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Arquivo de agosto, 2006

25/08/2006 - 20:02

O que essa turma quer?

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Assistia hoje na hora do almoço ao horário gratuito da TV e me dei conta de que se sucediam na tela indivíduos completamente desconhecidos, identificados como candidatos ao governo de São Paulo.

Fui ver, e há nada menos de 16 candidatos ao Palácio dos Bandeirantes e 19 (dezenove!) aspirantes à única vaga do Senado que se disputa este ano.

Fora Serra, Mercadante e Quércia, o resto é, como disse, desconhecido.

No Rio de Janeiro os candidatos são 11 para o governo e 16 para o Senado. Em Minas, respectivamente 6 e 10. E por aí vai. Sergipe tem 7 e 6.

O quê, exatamente, essa turma quer com eleição? Excetuando-se Plínio de Arruda Sampaio em São Paulo, Milton Temer no Rio (ambos do PSOL) e alguns poucos outros aqui e ali, que concorrem não porque imaginam vencer mas para ajudar o partido a vencer a cláusula de desempenhoe com isso ao menos ter representação em alguns estados (na Câmara vai ser difícil), para o resto a motivação eleitoral é objeto de livre especulação.

Disputam as eleições por partidos com nomes improváveis, como “Partido dos Aposentados do Brasil”, “Partido Socialista Cristão” (uma contradição em termos) e por aí vai. O que querem? O que pretendem?

Autor: Claudio Abramo - Categoria(s): Sem categoria Tags:
25/08/2006 - 18:09

Se isso não é sucesso, não sei o que é

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Parece que o projeto Excelências é um sucesso de verdade. Vejamos alguns fatos:

  1. Em 21 dias, 3.250.000 páginas de candidatos foram visitadas, e o ritmo de visitação cresce todos os dias.
  2. Ontem, os visitantes únicos passaram de 40 mil.
  3. Digitando-se a palavra “excelências” no Google, obtêm-se 571 mil resultados. O projeto é o primeiro da lista.
  4. Digitando-se a palavra “perfil”, obtêm-se 88,5 milhões (é isso mesmo — milhões) de resultados. O projeto é o quinto da lista.
  5. Juntando-se “deputados” à palavra “perfil”, os resultados são 755 mil e o projeto é o primeiro.
  6. Buscando-se a palavra “excelências” na busca de blogues do Google, resultam 3460 sucessos. Quase todos os que olhei se referem ao projeto.
  7. O Technorati dá resultados semelhantes.

Hoje introduzimos mais três estados: Alagoas, Rio Grande do Norte e Sergipe. Amanhã entram os dois últimos, Mato Grosso e Sergipe. Daí pra frente vamos consertar lacunas (meia dúzia delas) e introduzir os cerca de 100 candidatos novatos que pediram para ser inseridos.

Ah, e hoje ocorreu algo notável. A filha de minha mulher, Isabel, de 12 anos, voltou da escola dizendo que a professora de Português passou um exercício de acentuação com vários textículos, um dos quais dizia mais ou menos assim: “O projeto Excelencias da Transparencia Brasil divulga historicos de candidatos” etc. E a professora deu o recado: “Digam para seus pais visitarem o projeto”.

A professora não sabia que na classe havia alguém relacionado a mim.

Legal, né?

Autor: Claudio Abramo - Categoria(s): Sem categoria Tags:
24/08/2006 - 11:10

Mon Oncle brasiliense

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Coluna de hoje no Diário do Comércio de São Paulo:

Alguns poucos entre os eventuais leitores desta coluna hão de lembrar-se do filme “Mon Oncle” (Meu Tio), do cineasta francês Jacques Tatit. Além de dirigir, Tatit por vezes representava suas produções, casos em que assumia o personagem do excêntrico M. Hulot (uma grande realização sua é “Les Vacances de M. Hulot”, As Férias do sr. Hulot). Procurem nas boas videolocadoras (não há muitas, mas sobraram algumas).

“Mon Oncle” conta as peripécias de M. Hulot com a família de sua irmã, casada com um burguês daqueles que só a França é capaz de produzir em toda a sua pretensão. Hulot visita o sobrinho (daí o título do filme), acontecimento que rende retratos impagáveis do vazio da vida burguesa.

Uma cena que me ficou para sempre na memória mostra Hulot a aproximar-se da casa do sobrinho.

A casa é uma mostruosidade modernosa, à qual se chega por um caminho sinuoso que corta um jardim de pedregulhos. Quando entra no caminho, Hulot olha de frente para a casa. A irmã e o sobrinho estão cada qual em uma janela circular. Hulot acena, a família acena de volta, Hulot vai andando e continua a acenar.

Acontece que o caminho serpenteia. Hulot, que é um tanto desligado, vai seguindo a trilha e vai acenando as mãos, mas não vira o corpo. Acena sempre para a frente, não importa a direção em que caminhe. Assim, ora gesticula em direção ao vizinho da esquerda, ora ao da direita.

Muitos dos protagonistas dos escândalos recentes fazem a mesma coisa. Não por serem desligados, mas ao contrário, porque são ligadões.

É o que aconteceu com caso do Mensalão, conforme cansativamente apontado nesta coluna, e é o que está acontecendo no episódio da Máfia das Ambulâncias, também conhecida como dos Sanguessugas.

Presta-se uma atenção danada nos deputados que inseriram emendas ao Orçamento do Executivo, as quais depois resultaram em licitações dirigidas em municípios, e não se dá a menor importância nem aos municípios nem ao ordenador primário das transferências, a saber, o Ministério da Saúde.

A imprensa vai direitinho atrás do que o mestre mandou (no caso, as “fontes” brasilienses) e não faz as perguntas mais elementares, a saber:

  1. Como é que o Ministério da Saúde (e os demais ministérios, naturalmente) meramente manda uma grana para um município e lava as mãos quanto ao modo como o numerário é usado?
  2. Como é que os Tribunais de Contas dos estados deixam a coisa andar solta nos municípios?
  3. Qual é o desperdício de recursos (não só por causa de corrupção) que acontece na esmagadora maioria dos municípios brasileiros, que não são submetidos a nenhuma espécie de controle, seja interno, seja pela Câmara de Vereadores (faz-me rir), seja pelos tais Conselhos “cidadãos”, seja pelos meios de comunicação locais (com raríssimas exceções controlados pelos mesmíssimos sujeitos que desbaratam o erário)?

Há em Brasília, no Congresso Nacional, na Esplanada dos Ministérios, nos dois Setores Comerciais (onde ficam as sucursais de nossos jornais e revistas) um verdadeiro exército de senhores Hulot. Caminham pela vida acenando para o lugar errado. Com isso levam a tigrada de trambolhão.

Exprimem-se indignações a respeito de deputados sanguessugas e mensaleiros e piranhas e vampiros, brada-se por sua cassação (justa, é claro), mas quanto à raiz dos problemas, necas.

Não adiantará nada trocar um deputado sanguessuga por outro, um mensaleiro por um desconhecido, uma capivara por um neófito, caso não se alterem as condições que originaram as malfeitorias. Em três tempos se verificará entrutações dos substitutos, em operações Bactéria, Celenterado ou que nomes a Polícia Federal passar a dar a suas ações depois que a lista de animais superiores esgotar-se.

Os problemas que originam a corrupção estão em alguns artigos da Constituição, em certas leis e regulamentos, mas muito mais fundamentalmente na inépcia administrativa que grassa na União, nos estados e nos municípios.

Acenar para o vazio não resolverá esse problema.

Autor: Claudio Abramo - Categoria(s): Sem categoria Tags:
23/08/2006 - 14:01

Na Rádio Câmara

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Baixe daqui (e distribua a estações de rádio) o spot que a Rádio Câmara está veiculando a respeito do projeto Excelências.

Autor: Claudio Abramo - Categoria(s): Sem categoria Tags:
23/08/2006 - 11:10

Materinha capciosa

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A Folha de S. Paulo publica hoje matéria sobre a pretensão da coligação PT-PC do B de São Paulo de retirar do ar a campanha “Não vote em mensaleiro” e o projeto Excelências. A matéria, que se baseou em entrevista por mim concedida ao jornal da data de ontem, é capciosa, omite informações e parece ter sido publicada com a intenção deliberada de provocar dissenção adicional (como se já não bastasse o incomparável carinho com que este que escreve é referido em determinados setores petistas).

Reclamei junto ao ombudsman do jornal, Marcelo Beraba, conforme segue:

Serve a presente para levar à sua consideração fatos relacionados à publicação, na Folha de hoje, de nota referente a contencioso entre a Transparência Brasil e a coligação PT-PC do B de São Paulo, para que V.S. pondere sobre a prática jornalística aplicada pelo jornal no episódio.

  1. No dia 19 de agosto, a Folha publicou nota intitulada “TRE tira alusão a mensaleiros de site da Transparência Brasil”, em que se noticiava provimento parcial a pedido liminar da coligação PT-PC do B de São Paulo relativo a iniciativas diversas da Transparência Brasil. Por ocioso, eximo-me de replicar a nota aqui [visitante deste blogue, leia aqui].
  2. No dia 21 de agosto, enviei ao Painel do Leitor correspondência com seguinte teor:
      Diferentemente do que foi publicado no sábado na Folha, a Transparência Brasil nunca publicou listas de candidatos aos quais teria chamado de “mensaleiros, vampiros e outros animais da mesma família”. Essa expressão apareceu em artigo que publiquei no Correio Braziliense [na carta original, equivocadamente menciono a Gazeta Mercantil] em 7 de julho, a propósito de nossa campanha “Não vote em mensaleiro”, a qual, por sua vez, não menciona nomes ou partidos. A decisão do TRE-SP, contra a qual estamos recorrendo, impõe a supressão de frase de artigo publicado em jornal, algo que por si só poderia ter levantado uma curiosidade mais ativa da Folha. Pelo jeito, a Folha publicou a notícia a partir de release emitido pelo PT. Como não fomos procurados, venderam o peixe como compraram.
  3. Na segunda-feira, o editor de política da Folha, Fernando de Barros e Silva, telefonou-me e deixou recado em meu telefone celular (eu me encontrava em cidade não servida pela operadora que uso) no qual reconhecia que eu tinha razão na reclamação, e que havia interesse do jornal em dar suíte ao assunto.

  4. De volta a São Paulo, retornei duas vezes a ligação de Barros e Silva, mas não conseguimos nos falar. À tarde, a repórter Malu Delgado ligou-me para apurar matéria sobre o assunto, da qual resultou a reportagem publicada hoje, intitulada “ONG Transparência Brasil acusa o PT de ‘estreiteza de pensamento’”, a qual outra vez me eximo de reproduzir [visitante: ler aqui].
  5. Chego enfim ao objetivo desta comunicação, que é o de solicitar de V.S. que compare o que foi discutido na entrevista com aquilo que foi publicado. Passo a descrever como se deu a conversa com a repórter.
    1. Expliquei à repórter a confusão que a coligação PT-PC do B de São Paulo havia feito entre a campanha “Não vote em mensaleiro” (e sanguessuga, vampiro etc.), que consiste em mensagem no sentido de o eleitor evitar votar em indivíduos de modo geral implicados em processos criminais; a publicação de artigo no Correio Braziliense em que usei a frase verberada; e o projeto “Excelências” (perfil.transparencia.org.br), que consiste num cadastro com os históricos de candidatos à reeleição à Câmara dos Deputados.
    2. Frisei que a iniciativa judicial havia partido da coligação PT-PC do B de São Paulo, e não do PT nacional. A repórter insistiu em que a atitude poderia ser considerada como do PT como um todo, e eu insisti em que não era assim. Esse ponto é crucial porque mostra que, durante a entrevista, a repórter trabalhava com a “tese” (acho que é assim que o jornalismo moderno se refere a missões prévias atribuídas aos repórteres) de que a Transparência Brasil estaria atribuindo ao PT (assim, genericamente) a tentativa de eliminar as iniciativas em questão. Nesse trecho da entrevista, de fato atribuí “estreiteza de pensamento” (ou alguma expressão equivalente, não me lembro) à coligação PT-PC do B de São Paulo (como continuo a atribuir), mas fiz questão de explicitar que limitava a apreciação a esse âmbito, não o estendendo ao PT nacional. Afirmei que, em vista da repercussão muito desfavorável para o PT de São Paulo decorrente do caso, me parecia evidente que a pendenga não havia sido “comprada” pelo PT nacional. Disse que era evidente que, ao formular o pedido liminar ao TRE, o PT de São Paulo havia dado um tiro no próprio pé e que não me parecia que o partido (seja de São Paulo, seja nacional, seja de onde for) tinha intenção de explorar o tema. Apresentei como indício o fato de que a coligação sequer havia recorrido da decisão do TRE-SP, a qual negara provimento às duas principais pretensões originais. (Observo, a bem da completude, que o recurso que a Transparência Brasil interpôs contra a decisão foi negado, e que estamos preparando recurso a ser submetido ao TSE.)

      Em suma, se o título da matéria tivesse sido “ONG Transparência Brasil acusa o PT de São Paulo de ‘estreiteza de pensamento’”, não haveria motivos para reclamar. Contudo, ao se suprimir a restrição a São Paulo, e dado que o assunto havia sido especificamente (e não apenas especificamente, mas insistentemente), discutido durante a entrevista, me parece óbvio que a distorção do enunciado publicado foi deliberada.

    3. Durante a entrevista, e para mostrar que a campanha “Não vote em mensaleiro” não é voltada contra o PT, mas contra a eleição de qualquer pessoa implicada judicialmente em crimes, apresentei-lhe números retirados do projeto “Excelências”, que dão conta da distribuição, por partidos, de candidatos que buscam reeleição e que têm pendências judiciais. Reproduzo abaixo os números que transmiti, um a um, à repórter, mas que não foram incluídos na matéria (não resisto a especular que a omissão se deve ao fato de que esvaziaria a “tese” original do jornal).

      De 419 candidatos de vinte estados (era o estágio de ontem do projeto “Excelências” – hoje, quarta-feira, são 429 candidatos de 21 estados), 150 recaíam nessa categoria. Os partidos pelos quais concorrem são [descritos em nota logo aí embaixo].

      Argumentei à repórter que, em vista desses números, é descabida a suposição do PT de São Paulo de que a campanha “Não vote em mensaleiro” teria caráter especificamente antipetista.

      Observei que um fato político preocupante é o fato de todos esses partidos aceitarem esses indivíduos em suas chapas, e que deveriam eles simplesmente recusar-lhes legenda.

    4. A matéria publicada coloca entre aspas declarações retiradas de algum texto genérico, e que não fiz à repórter, embora não tenha nada a objetar quanto a seu conteúdo.
    5. Falou-se também da relação da Transparência Brasil com a Controladoria-Geral da União. Não foi mencionado na matéria, mas não faz mal.
    6. Para terminar, gostaria de observar que a reportagem falha também ao não checar informações colhidas junto ao advogado da coligação. Segundo a matéria, teria ele afirmado que o projeto [Excelências, presume-se] não teria “transparência ampla”, por ser “circunscrito a 2005 para cá”. A repórter poderia por si só ter constatado que isso não é verdade, bastando para isso visitar alguns históricos de candidatos, que incluem problemas datados de muito antes. Não o fez, e com isso sacramentou a inverdade proferida pelo advogado.
Autor: Claudio Abramo - Categoria(s): Sem categoria Tags:
22/08/2006 - 21:27

Recurso denegado

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O TRE-SP não deu provimento ao recurso interposto pela Transparência Brasil para reversão de decisão anterior que, ao lado de negar a pretensão da coligação PT-PC do B de São Paulo de tirar do ar a campanha “Não vote em mensaleiro” (e gabiru, mosca-morta, abobrinha furada etc.) e o projeto Excelências, determinou a extirpação de um trecho de artigo de autoria deste que escreve reproduzido no sítio da TBrasil.

O artigo havia sido publicado no Correio Braziliense, em 7 de julho.

A Transparência Brasil recorrerá ao TSE, insistindo em que a medida é descabida.

Autor: Claudio Abramo - Categoria(s): Sem categoria Tags:
22/08/2006 - 21:13

2,5 milhões

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Alguns minutos atrás o sítio Excelências atingiu 2,5 milhões de históricos de
candidatos consultados.

Dos 419 publicados até agora (serão 429 daqui a alguns instantes, quando a
Paraíba entrar no ar), 150 têm pendências com a Justiça, a maioria das quais
séria. A distribuição por estado dos próceres com pendências é:

SP

29

MA

5

RJ

19

TO

5

MG

16

AM

4

BA

10

GO

4

PR

10

PE

3

SC

9

RO

3

RS

7

RR

3

AP

6

AC

2

CE

6

SE

2

PA

6

DF

1

Eles estão presentes em praticamente todos os partidos:

PMDB

32

PSB

7

PP

22

PDT

3

PL

20

PPS

1

PTB

20

PRONA

1

PFL

16

PSC

1

PT

14

PSOL

1

PSDB

11

PV

1

Por que esses partidos abrigam essas pessoas em suas legendas? Poderiam perfeitamente recusar-se a dar-lhes guarida. O fato de aceitá-los mostra a que ponto chega o apodrecimento generalizado das estruturas partidárias brasileiras.

Sinceramente, é de desanimar. Ou então vai ver que são os últimos estertores do capitalismo, sei lá.

Autor: Claudio Abramo - Categoria(s): Sem categoria Tags:
20/08/2006 - 16:49

Back to the past

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Em seu livro A Regra do Jogo, que organizei, o jornalista Claudio Abramo menciona a certa altura a atitude praticada pelo O Estado de S. Paulo de omitir os nomes de jornais concorrentes em seu noticiário e editoriais. Assim, em vez de escreverem “conforme publicado pelo Diário de S. Paulo” (extinto), diziam “conforme publicado por um jornal do estado”. Com o tempo, desistiram disso.

A prática retornou, não pelo Estadão, mas por outros “veículos do estado”. Sendo que hoje nem mesmo a coisa noticiável é noticiada.

Autor: Claudio Abramo - Categoria(s): Sem categoria Tags:
20/08/2006 - 16:28

Duas milhas

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O Excelências atingiu alguns minutos atrás a marca de 2 milhões de páginas de candidatos acessadas.

Autor: Claudio Abramo - Categoria(s): Sem categoria Tags:
20/08/2006 - 09:34

Santa Catarina no Excelências

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Os candidatos à reeleição à Câmara dos Deputados do estado de Santa Catarina entraram ontem à noite no Excelências. Agora já são 18 os estados incluídos. Os restantes entram esta semana.

Autor: Claudio Abramo - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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