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	<title>Comidinhas &#187; restaurante</title>
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	<description>Comidinhas por Alessandra Blanco – Restaurantes, receitas e dicas gastronômicas</description>
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		<title>Dicas para o final de semana</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 22:16:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Blanco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Restaurantinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[alcachofra]]></category>
		<category><![CDATA[Anita]]></category>
		<category><![CDATA[culinária paulista]]></category>
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		<category><![CDATA[Spadaccino]]></category>

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		<description><![CDATA[Restaurantinhos de volta!!! E abriram vários novos lugares fofos em São Paulo nessa minha &#8220;ausência&#8221; da cidade. Fora alguns festivais incríveis que estão acontecendo nessa primavera que está mais gelada do que a gente esperava, mas que mesmo assim trouxe alcachofras incríveis&#8230;.
1) Fui nesta semana conhecer o Anita, um amor de lugar, aberto há 3 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Restaurantinhos de volta!!! E abriram vários novos lugares fofos em São Paulo nessa minha &#8220;ausência&#8221; da cidade. Fora alguns festivais incríveis que estão acontecendo nessa primavera que está mais gelada do que a gente esperava, mas que mesmo assim trouxe alcachofras incríveis&#8230;.</p>
<p>1) Fui nesta semana conhecer o Anita, um amor de lugar, aberto há 3 semanas em um sobrado de 1930 em Higienópolis, que já foi um bordel. Casinha branca, com neón pink na porta, móveis de madeira, antiguinhos, aconchegante, romântico e simpático. Ou despojado e perfeito para uma turma de amigas em um almoço sem pressa.<br />
Juliana Lanas, uma das proprietárias, nos recebeu com sorrisão, contou fofoquinhas da casa, disse que quer conversar com todos e dar a impressão de que está recebendo na sua sala mesmo. E foi essa a nossa sensação.<br />
O cardápio é simples, poucas e despretensiosas opções. Quase uma comida caseira. O carro-chefe da casa é galeto, que eu provei, servido com batatas, farofa e vinagrete. </p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/10/galetoanita.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/10/galetoanita.jpg" alt="Galeto Anita" width="300" height="350" class="aligncenter size-full wp-image-6531" /></a></p>
<p>E a idéia dos pratos é dar uma cara mais moderninha para alguns clássicos da culinária paulista. Tem pernil de leitão, tutu de feijão, filé mignon de porco com couve e quibebe de mandioca, cuscuz paulista com salada, frango com creme de milho&#8230;.</p>
<p>Provei também a rillete de leitão com chutney de tamarindo como entrada, que estava gostosa.</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/10/terrineleitoaanita.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/10/terrineleitoaanita.jpg" alt="rillete de leitao" width="400" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-6541" /></a></p>
<p>E uma terrine de tomate e queijo de cabra.</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/10/tomateequeijocabra.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/10/tomateequeijocabra.jpg" alt="tomate e queijo cabra" width="400" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-6551" /></a></p>
<p>A sobremesa: um delicioso creme brulée</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/10/cremebrule.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/10/cremebrule.jpg" alt="cremebrule" width="400" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-6561" /></a></p>
<p>Anita: rua Mato Grosso, 154, Higienópolis, São Paulo. Tel. 11 2628-3584. Preços dos pratos entre R$ 27 (galeto) e R$ 57 (pernil de leitão para 2 pessoas).</p>
<p>2) E acabou de chegar à minha mesa um flyer do Festival de Alcachofra do Spadaccino. Eu já falei desse restaurante aqui: casinha fofa na Vila Madalena com comida de cantina italiana sempre deliciosa. Lugar perfeito para ir namorar.<br />
Entre as sugestões do festival, fiquei morrendo de vontade de provar:<br />
- carciofo ripieno: alcachofra inteira com recheio de pão, anchovas, alho e salsinha<br />
- torta di carciofi: massa folhada recheada com alcachofra, servida com salada de folhas e presunto cru<br />
- capretto e carciofi: cabrito assado com alcachofra fricassé, batatas e aspargos.<br />
Tem ainda algumas opções de massas recheadas com alcachofras e galinha d´angola ou com mascarpone e sálvia. Uhnn&#8230;</p>
<p>Spadaccino: rua Mourato Coelho, 1267, Vila Madalena, São Paulo. Tel. 11 30328605</p>
<p>3) Até domingo, no Obá Restaurante, Dona Dêga, mãe da chef Mara Salles, vai cozinhar &#8220;a comida autêntica do interior paulista&#8221;. Dá só uma espiada no cardápio: bolinho de colher de bacalhau, torresminhos, moela de galinha caipira, mini cuscuz, escabeche de sardinha, arrumadinho de jiló ao alho, salada de almeirão, sopinha de feijão com macarrão ave-maria, merenda, costelinha de porco de lata, franguinho caipira na panela com quiabo, bife à dona dêga, ensopadinho de chuchu com camarão, marmita da rua Caiubi com carne de panela (que foi como ela começou a cozinhar para fora de sua casa), prato vegetariano da roça, “que beijinho doce”, arroz doce, manjar branco com calda de ameixa, pavê de abacaxi, rosquinha de pinga e sequilho com café. Eu estou salivando&#8230;</p>
<p>Obá restaurante: rua Melo Alves, 205, Jardins, São Paulo. Tel. 11 3086 4774.</p>
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		<title>Um restaurante perdido em Copacabana</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 22:15:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Blanco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[copacabana]]></category>
		<category><![CDATA[língua fiorentina]]></category>
		<category><![CDATA[restaurante]]></category>

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		<description><![CDATA[A Americana é um restaurante-pizzaria que fica a uma quadra da praia em Copacabana. Na rua Rainha Elizabeth, aquela em que os carros devem virar para seguir até Ipanema. Você passa por lá, olha o lugar com toldo bege, paredes de vidro e fica se perguntando o que é. Pensa em parar qualquer dia e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/08/linguafiorentina.jpg"></a>A Americana é um restaurante-pizzaria que fica a uma quadra da praia em Copacabana. Na rua Rainha Elizabeth, aquela em que os carros devem virar para seguir até Ipanema. Você passa por lá, olha o lugar com toldo bege, paredes de vidro e fica se perguntando o que é. Pensa em parar qualquer dia e experimentar. Mas restaurante/pizzaria no centro máximo do turismo no Rio? Sei lá&#8230; Continua seu caminho e deixa para a próxima.<br />
Até que um amigo me disse que uma visita ao A Americana para comer língua à Fiorentina jamais deve ser adiada, por qualquer que seja o motivo. “A língua que eles fazem é espetacular. Saio de qualquer lugar para ir comer lá”, disse o André Barcinsky, jornalista e dono do clube Clash (em São Paulo), carioca e louco por restaurantes que são “segredinhos”. Foi ele quem me apresentou a Galinhada do Bahia. E só isso já é o suficiente para saber que uma dica do André não tem chances de dar erro.<br />
Fui almoçar no A Americana com uma amiga em um domingo de chuva no Rio. Ela morou anos na cidade e não havia ouvido falar do lugar. O motorista de táxi também não. Nos deixou a duas quadras de lá. Fomos caminhando na chuva.<br />
Quando chegamos em frente, a reação da minha amiga foi exatamente aquela que contei um pouco antes: “Ahhh, é esse do toldinho bege. Sempre passo aqui e fico olhando, pensando em entrar um dia, mas nunca me decidi”.<br />
Entramos e sentamos na varanda, onde estavam os turistas. Dentro, as mesas eram ocupadas por famílias inteiras com mais de dez pessoas. Ou senhores e senhoras idosos.<br />
Pedimos a língua à Fiorentina. O garçom nos conta que o lugar já existe no mesmo endereço há mais de 50 anos. Os sócios são portugueses. Trouxeram a receita da família. E depois foi sendo passada, de cozinheiro em cozinheiro, por décadas. O André havia me contado que sua mãe já freqüentava o A Americana com as amigas de colégio, nos anos 60, para tomar milk shakes.<br />
Ficamos bebendo uma caipirinha e observando a cidade com chuva. O prato chega poucos minutos depois. Um único prato dá tranquilamente para as duas pessoas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1512" src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/08/linguafiorentina1.jpg" alt="Lingua fiorentina" width="400" height="300" /></p>
<p>Ele vem em uma travessinha: a língua no centro, purê de batata em volta, creme de espinafre por cima e queijo gratinado cobrindo tudo. É uma linda mistura de verde e amarelo. Mal dá para ver a carne.<br />
Servimos um pouco para cada uma e experimentamos. A língua está na consistência perfeita, macia, saborosa, bem fininha e ao ponto. A mistura de purê de batatas e espinafre vira uma massa só quando colocamos no prato. E quando você leva à boca um garfo com todos os elementos do prato juntos, tudo parece fazer muito sentido.</p>
<p>Não há excessos. Nem de manteiga no purê, porque o que prevalece é o sabor da batata; nem de creme de leite no espinafre. É um prato bem tradicional, preparado da maneira correta.<br />
De novo, o André tem razão, é para sair de qualquer lugar e ir até o A Americana só para experimentar uma língua à Fiorentina.</p>
<p><strong>A Americana</strong>: rua Rainha Elizabeth, 100, Copacabana, Rio de Janeiro. Tel. 21 2523-1703</p>
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