Um retrato da disparidade
Um dos projetos da Transparência Brasil é o Deu no Jornal, em que se recolhem todos os dias o noticiário sobre corrupção e assuntos correlatos publicado em jornais diários de todos os estados.
O projeto existe desde janeiro de 2004 e acumula, hoje, mais de 260 mil notícias, num total de 587 milhões de caracteres. É o único banco de dados de notícias livremente acessível existente não só no país como no mundo.
Entre as muitas análises a que esse enorme repositório se presta está o cálculo do alcance do noticiário junto à população de cada estado. O que se verifica nos números é o que se intui da desigualdade regional do país: o fluxo de informação nos estados mais ricos é esmagadoramente maior do que no resto do país.
O mapa descreve a disparidade. A penetração (ou impacto) da informação impressa, estado a estado, é determinada conforme explicado na legenda. Em números, a distribuição é descrita no gráfico seguinte.

A população de Brasília recebe 316 vezes mais informação do que a de Sergipe; a de São Paulo, 264 vezes mais; a do Rio de Janeiro, 237 vezes mais.
Ou seja, considerando-se que um parágrafo típico tem por volta de 250 caracteres, isso significa que para cada parágrafo de noticiário sobre corrupção que a população urbana brasiliense, paulista, fluminense ou gaúcha recebe em média, a população urbana de Sergipe recebe uma única letra, a de Roraima seis letras e assim por diante.
(Caso esses números não pareçam extraordinários à primeira vista, convida-se o eventual leitor a imaginar que seu salário seja dividido por duzentos, ou que em vez de comer uma laranja junto com a feijoada seja convidado a engolir um par de centenas delas.)
O fluxo de informação que chega às pessoas é determinante para as suas decisões, em primeiro lugar as decisões políticas.
Tendo em vista que as populações das regiões mais pobres do país recebem uma quantidade ínfima de informações em comparação com as áreas mais ricas, não é de admirar que votem pior. Como não são informadas de que o candidato a deputado ou a governador está sendo processado por alguma falcatrua (por exemplo), esse fato não entra na decisão do voto.
A desigualdade no fluxo de informação recebido pelos eleitores conforme o lugar em que vivem destrói as interpretações tão comuns de que “brasileiro vota mal”, “o Congresso é retrato do Brasil” e assim por diante. Ninguém pode votar direito (ou tomar qualquer outra decisão, mesmo que seja de compra de um produto no mercado) se não é informado.
Caso o eventual leitor deseje aprofundar-se mais no assunto, é convidado a ler este artigo (em inglês).

as empresas de midia dos piores colocados pertencem a politicos que estão sempre envouvidos em corrupção, é só ver o exxemplo de alagoas maranhão e sergipe.
Um dos elementos que constituem as piores expressões de violência nas actuais sociedades reside na ignorância, principal fonte do poder, do sistema hierárquico. Lutemos juntos para superar esta ignorância e que nunca percamos de vista este conceito emancipador: a liberdade de UM individuo e de UMA colectividade dependem da liberdade de TODOS os indivíduos e do TODAS as colectividades!
Hans Cany, 26 de Outubro de 2003
Esse modelo ,ou é incompleto , ou sofre de distorção genética. Onde ,se lê menos , se “ouve ” mais. Vale tanto,para os grandes centros,como para os subúrbios do Brasil.Incluindo-se as remotas regiões dos confins da pátria. Quantidade de informações impressas,por essa midia ,dominada por quatro famílias que se perpetuam há décadas, “construindo opinião pública”,históricos conspiradores,parceiros e beneficiários das políticas liberais que conduziram o país a sucessivas crises,inconformados com a interrupção do ciclo de privilégios, destilam o ressentimento próprio dos enjeitados, fraudando os fatos,desinformando,promovendo alarmismo ,disseminando o pânico,não obteve sucesso nos seus objetivos.Até agora.
Prezado Lúcifer: De que se depreende que não é necessário medir nada, identificar nada, examinar nada, interpretar nada. Como tudo está explicado de antemão por alusão à dominação das oligarquias, basta repetir “abaixo as oligarquias”.
Engraçado…será mesmo que o eleitor de S.Paulo sabe escolher melhor seus candidatos?
Vejamos então a coerencia desse eleitorado: Maluf, praticamente um ídolo; Clodovil, Frank Aguiar, Celso Pitta e…Serra, o Governador pseudosanitarista que dá aulas de gripe suína.
Prezado (Silas Rondeau??): Os números são comparativos. “A melhor do que B” não significa “A é bom”. Observe-se ainda que a informação impressa é muitíssimo rarefeita mesmo nos estados em que os veículos têm maior circulação. Os jornais com maior tiragem no país estão em São Paulo, mas Estadão e Folha tiram por dia menos de 300 mil exemplares, basicamente vendidos na Grande São Paulo, que tem 17 milhões de habitantes.
Prezado Claudio,
A escolha de candidatos neste país é uma particularidade que independe de formação e informação em sua imensa maioria.
Ou o Sr. imagina que quem vota em corrupto no Brasil o faz
por ignorar os feitos do candidato?
O que prevalece,não só no Brasil, é a identidade de interesses e o carisma do candidato, este último então é capaz de arrastar multidões ao abismo. Afinal, será que os seguidores de Hitler eram todos ignorantes, mal formados?
Prezado: Votar é a materialização de uma decisão. Decisões são atingidas por processos racionais, e não podem se basear em outra coisa que não informação. A menos que se imagine que uma grande parcela dos eleitoras vota ao acaso, digitando um número qualquer que dê na telha naquele momento. Você menciona “identidade de interesses”. Só se pode identificar que há identidade de interesses a partir de informação.
Quanto aos alemães que votaram no partido nacional-socialista, é claro que se basearam numa avalanche de informações. Aquilo não aconteceu de graça.
Claudio,
Bingo!
O Sr. vota no Brasil?
Se vota deve saber que voto aqui é pouco racional.
Contam-se aos milhóes os eletores que chega nas seçoes eleitorais e mudam seus votos na hora em decorrencia do trabalho de “boca de urna”! isso em todas as camadas sociais.
Onde está a racionalidade? Onde está a coerencia?
Para os brasileiros letrados torna-se dificil escolher candidatos politicos para votar, sejam de que partidos forem, porquê a maioria tem tendência para surripiar o erário público, como os que conhecemos. Quando entram os parentes ainda novos para substituirem os “carcaças queimadas”, esses já estão totalmente orientados para continuarem enganando o povão, que , por estar desinformado, acaba votando na continuidade do mal. Meus amigos, temos que “varrer” esses “caras” direto para as grandes prisões de segurança máxima e lá fazer com que eles purguem pelo resto das vidas que lhes restam.
RF
Abramo só queria deixar aqui um esclarecimento,o anarquista não vota em BRANCO,anarquista simplesmente não vota,depois justificamos.
Em miúdos: em qualquer câmara municipal de qualquer minúsculo município sem eira, beira, função ou causa política e econômica, reinam imunes aos jornalecos locais, vereadores amontoados de apadrinhados, e desfavorecidos esfomiados eleitores, a cumprirem sistematicamente a troca do direito do cidadão por favores “pessoais” em forma de remédios que estão no gabinete e não no posto de saúde, à vezes coletados os vencidos nas farmácias, o alvará intermediado, ou a ambulância estacionada à espera da ação do famigerado vereador, tudo a troca de inserções nos arremedos de imprensa de felicitações de dia das mães, mulher, pais, ou qualquer data que o valha. E creia, não há notícia de corrupção que valha mais que uma caixa de remédio na hora certa para quem jornal embrulha ou é tapete de gaiola.
A midia é a tal de ditadura branda. Vai aos poucos ,e sutilmente,envenenando coraçoes e mente.
Assustador.
Compreensível.
Brasileiro.
E o pior de tudo é que estes eleitores mais ignorantes têm mais representatividade no Congresso que o eleitor melhor informado de São Paulo. Sergipe elege dois senadores, e para eleger um deputado são necessários menos votos que em São Paulo, o voto não é proporcional ao número de eleitores. E há o agravante que nos estados mais ignorantes a imprensa está nas mãos das oligarquias políticas, o jornal elege o político. Em São Paulo a imprensa não é dominada por políticos.
Que raios de informação é essa de que você fala? A publicada pelo jornalismo marrom da Veja? As fofocas do Reinaldo Azevedo e do Diogo Mainardi? Os comentários “isentos e objetivos” do William Waack e da Miriam Leitão? O noticiário que leva para manchetes o gasto de R$ 8,50 feito com cartão corporativo do governo federal na compra de uma tapioca, mas blinda as denúncias sobre o o Serracard (R$ 108 milhões gastos só em 2007, sendo 48 milhões em saques na boca do caixa)? A reportagem de 1ª página da Folha que estampa uma falsa ficha do Deops da Ministra Dilma em matéria sobre um um sequestro do Delfim que algum dia teria sido cogitado? Se o povo de Brasília é tão bem informado como você diz, o que explica ter eleito Roriz governador por 3 vezes? Que boas informações levaram o povo da cidade de São Paulo a eleger Maluf e Pitta prefeitos? Ou então o RJ a eleger o Cesar “Factóide” Maia? O fato que você deixa de discutir é que a igrande mprensa, com suas reportagens editorializadas e parcialidade descarada em favor de um projeto político derrotado pelo voto popular em 2002 e 2006, perdeu credibilidade e a opinião publicada está cada vez mais em dissintonia com a opinião pública que não reconhece no que lê (ou já nem lê) nos revistões e jornalões a realidade que vivencia no seu dia a dia. Ademais, no que você se baseia para para afirmar taxativamente que o norte-nordeste vota pior que o sul-sudeste? Na eleição do governador Eduardo Braga no Amazonas (em que Arthur Virgílio recebeu 3% dos votos)? Na eleição da Yeda Crusius no RS? Na eleição do Cássio Cunha Lima na PB ou nas seguidas derrotas do grupo do Tarso Jereissati no CE? Nas “altamente qualificadas” Câmara de Vereadores de São Paulo e do Rio de Janeiro?Francamente…
Prezado: Não mate o mensageiro.
A mídia impressa e a vitrine da mídia on-line; uma incendeia e a outra joga gasolina; principalmente para não deixar os legisladores votarem as leis que interessam ao mais pobres; por este motivo apoiam os lobistas de plantão na surdina; pois quem faz a mídia e o poderio dos grandes bancos e grandes governantes que vendem a idéia que pagam bons salários e que o juros está diminuindo…balela, balela, balela…blá, blá, blá… blá, blá.
Bakunin conhecia a alma de Lula
O que não perdôo em Lula da Silva é a desfaçatez com que faz hoje o que, ontem, criticou. Lembro que, quando ainda sindicalista, sem a menor cerimônia chamou de “ladrão” os senadores Sarney e Collor com os quais, no momento, se abraça. Mas, o pior de tudo, é que quem, no passado, foi o maior crítico da corrupção pode se orgulhar do recorde de escândalos que “nunca antes houve neste país”. É um fato indiscutível que antes não se havia visto nada igual aos vídeos que mostraram integrantes do governo recebendo propina e gerando o famoso “Mensalão”que, depois, foi transformado, por obras de artes marqueteiras, em caixa 2 para a arrecadação de recursos ilícitos para o financiamento de campanha.
É até fastidioso enumerar a série de escândalos impunes que chega agora ao fundo do poço (é o que se espera, mas, nunca se sabe) com a série infindável de denúncias que enxovalham o Congresso e salpicam os demais poderes. É um contraste, que somente se explica pela necessidade de criar factóides, que o mesmo governo que “espetacularizou” as ações da Polícia Federal assine um acordo com os outros Poderes para fazer, o que seria feito, se apenas se respeitassem as regras e, para tornar o espetáculo ainda mais dantesco, com o presidente dizendo que “Ninguém aqui é freira ou santo, e não me consta que no convento também não haja briga”.
Ou seja, daqui a o pouco vai considerar natural os desvios das cotas das passagens aéreas das mordomias parlamentares, para financiar viagens ao exterior ou para a folia do carnaval dos convidados do deputado Fábio Faria (PMN-RN). Para quem entende que é elastecer demais o raciocínio basta lembrar que o presidente disse que “Fazer a minha sucessão é uma tarefa gigantesca. Todo mundo sabe que tenho intenção de fazer com que a companheira Dilma seja a candidata do PT e dos partidos”. E, para tal, não tem poupado esforços seja reunindo prefeitos, distribuindo recursos para Estados e Municípios, prometendo investimentos, aumentando salário mínimo, não contendo gastos, desonerando impostos e, por último, prometendo fazer um milhão de casas e aumentando o Bolsa Família.
É claro que a alegação em defesa de suas atitudes pode ser sempre a de que todo mundo faz do mesmo jeito, mas, o que se esperava de quem pregou que não tem brasileiro capaz de julgá-lo em termos de ética e de moral seria bem mais do que este triste espetáculo de tentar eleger alguém a qualquer preço. Infelizmente, como tantos outros, o Lula dos palanques dá toda razão a Bakunin que, numa discussão contra Marx, disse sabiamente que: “O governo da imensa maioria das massas populares se faz por uma minoria privilegiada. Essa minoria, porém, dizem os marxistas, compor-se-á de operários. Sim, com certeza, de antigos operários, mas que, tão logo se tornem governantes ou representantes do povo, cessarão de ser operários e pôr-se-ão a observar o mundo proletário de cima do Estado; não mais representarão o povo, mas a si mesmos e suas pretensões de governá-lo. Quem duvida disso não conhece a natureza humana. “
Simples, é só verificar o que representa no universo de brasileiros aptos a votar, estes que recebem menos informações no pais, principalmente do norte, nordeste e centro oeste e compará-los ás concessões de rádios concedidas a politicos locais, bem como, a propriedade de jornais em mãos desses mesmos politicos.
Ai poderemos constatar porque aqueles eleitores não recebem as informações necessárias para o norteamento de suas escolhas no momento do voto.
A grande pergunta é: Como o povo, o unico prejudicado, pode resolver este estado de coisas?
Olá Cláudio:
Sobre a questão da suposta racionalidade do eleitor, pesquisas recentes mostram que não é bem assim (infelizmente as referências são em inglês, ainda não há tradução desses trabalhos). Veja um livro chamado “The Political Brain”: republicanos votam em republicanos, independentemente dos candidatos se comportarem como republicanos ou não (o mesmo vale para democratas). Emoção também conta.
Outro ponto: informação é importante, mas as opiniões de amigos e vizinhos também contam. Em circunstâncias especiais, uma população pode se dividir radicalmente, embora a maioria das pessoas seja moderada. Há toda uma linha de pesquisa nessa área, chamada “dinâmica de opiniões”. Um bom exemplo disso é de um pesquisador brasileiro, o André Martins (Martins, André C. R. . Continuous Opinions and Discrete Actions in Opinion Dynamics Problems. International Journal of Modern Physics C, v. 19, p. 617-624, 2008.).
É por isso que a despeito de informações e pensamento racional, muitas vezes a discussão política descamba e fica parecendo briga sobre futebol (como alguns dos comentários mais irritados que surgem em blogs como este podem facilmente demonstrar).
Parabéns pelo blog, que sempre aborda temas interessantes e nos faz pensar sobre essas questões.
Abraço do Carlos de Brito.
Caro Carlos: Obrigado pelas referências. Também tenho escrito sobre isso. Numa das pesquisas da TBrasil sobre compra de votos fizemos várias perguntas tentando cercar a formação de opinião. Veja http://www.transparencia.org.br/docs/compravotos2006.pdf. Estou finalizando um artigo sobre o assunto junto com um colaborador. Observo que opiniões de outros são também informação. Em reforço a sua observação, uma das constatações (explicitada no relatório mencionado acima) é que, no que tange a projeção futura (a respeito do comportamento presumível dos recém-eleitos), há uma enorme quantidade de pessoas que tem opiniões mas não é capaz de identificar quais são as fontes da informação que conduziu a tais opiniões.
Concordo com a análise. Mas, a meu ver, verificando este estudo em micro-regiões (alguma determinada cidade e seus vários bairros), haveriam, também muitas alterações de pendendo de gau de escolaridade, acesso à internet, costume da leitura etc. Portanto, é muito difícil, nos dias atuais, fazer análises sem levar em consideração as nuances trazidas pela globalização da informação.
Caro Bethoven: É verdade.
prezado claudio,
muito bom.
nessa mesma linha, seria interessante uma avaliação do impacto do acesso à web e a qualificação do voto.
aliás como é avaliada a qualidade do voto?
pela incidência de reeleição de candidatos suspeitos de fraudes e crimes?
bom, certamente há muitas maneiras de fazer isso, umas mais democráticas e outras menos.
mas minha pergunta é: será que o “hábito” de acessar informações e construir juízo através da rede (onde há um pressuposto de quantidade e diversidade e mairspossibilidades de participação / escolha do receptor), altera a “qualidade do voto”.
outras medição interessante:
como a participação dos jovens nos grêmios estudantis (principalmente os do ensino médio da rede pública) altera a “qualidade de seu voto”
outras: qual a variação entre os que se informam apenas pela mídia eltrônica: no caso a TV, mediado pos um código bidimensional , e com alta concentração e controle do conteúdo, e os que acessam a informação pela mídia escrita, mediados por um código linear, mas com relativamente menos concentração e portanto menos controle do conteúdo.
tem aspectos qualitativos mais difíceis de medir, mas
gostaria muito de saber.
paulo
Prezado Paulo: Suas perguntas são todas muito interessantes e gostaria de ter respostas. O problema é que, para levantar empiricamente esses fatores possivelmente incidentes sobre a decisão de votar, seria necessário realizar pesquisas em diversas amostras. Isso custa um dinheirão.
Prezado Claudio Abramo
Certamente o nível educativo das Reportagens exibidas pela Mídia Brasileira reflete sem nenhuma distorção o nosso nivel educacional , especialmente aquele relacionado ao universo educacional sócio-cultural majoritário Ítalo-ibérico-afro-teuto- miscegenações do brasileiro .Muitas das vezes (senão a maioria avassaladora) , o fator de densidade do quesito educativo das reportagens ao leitor-cidadão é extremamente baixo e com o claro intuito comercial e de víes político-partidário não declarado . Por exemplo : na edição de hoje de um grande Jornal Carioca , existe uma Manchete que induz aos leitores a considerarem que o Governo fez uma “doação” de 22 bilhões de dólares aos Empresários atravès da desvalorização intencional do Dólar Americano frente ao Real !.Portanto os Empresários Brasileiros estão chorando de barriga cheia enquanto os trabalhadores sofrem os efeitos da Crise presente!.É claro que este fato seria auspicioso se os Empresários pagassem parte de suas dívidas dolarizadas agora , com o Dólar desvalorizado pela ação “Heróica” dos Governantes Brasileiros.Note entretanto que este fato “auspicioso” está longe de ser verdade pelo estado aparentemente pré-falimentar (do ponto de vista financeiro) de muitas empresas nacionais , aí incluindo as Grandes Multinacionais Brasileiras-conforme noticiado por esta mesma Mídia .O “embuste” político de muitos meios da Mídia Nacional ao não declararem claramente o muitas das vezes, o forte víes político-partidário de suas reportagens políticas-especialmente no que tange a avaliações de políticas públicas adotadas certamente é deseducador
Prezado Botelho: Sem dúvida. Observo que noticiário tendencioso é em parte função de ausência de concorrência. Isso não explica tudo, pois certos meios de comunicação só existem para ser tendenciosos, sendo financiados não pelo mercado, mas por interesses extra-mercado.