O blog da Petrobras
Anda causando celeuma a decisão de Petrobras de publicar, num blog, as perguntas que lhe são formuladas por escrito pela imprensa, bem como as respostas dadas.
O endereço do tal blog é http://petrobrasfatosedados.wordpress.com.
A justificativa que a empresa apresenta para a iniciativa está publicada aqui. Destacam-se os seguintes pontos:
A relação entre a Petrobras e os veículos de comunicação que a interpelam é essencialmente pública.
A publicação das respostas no blog, antes da decisão editorial de o jornal publicar ou não a reportagem em questão, reforça o objetivo da Petrobras de alcançar o máximo de transparência possível no relacionamento com seus públicos de interesse.
A agilidade no tratamento e no encaminhamento das respostas ao sempre legítimo questionamento da imprensa demonstra também o compromisso da Cia em prestar todos os esclarecimentos a ela solicitados.
A Petrobras tem liberdade para publicar a íntegra das respostas que fornece aos veículos de comunicação porque é fonte e detentora dos dados disponibilizados.
Os jornais não gostaram. A Associação Nacional dos Jornais, que reúne as empresas proprietárias desses órgãos, soltou ontem uma nota em que afirma:
Numa canhestra tentativa de intimidar jornais e jornalistas, a empresa criou um blog no qual divulga as perguntas enviadas à sua assessoria de imprensa pelos jornalistas antes mesmo de publicadas as matérias às quais se referem, numa inaceitável quebra da confidencialidade que deve orientar a relação entre jornalistas e suas fontes.
A atitude da Petrobras estimula uma porção de observações.
1. Não há problemas com as justificativas da empresa.
2. Não procede a reclamação da ANJ, de que a Petrobras teria rompido algum compromisso de confidencialidade entre a fonte e o veículo de imprensa. Esse compromisso nunca existiu. O que existe é o princípio de resguardo da fonte por parte de jornalistas. Não existe dever subjetivo da fonte de resguardar o jornalista. As fontes não estão presas à confidencialidade que a ANJ menciona.
3. Qualquer pessoa que já tenha sido fonte da imprensa sabe que entre o que se informa (por declaração, por escrito ou num relatório formal) a um jornalista e aquilo que sai publicado vai uma distância. Quando o repórter é um profissional correto, e quando o veículo em que trabalha também é, essa distância é geralmente pouco relevante. No entanto, em particular na imprensa escrita e nos noticiários da televisão, o processo de edição, em que se corta muito do que a fonte informou, pode levar a citações fora de contexto ou incompletas. (Já quando jornalista e/ou veículo são desonestos, o que sai publicado é qualquer coisa.) Assim, de modo a resguardar aquilo que se informou à imprensa, a iniciativa de publicar perguntas e respostas pode contribuir para a melhoria das práticas profissionais da área.
4. Na prática, o que a Petrobras passou a fazer tem consequências sobre a capacidade de órgãos da imprensa “furarem” seus concorrentes. Se a Petrobras publica as perguntas formuladas por um jornal assim que envia as respostas, bastará ao jornal concorrente consultar sistematicamente o blog da Petrobras para não ser “furado”. Isso tende a uniformizar o noticiário e a reduzir o estímulo para que os veículos busquem levantar assuntos inéditos. Quem perde com isso é o leitor.
5. Ao tomar a iniciativa que tomou, a Petrobras não disse o que fará em relação às informações que passa com exclusividade a jornalistas por sua própria iniciativa. O princípio deveria ser o mesmo — se a ideia é comunicar-se com o público sem a intermediação dos veículos de comunicação, então essas notícias “plantadas” precisariam também ser divulgadas no blog da empresa assim que formuladas por sua assessoria de imprensa.
6. De toda forma, ficará fácil verificar se a empresa procurará resguardar essas informações que distribui com exclusividade, pois se algo for publicado em algum veículo e a notícia disso não tiver sido divulgada previamente pela Petrobras, estará configurado o uso de dois pesos e duas medidas.
7. Em particular, é bom ver o que acontecerá com as informações prestadas pela Petrobras a veículos e agências noticiosas internacionais. Será mesmo que a empresa vai “furar” a Reuters, a Associated Press, o Financial Times, a Economist? Não é de se crer.
8. Embora pareça claro que a iniciativa da Petrobras vem como reação à CPI montada para investigar as suas operações, a tensão criada com os jornais não deverá persistir, pois não interessa à própria Petrobras. Por mais que a política de comunicação do governo federal tenha se voltado preferencialmente aos pequenos veículos locais e regionais, a Petrobras não pode prescindir da chamada “grande imprensa”, porque os investidores do mercado não lêem o Democrata de Xixirica da Serra, mas o Globo, o Estadão, a Folha, o Valor.
9. Por isso, é provável que a empresa recue da decisão de divulgar as perguntas e as respostas antes que os veículos publiquem as reportagens correspondentes.
10. Contudo, em favor da melhoria da qualidade da imprensa, a Petrobras deveria continuar a fazê-lo após os veículos terem publicado as suas histórias.
Autor: Claudio Abramo - Categoria(s): Sem categoria Tags:
Só gostaria de comentar a questão do blog da Petrobrás diminuir a capacidade de “furar” os concorrentes: se o principal numa reportagem sobre a Petrobrás for uma resposta da Petrobrás a um jornalista então isso não é jornalismo, é enganação. Vai ser uma “press release” camuflado. O “furo” de reportagem devia ser baseado em investigação, em apuração, na contraposição de diferentes fontes de informação. Se o nosso jornalismo está dependendo de uma fonte só para criar “furos”, estamos ainda pior que eu imaginava.
Prezado Rodrigo: Embora a imprensa brasileira seja quase sempre declaratória (de forma que grande parte do que se publica é de fato controlado pelas fontes), há uma simplificação no seu comentário. Dados fornecidos pela fonte não são as únicas informações que compõem uma reportagem. Mas tais dados podem ser uma condição necessária para a própria factibilidade da matéria, ainda que sejam buscadas outras informações. O simples fato de se publicar que o jornal X está atrás da informação Y da Petrobras é sinal suficiente para a concorrência “sacar” do que se trata.
Prezado Cláudio, está claro que a iniciativa da Petrobras se deve à maneira como os grandes veículos de comunicação cobrem os temas relativos à estatal nos últimos tempos.
É ingenuidade considerar que é fruto de puro trabalho jornalístico, o que se publica.
O tratamento, neste caso, é similar ao que vemos em denúncias relativas a governos estaduais ou municiais da oposição?
Que tal abordar com a mesma dedicação a denúncia do Ministério Público contra a Fundação para o Desenvolvimento da Educação, do governo do estado de são paulo, por compra irregular, sem licitação, de assinaturas da revista Nova Escola?
Será que sai na Veja?
tomara que toda empresa, que se preze como transparente, e idonea, fizesse, tal coisa, teriamos muito mais transparencia, nas coisa, é de se louva tal atitude da empresa, estao de parabens, a imprensa, desse pais, precisa parar de querer comANDAR DISCUSSOES, COMO SE ELA FOSSE A UNICA VERDADE, POIS, NA REALIDADE SE COMPORTA COMO DISSE PHA, COMO UM PIG.
Faço minha, a manifestação abaixo
9 de Junho de 2009
Carta Aberta ao Sr. Julio Cesar Mesquita [ANJ]
Prezado Sr. Julio César Mesquita,
tivemos o desprazer de ler a nota da ANJ assinada pelo senhor. É difícil dizer, se ela é mais cretina, ou mais patética.
Iniciemos pela questão semântica: o senhor acusa a Petrobras de atitude antiética e esquiva. Bem, no nosso modesto entendimento, atitude antiética é a de quem falta com a ética, o que não parece ser o caso da Petrobras por, simplesmente, ter tornado público um tema que é, naturalmente, da esfera pública. Se o senhor não sabe, esclarecemos: a Petrobras é uma empresa mista, mas o Estado é o acionista majoritário. Assim, todo o cidadão brasileiro tem o direito de ter acesso a todas as informações que dizem respeito a esta empresa, venham elas de onde vierem.
E esquiva? Esquiva é atitude de quem se esconde ou esconde alguma coisa. O que também não é o caso da Petrobras, quando publiciza perguntas que lhe foram feitas a título de entrevista, o que indica uma ação a se tornar pública. Qual seria o sentido desta ou de qualquer entrevista para um jornal, se seu conteúdo não viesse a se tornar público?
Segue a nota: Numa canhestra tentativa de intimidar jornais e jornalistas, a empresa criou um blog. Onde se configura essa canhestra tentativa de intimidação? Desde quando divulgar informações de interesse público é uma atitude canhestra ou intimidatória? Omitir, sim, é canhestro. A criação de um blog é um direito de qualquer pessoa ou instituição. É uma ferramenta pública disponível na Internet e está acessível a qualquer um que deseje usá-la. E o blog da Petrobras foi criado, justamente, para publicar as omissões que os jornais, a quem o senhor representa, costumam praticar, sistematicamente, em relação a qualquer assunto e, agora, em particular, a Petrobras. Então, quem age de forma esquiva e canhestra?
Com relação à inaceitável quebra da confidencialidade que deve orientar a relação entre jornalistas e suas fontes. Como assim??? Parece-nos que a maior preocupação, nesse sentido, deveria ser da fonte e não do jornal!!! Quem corre o risco maior é sempre quem passa a informação! E podemos acrescentar, aí também, a questão da confiabilidade. Essa é uma relação de mão dupla. Quem informa tem a garantia de que a informação não será manipulada de acordo com interesses dessa ou daquela empresa de mídia? O senhor como Vice-Presidente da ANJ deveria saber o quanto esse risco é grande. Tanto é assim, que a Petrobras precisou criar um blog para publicar, na íntegra, as informações que os próprios jornais solicitaram e mutilaram.
“[...] as perguntas enviadas à sua assessoria de imprensa pelos jornalistas antes mesmo de publicadas as matérias às quais se referem”. Para quem conhece a mídia brasileira, fica fácil de entender o porquê dessa atitude da Petrobras. Ela, simplesmente, quis se resguardar dessas costumeiras omissões e manipulações que os jornais fizeram sobre as informações que esta empresa encaminhou. E sobre o “processo no caso de suas informações não receberem um ‘tratamento adequado’”, é um direito inalienável da fonte e não tem nada a ver com intimidação.(O senhor já esqueceu do “dossiê” da Dilma?) Tem a ver, sim, com praticar jornalismo de verdade, factual. A fonte declarou X e o jornal publica X e não Y. Nessa equação, não há espaços para processos. Simples!!!
“Princípios universais de liberdade de imprensa”. Na opinião de Vice-Presidente da ANJ, quais são exatamente esses princípios? Vamos lhe dar o benefício da dúvida: talvez, o senhor tenha confundido liberdade de imprensa com liberdade de empresa. Para ser mais claro, se o senhor não entendeu: confundiu o direito universal de ser bem informado, com aquilo que as empresas de mídia no Brasil e no mundo impõem ao público como informação.
O senhor deveria saber. E, se não sabe, irá aprender agora: acabou a era da informação num único sentido. O mundo mudou, Sr. Julio César Mesquita. Isso que a Petrobras fez, já é feito há muito tempo na blogosfera. Uma mentira, uma manipulação só dura o tempo de alguém postar a outra versão dos fatos publicados nos jornais. A manifestação contra a “ditabranda” em frente a Folha de São Paulo este ano, para citar um exemplo, mostrou, para quem sabe observar, que nada mais será como antes em matéria de jornalismo.
A mídia corporativa sempre subestimou o papel desempenhado pela blogosfera. Mas é, justamente ela, que tem garantido um princípio elementar do jornalismo: o contraponto.
A Petrobras, democraticamente, fez uso desse contraponto. Garantiu o direito da sociedade a ser livremente informada, ao disponibilizar as informações omitidas pela imprensa.
O contraponto é o que permite a formação da opinião pública, ou seja, quando a população tem acesso às várias informações sobre o mesmo assunto. Nós não nos sentimos lesados pelas informações disponibilizadas pela Petrobras. Nós nos sentimos lesados pelas informações omitidas pelos sócios da ANJ.
A Petrobras, ao criar seu blog, deu transparência às informações. Quem tem, sistematicamente, se negado ao democrático escrutínio de seus atos, é a mídia corporativa brasileira!!!
O fato é esse: vocês perderem a tutela da informação. E isso é intolerável para o senhor e seus amigos da ANJ!
No mais, melhore a qualidade dos seus argumentos. A considerar pela nota que o senhor emitiu, dá para entender o porquê dos jornais estarem em tamanha decadencia.
Eugênio Neves e Claudia Cardoso
Porto Alegre – RS
Em tempo: sugerimos a criação de um blog da ANJ, onde as pessoas possam disponibilizar, abertamente, as suas opiniões. Já que estamos falando de liberdade de imprensa…
TEM ALGUNS,BLOG, QUE DISSE QUE A EMPRESA TEM DEPARTAMENTO DE ADVOGADOS, MAS CONTRATA, ESCRITORIO DE ADVOGACIA, PESSOAS QUE VAZEM TAL CRITICA, NAO CONHECE, NENHUMA EMPRESA, EMPRESAS COMO BRADESCO, ITAU,ETC ETC, TEM ADVOGADOS, MAS CONTRATAM TAMBEM ESCRITORIO DE ADVOGADOS, PARA PRESTAREM SERVIÇOS PARA MESMA, É DE UMA IDIOTICE, TAL CRITICA, UMA BURRICE A TODA PROVA.
Acho isso uma revolução.
Tudo deve ser repensado agora:
- o jornalismo de papel e o virtual, etc.
Os especialistas devem promover debates…
abraços
[...] tanto, nem tanto, diz Claudio Weber Abramo, da ONG Transparência Brasil. Ele lembra que a confidencialidade foi estabelecida para proteger a [...]
Obviamente que num blog pode se escrever muita mentira, mas a perda (relativa, convenhamos, afinal um blog não pesa tanto quanto um jornal…) de qualquer monopólio, no caso, o monopólio da possibilidade de mentir, é um ato de expropriação, um ato de socialização e um ato contra a propriedade privada (da possibilidade de mentir). Acho tudo isso de-li-ci-o-so… Que diria a ANJ se, com a “bala na agulha” de que dispõe, a Petrobrás resolvesse fundar um jornal (!). De que forma fundar um jornal poderia ser atentatório à “liberdade de imprensa”? Bem vindo ao século XXI…
Prezado Francisco: Aí já acho que seria bastante absurdo.
Cláudio Abramo,
//10. Contudo, em favor da melhoria da qualidade da imprensa, a Petrobras deveria continuar a fazê-lo após os veículos terem publicado as suas histórias.//
A Petrobras está certíssima na sua reação à essa nossa dita “grande imprensa” desqualificada, porém, o seu último parágrafo acima contém uma sugestão muito sensata que ela poderia adotar, até mesmo para evitar a derrocada desses jornais e o desemprego de muitos que trabalham neles.
Abramos muito bem os olhos…
Pelo visto o Júlio César Mesquita, vice presidente da ANJ e responsável pelo comitê de “liberdade”
de expressão só defende a liberdade da ANJ. Condena a liberdade do outro.
À Petrobrás não resta nem a “liberdade” de divulgar suas próprias notícias e informações aos
brasileiros. Na opinião desses “inquisidores libertários”, a Petrobras e suas atividades devem ser
tuteladas e editadas pelo PIG ( Partido da Imprensa Golpista) do qual fazem parte os jornalões
(cujos nomes jamais cito por questões filosóficas) que ajudaram a “ditabranda” por pensamentos,
palavras e obras a torturar e matar civis brasileiros durante vinte e um anos.
O que penso sobre essa midia golpista já foi escrito antes mesmo dela própria existir…
” Com o tempo, uma Imprensa Cínica, Mercenária, Demagógica e Corrupta formará um público tão
vil como ela mesma”
JOSEPH PULITZER
(Prêmio Pulitzer – tem como objectivo distinguir anualmente personalidades de diferentes áreas do jornalismo e da literatura que se destacaram ao longo do ano pelo seu trabalho. O objectivo do prémio é pois “encorajar e distinguir a excelência.”
“http://pt.wikipedia.org/wiki/Joseph_Pulitzer”
“O homem que não lê jornais está mais bem informado do que aquele que os lê, porquanto o que
nada sabe está mais próximo da verdade que aquele cujo espírito está repleto de falsidade e erros”
THOMAS JEFFERSON ( 1743, 1826 )
Presidente dos Estados Unidos
Toda empresa que se preza deveria publicar suas respostas em um blog como fêz a Petrobras. Não há nenhum demérito nisso, muito pelo contrário. Isto só serve para informar, a quem possa, o conteúdo real da resposta dada pela empresa, evitando manipulação de dados e publicação de informações incorretas que só tem por objetivo denegrir a imagem da empresa que está sendo entrevistada.
Nossa “Grande Mídia” representada pelo O Globo, O Estado de São Paulo, a Veja e agora também a Folha de São Paulo, é o que de pior existe em matéria de jornalismo.
A eles só interessa denegrir qualquer coisa boa que o país tenha ou conquiste. Eles manipulam dados, estabelecem correlações inexistentes inventam porcarias e pensam que ainda dominam a informação que, com os blogs tornou-se democrática, realista, ao alcance de todos e não somente dos eternamente encastelados em seus empregos dos picaretas daqueles meios de comunicações que só sabem emitir opiniões diárias contra qualquer coisa de boa que o Brasil possua.
É impressionante, mas se o desastre aéreo ocorrido agora com um avião da Air France, fosse em empresa brasileira e no Brasil aquela mesma mídia certamente estaria publicando diariamente e em letras garrafais “da pág. 3 até a 9″ as culpas do governo brasileiro, exatamente como fizeram com o avião da Gol, derrubado por uma aeronave americana onde, com as agressões diárias conseguiram desviar a atenção do povo criando um ambiente propício à libertação dos dois únicos responsáveis (os americanos) pela derrubada do avião.
Após as libertações eles enalteciam as atitudes dos dois pilotos americanos que foram recebidos com honras de heróis nos EEUU.
Ou seja, nossa grande mídia idolatra americano, idolatra europeus e nos considera como seres inferiores onde sempre somos culpados, incompetentes e devemos pagar por tudo.
Viva os Blogs, viva a imprensa livre! Abaixo toda mídia comprometida unicamente com seus interesses.
Eu realmente não consigo entender essa imprensa, dita grande. Para mim se fecharem ou forem morrendo aos poucos por inanição, por falta de assuntos jornalísticos o Brasil respirará melhor e será mais bem informado.
Espero viver para ver isto acontecer!
A verdade é revolucionária disse Gramsci. Nossos jornalões não são revolucionários, por isso preferem a mentira.
…tenho a impressão que a estatal, deu um tiro no pe, a maioria dos jornalistas ja não terão a mesma “simpatia” pela empresa. Ainda mais agora na bica da abertura da CPI…
Excelente idéia da Petrobrás ao criar o BLOG. A luz do sol é o melhor desifetante, sómente um idiota não percebe a manipulação rasteira que a maioria da imprensa trata o governo Lula.
Prezado Cláudio, concordamos que se a grande imprensa brasileira fosse séria não haveria esta necessidade. A grande Imprensa brasileira deixou de inforar para fazer política, criou a demanda por informações fidedignas, e Petrobrás e a blogosfera se aproveitam para crescer. Vida longa aos blogs e a verdade. Um abraço a você.
Caro Claudio, convença o PIG – esse jornalecos grandes a pararem com essa campanha barata de difamação contra tudo o que é publico. Convença-os a pararem de se venderem como prostitutas pra criminosos financeiros e governadores pornograficos em troca de propaganda impressa. Convença-os a praticar o verdadeiro jornalismo investigativo e aí sim blog da petrobras até será desnecessário. Sem essa de publicar depois, tambem nao pode ser antes, pois esse PIG não dá oportunidade de resposta (lembra-se da ditabranda e da ficha terrorista da dilma ?). E além do mais os Mesquitas tem um problema recorrente com o Getulio Vargas, criador da petrobrás. Ele querem atacar sua memoria atacando sua filha. E aliás são os mesmo órgaos de imprensa que atacaram getulio e jk são os que hj atacam a petrobrás e tudo o que é patrimonio publico. Coincidencia não ?
O que é PIG?
Desculpe Sr. Cláudio, os investidores de mercado não lêem mais o lixo politico que se transformou a imprensa paulista, principalmente editoriais . Dão uma olhada na seção economica, que geralmente nao mentem (ver Valor Economico). Quando querem informação politica séria buscam em imprensa honesta, no exterior, longe portanto de SP e do RJ.
a petrobras DEU 10 milhoes de reais para a bancoop em 2004
“…porque os investidores do mercado não lêem o Democrata de Xixirica da Serra, mas o Globo, o Estadão, a Folha, o Valor.”
Mas podem começar a ler se necessário for, afinal são investidores e não bobalhões. A propósito, jornais, qualquer um, não tem direito adquirido à eternidade.
Se proibirem esse Blog da Petrobras…o bicho vai pegar!
Tô avisando.
Chega de jogo sujo!!!!
Cheeeeegaaaaaaaaaaaaaa!