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	<title>Comidinhas &#187; pasta alle sarde</title>
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	<description>Comidinhas por Alessandra Blanco – Restaurantes, receitas e dicas gastronômicas</description>
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		<title>Sicília: peixes nas ruas de Palermo</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 17:02:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Blanco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Palermo é uma cidade confusa. É a quinta maior cidade da Itália. Durante os séculos foi construída e destruída por árabes e romanos, que disputavam seu domínio. E intensamente bombardeada na Segunda Guerra Mundial. O resultado de tudo isso é uma mistura, que leva um tempo para se acostumar.
Tem avenidas e praças gigantes, mescladas a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Palermo é uma cidade confusa. É a quinta maior cidade da Itália. Durante os séculos foi construída e destruída por árabes e romanos, que disputavam seu domínio. E intensamente bombardeada na Segunda Guerra Mundial. O resultado de tudo isso é uma mistura, que leva um tempo para se acostumar.<br />
Tem avenidas e praças gigantes, mescladas a becos e ruazinhas minúsculas, com prédios de dois ou três andares cheios de roupas penduradas na janela. No verão, é barulhenta, calorenta e tem um odor forte.<br />
Ao mesmo tempo em que durante o dia é uma cidade gigante. Com um trânsito “estressante”, como informa o guia, com motos correndo, gente atravessando e carros parando pelo meio da rua. À noite, parece que se transforma. Barraquinhas de comida são montadas nas esquinas perto do porto. São os pescadores que limpam ali mesmo vôngoles e mariscos e servem com espaguete. Direto do mar para a mesa. Com direito a mesinhas de plástico e uma televisão ligada em uma bateria portátil e sempre sintonizada no futebol. </p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/barracapopup.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/barracapopup.jpg" alt="barraca de espaguete com vongole" width="400" height="300" class="alignnone size-full wp-image-3041" /></a><br />
Barraca de pescadores montada durante a noite em uma esquina próxima do porto para servir espaguete com vôngole</p>
<p>De repente, você vira uma esquina e o endereço que era um café durante o dia vira restaurante “ao ar livre” à noite. Mesinhas são colocadas para fora.</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/restaurantenarua.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/restaurantenarua.jpg" alt="restaurante na rua" width="400" height="300" class="alignnone size-full wp-image-3051" /></a><br />
<a href='http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/trattoriadapeppucio.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/trattoriadapeppucio.jpg" alt="trattoria da peppucio" width="300" height="400" class="alignnone size-full wp-image-3091" /></a></p>
<p>Assim como um grelha de ferro com carvão. Ao lado, peixes e frutos do mar frescos aguardam para ser assados. É um churrasco de peixes no meio da rua, na maior cidade da Sicília.</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/churrasqueiro.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/churrasqueiro.jpg" alt="churrasqueiro Palermo" width="400" height="300" class="alignnone size-full wp-image-3061" /></a></p>
<p>E você pode acompanhar tudo, desde escolher o seu peixe até acompanhar o processo de ser grelhado pelo “dono” do restaurante. Enquanto isso, sua mulher e filha correm de um lado para o outro servindo bebidas, entradas e massas como primeiro prato.</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/peixesfrescos.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/peixesfrescos.jpg" alt="peixes frescos" width="400" height="250" class="alignnone size-full wp-image-3081" /></a><br />
<a href='http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/churrasqueiro2.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/churrasqueiro2.jpg" alt="churrasqueiro2" width="400" height="300" class="alignnone size-full wp-image-3071" /></a></p>
<p>Escolho a opção de mix de peixes grelhados. E recebo uma travessa com um filé de dourado inteiro, uma fatia de peixe espada (a grande estrela do sul da Itália, geralmente expostos inteiros nas peixarias), dois camarões gigantes, uma lula inteira e fechada. Eles são colocados sobre a grelha sem nada. Minutos depois recebem uma pitada de sal.<br />
Quando são retirados e colocados na travessa para ir à mesa, são “molhados” com uma mistura de azeite e limão siciliano e mais um punhado de salsinha picada. Não há acompanhamentos, nem sobremesa depois. A única intenção ali é servir peixe, fresco, recém-chegado dos barcos de pescadores. E também manipulados e grelhados por eles.</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/mistopeixesgrelhados.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/mistopeixesgrelhados.jpg" alt="misto peixes grelhados" width="400" height="300" class="alignnone size-full wp-image-3101" /></a></p>
<p>Nada poderia ser mais simples, saboroso. E tão diferente.</p>
<p>Trattoria Torremuzza da Peppucio (durante o dia Café Avana): via Torremuzza ao lado da igreja.  </p>
<p><strong>Receitas</strong></p>
<p>Para todos que estão pedindo receitas dos pratos que provei na Itália, encontrei um livro, em português, que reúne pratos clássicos da Sicília: &#8220;Os Sabores da Sicília&#8221;, de Maria Montanarini, editora Senac. Vou copiar duas delas aqui abaixo. Quem quiser mais, pode <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=753206&amp;sid=89336714310824699093262525&amp;k5=16D5A049&amp;uid=">comprar o livro aqui</a>.</p>
<p>Pasta alle Sarde</p>
<p>Ingredientes:<br />
2 talos de erva-doce com os &#8220;cabelos&#8221;<br />
100 ml de óleo de girassol<br />
2 colheres de sopa de azeite de oliva<br />
4 cebolinhas frescas bem cortadinhas<br />
1 dente de alho cortado em lascas<br />
2 colheres de sopa de pinoli ou nozes cortadas em pedaços pequenos<br />
2 colheres de sopa de uvas passas escuras sem sementes<br />
1 copo de vinho branco seco<br />
1 colher de sopa de açafrão<br />
300 g de sardinhas frescas<br />
2 filés de aliche em azeite<br />
400 g de macarrão tipo espaguete<br />
sal a gosto</p>
<p>Modo de preparo:<br />
Cozinhe as ervas-doces em abundante água salgada, escorra e reserve a água, que servirá para cozinhar o macarrão.<br />
Leve ao fogo uma frigideira antiaderente com a metade de óleo e o azeite de oliva e frite a cebolinha e o alho. Junte os pinoli e as uvas passas e deixe tomar gosto.<br />
Acrescente o vinho branco e deixe evaporar. Junte a erva-doce picada e depois o açafrão desmanchando em 1/2 xícara de água.<br />
Lave e tire as espinhas, a cabeça e a pele das sardinhas com uma faca bem afiada. Frite no restante do óleo quente e acrescente a aliche desmanchada. Junte tudo ao molho de erva-doce e deixe cozinhar mais um pouco, mexendo de vez em quando até as sardinhas desmancharem.<br />
Cozinhe o macarrão al dente na água da erva-doce. Escorra e misture com a metade do molho, deixando o restante para colocar por cima do macarrão na hora de servir.<br />
Tempo de preparo: 30 minutos.<br />
Serve 4 pessoas.</p>
<p>Cannoli Siciliano</p>
<p>Ingredientes da massa:<br />
150 g de farinha de trigo<br />
1 colher de sopa de cacau em pó<br />
1/2 colher de sobremesa de pó de café<br />
1 clara<br />
10 g de açúcar<br />
10 g de margarina<br />
1 pitada de sal<br />
1 colher de sopa de vinho Marsala<br />
1 colher de sopa de conhaque ou pinga<br />
1 colher de sobremesa de canela</p>
<p>Ingredientes do recheio:<br />
250 g de ricota fresca passada na peneira<br />
125 g de açúcar<br />
20 g de frutas cristalizadas cortadas em cubinhos<br />
1/2 cálice de licor de laranja ou casca ralada de 1 laranja<br />
1 colher de sopa de uvas passas amolecidas em água<br />
20 g de chocolate meio amargo cortado em pedacinhos<br />
6 cerejas ao marrasquino<br />
12 pedaços de casca de laranja cristalizada ou em calda<br />
1 xícara de óleo de girassol<br />
canudos de metal ou de bambu para enrolar a massa</p>
<p>Modo de preparo</p>
<p>Massa: Misture a farinha com o cacau, o café, a clara, o açúcar, a margarina, a pitada de sal, o vinho, o conhaque ou a pinga e a canela. Forme uma bola e deixe-a descansar coberta por no mínimo 1 hora.<br />
Recheio: Prepare o recheio misturando a ricota passada pela peneira com o açúcar, as frutas cristalizadas, as uvas passas e o licor.<br />
Abra a massa bem fininha e corte círculos com um pires de chá. Enrole a massa nos canudos besuntados de óleo e passe a clara de ovo na borda para fechar o cone. Frite de dois em dois, em bastante óleo, até que estejam bem corados. Deixe escorrer sobre papel absorvente.<br />
Quando esfriar, retire a massa dos canudos com cuidado. Coloque o recheio em um saco de confeitar e preencha os canudos. Enfeite as pontas com as raspas de laranja e as raspas de chocolate.</p>
<p>Tempo de preparo: 40 minutos<br />
Rede 12 canudos.</p>
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		<title>Especial Sicília &#8211; comida de fazenda em Siracusa</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 00:18:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandra Blanco</dc:creator>
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		<category><![CDATA[agriturismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Sempre tive vontade de conhecer um agriturismo italiano. São fazendas antigas e belíssimas, que foram transformadas em hotéis, com poucos quartos, muita mordomia, programas com visitas a plantações de vinho ou azeitonas. E, ouvia dizer, comida espetacular.
Por falta de conhecimento e organização, nunca consegui arranjar para ficar hospedada em uma delas. Mas, em minha viagem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre tive vontade de conhecer um agriturismo italiano. São fazendas antigas e belíssimas, que foram transformadas em hotéis, com poucos quartos, muita mordomia, programas com visitas a plantações de vinho ou azeitonas. E, ouvia dizer, comida espetacular.<br />
Por falta de conhecimento e organização, nunca consegui arranjar para ficar hospedada em uma delas. Mas, em minha viagem de férias para a Sicília, planejei um dia de passeio até Siracusa já “mal intencionada”. Imagine poder almoçar em uma fazenda no centro do domínio da máfia italiana? Eu tinha que ir&#8230;<br />
Cheguei à cidade por volta de 13h30 e encontrei tudo absolutamente fechado. Nada, nada, nada aberto. Inclusive os restaurantes. Reabririam depois das 16 horas. Dei uma volta de carro pelo centro, vi de longe as ruínas do teatro grego e comecei a seguir as placas que indicavam fazendas de agriturismo.<br />
Uma seta marrom que indicava a Case Damma chamou mais a atenção. Ficava a poucos quilômetros da cidade e a casa da fazenda era do século 15. Segui pela estrada. Já passava de 14h30 e achei que não iria encontrar mais nada em qualquer cozinha pela região. Cheguei a parar em uma fazenda antes e perguntar pelo almoço. “Já encerramos, agora só para o jantar”, disse a mulher do outro lado do portão fechado.</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/agriturismodoseculo15.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/agriturismodoseculo15.jpg" alt="agriturismo do seculo 15" width="400" height="250" class="alignnone size-full wp-image-2711" /></a></p>
<p>Decidi continuar mesmo assim. Três quilômetros depois, cheguei até a Case Damma. Estacionei o carro, dei uma espiada nos hóspedes tomando sol na piscina, outros deitados na grama sob a sombra das árvores.<br />
Uma senhora veio atender. Perguntei se ainda poderia almoçar. Ela deu um sorriso, pediu para esperar meia hora e dar uma volta pela fazenda enquanto isso porque ela iria preparar uma mesa.<br />
Pouco tempo depois, ela veio chamar. A mesa tinha quatro pratos, formando uma pilha, talheres, copos e já um decanter com vinho tinto. Sentamos (eu e o marido) por volta de 15 horas. E nas próximas duas horas iríamos entender por que os franceses na mesa ao lado riam tanto e até tentavam imitar Pavarotti, cantando trechos de canções italianas que eles não conheciam direito.<br />
Primeiro, o antepasto:<br />
- fatias finas de abobrinha marinadas em azeite e vinagre;<br />
- fatias grossas de berinjelas empanadas e fritas, as mais crocantes que já comi;<br />
- omelete cortada em quadrados, como uma pequena torta, com queijo branco no centro e uma fatia fina do ovo mexido por fora;</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/abobrinhaberinjelaomeleteaz.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/abobrinhaberinjelaomeleteaz.jpg" alt="abobrinha berinjela omelete" width="400" height="300" class="alignnone size-full wp-image-2701" /></a></p>
<p>- rodelas de lingüiça calabresa curada e apimentada;<br />
- uma tigela com um queijo fresco branco inteiro, o mais saboroso que já provei, cremoso com um profundo sabor do leite;<br />
- enormes e gorduchas azeitonas temperadas, quase doces;<br />
- fatias de pão caseiro.</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/linguicaqueijovinhopao_agri.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/linguicaqueijovinhopao_agri.jpg" alt="linguica queijo vinho pao" width="400" height="300" class="alignnone size-full wp-image-2761" /></a></p>
<p>Quando vi tudo aquilo montado sobre uma toalha xadrez com “cara de vó”, eu não conseguia parar de rir. Eu estava em uma casa de pedras do século 15, que deixava do lado de fora o sol de 38 graus Celsius e se mantinha fresquinha dentro. Sentada em uma mesa, experimentado uma das melhores refeições da minha vida. E ainda só no começo.<br />
O primeiro prato foi uma tradicional “pasta alle sarde”, macarrão com sardinha, tradicional da região. Só que o molho da sardinha&#8230; Era doce! Fui provando aos pouquinhos para tentar entender como era feito. Era apenas tomate, sardinha curada e azeite. E não tenho a menor idéia de como aquelas mulheres conseguiam deixá-lo com aquele sabor.</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/pastaallesarde2_agriturismo.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/pastaallesarde2_agriturismo.jpg" alt="pastaallesarde2_agriturismo" width="400" height="250" class="alignnone size-full wp-image-2771" /></a><br />
<a href='http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/pastaallesarde_agriturismo.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/pastaallesarde_agriturismo.jpg" alt="pastaallesarde_agriturismo" width="400" height="300" class="alignnone size-full wp-image-2781" /></a></p>
<p> Então, quando uma delas veio nos dizer que ainda tinha um outro prato de massa e perguntar se gostaríamos de provar, fizemos que sim rapidamente com as cabeças. Dessa vez, foi ela quem riu.<br />
Veio então o segundo prato: um pequeno pedaço de lasanha recheada com ricota e com molho pesto. Simples e divino. O marido imediatamente falou: “Faz um desse em casa?” E eu respondi com aquele olhar: “Não sei se um dia vou conseguir reproduzir essa lasanha tão simples e deliciosa”.</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/lasanha_agriturismo.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/lasanha_agriturismo.jpg" alt="lasanha_agriturismo" width="400" height="300" class="alignnone size-full wp-image-2741" /></a></p>
<p>O terceiro prato foi na verdade mais uma ampla opção de escolhas:<br />
- uma travessa com lingüiças envoltas em fatias finíssimas de cebolas cozidas. Eram picantes e doces ao mesmo tempo e tinham um sabor forte de funcho;</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/linguica_agriturismo.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/linguica_agriturismo.jpg" alt="linguica_agriturismo" width="400" height="300" class="alignnone size-full wp-image-2751" /></a></p>
<p>- pedaços de frango feitos com tomate, mas agridoces;</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/frango_agriturismo.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/frango_agriturismo.jpg" alt="frango_agriturismo" width="400" height="300" class="alignnone size-full wp-image-2731" /></a></p>
<p>- salada verde com tomate;</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/salada_agriturismo.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/salada_agriturismo.jpg" alt="salada_agriturismo" width="400" height="300" class="alignnone size-full wp-image-2791" /></a></p>
<p>- e batatas assadas, também com cebolas, servidas quase murchas, de uma forma parecida com a que a minha avó fazia.</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/batataassada_agriturismo.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/batataassada_agriturismo.jpg" alt="Batata assada" width="400" height="300" class="alignnone size-full wp-image-2721" /></a></p>
<p>Quando já não podíamos mais, ainda veio a sobremesa, o clássico tiramissu.</p>
<p><a href='http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/tiramisu_agriturismo.jpg'><img src="http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/files/2008/09/tiramisu_agriturismo.jpg" alt="" width="400" height="300" class="alignnone size-full wp-image-2801" /></a></p>
<p>Depois o café e um cálice do vinho doce, feito com uvas passito, ali mesmo na fazenda que hoje é da dona Nora Chimirri. Mas desde o século 15 já passou por várias famílias. “Eu comprei da família do meu genro, mas essa fazenda era sempre usada como dote das moças que se casavam. Então, passava de mão em mão, mas sempre para algum parente. Agora está comigo e vou cuidar dela”, diz dona Nora, enquanto nos serve mais um cálice do vinho que ela mesma produziu.<br />
Antes de irmos embora, ela oferece para nos “deitarmos um pouco na grama, sob as árvores e descansarmos do almoço”. Parece realmente a melhor idéia a fazer, mas agradecemos e partimos. Ou não conseguiríamos mais sair de lá.</p>
<p>Todo o almoço, com bebidas, custou 25 euros por pessoa<br />
Azienda Agrituristica Case Damma: 9 km de Siracusa na strada per Canicattini Bagni. Tel. + 39 0931717405. www.casadamma.it.</p>
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