Publicidade

Arquivo da Categoria Sem categoria

sábado, 27 de agosto de 2005 Sem categoria | 14:35

Compartilhe: Twitter

Não tem nada melhor em um sábado chuvoso do que acordar e ficar na cama até tarde assistindo aos programas do Jamie Oliver e da Nigella.
Hoje me preparei para acordar às 11h, fiz um “café na cama” bem saudável com mamão, granola e a minha coalhada caseira, que finalmente acertei fazer direitinho, e voltei munida para a cama.
Minhas intenções de comida saudável acabaram bem rapidinho. Jamie fez pipoca e fez uma caldinha de açúcar misturada a raspinhas de laranja sensacionais para acompanhar.
Nigella fez um programa de comida “trash”. Sério, teve até barrinha de chocolate, passadas numa pasta de côco ralado e FRITAS!!! Teve também um sanduíche frito de pasta de amendoim e banana amassada. Isso mesmo, duas fatias de pão de fôrma, passa pasta de amendoim e banana amassada no meio, e frita na manteiga.
E a Nigella ainda vem com duas máximas que me fazem gostar ainda mais dela: “tudo na vida fica melhor frito” e “quem consegue resistir a uma coxa de frango frito na gordura vegetal não merece comer.

Receita da coalhada caseira: Compre um litro de leite integral (aqueles que ficam na caixinha na geladeira do supermercado são melhores), ferva, deixe esfriar até ficar na temperatura de mamadeira de bebês, então jogue um copinho de iogurte também integral no leite, misture bem e deixe tampado com um filme, sem mexer, por 12 horas. Depois, coloque na geladeira. Com mel fica sensacional.

Autor: Alessandra Blanco Tags:

Sem categoria | 14:35

Compartilhe: Twitter

Não tem nada melhor em um sábado chuvoso do que acordar e ficar na cama até tarde assistindo aos programas do Jamie Oliver e da Nigella.
Hoje me preparei para acordar às 11h, fiz um “café na cama” bem saudável com mamão, granola e a minha coalhada caseira, que finalmente acertei fazer direitinho, e voltei munida para a cama.
Minhas intenções de comida saudável acabaram bem rapidinho. Jamie fez pipoca e fez uma caldinha de açúcar misturada a raspinhas de laranja sensacionais para acompanhar.
Nigella fez um programa de comida “trash”. Sério, teve até barrinha de chocolate, passadas numa pasta de côco ralado e FRITAS!!! Teve também um sanduíche frito de pasta de amendoim e banana amassada. Isso mesmo, duas fatias de pão de fôrma, passa pasta de amendoim e banana amassada no meio, e frita na manteiga.
E a Nigella ainda vem com duas máximas que me fazem gostar ainda mais dela: “tudo na vida fica melhor frito” e “quem consegue resistir a uma coxa de frango frito na gordura vegetal não merece comer.

Receita da coalhada caseira: Compre um litro de leite integral (aqueles que ficam na caixinha na geladeira do supermercado são melhores), ferva, deixe esfriar até ficar na temperatura de mamadeira de bebês, então jogue um copinho de iogurte também integral no leite, misture bem e deixe tampado com um filme, sem mexer, por 12 horas. Depois, coloque na geladeira. Com mel fica sensacional.

Autor: Alessandra Blanco Tags:

quarta-feira, 17 de agosto de 2005 Sem categoria | 10:45

Compartilhe: Twitter

Comida também é pop. Missy Elliot lançou seu novo CD: The Cookbook. Tem receita e tudo. E você já viu o ishuffle de banana? Dá uma olhada

Autor: Alessandra Blanco Tags:

Sem categoria | 10:45

Compartilhe: Twitter

Comida também é pop. Missy Elliot lançou seu novo CD: The Cookbook. Tem receita e tudo. E você já viu o ishuffle de banana? Dá uma olhada

Autor: Alessandra Blanco Tags:

Sem categoria | 10:26

Compartilhe: Twitter

O chef de cozinha do famoso Hotel Ritz de Paris esteve em São Paulo semana passada e disse que acha que a nova onda na gastronomia deve ser a comida macrobiótica. Como assim?!? Leia a entrevista que eu fiz com ele publicada no Chic

Autor: Alessandra Blanco Tags:

Sem categoria | 10:26

Compartilhe: Twitter

O chef de cozinha do famoso Hotel Ritz de Paris esteve em São Paulo semana passada e disse que acha que a nova onda na gastronomia deve ser a comida macrobiótica. Como assim?!? Leia a entrevista que eu fiz com ele publicada no Chic

Autor: Alessandra Blanco Tags:

terça-feira, 16 de agosto de 2005 Sem categoria | 14:28

Compartilhe: Twitter

Eu quero tomates

Quando eu era pequena, dizia pra minha mãe que eu não podia comer tomate porque estava com gripe. Que relação uma coisa tem a ver com outra, não me pergunte, mas servia para fugir do tomate. Outro dia também achei estranho uma colega de trabalho contar que uma das coisas de que mais gosta é comer tomates. Achei uma excentricidade, coisa de gente magra. Até eu ir para a Itália, há alguns dias.

Já tinha comido tomates italianos, mas ainda não tinha chegado ao ponto de escolher um restaurante por causa de sua bruschetta ou sua salada caprese. E achar que um tomate com azeite de oliva e um pouquinho de sal pode ser uma das coisas mais sensacionais que eu já provei.

Acontece que os italianos levam seus tomates a sério, a ponto de ter criado um “Tomato Conference”, que reúne anualmente na Sicília, cerca de 400 especialistas para, como eles dizem, um “omaggio a Sua Maestá il Pomodoro” (uma homenagem à sua Majestade o Pomodoro).

Agora, também criaram um teste de qualidade do tomate, semelhante aos existentes para vinhos, queijos, azeites e cafés. Para ganhar sua “denominazione di origine controllata” (D.O.C) um tomate deve ser avaliado sobre o quão doce, ácido, crocante, frutado e poroso é.

E para comemorar que este foi o mês da Conferência do Tomate na Sicília, as duas principais revistas de culinária italianas, “Sale & Peppe” e “La Cucina Italiana”, trouxerem edições especiais dedicadas a ele. A primeira com receitas envolvendo tomate e pão (e quem precisa de mais alguma coisa?). A segunda com receitas clássicas de tomate em entradinhas, molhos, saladas, com carnes e peixes. Mesmo sem o tomate italiano, são irresistíveis.

Autor: Alessandra Blanco Tags:

Sem categoria | 14:28

Compartilhe: Twitter

Eu quero tomates

Quando eu era pequena, dizia pra minha mãe que eu não podia comer tomate porque estava com gripe. Que relação uma coisa tem a ver com outra, não me pergunte, mas servia para fugir do tomate. Outro dia também achei estranho uma colega de trabalho contar que uma das coisas de que mais gosta é comer tomates. Achei uma excentricidade, coisa de gente magra. Até eu ir para a Itália, há alguns dias.

Já tinha comido tomates italianos, mas ainda não tinha chegado ao ponto de escolher um restaurante por causa de sua bruschetta ou sua salada caprese. E achar que um tomate com azeite de oliva e um pouquinho de sal pode ser uma das coisas mais sensacionais que eu já provei.

Acontece que os italianos levam seus tomates a sério, a ponto de ter criado um “Tomato Conference”, que reúne anualmente na Sicília, cerca de 400 especialistas para, como eles dizem, um “omaggio a Sua Maestá il Pomodoro” (uma homenagem à sua Majestade o Pomodoro).

Agora, também criaram um teste de qualidade do tomate, semelhante aos existentes para vinhos, queijos, azeites e cafés. Para ganhar sua “denominazione di origine controllata” (D.O.C) um tomate deve ser avaliado sobre o quão doce, ácido, crocante, frutado e poroso é.

E para comemorar que este foi o mês da Conferência do Tomate na Sicília, as duas principais revistas de culinária italianas, “Sale & Peppe” e “La Cucina Italiana”, trouxerem edições especiais dedicadas a ele. A primeira com receitas envolvendo tomate e pão (e quem precisa de mais alguma coisa?). A segunda com receitas clássicas de tomate em entradinhas, molhos, saladas, com carnes e peixes. Mesmo sem o tomate italiano, são irresistíveis.

Autor: Alessandra Blanco Tags:

segunda-feira, 15 de agosto de 2005 Sem categoria | 20:02

Compartilhe: Twitter

Chá das cinco

Aprendi a gostar de chás há bem pouco tempo. Sempre achei o ritual muito chique e nunca deixei de participar dos chás da cinco que minhas amigas promoviam na adolescência. Sempre com muitas guloseimas, mais ainda fofocas e risadas, e muito pouco de chá, que eu não me aventurava a provar porque já achava sem graça de antemão.

Ano passado fiz uma viagem a Gramado no Rio Grande do Sul e acabei caindo numa casa de alemães que recebiam com strudel e chá de maçãs. Foi amor ao primeiro gole. Trouxe vários saquinhos com maça seca para fazer o tal chá em São Paulo.

E aí o gosto foi apurando e fui experimentando. Ainda tenho o chá de maçã desidratada, feito em casa mesmo, com um pauzinho de canela e uma rodela de laranja como meu preferido. Há alguns dias, descobri que o Mercado Municipal de São Paulo vende não só a maça desidratada como qualquer outra fruta e um mix delas todas, que deu um chá interessante.

O chá de caramelo da Fauchon também é uma experiência a parte: caro, mas vale todos os centavos e ainda vem em saquinhos de organza lindinhos.

Também não posso mais passar pela TeeGschwendner (A Loja do Chá) que faço estragos. Eles vendem umas misturas de chás de frutas com baunilha sensacionais, além de todos os apetrechos para tornar seu chá muito mais legal.

Hoje, o Empório Santa Luzia começou sua “Semana do Chá”. A idéia é fazer degustações de marcas como London Fruit & Herb, Twinings, Milford, Ahmad, Dr. Oetker, Matte Leão, Panizza, Inti Zen, Weleda, Santa Planta, TeeGschwendner (A Loja do Chá), Krüger e Api-Chá. E também palestras sobre o chá ligado à saúde e ao prazer.

Outra dica é o “curso online” de chás do site Boa Comida
, que muito mais do que chás, trata dos seus acompanhamentos: geléias, bolos, brioches, muffins, financiers…..

Autor: Alessandra Blanco Tags:

Sem categoria | 20:02

Chá das cinco

Compartilhe: Twitter


Aprendi a gostar de chás há bem pouco tempo. Sempre achei o ritual muito chique e nunca deixei de participar dos chás da cinco que minhas amigas promoviam na adolescência. Sempre com muitas guloseimas, mais ainda fofocas e risadas, e muito pouco de chá, que eu não me aventurava a provar porque já achava sem graça de antemão.

Ano passado fiz uma viagem a Gramado no Rio Grande do Sul e acabei caindo numa casa de alemães que recebiam com strudel e chá de maçãs. Foi amor ao primeiro gole. Trouxe vários saquinhos com maça seca para fazer o tal chá em São Paulo.

E aí o gosto foi apurando e fui experimentando. Ainda tenho o chá de maçã desidratada, feito em casa mesmo, com um pauzinho de canela e uma rodela de laranja como meu preferido. Há alguns dias, descobri que o Mercado Municipal de São Paulo vende não só a maça desidratada como qualquer outra fruta e um mix delas todas, que deu um chá interessante.

O chá de caramelo da Fauchon também é uma experiência a parte: caro, mas vale todos os centavos e ainda vem em saquinhos de organza lindinhos.

Também não posso mais passar pela TeeGschwendner (A Loja do Chá) que faço estragos. Eles vendem umas misturas de chás de frutas com baunilha sensacionais, além de todos os apetrechos para tornar seu chá muito mais legal.

Hoje, o Empório Santa Luzia começou sua “Semana do Chá”. A idéia é fazer degustações de marcas como London Fruit & Herb, Twinings, Milford, Ahmad, Dr. Oetker, Matte Leão, Panizza, Inti Zen, Weleda, Santa Planta, TeeGschwendner (A Loja do Chá), Krüger e Api-Chá. E também palestras sobre o chá ligado à saúde e ao prazer.

Outra dica é o “curso online” de chás do site Boa Comida,  que muito mais do que chás, trata dos seus acompanhamentos: geléias, bolos, brioches, muffins, financiers…..

Empório Santa Luzia: Alameda Lorena, 1471, Jardins, São Paulo – (mapa) – Tel. (11) 3897-5000

Autor: Alessandra Blanco Tags:

  1. Primeira
  2. 30
  3. 40
  4. 50
  5. 60
  6. 61
  7. 62
  8. 63
  9. 64
  10. Última