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	<title>Comidinhas &#187; pato</title>
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	<description>Comidinhas por Alessandra Blanco – Restaurantes, receitas e dicas gastronômicas</description>
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		<title>A Cozinha da Alcobaça e a comida de Manaus</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 21:40:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Blanco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[Alcobaça]]></category>
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		<category><![CDATA[William Katô Bindá]]></category>

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		<description><![CDATA[De volta a São Paulo e direto para dois eventos delícia de gastronomia na cidade. Semana passada, foi o lançamento de &#8220;A Cozinha da Alcobaça&#8221;, livro com saborosas histórias e receitas de Laura Góes e sua cozinha na Pousada da Alcobaça, em Petrópolis (RJ); e ontem o lançamento de &#8220;Culinária Japonesa para Brasileiros&#8221;, dos chefs Carlos Ribeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De volta a São Paulo e direto para dois eventos delícia de gastronomia na cidade. Semana passada, foi o lançamento de &#8220;A Cozinha da Alcobaça&#8221;, livro com saborosas histórias e receitas de Laura Góes e sua cozinha na Pousada da Alcobaça, em Petrópolis (RJ); e ontem o lançamento de &#8220;Culinária Japonesa para Brasileiros&#8221;, dos chefs Carlos Ribeiro (que também comemorou seus 50 anos) e Masayoshi Matsumoto.</p>
<p>O primeiro teve direito a jantar no Carlota, com menu preparado pela própria Laura Góes e pela dona da casa, a chef Carla Pernambuco.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9691" src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2009/11/pato1.jpg" alt="pato" width="400" height="300" /></p>
<p>Comemos um pato com molho de vinho e laranja, servido com batatas douradas, pirão de maçã e legumes trazidos direto da horta de dona Laura e feitos no vapor (a couve-flor estava sensacional).</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9692" src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2009/11/bolochocolate.jpg" alt="bolochocolate" width="400" height="300" /></p>
<p>Como sobremesa, uma torta de chocolate com casquinha bem ao dente por cima e amêndoas caramelizadas. Servida com doce de coco do engenho e sorvete de creme.</p>
<p>Anote as <strong>receitas </strong>(fonte: Livro A Cozinha da Alcobaça):</p>
<p><strong>Pato da Alcobaça</strong></p>
<p>Para servir bem 4 pessoas:</p>
<p> 1 pato de 2 kg no mínimo<br />
1 limão<br />
4 xícaras de suco de laranja<br />
As cascas das laranjas<br />
4 dentes de alho descascados<br />
750 ml de vinho branco seco (1 garrafa)<br />
6 galhinhos de alecrim fresco<br />
1/4 de xícara de xarope de caramelo (veja explicação abaixo)<br />
2 colheres de chá de sal<br />
1 colher de café de pimenta moída na hora<br />
1 cebola média cortada grosseiramente<br />
1 talo de alho-poró com as partes verdes, cortado em pedaços grandes<br />
1 talo de aipo com as folhinhas mais tenras<br />
salsa com as hastes</p>
<p>Mode de fazer<br />
&#8220;Esfrega-se muito bem o pato com o limão, por dentro e por fora. Em seguida, tempera-se com o sal e a pimenta por dentro e por fora.<br />
Passa-se no liquidificador o suco e o vinho com o alho e o alecrim desfolhado. Mergulha-se o pato nessa vinha d´alhos por uma noite e deixa-se na geladeira se estiver fazendo muito calor.<br />
Põe-se o pato numa assadeira, juntando-se os líquidos até a metade da altura das bordas. Cobre-se com folha de alumínio e leva-se ao forno quente por cerca de uma hora, até que o pato fique bem macio.<br />
Tira-se a cobertura e aproveita-se para retirar a gordura que ficou por cima do molho. Volta-se ao forno médio até que o pato fique bem tostado.<br />
Divide-se o pato em quatro partes _ dois peitos e duas coxas. Retiram-se as lasquinhas de carne presas aos ossos, que são reservadas e acrescentadas depois ao molho.<br />
O molho: despeja-se numa panela de ferro os líquidos do tempero que não couberam na assadeira antes de ela entrar no forno e os que sobraram nela, depois que o pato estiver assado. Deixa-se secar essa mistura em fogo baixo. Na assadeira onde o pato foi assado, põem-se os ossos, a cebola média cortada grosseiramente, o talo de alho-poró com as partes verdes, cortado em pedaços grandes, o talo de aipo com as folhinhas mais tenras, a salsa com as hastes e os raminhos de alecrim. Leva-se ao forno médio remexendo de vez em quando, até que tudo fique bem tostado. Despeja-se água fervendo por cima e leva-se ao fogo, dissolvendo a crosta que ficou agarrada à fôrma.<br />
Junta-se então o molho resultante dessa fervura à panela onde se secou a vinha d´alhos e o excesso da assadeira. Cobre-se com água. Obtém-se um líquido escuro, que deve ser reduzido a 3 ou 4 xícaras. Passa-se numa peneira e engrossa-se o molho com farinha de trigo dissolvida em água até a consistência desejada: não deve ser muito grosso. Só então tempera-se com sal e pimenta, provando para acertar o paladar.<br />
A última coisa a acrescentar é o xarope de caramelo, que se faz assim: numa panelinha, leva-se ao fogo médio 1/4 de xícara de açúcar, mexendo até que o açúcar se dissolva e escureça, sem que fique queimado demais e amargo; por cima, derrama-se meia xícara de água fervendo, mexendo até obter um xarope, que se junta ao molho, aos poucos, provando sempre.<br />
Arrumam-se os pedaços de pato numa assadeira, com as lasquinhas de carne. Leva-se ao forno bem baixo, por cerca de meia hora, para que o molho entranhe bem no pato.&#8221;</p>
<p><strong>Doce de coco do Engenho</strong></p>
<p>&#8220;Numa panela de alumínio de fundo grosso e bem nivelado ponho:<br />
1 e 1/2 xícara de coco ralado bem comprimido<br />
12 gemas, de preferência de ovos de galinha caipira, bem amarelinhos, peneirados<br />
1/2 fava de baunilha cortada longitudinalmente, com o miolo raspado, ou 1 pau de canela<br />
4 e 1/2 xícaras de açúcar cristal<br />
400 ml de leite de coco bem espesso</p>
<p>Leva-se tudo a fogo médio, remexendo de vez em quando com colher de pau. Assim que ferver pela beirada, dá-se uma boa mexida e o doce estará pronto&#8230;.&#8221;</p>
<p> </p>
<p>No domingo, foi a vez de comemorar os 50 anos do chef Carlos Ribeiro e lançamento do seu novo livro, com receitas japonesas. Mas o cardápio foi manauara, preparado pelo chef do Hotel Pergamon, William Katô Bindá:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9693" src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2009/11/patotucupi.jpg" alt="patotucupi" width="400" height="300" /></p>
<p>Começamos com um pato no tucupi e jambu: carne macia, caldo só morno, gostoso para o dia quente, e o jambu para dar aquela &#8220;amarrada&#8221; deliciosa na boca e deixar a língua anestesiada</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9694" src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2009/11/fetuccinepupunha.jpg" alt="fetuccinepupunha" width="400" height="300" /></p>
<p>Depois, um fetuccine de pupunha (uma das melhores invenções da culinária recente) com creme de camarão</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9695" src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2009/11/sorbetacai.jpg" alt="sorbetacai" width="400" height="300" /></p>
<p>Sorbet de açaí para limpar o paladar</p>
<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2009/11/tambaqui.jpg" alt="tambaqui" width="400" height="300" /></p>
<p>E tambaqui (um pouco seco), ao perfume de capim santo e creme de tubérculos Maria Eunice</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9697" src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2009/11/pudimtapioca.jpg" alt="pudimtapioca" width="400" height="300" /></p>
<p>Como sobremesa: pudim de tapioca servido com calda de jaca (a melhor coisa do jantar)</p>
<p>Todos esses pratos passam a fazer parte desde já do novo menu do restaurante do <a href="http://www.pergamon.com.br/">Hotel Pergamon</a>: rua Frei Caneca, 80,  Consolação, São Paulo. Tel.  (11) 3123.2021.</p>
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		<title>Café da manhã e jantares italianos no Don Alfonso</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 14:26:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Blanco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comidinhas na Itália]]></category>
		<category><![CDATA[comida italiana]]></category>
		<category><![CDATA[don alfonso]]></category>
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		<description><![CDATA[Além de acordar no Don Alfonso com essa visão:

a piscina ao fundo do hotel&#8230;

&#8230;e o jardim com plantação de lavanda
Sentar na mesa do café da manhã também é uma festa.

Todos os pães são feitos na casa, antes do jantar do dia anterior, para terem tempo de descansar e ficarem perfeitos para a manhã seguinte. Esse da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Além de acordar no Don Alfonso com essa visão:</p>
<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2009/11/piscina.jpg" alt="piscina" width="400" height="280" /></p>
<p>a piscina ao fundo do hotel&#8230;</p>
<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2009/11/jardimcomlavanda.jpg" alt="jardimcomlavanda" width="400" height="300" /></p>
<p>&#8230;e o jardim com plantação de lavanda</p>
<p>Sentar na mesa do café da manhã também é uma festa.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9638" src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2009/11/pao.jpg" alt="pao" width="300" height="400" /></p>
<p>Todos os pães são feitos na casa, antes do jantar do dia anterior, para terem tempo de descansar e ficarem perfeitos para a manhã seguinte. Esse da foto acima é um pão de azeite, servido quente, com a manteiga também feita pela casa.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9625" src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2009/11/cafedamanha.jpg" alt="cafedamanha" width="400" height="250" /></p>
<p>A mesa do café da manhã tem um pouco de tudo: frutas, iogurte orgânico caseiro, vários tipos de pães, torta doce, bolo, a melhor geléia de figo que já comi, mel também feito na fazenda, panquecas e&#8230;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9626" src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2009/11/crostatacaprese.jpg" alt="crostatacaprese" width="400" height="250" /></p>
<p>&#8230; uma crostata de tomate com manjericão. Quem já comeu tomates na Itália e está vendo essa foto sabe do que eu estou falando. Eles são doces, não têm acidez. A ponto de ficarem incríveis com café. Ou até de sair mordendo como uma maçã, sem nada, porque não precisa.</p>
<p> </p>
<p>As fotos abaixo são de dois jantares. Elas estão misturadas porque também tiveram esse espírito nas noites em que foram devoradas. Como cada blogueiro pediu um prato diferente, o que aconteceu foi um troca-troca de experimentações, para não sair de lá sem pelo menos provar cada um deles:</p>
<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2009/11/lagosta.jpg" alt="lagosta" width="400" height="300" /></p>
<p>Lagostas empanadas e fritas, servidas com uma espécie de suco de cítricos (laranja e limão). A ideia era cortar, molhar o suco e comer. Elas chegaram ainda no hotel vivas e nós assistimos todo o processo de pegá-las fresquíssimas, cozinhar rapidamente em água fervente por 2 ou 3 minutos, colocar em água gelada e deixar descansar, até a preparação final.</p>
<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2009/11/tempurafrutosmar.jpg" alt="tempurafrutosmar" width="400" height="400" /></p>
<p>Uma espécie de tempura de frutos do mar e legumes.</p>
<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2009/11/ravioli.jpg" alt="ravioli" width="400" height="250" /></p>
<p>Ravióli de queijo com tomate e manjericão. </p>
<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2009/11/espagueteostras.jpg" alt="espagueteostras" width="400" height="280" /></p>
<p>Espaguete com molho de ostras  e trufas brancas. Um dos melhores pratos da casa.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9627" src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2009/11/coelho.jpg" alt="coelho" width="400" height="250" /></p>
<p>Coelho perfumado com capim-limão e servido com figos frescos e abobrinha.</p>
<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2009/11/cordeiro.jpg" alt="cordeiro" width="400" height="250" /></p>
<p>Cordeiro com ervas mediterrâneas.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9631" src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2009/11/pato.jpg" alt="pato" width="400" height="300" /></p>
<p>Pato com molho de cacau, servido com duas mousses _ de laranja e de banana_ e redução de vinho Aleatico (da região).</p>
<p>As sobremesas também recebemos uma de cada para trocar e provar todas no jantar. Mas a euforia foi tanta que, claro, esquecemos de tirar fotos&#8230;</p>
<p>A minha foi um suflé de pastiera di granno, uma releitura mesmo, mais leve e fofa, da sobremesa italiana, que, na versão original, é quase um bolo.</p>
<p>Amanhã, publico aqui as visitas à fazenda e à fábrica de mussarela de búfala, as duas orgânicas, e a adega do Don Alfonso.</p>
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		<title>Dois dias em Nova York &#8211; parte 2</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/2008/12/03/dois-dias-em-nova-york-parte-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 21:39:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Blanco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Momofuku]]></category>
		<category><![CDATA[noodle]]></category>
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		<description><![CDATA[Segundo dia em Nova York e meu almoço já tinha endereço certo: Momofuku Noodle Bar, um dos quatro endereços do chef David Chang, nova sensação da cidade. Ruth Reichl, editora da revista Gourmet e ex-crítica gastronômica do The New York Times, já disse que é seu restaurante favorito. E isso tem um peso enorme por lá.
A proposta do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo dia em Nova York e meu almoço já tinha endereço certo: Momofuku Noodle Bar, um dos quatro endereços do chef David Chang, nova sensação da cidade. Ruth Reichl, editora da revista Gourmet e ex-crítica gastronômica do The New York Times, já disse que é seu restaurante favorito. E isso tem um peso enorme por lá.<br />
A proposta do Noodle Bar, o primeiro restaurante dos Momofuku, é ser uma mistura de comida coreana com noodles. Estranho? Nada. Uma delícia.<br />
Adorei o restaurante logo de cara. O espaço é uma sala comprida. Na frente tem um bar, com um balcão para sentar e ficar bebericando e comendo. Logo depois tem outro balcão, dessa vez em torno da própria cozinha. Você come assistindo ao trabalho dos cozinheiros. Tem também umas quatro mesas, mas essas não têm a menor graça. Legal, de novo, é sentar no banco e ficar vendo o movimento da cozinha.<br />
O ambiente é super &#8220;rock and roll&#8221;: cara de East Village, com jovens modernos trabalhando (e se divertindo), música bacana rolando o tempo todo, atendimento fofo&#8230;<br />
O menu muda todos os dias. Escolhi uma espécie de massinha feita no vapor que tomava formato de pão recheada com cogumelos em um molho agridoce. Divino!</p>
<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/12/massinhaecogumelos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7891" src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/12/massinhaecogumelos.jpg" alt="massinhaecogumelos" width="400" height="300" /></a></p>
<p>Depois um noodle, bem simples, vegetariano, que levava salsinha, pepino, gengibre, nabo e couve-flor. E estava muito bom. Fiquei pensando como eles conseguiam dar aquele sabor usando só ingredientes em geral considerados sem graça.</p>
<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/12/noodlemomofuku.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7901" src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/12/noodlemomofuku.jpg" alt="noodlemomofuku" width="400" height="300" /></a></p>
<p>Além do Noodle Bar, David Chang também tem o Momofuku Ssäm Bar (East Village), especializado em um tipo de &#8220;Asian Burrito&#8221;, o Ssam; o Momofuku Ko, esse de alta gastronomia, com estrelas Michelin e reservas impossíveis de conseguir; e o Momofuku Milk, uma padaria aberta dentro do Ssäm. Nessa última dei uma passadinha, mas não achei nada muito convidativo.</p>
<p>Em todos eles, o chef ficou conhecido por suas combinações exóticas, coisas como camarão com melancia, tapioca com frutos do mar etc. E realmente são o que &#8220;acontece de novo&#8221; gastronomicamente na cidade.</p>
<p><a href="http://www.momofuku.com/">Momofuku</a> Noodle Bar: 171 First Avenue, Nova York, EUA. Tel. 00xx1 212-777-7773.</p>
<p>Depois da novidade, no jantar fui a mais um clássico, o Prune, conhecido como um restaurante de comida americana onde os chefs de cozinha da cidade gostam de ir jantar depois de terminado o expediente em seus próprios restaurantes. Um amigo morador da cidade o classificou como &#8220;pequeno, mas genial&#8221;. Além de ser um lindinho bistrô no East Village, perfeito para ir com o namorado.<br />
Estava uma super chuva quando cheguei lá sozinha. Portanto, mais uma vez consegui um lugar no balcão do bar. Pedi o prato especial do dia, um pato servido em um caldo com favas e espinafre.</p>
<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/12/patoprune.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7911" src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/12/patoprune.jpg" alt="patoprune" width="400" height="300" /></a><br />
Dá uma olhada nessa foto acima. Não consigo descrever como estava bom. Em geral a carne de pato é servida dura demais ou um pouco crua. Essa coxa aí de cima desmanchava-se a cada garfada. E era perfeita na boca. Não tenho idéia do que tinha nesse caldo escuro. Com certeza foi onde o pato foi cozido. E também tenho certeza de que tinha um tanto de gordura acima do que normalmente me permito comer. Mas, quando provei, assumi o &#8220;não estou nem aí, isso é bom de mais e vou comer tudo&#8221;. E comi, até &#8220;limpei o prato&#8221; com um pãozinho. Depois fui para o hotel, feliz. E embora da cidade no dia seguinte.</p>
<p>Prune: 54, East First street, Nova York, EUA. Tel. 00xx1 212-677-6221.</p>
]]></content:encoded>
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