Aos furneiros de modo geral, que supõem ser a campanha “Não vote em mensaleiro” coisa da tucanidade, recomendo a leitura do texto de apresentação (aqui neste blogue, na semana passada, e na capa do sítio da Transparência Brasil, referida aí do lado).
Faremos campanha contra o voto a qualquer candidato que seja indiciado em processo-crime. Naturalmente, isso inclui montões de políticos tucanos, pefelistas, peemedebistas, pepistas, pelistas, petebistas – e mensaleiros.
Por que, então, usar o slogan “Não vote em mensaleiro”? Ora pitombas, porque a bola está quicando na marca do pênalti.
O raciocínio é que não vale a pena votar em gente suspeita de crimes. Se forem inocentados pela Justiça, então tudo bem, poderão concorrer de cara limpa. Enquanto isso, que fiquem fora da vida pública, não importa a qual partido pertençam.
Quanto à posição do responsável por este blogue no que concerne a tal de “lista de Furnas”, está consignada no histórico do mês de fevereiro deste ano, referido também aí do lado.
Mas é bom ler tudo, e não pinçar palavras isoladas.
Para benefício daqueles que não terão paciência de ler tudo, aí vai um resumo em pílulas (cuja fidedignidade pode ser facilmente constatada por inspeção direta do tal histórico — mais aí não tem jeito, terão de se dar ao trabalho de ler).
- A “lista” era altamente suspeita quando apareceu. Continua a ser.
- Não tenho dúvidas de que em Furnas rolaram propinodutos na era FHC.
- Tampouco tenho dúvidas de que também rolaram na era presente.
Caso os indivíduos consignados na tal da lista forem indiciados, isso será devidamente assinalado nas folhas-corridas que começaremos a publicar no final de julho.
Não antes, porém.
É isso. Mais simples de entender, impossível.