Museus | Clarissa Schneider

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quarta-feira, 26 de outubro de 2011 Curadoria, Design, Projetos, Sem categoria, arte, arte clarissa schneider, beleza, civilidade, clarissa arquitetura design, coletiva arte clarissaschneider, exposições, museus, sustentabilidade, tendências, tendências clarissa schneider | 10:35

Irmãos Campana estão no Victoria & Albert Museum, em Londres, na exposição The Power of Making

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Em minha última visita à Londres, para conferir as novidades do Design Week londrino deste ano, tive o prazer de visitar a exposição Power of Making, no Victoria & Albert Museum.  Em um momento em que a perda de habilidade está ameaçando a prática cultural, Power of Making retoma a importância do fazer como meio de auto-expressão, de participação social e de definição cultural, apresentando um gabinete de curiosidades com mais de 100 objetos feitos à mão. O Brasil está muito bem representado com um trabalho dos irmãos Campana, que é a dupla que melhor representa o ofício do artesão colocado na fronteira da arte e do design. A mostra que fica aberta até 02/01, tem curadoria de Daniel Charny,um dos mais respeitados curadores da atualidade, tendo em seu currículo, entre outras coisas, ser professor da Royal College of Art. Segundo ele, a exposição quer celebrar a importância de formas tradicionais de fazer que foram consagradas pelo tempo, “mas também destacar a extraordinária inovação que vem acontecendo ao redor do mundo”. “Esperamos que a exposição inspire as pessoas a olhar mais cuidadosamente para o papel do fazer em suas vidas, em sua sociedade, no comércio e na educação”, acrescenta. Inúmeras obras merecem destaque, mas não se pode deixar de conferir o gorila gigante feito de cabides de metal, do artista plástico David Mach. Além desta mostra, o V&A está recheado de instalações extraordinárias e a coleção permante que é imperdível. Até 2 de Janeiro. Mais ifnormações, no site da www.bamboonet.com.br

Autor: Clarissa Schneider Tags:

sexta-feira, 7 de outubro de 2011 Catálogos, Curadoria, Editorial, Projetos, Sem categoria, arte, arte clarissa schneider, beleza, civilidade, coletiva arte clarissaschneider, exposições, fotografia, galerias de arte, museus | 12:21

Dulce e João Carlos de Figueiredo Ferraz transformam sua coleção particular em patrimônio artístico e cultural público

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Acabo de voltar de um final de semana, em Ribeirão Preto, repleto de boas novidades para as artes. Após anos adquirindo peças de inestimável valor cultural, Dulce e João Carlos de Figueiredo Ferraz, empresários e dois dos maiores colecionadores do país, inauguram o Instituto Figueiredo Ferraz. Em celebração,  dia 01/10, reuniram artistas, galeristas, amigos e convidados para apresentar um espaço de 2 mil m2, com direito a auditorio e sala de cinema para palestras, biblioteca para estudos e pesquisas, escritorios e um living com cozinha gourmet para receber convidados. Tudo para a discussão da arte contemporânea. Parcerias com a Pinacoteca do Estado de São Paulo e com o Instituto Tomie Ohtake ainda possibilitarão que grandes exposições visitem Ribeirão. Na abertura, a primeira mostra tem a assinatura de Agnaldo Farias, que faz uma curadoria espetacular da coleção e reúne obras que conversam entre si. “O Instituto Figueiredo Ferraz, com a orientação de seu fundador, João Carlos de Figueiredo ferraz, responsável por uma das maiores e melhores coleções do país, nasce com a vocação de irradiar a produção artística nacional, direcionada mais radicalmente à cidade de Ribeirão e imediações e, indiretamente para todo o país e comprometida com o exercício experimental da liberdade. Muito além do entretenimento de alto nível, como exposições, cursos, ciclos de debate, sessões de cinema e performances, sua presença alimenta o sistema edicativo da região, oferecendo um respaldo fundamental para a educação dos jovens”, diz Agnaldo. A coleção conta com obras de Adriana Varejão, Edgard de Souza, Beatriz Milhazes, Ronsagela Rennó, Iran do Espírito Santo, Waltércio Caldas, Tunga, Laura Vinci e Tunga entre tantos outros importantes artistas brasileiros. Cursos sobre artes plásticas, fotografia, literatura, design e arquitetura já acontecerão este ano. Confira a programação no bamboonet.com.br www.institutofigueiredoferraz.com.br.

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segunda-feira, 4 de abril de 2011 Anúncios, Catálogos, Curadoria, Design, Projetos, Sem categoria, Uncategorized, arte, beleza, exposições, galerias de arte, museus, publicações, publicidade, tendências | 08:39

começa hoje, na Fondation Cartier, a mostra Vaudou sobre a coleção espetacular do curador Jacques Kerchache

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A Fondation Cartier pour L´Art Contemporain irá apresentar, pela primeira vez, um grupo excepcional de objetos Vodun, da coleção de Anne e Jacques Kerchache. A cenogafia vem assinada por Enzo Mari, um dos grandes mestres do design italiano. A exposição é organizada com colaboração de Anne, esposa de Jacques até sua morte, em 2001. Conselheiro artístico e curador de exposições, Jacques Kerchache foi um forte defensor das artes primitivas, promovendo a sua entrada em importantes coleções e museus franceses. Foi sob sua iniciativa que o Pavillion des Sessions foi criado no Louvre, em 2001, bem como o Musée du Quai Branly, em 2006. Esta mostra é uma homenagem da Fondation Cartier a este grande conhecedor e explorador, conhecido por seu olhar exigente e por seu profundo conhecimento de ambas as artes: a primitiva e a contemporânea. Se estiver em Paris, não perca! E traga o catálogo para os pobres mortais aqui do outro lado do oceano, que não poderão ver a mostra neste momento.  “FOR THE PRIMITIVE ARTS AND MOST NOTABLY FOR VODUN, THERE IS JACQUES KERCHACHE AND ONLY HIM.” ANDRÉ MALRAUX

Curta a página da revista BAMBOO – estilo com curadoria, no facebook: http://facebook.com/revistabamboo

Notas relacionadas:

  1. exposições simultâneas na MendesWood hoje
  2. Jean Girard na Fondation Cartier
  3. a mais espetacular enciclopédia de fotógrafos do século 20
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011 Anúncios, Design, Projetos, Sem categoria, Uncategorized, arquitetura, arte, beleza, civilidade, exposições, iluminação, museus, publicações, publicidade | 09:00

um pouco de Isamu Noguchi para acalmar esta vida insana

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Isamu Noguchi ( 1904 -1988) foi um dos escultores mais importantes e aclamados pela crítica do século 20. Nascido em Los Angeles, Califórnia, de mãe americana e pai japonês, Noguchi viveu no Japão até os 13 anos, quando se mudou para Indiana. Enquanto estudava medicina na Universidade de Columbia, assistiu aulas de escultura à noite, e seu mentor era o escultor Onorio Rudolfo. Por meio de uma vida inteira dedicada à experimentação artística, criou esculturas, jardins, projetos de mobiliários e iluminação, cerâmica, arquitetura e cenografia. Sua obra, ao mesmo tempo sutil e ousada, moderna e tradicional, estabeleceu um novo padrão para a reintegração das artes. Nos últimos anos de vida, manteve estúdios em Nova York e Japão. Noguchi expandiu seus limites de criador em contato com diversas culturas, em suas andanças pelo mundo. No México, descobriu o impacto de grandes obras públicas; nos jardins do Japão conheceu a cerâmica e os desenhos de terra;  na China se aperfeiçoou nas técnicas sutis de pincel de tinta; e na Itália, conheceu as nuances da pureza do mármore. Todas essas impressões ele incorporou ao seu trabalho, ampliando sua gama de materiais, e incluindo o aço inoxidável, o mármore, o ferro fundido, a madeira balsa, o bronze, a folha de alumínio, o basalto, o granito e a água.  Em 1995, Noguchi abriu o Noguchi Garden Museum, conhecido agora como o Museu Noguchi. Em 1986, o artista representou os Estados Unidos na Bienal de Veneza; em 1982 recebeu a medalha Edward Mac Dowell, por sua contribuição às artes; em 1987 foi condecorado com a National Medal of Arts (medalha Nacional de Artes); e em 1988, ganhou a Order of Sacred Treasure (Ordem do Tesouro Sagrado)  do governo japonês. Este artista das pedras e das formas essenciais morreu em Nova York em 1988 e deixou uma legião de admiradores que não se cansam de falar de seu trabalho e visitar o seu museu. Se você for a Nova York, reserve uma tarde para repousar o olhar, acalmar o pensamento e focar no que vale a pena. As fotos que você vê aqui estão no site do artista. São um aperitivo de cenas do museu, e do que você poderá assistir ao vivo e a cores.

Notas relacionadas:

  1. Isabelle Tuchband assina linha de luminárias para Dominici
  2. evento incentiva projetos para famílias carentes
  3. cristian zuzunaga: o catalão que vai botar mais cor na sua vida
Autor: Clarissa Schneider Tags: ,

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011 Anúncios, Curadoria, Design, Editorial, Projetos, Sem categoria, Uncategorized, arte, exposições, galerias de arte, museus, publicações, publicidade, tendências | 09:09

paisagem de cactos pelo artista coreano Lee Kwang-ho

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Para pintar seus óleos sobre tela, o artista coreano Kwang-ho Lee experimentou diversas técnicas como esfregar o pincel, usar as unhas para arranhar a base, ampliar um detalhe num nível irreal e também transformar o cacto em pura abstração. Deformando a planta, Lee sugere formas fálicas e de animais, algumas que lembram monumentos e outras que se parecem com seres de outro planeta. O artista, nascido em 1964, fez sua primeira exibição solo na Kukje Gallery, em Seul e, no site da galeria, ele está citado como um dos artistas realistas mais proeminentes da Coréia. Lee mostra sua técnica e maestria pictórica com a habilidade de combinar elementos do mundo real e imaginário. Eu vi numa revista e adorei. Encontrei o site e estas imagens lindas para também mostrar aqui para vocês.

Notas relacionadas:

  1. “Modern Life: Edward Hopper and his Time”, no Whitney Museum
  2. Se você gosta de cerâmica, conheça a artista coreana Mi Kim
  3. sofá funcional assinado pelo holandês Frederik Roijé
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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011 Anúncios, Curadoria, Editorial, Projetos, Sem categoria, arte, exposições, fotografia, museus, publicações, publicidade | 16:20

MoMA abre exposição de Picasso

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O MoMA – The Museum of Modern Arte, abre mostra de Picasso intitulada Picasso: Guitars / 1912-1914. A exibição está centrada naquele período artístico compreendido entre a criação das esculturas em forma de guitarra, a primeira realizada em cartolina e corda, em 1912, e a segunda com lâminas de metal delgado e plano, em 1914 (um material comum em Paris naquela época, e que agora está oxidado).  Entre as criações, figuram colagens, desenhos, esculturas e fotografias em pequeno formato, com fotos que ele próprio fez no seu estúdio de algumas obras efêmeras. O próprio artista doou as guitarras ao MoMA. Picasso conquistou o mundo com sua arte, e fez uma revolução cruzando diversos estilos, entre eles o cubismo, o surrealismo e o expressionismo. Espanhol de Málaga, nasceu em 15 de outubro de 1881 e morreu na França em 08 de abril de 1973. Viveu muito e fez mais ainda. Se você for para Nova Iorque, aproveite para ver a exposição que acontece até 06 de junho. Se não for, tudo bem! Picasso estará sempre em algum bom museu do mundo para você apreciar.

Notas relacionadas:

  1. brasil na rota do moma design store
  2. De Picasso a Gary Hill
  3. termina amanhã a exposição do Tunga na Galeria Millan
Autor: Clarissa Schneider Tags: , , ,

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011 Catálogos, Curadoria, Editorial, Sem categoria, Yves Saint Laurent, arte, coletiva arte clarissaschneider, exposições, fotografia, galerias de arte, iluminação, moda, museus | 09:29

Auguste Rodin e Hiroshi Sugimoto na Gagosian Gallery Paris

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Abre hoje, 11 de fevereiro, uma exposição espetacular na Gagosian Gallery Paris e fica em cartaz até 25 de março. “Rodin – Sugimoto”, uma exibição de fotografias e esculturas com a curadoria de Kenneth Wayne. Quem recomendou foi a designer Claudia Salles, admiradora do trabalho de Sugimoto. Esculturas de Rodin são apresentadas em combinações inesperadas e sem precedentes com uma série de fotografias de Sugimoto, um dos mais prestigiados fotógrafos dos dias de hoje. Sugimoto selecionou  peças distintas de vestuário assinadas por estilistas célebres como BalenciagaYves St Laurent, transformando a construção das peças por meio da luz, numa representação dinâmica da história da moda do século XX. As esculturas de Rodin representam a força e o vigor, expressa com emoção nos contornos das obras, também iluminadas por um jogo de luz e sombra. Adoraria ver ao vivo e a cores. 4 rue de Ponthieu, 75008 Paris, T.33.1.75.00.05.9, paris@gagosian.com ; aberta de segunda a sexta das 11h às 17h.

Notas relacionadas:

  1. Brancusi no anexo do Centro Georges Pompidou
  2. Tiffany Bozic em cartaz na Joshua Liner Gallery, NY
  3. é um luxo garimpar peças num bom antiquário
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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011 Catálogos, Curadoria, Design, Sem categoria, arquitetura, arte, civilidade, clarissa arquitetura design, exposições, museus, natureza, tendências, tendências clarissa schneider | 08:56

Timothy Schreiber: a influência da escola Bauhaus nos dias de hoje

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Timothy Schreiber estudou design na Alemanha e Inglaterra, trabalhou na Austrália – onde esteve envolvido em muitos projetos internacionais – e foi para Pequim e Xangai, trabalhar no projeto do Centro Aquático para os jogos Olímpicos de 2008. De lá para cá, atualmente vive em Londres, onde faz arquitetura e design. Schreiber procura no design digital o link para explorar a tecnologia de utilização do compensado de madeira, tão explorado no século XX por designers como Ray e Charles Eames. Seu lema é usar um meio ambiente sustentável para o desenvolvimento de produtos e focar no conhecimento que adquiriu durante os seus estudos na Universidade Bauhaus da Alemanha. Aqui um aperitivo do último projeto de Schreiber. Qualquer semelhança com o pensamento de Eames não é mera coincidência.

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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011 Curadoria, Projetos, Sem categoria, arte, civilidade, exposições, fotografia, museus, natureza, sustentabilidade, urbanismo | 10:29

as feras estão soltas no trabalho de Di Liu

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O Prêmio Lacoste Elysée 2010 , dedicado a jovens fotógrafos – numa parceria entre a Lacoste e o Museu d´Élysée -, apresentou 12 finalistas. Os trabalhos estarão expostos na Aperture Foundation, em Nova Iorque, de 20 de janeiro até 17 de março. O vencedor é o jovem chinês  Liu Di, de 25 anos. O fotógrafo é conhecido por suas representações da relação nada cordial entre a sociedade e a natureza, gerada pela alta taxa de desenvolvimento das grandes cidades. Seu trabalho apresenta animais (gigantes) convivendo com a esmagadora atividade urbana de seu país. “Meu trabalho é sobre a relação de conflito entre a natureza e a sociedade e é criado pela taxa fenomenal de desenvolvimento urbano chinês“,  conta Liu. Ele também participa da reGeneration2, uma exposição que apresenta obras de fotógrafos em início de carreira e tem como foco temas ambientais, urbanos, a globalização e as questões de identidade.

Notas relacionadas:

  1. Deco Farkas com as feras do graffiti mundial
  2. fotógrafa Roberta Borges ganha prêmio revelação
  3. Sebastian Errazuriz: um dos únicos sul-americanos indicados pela Sotheby´s
Autor: Clarissa Schneider Tags: , , ,

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011 Curadoria, Projetos, Sem categoria, arte, exposições, museus | 11:12

“Modern Life: Edward Hopper and his Time”, no Whitney Museum

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Com curadoria de Barbara Haskell, a mostra “Modern life: Edward Hopper and his time”, é mais uma das várias retrospectivas do artista realizadas pelo Whitney Museum, Nova York, desde que o museu recebeu a maior parte do seu espólio do artista, em 1968. São apresentadas desta vez 85 obras deste que foi um dos maiores pintores americanos. Conhecido principalmente por suas telas a óleo, ele também fez sucesso como aquarelista e gravurista. Nas suas cenas rurais e urbanas, Hopper faz uma crítica de costumes e retrata sua visão da vida moderna nos Estados Unidos. O artista iniciou seus estudos em arte com um curso por correspondência em 1899, e logo se transferiu para a New York Institute of Art and Design. A exposição é um rastreamento da realidade norte-americana por mais de seis décadas e traz uma seleção de pinturas da coleção permanente do Whitney. Por meio de comparações entre a abordagem formal de Hopper e os interesses sociais com aqueles artistas que trabalhavam próximos a ele, a mostra revela o estilo em comum entre o mestre e seu grupo.  Até dia 10 de abril de 2011.

Notas relacionadas:

  1. sementes de girassol cobrem o piso da Tate Modern
  2. Whitney Museum Downtown: compromisso com uma arquitetura inovadora
  3. 100 obras de Alberto Giacometti em exposição até 18 de dezembro
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