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segunda-feira, 3 de outubro de 2005 Sem categoria | 19:25

De novo, os sicilianos

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A Vejinha anunciou semana passada sua famosa lista de melhores bares e restaurantes. E eu fiquei louca de vontade de conhecer o Due Cuocchi, que ganhou o prêmio de chef de cozinha revelação, para Paulo de Barros. Aí estive lá no almoço de sexta-feira.
Como os almoços têm menu fixo, não dá para dizer muito da comida, além de que provei um salmão gostoso e de que o antepasto é dos melhores (bruschetta e ótimos pães salgados).
Mas a TORTA DE LIMÃO SICILIANO COM CALDA DE FRUTAS VERMELHAS E COBERTURA DE AÇÚCAR COMO A DE UM CRÈME BRULÉE….
Sério, está entre as top 5 sobremesas que já provei. Vá lá e confira

Due Cuocchi
Rua Manoel Guedes, 93, Itaim Bibi, tel. (11) 30788092

Autor: Alessandra Blanco Tags:

quarta-feira, 28 de setembro de 2005 Sem categoria | 17:31

História da Alimentação

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Assisti ontem a uma palestra do professor Henrique Carneiro, da USP, sobre história da alimentação.
Você sabia que saber e sabor têm a mesma origem? E que o sentido do segundo é “conhecer o mundo por meio do saber sensorial gustativo”?
E que por isso a alimentação é vista como a nossa cota diária de prazer? Ou seja, o único prazer que temos diariamente na vida!!!
Adorei essa idéia.
Também fiquei sabendo que o sal tem um poder que nunca imaginamos na história das civilizações. A palavra salário vem de sal, porque os soldados romanos eram pagos com sal. E, segundo o professor Carneiro, há autores que defendem que quem detonou a Revolução Francesa foi nada mais do que o sal: sim, ele era controlado, considerado um produto da burguesia, ao qual os pobres não tinham acesso. Daí que começou um tal contrabando de sal e o final da história culminou na revolução.

Autor: Alessandra Blanco Tags:

Sem categoria | 11:57

Você é uma pessoa foodie?

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É só clicar aqui e fazer o teste.
Vexame: eu só acertei 2

Autor: Alessandra Blanco Tags:

quinta-feira, 22 de setembro de 2005 Sem categoria | 12:02

Casa Venitucci

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Estive neste final de semana pela primeira vez na Casa Venitucci, um tradicionalíssimo restaurante italiano que fica em Perdizes, bem perto do clube do Palmeiras, em São Paulo.
Incrível como muito pouca gente conhece e quase nenhuma revista especializada ou guia fala dele.
É aquele tipo de restaurante italiano que você vê em filmes, antigo, bem formal, caro, mas que você nunca vai esquecer a comida que provou lá.
Comi um nhoque de abóbora com um molho de creme de leite fresco, queijo e farofinha de amaretto (aquele biscoitinho italiano). E ainda decorado com cereja e figo caramelizados. Sério!!!!!!! Você consegue pensar em algo mais maravilhoso que isso?
Também provei o risotto de legumes e lingüiça que estava muito bom.
O cardápio traz algumas opções de massa, outras de carnes, uma de risotto e uma de lasanha. Todas vêm com uma explicação sobre qual sua origem (de qual região italiana vêm) e porque estão nesse cardápio.
As sobremesas, claro, são imperdíveis. Fui no clássico: cassata siciliana de cholocate. Nem preciso comentar, né?

Casa Venitucci: rua Caraíbas, 224, Perdizes

Autor: Alessandra Blanco Tags:

Sem categoria | 09:40

Jamie Oliver no David Letterman

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Semana passada Jamie Oliver esteve no David Letterman. Veja só a entrevista. Em branco e preto porque não consegui encodar colorida : )

Autor: Alessandra Blanco Tags:

sexta-feira, 16 de setembro de 2005 Sem categoria | 18:36

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Dois “eventos” gastronômicos marcaram essa minha semana: minha primeira aula oficial de culinária (até hoje sempre havia aprendido a cozinhar com minha mãe e minha avó, o que também posso dizer que conta muito) e minha primeira vez no Fogo de Chão (pra quem não conhece, é a melhor churrascaria rodízio de São Paulo).
Bom a aula foi com a Andrea Kaufmann, do bufê Cozinha Contemporânea. Fui eu, minha amiga Adri e mais 3 participantes. a idéia era aprender pratos da cozinha mediterrânea. E o menu foi:
- ratatouille de vegetais grelhados, assados e marinados
- salsa verde
- Tajine de frango, grão de bico e especiarias
- confit de cebolas e passas
- couscous marroquino
- tabule
- bolo de iogurte com calda caramelada de açúcar, limão e framboesas.
Ok, os pratos são sensacionais, ficaram ótimos e são bem fáceis de fazer. Mas o legal da história é que a aula foi na cozinha da casa da Andrea, que além de ser linda e muito legal, tornou a mulherada que estava lá íntimas em dois minutos. Mesmo sem nunca terem se visto. Nada como comer na cozinha!
A desvantagem de fazer uma aula de culinária em casa é que as alunas não chegam a colocar a mão na massa de verdade. Mas a diversão vale mais a pena.

Já o Fogo de Chão é realmente tudo o que dizem: uma lista de saladas enorme e deliciosa, que as mulheres comem e depois não aguentam a carne. Vários tipos de carnes macias e saborosas, sempre no ponto certo que você quer. E sempre servidas bem quentes, graças à eficiência dos garçons, que, aliás, estão vestidos de bombachas. Mas, em resumo, um lugar para “meninos-ogros” que podem comer de tudo e à vontade.

Autor: Alessandra Blanco Tags:

Sem categoria | 18:36

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Dois “eventos” gastronômicos marcaram essa minha semana: minha primeira aula oficial de culinária (até hoje sempre havia aprendido a cozinhar com minha mãe e minha avó, o que também posso dizer que conta muito) e minha primeira vez no Fogo de Chão (pra quem não conhece, é a melhor churrascaria rodízio de São Paulo).
Bom a aula foi com a Andrea Kaufmann, do bufê Cozinha Contemporânea. Fui eu, minha amiga Adri e mais 3 participantes. a idéia era aprender pratos da cozinha mediterrânea. E o menu foi:
- ratatouille de vegetais grelhados, assados e marinados
- salsa verde
- Tajine de frango, grão de bico e especiarias
- confit de cebolas e passas
- couscous marroquino
- tabule
- bolo de iogurte com calda caramelada de açúcar, limão e framboesas.
Ok, os pratos são sensacionais, ficaram ótimos e são bem fáceis de fazer. Mas o legal da história é que a aula foi na cozinha da casa da Andrea, que além de ser linda e muito legal, tornou a mulherada que estava lá íntimas em dois minutos. Mesmo sem nunca terem se visto. Nada como comer na cozinha!
A desvantagem de fazer uma aula de culinária em casa é que as alunas não chegam a colocar a mão na massa de verdade. Mas a diversão vale mais a pena.

Já o Fogo de Chão é realmente tudo o que dizem: uma lista de saladas enorme e deliciosa, que as mulheres comem e depois não aguentam a carne. Vários tipos de carnes macias e saborosas, sempre no ponto certo que você quer. E sempre servidas bem quentes, graças à eficiência dos garçons, que, aliás, estão vestidos de bombachas. Mas, em resumo, um lugar para “meninos-ogros” que podem comer de tudo e à vontade.

Autor: Alessandra Blanco Tags:

sexta-feira, 9 de setembro de 2005 Sem categoria | 18:44

Doces de Pelotas

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Nunca tinha ouvido falar dos doces de Pelotas até conhecer o Tulha, um recém-inaugurado “café achado” na rua Pedroso Alvarenga, no Itaim. Sabe aquele tipo de lugar pequenininho e charmoso e que tem um pouquinho de várias coisas deliciosas que você adora, além de ser perfeito para encontro de amigas?

Pois é, o Tulha (que é uma palavra usada em Portugal e que significa cova ou local de pedra onde se coloca e comprime a azeitona) é assim. Tem um ótimo capuccino, pão de queijo, croissants. Serve umas duas ou três opções de almoço e sempre fora do tradicional (já provei um minestrone delicioso e uma terrine de carnes no vinho bem interessante). No final da tarde, dá para tomar dry martini ou cerveja Nortenha (isso, pra mim, já diz muito do local). Tem um bolo húngaro, feito por uma senhorinha da região que dizem que é um escândalo e eu estou louca pra experimentar. E tem os doces de Pelotas!!!

Visitei o Tulha pela primeira vez no dia seguinte à inauguração há cerca de um mês. Elogiei o lugar, e o dono, todo simpático, disse que eu não perdia por esperar os doces de Pelotas, que seriam entregues no dia seguinte pelo fornecedor.

Claro que no dia seguinte eu estava lá. E descobri que doces de Pelotas são olhos de sogra, camafeus, quindim de ovos e de nozes!!!, vários outros doces de nozes divinos e outros de damasco mais ainda. Tipo o paraíso.

Quando viu meus olhos brilharem, a Adília, uma amiga fofa, disse que havia ganhado de sua mãe um livro chamado “Doces de Pelotas”, de 1959. Só a capa já é linda.

No prefácio, Athos Damaceno conta um pouco de como tais doces surgiram e se tornaram tão famosos. A verdade é que o Rio Grande do Sul sempre sofreu, principalmente no final do século 19, de falta de açúcar, o que criou uma verdadeira “tara” local por doces. A técnica de fazer as guloseimas foi aprendida com os portugueses (aliás, nunca havia notado que a maioria dos doces por aqui tem origem portuguesa).

As senhoras pelotenses (d. Arminda, d, Mariquinhas Vizeu, d. Laura Zanotta e tantas outras citadas no livro) começaram com compotas, doces de abóbora e de pêssego cristalizados. Depois, foram se aperfeiçoando e cada vez mais bem-casados, olhos-de-sogra, fios de ovos, toucinhos do céu e muitos outros mais foram sendo provados em Pelotas e “importados” por viajantes por todo o país. Daí a fama.

“Doces de Pelotas” traz quase 500 receitas “especialidades” da região. O livro, infelizmente, não é mais “encontrável” e só a sortuda Adília tem. Entre as 500, aí vai a minha receita favorita (na linguagem do livro):

Bem-Casados

Ingredientes:
200 g de açúcar
6 ovos e mais 3 claras
1 colherinha de fermento Royal
200 g de farinha de trigo

Misture as gemas com o açúcar e bata-as bem; junte as claras batidas em neve e, por último, a farinha peneirada com o fermento. Sobre um tabuleiro untado com manteiga, faça os bem-casados com uma colherinha e leve-os ao forno quente. Una os docinhos de 2 em 2 intercalando-os com ovos moles (receita abaixo), e cubra-os com glacê fino (pirãozinho de açúcar e água quente o quanto baste para dissolver o açúcar).

Ovos Moles

Ingredientes:
12 gemas
3 xícaras de chá de açúcar
1 xícara de chá de água
1 colherinha de manteiga
1 pitadinha de sal

Com o açúcar e a água, prepare uma calda grossa; retire-a do fogo e deixe-a esfriar. Acrescente-lhe, aos poucos, as gemas passadas por uma peneira de arame e leve, então, a mistura ao fogo para ferver, mexendo sempre para que não pegue no fundo da panela. Logo que ferva, retire-a do fogo e junte-lhe a manteiga e o sal.

O Tulha fica na rua Pedroso Alvarenga, 1177.

Autor: Alessandra Blanco Tags:

Sem categoria | 17:50

Eu e o café

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Idéia do Denis, amigo fotógrafo fofo que resolveu tirar fotos minhas com comida

Autor: Alessandra Blanco Tags:

Sem categoria | 17:29

Eu quero esse emprego

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O jornal inglês “The Observer”, a versão dominical do “The Guardian”, fez uma lista das melhores 50 coisas que vão acontecer no Reino Unido neste outono. Entre elas está um novo programa do chef star Jamie Oliver, com seis episódios, onde ele vai viajar de van pela Itália. A idéia é ir parando onde der vontade para conversar com os italianos e experimentar a comida de cada local. Além de cozinhar um pouco por lá. EU QUERO!!!

Autor: Alessandra Blanco Tags:

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