Intitulada “Tela Pequena, Grandes Resultados”, a pesquisa mostra que o aparelho da Apple entrega Taxas de Clique (CTR) mais altas que smartphones com outros sistemas operacionais.
Após analisar mais de 230 milhões de impressões de anúncios para telefones celulares durante o quarto trimestre de 2010 e o primeiro trimestre de 2011, a MediaMind descobriu que os aparelhos da Apple obtiveram performance duas vezes maior que telefones com o Android do Google, por exemplo. Ao comparar com o BlackBerry da RIM, a performance do iPhone é cinco vezes superior. Além disso, os anúncios em celulares alcançaram uma Taxa de Cliques (CTR) de 0,61%. Já no caso dos banners standard desenvolvidos para computadores pessoais e laptops, o CTR fica em apenas 0,07%.
Ao pesquisar o hábito dos internautas que utilizam telefones celulares para acessar a Internet, ficou claro que enquanto a navegação a partir de PCs ou notebooks se concentra no horário comercial, das 9 às 17 horas, os usuários de smartphones preferem navegar na web durante a noite. A Taxa de Cliques para campanhas Mobile também chega ao ápice no período noturno, mas mantém CTR mais elevado que as peças publicitárias para computadores em qualquer horário do dia.
O estudo também descobriu que a maioria dos segmentos de marcado alcançou Taxas de Cliques elevadas, batendo os índices de referência para os banners standard de navegadores como IE, Chrome, Firefox, entre outros. Entretenimento, Varejo e Serviços Financeiros apresentam melhor performance em campanhas para telefones celulares. Já os setores Têxtil e Governamental obtiveram o CTR mais baixo.
O estudo completo em português está disponível para download aqui. Para baixar o infográfico sobre análise, clique aqui.

Autor: Claudia Penteado Tags:

sexta-feira, 10 de junho de 2011 Estudo, Marcas, Pesquisa | 14:26

As 25 marcas mais valiosas do Brasil

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A Interbrand divulgou seu Ranking das 25 Marcas Brasileiras Mais Valiosas de 2011, com um valor consolidado de quase R$ 92 bilhões. Pela primeira vez, as cinco primeiras marcas colocadas são exatamente as mesmas do ano passado. Itaú, Bradesco, Petrobras, Banco do Brasil e Skol representam quase 75% do valor total das 25 marcas mais valiosas do Brasil.
“Essa concentração é um sinal de maturidade destas marcas. Sempre fomos um país com muitas empresas valiosas, mas poucas marcas valiosas. Aos poucos, este cenário vem mudando e as marcas brasileiras começam a atingir valores expressivos. Ainda assim lhes faltam consistência, visibilidade, reconhecimento e presença internacional para que possam figurar entre as marcas globais mais importantes”, disse Alejandro Pinedo, Diretor Geral da Interbrand no Brasil.

A maioria das marcas se valorizaram. Em 2010, a “nota de corte” do ranking foi R$ 87 milhões. Este ano, a vigésima quinta colocada vale R$ 209 milhões.
Como em 2010, os setores de commodities permanecem impactados fortemente pela crise mundial, porém empresas que apostaram em suas marcas recuperaram valor mais facilmente. É o caso da Vale, que volta a figurar com força entre as 25.
Para chegar a esses resultados a Interbrand examina as marcas sob a lente do desempenho financeiro, medindo a capacidade de capturar a preferência dos consumidores e a probabilidade de geração de receitas futuras. Para entrar no ranking, as marcas devem atender alguns critérios básicos: ser originária do Brasil, ser listada em Bolsa de Valores ou publicar informações contábeis e financeiras, fornecer informações suficientes para a identificação da receita individual de suas marcas, gerar EVA positivo (geração de valor do negócio uma vez que a empresa remunera todo o capital investido na operação) e ser amplamente reconhecida nos seus principais mercados. Outro ponto fundamental para a edição 2011 do ranking é a consolidação da metodologia de determinação da Força da Marca, levando em conta mudanças significativas de mercado nos 10 fatores que influenciam a marca: Autenticidade, Clareza, Comprometimento, Proteção, Capacidade de Resposta, Consistência, Diferenciação, Relevância, Presença, Entendimento.

Ranking Interbrand das Marcas Brasileiras mais Valiosas 2010
(valores em milhões de reais):


Marcas/valor/crescimento

1. Itaú / 24.296 / ↑ 18 %

2. Bradesco / 13.633 / ↑ 10 %

3. Petrobras / 11.608 / ↑ 7 %

4. Banco do Brasil / 11.309 / ↑ 8 %

5. Skol / 7.277 / ↑ 10 %

6. Natura / 5.666 / ↑ 22 %

7. Brahma / 4.351 / ↑ 21 %

8. Vale / 2.656 / Não estava no ranking anterior

9. Antarctica / 2.013 / ↑ 15%

10. Vivo /1.700 / ↑ 16 %

11. Lojas Renner / 835 / ↑ 7 %

12. Lojas Americanas / 703 / ↑ 17 %

13. Embratel / 619 / ↓ 15%

14. Cielo / 604 / Estréia no ranking

15. Cyrela / 587 / ↑ 8 %

16. Caixa Econômica Federal / 563 / Estréia no ranking

17. Oi / 514 / ↑ 9 %

18. Banrisul/ 501 / ↓ 22%

19. Extra / 496 / Estréia no ranking

20. Casas Bahia / 447 / Estréia no ranking

21. Braskem / 422 / ↓ 6 %

22. Pão de Açúcar / 389 /Estréia no ranking

23. NET / 323 / ↑ 10 %

24. Ponto Frio / 232 / Estréia no ranking

25. Hering / 209 / ↑ 45 %

Autor: Claudia Penteado Tags:

Estudo, Patrocínio, Propaganda | 01:39

Mais um contrato para Neymar

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Neymar, o jovem prodígio do Santos e titular da seleção brasileira, assinou contrato com novo parceiro, a Baruel, líder em produtos de cuidado para os pés. O acordo é válido até as Olimpíadas 2012 e contempla a participação em filmes publicitários e eventos. Na foto acima, ele filme o primeiro comercial para a marca Tenys Pé Baruel. O filme entra no ar na segunda quinzena de julho.
“O Neymar hoje é o principal jogador do país e é conhecido mundialmente. Apostamos em sua força como referência aliada à paixão do brasileiro pelo futebol”, explica o diretordiretor de vendas da empresa, Daniel Tiraboschi.
A agência de marketing esportivo Wolff Sports foi a responsável pela intermediação do negócio.

Neymar já esteve em campanhas da Nike, da Seara, da Nextel, entre outras marcas.
Veja alguns momentos de sua performance na publicidade:

Autor: Claudia Penteado Tags:

quarta-feira, 1 de junho de 2011 Estudo, Marcas, Marketing, Pesquisa, Propaganda | 13:02

Que celebridade combina com a sua marca?

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Os publicitário Otávio Freire e Diego Senise criaram um método para analisar a relação entre celebridades e marcas na propaganda. Sua nova empresa, iLumeo, baseada em São Paulo, focará, entre outras coisas, nesta expertise. Eles dedicaram um bocado de tempo ao assunto e chegaram a alguns levantamentos interessantes. Por exemplo: Grazi Massafera foi a recordista em campanhas publicitárias no período (18), seguida de Luciano Huck (16), Gisele Bündchen (14), Ivete Sangalo (14) e o ator Wagner Moura (12). Depois deles vêm Ana Maria Braga (9), Rodrigo Santoro (8), o jogador de vôlei Giba (8) , Malu Mader (7) e Pelé (7), Robinho (7), Claudia Leitte (7), Fernanda Lima (6), Thaís Araújo (6), Ana Hickmann (6), Isabeli Fontana (5), Maria Fernanda Cândido (5), Bernardinho (5), Ronaldo (5) e Aline Moraes (5).

O estudo da Ilumeo também apontou as marcas que mais utilizaram celebridades em suas campanhas publicitárias entre 2008 e 2010: C&A, Marisa, Grendene, Brahma e CEF encabeçam o ranking.

Otávio e Diego acreditam que muitas marcas cometem erros grosseiros ao escolher as celebridades que estrelarão suas campanhas publicitárias, principalmente pela falta de critério. Para eles, o “jogo de xadrez” da escolha da melhor celebridade – ou até mesmo a decisão de utilizar ou não uma celebridade – só é bem jogado quando os responsáveis por essa decisão baseiam-se em estudos desenvolvidos com métodos especificamente criados para isso. Como o que eles acabaram de criar.
Conversei com ambos sobre o assunto, acompanhe a entrevista:

Otávio Freire

Diego Senise

Por que as marcas usam celebridades em campanhas?
Existem vários motivos. Em primeiro lugar, as empresas partem do princípio de que uma personalidade com expressão na mídia é admirada socialmente. Em alguns casos, trata-se modelos a serem copiados e seguidos; são referências para um bom contingente das pessoas no mundo inteiro, seja porque obtiveram sucesso e o público se projeta nelas para também alcançar seu próprio sucesso (profissional, financeiro, social etc.), seja porque tenham histórias interessantes a serem contadas (de conquistas, de dificuldades ultrapassadas, de momentos marcantes etc.). Além disso, como dizem, ‘em time que está ganhando não se mexe’. Há uma infinidade de casos em que uma decisão mal pensada e sem critérios na retirada de uma celebridade das campanhas resultou em quedas expressivas de vendas e, após voltar atrás na decisão, as vendas voltaram a crescer. Outro motivo que talvez seja pertinente é o fato de as celebridades já terem se tornado uma estratégia consagrada para determinadas empresas, nos mais variados ramos de negócios.

Quando se comete um erro na escolha de uma celebridade?
Comete-se erros sempre que as empresas não dedicam tempo para entender e enxergar todas as implicações do uso das celebridades. Ela influencia no nível de atenção que as pessoas dão à mensagem, na percepção de preço do produto (mais alto ou mais baixo), na percepção de qualidade, na disposição para experimentar um produto, na percepção de atributos e valores da marca. Temos que levar em consideração o que a marca quer transmitir, o que a celebridade por emprestar à marca e, principalmente, como o público percebe a celebridade e a mensagem que está sendo passada. É praticamente um jogo de xadrez, mas, em boa parte dos casos, isso não é considerado. São muitos aspectos para serem analisados. Desprezar esses fatores e escolher só porque a celebridade casa bem com a linha criativa pode ser arriscado. Então, o que estamos fazendo é dar mais subsídios para que essa decisão seja tomada com o máximo de critério em relação aos objetivos que a empresa e a agência de propaganda têm em mente.

Por que vocês acreditam que as marcas se utilizam de critérios pouco consistentes para escolher as celebridades que estrelam suas campanhas?
Antes de entrarmos no mercado, pesquisamos e conversamos com vários diretores e gerentes em agências e anunciantes que são efetivamente responsáveis por esse tipo de decisão e queríamos entender como isso era feito. As respostas foram muito parecidas: pouco estudo, pouca pesquisa, decisão a partir da opinião dos dirigentes na maior parte das vezes, maior ou menor empatia da equipe envolvida com as celebridades escolhidas ou descartadas. Certamente, a opinião de profissionais experientes tem valor. Porém, na maioria das vezes, ela se distancia bastante da percepção dos consumidores sobre as celebridades.

O que as marcas que mais utilizam celebridades em sua propaganda têm em comum?
Essa é uma questão complexa, mas na maior parte dos casos, o que elas esperam é que a lembrança, a mensagem e as respostas em vendas sejam mais rápidas. Claro que há setores da economia que fazem maior uso, como é o caso de moda e produtos de beleza, mas, há também casos em que os concorrentes motivam o uso, pelo simples fato de estarem fazendo campanhas com celebridades estampadas nas peças publicitárias.

Vocês publicarão um estudo trimestral sobre as celebridades, para avaliar sua força e empatia com públicos e marcas. Como isso será feito?
Como dissemos, esse ‘jogo de xadrez’ da escolha da melhor celebridade – ou até mesmo a decisão de utilizar ou não uma celebridade – só é bem jogado quando os responsáveis por essa decisão baseiam-se em estudos desenvolvidos com métodos especificamente criados para isso, como é o nosso caso. Há estudos que fazem a análise somente de dois em dois anos, mas pense como a vida da maior parte das celebridades muda e como a percepção das pessoas é diretamente afetada por isso. Sabemos de um caso em que uma empresa comprou o estudo, escolheu a celebridade e quando foi contratar, ela tinha tido filhos e queria ter outra postura de vida, que não combinava mais com a marca. Por isso, monitoramos continuamente como os acontecimentos da vida pessoal e profissional da celebridade estão sendo publicados na mídia e como isso está repercutindo nas redes sociais. Acontece que as pessoas podem conhecer e gostar de uma determinada celebridade, mas isso ainda fica longe de saber se ela pode, de fato, carregar a mensagem de uma determinada marca, ou seja, se vai ser algo em que as pessoas vão acreditar. Fazemos o monitoramento de uma série de atributos ligados às marcas em geral e como as celebridades são analisadas em relação a eles. Também medimos quanto cada celebridade é conhecida e admirada pela população, além do quanto sua imagem está atrelada a uma marca para quem ela já fez propaganda. Tudo isso é coletado em pesquisas quantitativas trimestrais e pode ser filtrado de acordo com alguns critérios (sexo, idade, classe econômica, cidade, perfil de consumo).

Como foi elaborado o método – Persona – e como ele será disponibilizado?
Procuramos entender o contexto contemporâneo do mundo das celebridades, que é muito amplo e variado, como já dissemos, e, a partir daí, selecionamos inicialmente 80-100 celebridades para serem analisadas, levando em conta o seu grau de exposição na mídia, o volume de campanhas estreladas, o potencial de utilização por parte das empresas/marcas e mais uma série de variáveis. Em seguida, fazemos as pesquisas junto à população sobre os atributos já mencionados. A partir daí, elaboramos um relatório trimestral, com uma série de resultados gerais e específicos, em função das necessidades de informação das empresas que contratarem o serviço. Além disso, mantemos uma base de dados a respeito das celebridades (não somente as pesquisadas junto à população) que podem ser cruzadas com as resultados que vão sendo coletados praticamente todos os dias a respeito do mundo das celebridades e do impacto na sociedade brasileira. Os relatórios serão sindicalizados, ou seja, um determinado grupo de empresas e agências receberá o mesmo tipo de informação, ao mesmo tempo. Como é um levantamento de fôlego acerca das celebridades, é claro que temos que gerar uma estrutura adequada para fazer a pesquisa e, principalmente, para analisa-la com profundidade e robustez.

Como vocês avaliarão, por exemplo, o “momento” de cada celebridade?
Fora o que já mencionamos anteriormente, avaliamos as flutuações na percepção dos atributos e buscamos entender os motivos das mudanças. Há casos, por exemplo, em que a celebridade não mudou praticamente nada em sua postura, mas a sociedade mudou, a dinâmica em relação a ela e o que ela representa mudou para a sociedade brasileira, então, as pessoas passaram a ter outra percepção dela… isso só pra mostrar o quão complexo é o processo de escolha e manutenção de uma celebridade endossando/representando uma marca! Precisamos lembrar que o Persona é somente um de nossos produtos, que tem forte sinergia com pelo menos outros dois: Match e WDF – Wave Data Formation. O primeiro possibilita, por meio da sobreposição dos atributos da marca e das celebridades, analisar o conjunto total dos atributos e traçar as estratégias mais adequadas. O segundo parte de problemas lançados pelas empresas e acrescenta às informações, opiniões de especialistas, testes de mercado e mais uma série de ferramentas de pesquisa de mercado para solucionar os problemas relativos à escolha ou manutenção de uma celebridade. Por exemplo, temos certeza que a Nextel avalia o risco de suas escolhas, mas, para cada uma delas, será que a sequência se manteria, caso estivéssemos fazendo o acompanhamento dessa sequência. Afirmamos tranquilamente que podemos auxiliar a minimizar o risco de cada escolha.

Vocês analisaram a lembrança de propagandas de shopping centers de São Paulo que fizeram uso de celebridades recentemente. A que conclusão importante chegaram?
Acho que o aspecto principal é o fato da lembrança de propagandas de shopping center ser muito baixa, e comparação com outras categorias de produtos/serviços, como automóveis, por exemplo. Além disso, quase metade dessa lembrança está espontaneamente atrelada à celebridade que fez a campanha. Portanto, uma pergunta que fica é: “será que eu posso me dar ao luxo de não fazer uso de celebridades nessa categoria de consumo para o brasileiro?!” Há, também, um ponto importante e bastante pertinente sobre as celebridades estrangeiras utilizadas em propagandas de shopping de luxo.
O Shopping Cidade Jardim (SP) foi lançado com campanha da Sarah Jessica Parker e, posteriormente, utilizou a Kate Moss na campanha. O Shopping Village Mall (RJ) fez campanha com a Nicole Kidman. ‘Clusterizando’ – ou seja, analisando especificamente os jovens paulistanos com renda acima de R$ 8.100,00 (potenciais consumidores do shopping), descobrimos que só 23% das pessoas conhecem a Kate Moss. Ou seja, 77% do público pode ter sido impactado pela campanha sem saber que ela é uma pessoa famosa. Isso sem falar nos atributos que ela carrega e que pode ter emprestado para o shopping. Isso é um ponto cego na maioria das campanhas com celebridades.
Já Nicole Kidman tem resultados quantitativos de lembrança muito melhores junto a esse público, mas uma grande ressalva qualitativa. Ao ver sua foto, muitos respondentes escreviam em campo impressões bastante negativas para a categoria, em boa medida por conta do seu papel no filme Moulin Rouge, e do episódio de sua separação do Tom Cruise.
Essas são informações que certamente ajudam os shopping centers e suas agências planejarem melhor suas campanhas. Não se trata, portanto, de engessar o processo de criação das estratégias e das marcas; ao contrário, estamos chegando para engrossar esse time e ser parceiro tanto das agências quanto das empresas para fazer um bom trabalho junto aos seus consumidores.

Qual é, na opinião de vocês, a campanha com celebridade mais acertada dos últimos tempos?
Sem o estudo Persona para ajudar na análise, só podemos dar opinião como consumidores. Assim, gostamos muito do Zeca Pagodinho para Brahma. Achamos que eles acertaram a mão com a campanha Zeca na Rede. Dá pra falar também da escolha do Herbert Viana pela Nextel, que expressa muito bem a vitória, apesar de todas as dificuldades. Internacionalmente, mas pensando no resultado no Brasil, talvez a escolha do Kaká para a Gillette também tenha sido acertada. Mas, com certeza, todos os casos poderiam ter sido mais aproveitados se o persona já estivesse em andamento e as empresas e agências com as nossas informações em mãos…

Autor: Claudia Penteado Tags:

segunda-feira, 30 de maio de 2011 Estudo, Pesquisa, Tendência | 23:59

Casas Bahia é o maior anunciante do país

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Casas Bahia, Unilever e AmBev permanecem líderes, nesta ordem, no ranking dos maiores anunciantes do país, o Agências & Anunciantes, divulgado pelo Ibope-Monitor com dados do Projeto Inter-Meios, coordenado pelo jornal Meio & Mensagem. Das três empresas, o maior crescimento no investimento em mídia foi da AmBev, com 36%. As grandes novidades entre as 10 mais deste ano são: a Hyundai Caoa, que saltou da oitava para quarta posição; a chegada da Cervejaria Petrópolis entre as 10 primeiras, ocupando o nono lugar; a Reckitt Benckiser como sétima colocada, enquanto em 2010 figurava na 19ª posição; e a Procter&Gamble, que subiu da 23ª para a décima colocação. As duas últimas mudanças se devem ao expressivo crescimento em faturamento do setor de limpeza em 2010, 12,6% maior que em 2009. Vale destacar também a queda da Hypermarcas, da sexta posição em 2010 para a 17ª este ano.
No segmento bancário, a Caixa Econômica Federal segue líder na quinta posição, com investimento de R$ 400 milhões. Está à frente dos maiores bancos privados do País, Bradesco e Itaú, ocupantes da sexta e 20ª posições, respectivamente. Desde o último relatório, expedido em 2010, a CEF deixou a lista de governo e entrou para a dos 300 maiores anunciantes, juntamente com Petrobras e Banco do Brasil.
Em varejo, o Grupo Pão de Açúcar teve aumento de 42% nos investimentos em mídia com relação a 2010, com investimento de R$ 216 milhões, o que fez a empresa subir quatro posições no ranking, do 22º no último relatório para o 18º lugar este ano.

Os 10 maiores anunciantes (Acesse ranking completo arq_862_71363)
2009 2010 / Anunciante / 2010 / 2009 / Variação
1/ 1/ CASAS BAHIA/ 1.225.310 / 1.186.166/ 3
2/ 2/ UNILEVER BRASIL / 797.445 / 793.076 / 1
3/ 3/ AMBEV / 507.687 / 373.165 / 36
8/ 4/ HYUNDAI CAOA / 424.763 / 228.269 / 86
4/ 5/ CAIXA (GFC) / 418.602 / 350.279 / 20
5/ 6/ BRADESCO / 344.128 / 288.150 / 19
19/ 7/ RECKITT BENCKISER/ 314.553 / 163.473 / 92

Maiores anunciantes do Governo
(Acesse arquivo completo aquiarq_862_71364)

2009/ 2010 / Anunciante / 2010 / 2009 / Var.%
2/ 1 / MIN DA SAUDE (GFP) / 198.629 / 146.641 /135
1/ 2/ GOV EST SP (GEP) / 139.026 / 189.714 / 73
5/ 3 / GOV FEDERAL (GFP) / 91.827 / 81.895 / 112
3/ 4/ MIN DA EDUCACAO (GFP)/ 76.103 / 89.764 / 85
#/ 5/ CNJ CONSELHO NAC DE JUSTICA (GFP) / 42.416 / # / #
4 /6/ DEPARTAMENTO NAC TRANSITO (GFP) / 40.220 / 84.381 / 48
7 /7/ PREF MUN SAO PAULO (GMP) / 39.797 / 30.412 / 131
6 /8/ SABESP (GEP) / 37.435 / 41.982 / 89
## 9/ BNDES (GFC) / 26.187 / ## / ##
## 10/ SAO PAULO TURISMO (GMP) / 25.883 / ## / ##

Entre as agências, a WMcCann volta às cabeças depois da fusão entre a W/Brasil e a McCann-Erickson, em 2010. A agência figura, este ano, na quarta posição do ranking que classifica as 20 maiores agências do País. A liderança permanece com folga para a Y&R, que tem a conta do maior anunciante, Casas Bahia. A agência registrou mais de R$ 1,9 bilhão em compra de mídia, seguida por AlmapBBDO, com R$ 780 milhões e JWT com R$ 573 milhões. Também merece destaque o crescimento de 94% da Euro RSCG e a entrada da Multi Solution e Artplan para a lista ocupando 17ª e 18ª posições.

As 10 mais entre as agências (Acesse ranking completo agências aqui arq_862_71365 )

2009/ 2010/ Agência / 2010 /2009 / Var.Inv %
1/ 1/ Y R / 1.962.578 / 1.864.505 / 5
2/ 2/ ALMAP BBDO/ 788.056 / 689.821 / 14
5/ 3/ JWT / 753.303 / 573.375 / 31
#/ 4/ WMCCANN / 686.832 / # / #
3/ 5/ BORGHIERH LOWE / 679.809 / 597.804 / 14
6/ 6/ NEOGAMA / 634.237 / 524.430 / 21
4/ 7/ OGILVY & MATHER/ 590.198 / 584.122 / 1
7/ 8/ DM9DDB/ 577.897 / 514.467 / 12
9/ 9/ AFRICA/ 553.971 / 427.769 / 30
10/ 10/ F NAZCA S & S/ 546.215 / 393.881 / 39

Autor: Claudia Penteado Tags:

sexta-feira, 27 de maio de 2011 Estudo, Evento, Pesquisa | 14:12

Final da Liga dos Campeões da UEFA será a mais rica de todas

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Um estudo do MasterCard Heart of Sports Commerce revelou que o impacto econômico da final de futebol da Liga dos Campeões européia UEFA – um encontro dos times que têm as maiores torcidas do mundo, os campeões ingleses Manchester United FC e os espanhóis vencedores de Liga Espanhola, o FC Barcelona – chegará à quantia recordista de €369 milhões de Euros. O vencedor da Final da Liga dos Campeões da UEFA – que acontece amanhã à noite, em Londres – vai receber um prêmio de cerca de €126 milhões de Euros, segundo o estudo encomendado pela MasterCard. Uma combinação da quantia do prêmio oficial, aumento no valor do time, valorização dos direitos na imprensa e na televisão e maior valor da marca ajudarão o time vencedor a ganhar o gigantesco prêmio, e o time que ficar em segundo lugar também vai se beneficiará com aproximadamente €73 milhões de Euros. O relatório do MasterCard Heart of Sports Commerce calcula que a final dos principais clubes europeus vale agora mais ou menos €369 milhões de Euros, – €17,5 milhões a mais que o valor do evento do ano passado, aumento impulsionado pelas duas marcas que talvez sejam as mais valorizadas do futebol europeu. “Manchester United FC versus FC Barcelona é a final dos sonhos da maioria dos fãs do futebol. A revista Forbes incluiu Manchester United FC entre as marcas esportivas mais valiosas do planeta, ao passo que o FC Barcelona ficou em oitavo lugar na tabela da liga.
Acompanhe os principais números do impacto econômico da Final da Liga dos Campeões da UEFA 2011 em Wembley (todos os valores em Euros):
- Londres, a cidade anfitriã, vai receber um incentivo econômico de 52 milhões.
- O clube que vencer na noite de sábado vai melhorar sua situação econômica em cerca de €126 milhões – aumento de €26 milhões em comparação com a última vez em que o Manchester United FC e o FC Barcelona se enfrentaram em Roma, em 2009.
- O time perdedor ganhará um prêmio de 73 milhões.
- O interesse da América Latina pode gerar até 100 milhões em atividades econômicas.
- A economia esportiva europeia receberá um incentivo de 100 milhões.
Antes dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos ano que vem em Londres, a capital da Inglaterra vai receber um prêmio de €52 milhões com os torcedores que chegarem à cidade para assistir partida do sábado à noite, consumindo nos bares, boates, hotéis e no próprio estádio de Wembley. E não será só Londres que colherá os benefícios a final da Liga dos Campeões da UEFA deste ano. A cidade do clube vencedor provavelmente receberá um incentivo financeiro de €18 milhões de Euros por meio de uma combinação de aumento do turismo e do aumento em gastos locais. O relatório também prevê que, este ano, a Final da Liga dos Campeões da UEFA deve despertar interesse recorde nos países da América Latina, uma vez que há 12 jogadores latino-americanos nas equipes finalistas.
“Esses fatores, aliados ao tamanho da população e à força de economias como a do Brasil, significam que o impacto econômico e comercial da Final da Liga dos Campeões da UEFA na América Latina pode ser comparável com o da Europa (100 milhões de Euros)””, diz o Professor Chadwick, autor do relatório.
Evento atrai anunciantes
Na propaganda, as marcas disputam visibilidade nos breaks comerciais da partida. Para se ter uma idéia, o espaço entre os oitos blocos de três minutos e meio reservados para intervalos comerciais pode custar a bagatela R$ 600 mil. A patrocinadora master da Champions League desde 2005 é a Heineken, que veiculará no break comerciais com seu slogan “Open your world”. A marca pretende patrocinar a liga até 2015. Microsoft e McDonald’s lançarão novos produtos durante a partida, respectivamente o trailer do jogo para Xbox 360 Gears of War 3, e o Texas Grande, hamburguer da série Great Tastes of America.

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Autor: Claudia Penteado Tags:

terça-feira, 24 de maio de 2011 Estudo, Jornal, Mídia, Mídia Exterior, Pesquisa, Propaganda, Revista, Rádio, TV, Web | 11:27

Bolo publicitário cresce 4,77% no primeiro trimestre

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Foram publicados esta semana pelo jornal Meio & Mensagem os resultados do Projeto Inter-Meios relativos ao primeiro trimestre deste ano, que avalia a performance do mercado publicitário pelo investimento em mídia nos meios guias e listas, internet, jornal, mídia exterior, rádio, revista, televisão, TV por assinatura e cinema. O estudo – tabulado pela PricewaterhouseCoopers para o Grupo M&M – indicou que o mercado cresceu 4,77% no primeiro semestre em relação ao mesmo período no ano passado (sem descontar a inflação). A comercialização de espaços publicitários foi de R$ 5,707 bilhões. Mídia exterior, internet e TV aberta puxam o crescimento: tiveram alta de 15,78%, 12,7% e 7,06%, respectivamente. O meio Revista, que vinha recuando, recuperou-se em 2,27% no primeiro trimestre do ano e a TV por assinatura cresceu 4,01%.
Tiveram queda as mídias Guias e Listas (-21,02%), cinema (-17,82%), Jornal (-4,02%) e Rádio (-2,51%).
TV e Jornal ainda lideram bolo – Internet tem quarto lugar
A TV lidera em faturamento com R$ 3,67 bilhões e participação de 64,33% no bolo publicitário. O meio Jornal vem logo em seguida com 12,90% do bolo e faturamento de R$ 736,4 milhões. Revista ocupa a terceira posição com faturamento de R$ 342,4 milhões e 6% de participação e em quarto está a Internet, com R$ 264,6 milhões de faturamento e 4,65%do bolo. Em quinto lugar, vem o Rádio com participação de 4% e faturamento de R$ 231,7 milhões, seguido de Mídia exterior com R$ 204,8 milhões e 3,59% de participação e da TV por assinatura, com 3,28% do bolo e faturamento da ordem de R$ 187,1 milhões. Guias e Listas viram sua participação cair para menos de 1% (0,98%) e o faturamento é de R$ 56,2 milhões. O cinema tem participação ainda menor, com 0,22% do bolo e faturamento de R$ 12,4%.

Autor: Claudia Penteado Tags:

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