Arte | Clarissa Schneider

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Arquivo da Categoria arte

terça-feira, 29 de novembro de 2011 Curadoria, Sem categoria, arte, arte clarissa schneider, exposições, fotografia, galerias de arte | 10:06

a liberdade é azul

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De 1 a 4 de dezembro, Miami Beach, Florida, vai sediar a 10ª edição da Art Basel Miami Beach, a feira de arte mais prestigiada dos Estados Unidos, com a participação de mais de 260 galerias da América do Norte, Europa, América Latina e Ásia, apresentando cerca de 2000 artistas. A Galeria Leme é umas das 16 galerias brasileiras selecionadas para a feira, participando do projeto Art Nova que abre espaço para novos artistas. A galeria apresentará trabalhos do artista brasileiro Marcelo Mocheta e da peruana Sandra Gamarra. Também será exibido o video Invasion do inglês Neil Hamon, no programa Artprojx Cinema: Art Video, com curadoria de David Gryn. Marcelo Moscheta vive em Campinas, São Paulo, trabalha com gravura em metal e pesquisa novos suportes e limites, bem como a utilização de vários meios no processo gráfico.  Em seu currículo destacam-se as mostras individuais Atlas, Galeria Leme, São Paulo (2011); CONTRA.CÉU, na Capela do Morumbi (Deslocando Territórios: Projeto Uruguay, 8ª Bienal do Mercosul, RS, Brasil (2011)Foi finalista e ganhador da escolha popular do prêmio PIPA (2010). Veja aqui um aperitivo das obras do artista. Eu adoro!

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quarta-feira, 26 de outubro de 2011 Curadoria, Design, Projetos, Sem categoria, arte, arte clarissa schneider, beleza, civilidade, clarissa arquitetura design, coletiva arte clarissaschneider, exposições, museus, sustentabilidade, tendências, tendências clarissa schneider | 10:35

Irmãos Campana estão no Victoria & Albert Museum, em Londres, na exposição The Power of Making

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Em minha última visita à Londres, para conferir as novidades do Design Week londrino deste ano, tive o prazer de visitar a exposição Power of Making, no Victoria & Albert Museum.  Em um momento em que a perda de habilidade está ameaçando a prática cultural, Power of Making retoma a importância do fazer como meio de auto-expressão, de participação social e de definição cultural, apresentando um gabinete de curiosidades com mais de 100 objetos feitos à mão. O Brasil está muito bem representado com um trabalho dos irmãos Campana, que é a dupla que melhor representa o ofício do artesão colocado na fronteira da arte e do design. A mostra que fica aberta até 02/01, tem curadoria de Daniel Charny,um dos mais respeitados curadores da atualidade, tendo em seu currículo, entre outras coisas, ser professor da Royal College of Art. Segundo ele, a exposição quer celebrar a importância de formas tradicionais de fazer que foram consagradas pelo tempo, “mas também destacar a extraordinária inovação que vem acontecendo ao redor do mundo”. “Esperamos que a exposição inspire as pessoas a olhar mais cuidadosamente para o papel do fazer em suas vidas, em sua sociedade, no comércio e na educação”, acrescenta. Inúmeras obras merecem destaque, mas não se pode deixar de conferir o gorila gigante feito de cabides de metal, do artista plástico David Mach. Além desta mostra, o V&A está recheado de instalações extraordinárias e a coleção permante que é imperdível. Até 2 de Janeiro. Mais ifnormações, no site da www.bamboonet.com.br

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terça-feira, 18 de outubro de 2011 Curadoria, Design, Sem categoria, arte, arte clarissa schneider, beleza, casa cor, clarissa arquitetura design, decoração clarissa schneider, fotografia, mostra de decoração, tendências, tendências clarissa schneider | 09:17

A Casa Cor Rio 2011 está um luxo. Conheça aqui os melhores espaços e reserve uma tarde na agenda para uma visita como se deve

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Este ano a Casa Cor Rio está instalada numas das mais belas casas da cidade, o Palacete Lineu de Paula Machado. Na sua 21º edição, a mostra ocupa o casarão em estilo francês, do século 19, no bairro do Botafogo, com um total de 54 ambientes assinados por 86 profissionais, arquitetos, decoradores e paisagistas. O desafio foi o de incorporar nos espaços  elementos arquitetônicos originais da casa, como boiseries, pisos em mosaico com fios de ouro e de parquê, esfinges aplicadas, frontão, colunas e capitéis, ábacos, azulejos art nouveau, vitrais, frontispícios e detalhes da fachada como o entablamento e o telhado em mansarda de ardósia preta. Com 2 mil m2 de área construída e 6.470 m2 de jardins, esta é uma das mais lindas mostras de Casa Cor até hoje. Dirigido e organizado a quatro mãos, por Patricia Mayer e Patricia Quentel, estará em cartaz até o dia 16 de Novembro de 2011. Rua Dona Mariana, 21, Botafogo, tel : + 21 78038409. www.casacorrio.com.br Conheça melhor os espaços no site www.bamboonet.com.br

Gisele Taranto faz o espaço mais bonito da Casa Cor Rio, um living amplo recheado do melhor da arte contemporânea, com móveis daCasual, Novo Ambiente e antiquário Arnaldo Danemberg.

a Sala de jantar assinada por Paola Ribeiro combina diversos estilos com criatividade e sem pretensão. Poltronas Novo Ambiente e Arnaldo Danemberg, tapete Avanti e luminárias Lalla Bertolini.

Cynthia Pedrosa, Chico Viana e Raphael Zay fazem uma Sala de Vestir superconfortável e elegante, combinam cômoda mineira com sofá Luiz 15, luminária da La Lampe e uma gama de amarelos no mobiliário e tecidos.

Marcia Muller faz um quarto lindo, com par de camas de solteiro de cabeceira forrada com tecido da nova coleção Primavera, da Entreposto e detalhes tão espetaculares como as chaises da Trançarte, o verde Celadon e os lençois Taylor Made, da Trousseau.

A galeria de Fotografias de Izabela Lessa é linda! O espaço em branco centraliza um móvel garimpado por Arnaldo Danemberg, que faz as vezes de aparador e escrevaninha, e cadeiras De Padova.

A Sala de Família, de Maurício Nóbrega, valoriza os azulejos em estilo art nouveau, originais da casa, e foram o ponto de partido do seu projeto, que utiliza luminárias da la lampe, móveis assinados por Candida Machado e peças do Arnaldo Danemberg.

Luiz Fernando Grabowsky faz uma viagem no azul turquesa num banheiro Art Déco, incluindo um par de painéis do muralista modernista Paulo Werneck. Lindo!

Carmen Zaccaro e Marise Kessel fazem uma linda suite, com a cama centralizada, lancamento da Quarto Composto.

Lila May Bueno faz um estar "clássico, neutro e relaxante", como ela mesmo define. Tecidos florais da Designers Guild do Empório Beraldin, foto de Claudia Jaguaribe e verdes e amarelos nos detalhes.

Mario Santos, Eliane Amarante e Denise Niemeyer assinam um escritóriio de bom-gosto, com móveis de Sérgio Fahrer, Fago, Em2Design e Novo Ambiente.

O hall de entrada é restaurado por Caco Borges, e ponto de partida para todos os ambientes da casa. Mobiliário contemporâneo, como o par de poltronas Paraty de Sergio Rodrigues, fazem contraponto com o estilo renascentista do palacete.

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segunda-feira, 10 de outubro de 2011 Curadoria, Sem categoria, arte, arte clarissa schneider, beleza, exposições, fotografia, galerias de arte, tendências clarissa schneider | 18:53

Masao Yamamoto expõe beleza e sensibilidade em suas fotografias de pequenos formatos na sua primeira individual na América latina

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As fotografias de Masao Yamamoto são quase sempre realizadas em pequenos formatos e em séries extensas, explorando principalmente a natureza e como os seres humanos se relacionam com ela. A memória e o tempo também fazem parte do processo de construção do objeto. O ordinário sempre se revela como algo de extrema importância. Suas imagens são expostas às ações externas, em alguns casos o artista carrega em seu bolso as pequenas fotografias, com esse deslocamento o papel fotográfico sofre alterações: manchas, rasgos e vincos. As imagens tem seu tempo dilatado, um álbum construído com personagens e cenas de uma memória coletiva. Um envelhecimento provocado. Em sua primeira exposição individual na América do Sul, o fotógrafo apresenta três séries distintas de trabalho: A Box of Ku, Nakazora e KAWA=Flow. São cerca de 100 fotografias e 2 livros ocupando todo o espaço da galeria. Em A Box of Ku são encontradas imagens amareladas e em contraste acentuado, é a primeira grande série realizada por Yamamoto, vazios são procurados nas cenas, definindo o próprio significado da expressão japonesa. O artista vive e trabalha no Japão e suas obras estão em diversas coleções públicas e privadas: Museu de Belas Artes de Houston, EUA; Museu de Arte de Santa Bárbara, EUA; The International Center of Photography, EUA; e no Museu Victoria&Albert, entre outros. GALERIA MARCELO GUARNIERI. Exposição  MASAO YAMAMOTO – Fotografias. Rua São José, 1497, Ribeirão Preto, SP. Em cartaz de 01.10 a 05.11.2011. E-mail         contato@galeriamarceloguarnieri.com.br. Telefone: +55 16 36324046  |  16 36251216

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Curadoria, Design, Sem categoria, arquitetura, arte, arte clarissa schneider, beleza, civilidade, coletiva arte clarissaschneider, exposições, galerias de arte | 18:51

Ronan e Erwan Bouroullec criam um tablado gigante no Victoria & Albert Museum, Londres, para observar a pintura de Raphael

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“Nossa intenção é propor uma abordagem diferente e casual para experimentar com liberdade o que pode ser um ambiente muito intimidante, como um museu. Concebemos uma espuma, forrada de linhos coloridos, com inclinações suaves para produzir um lounge sensual”, contam os irmãos Bouroullec sobre a instalação gigante que criaram para o salão que expõe as obras do Raphael, um importante artista da época do Renascimento, no V&A. Aqui o público pode sentar, deitar e rolar confortavelmente, observar as obras do grande artista italiano e meditar com liberdade sobre as questões da arte. Todo mundo pode mergulhar nessa instalação temporária, por um minuto, uma hora ou mais, essa é a idéia!  Nenhum esforço, nenhuma apreensão apenas contemplação. É lindo. Eu adorei! Esta obra faz parte do The London Design Festival 2011. Se você não foi, aprecie aqui. Maiores informações no site dos Bouroullec.


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sexta-feira, 7 de outubro de 2011 Catálogos, Curadoria, Editorial, Projetos, Sem categoria, arte, arte clarissa schneider, beleza, civilidade, coletiva arte clarissaschneider, exposições, fotografia, galerias de arte, museus | 12:21

Dulce e João Carlos de Figueiredo Ferraz transformam sua coleção particular em patrimônio artístico e cultural público

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Acabo de voltar de um final de semana, em Ribeirão Preto, repleto de boas novidades para as artes. Após anos adquirindo peças de inestimável valor cultural, Dulce e João Carlos de Figueiredo Ferraz, empresários e dois dos maiores colecionadores do país, inauguram o Instituto Figueiredo Ferraz. Em celebração,  dia 01/10, reuniram artistas, galeristas, amigos e convidados para apresentar um espaço de 2 mil m2, com direito a auditorio e sala de cinema para palestras, biblioteca para estudos e pesquisas, escritorios e um living com cozinha gourmet para receber convidados. Tudo para a discussão da arte contemporânea. Parcerias com a Pinacoteca do Estado de São Paulo e com o Instituto Tomie Ohtake ainda possibilitarão que grandes exposições visitem Ribeirão. Na abertura, a primeira mostra tem a assinatura de Agnaldo Farias, que faz uma curadoria espetacular da coleção e reúne obras que conversam entre si. “O Instituto Figueiredo Ferraz, com a orientação de seu fundador, João Carlos de Figueiredo ferraz, responsável por uma das maiores e melhores coleções do país, nasce com a vocação de irradiar a produção artística nacional, direcionada mais radicalmente à cidade de Ribeirão e imediações e, indiretamente para todo o país e comprometida com o exercício experimental da liberdade. Muito além do entretenimento de alto nível, como exposições, cursos, ciclos de debate, sessões de cinema e performances, sua presença alimenta o sistema edicativo da região, oferecendo um respaldo fundamental para a educação dos jovens”, diz Agnaldo. A coleção conta com obras de Adriana Varejão, Edgard de Souza, Beatriz Milhazes, Ronsagela Rennó, Iran do Espírito Santo, Waltércio Caldas, Tunga, Laura Vinci e Tunga entre tantos outros importantes artistas brasileiros. Cursos sobre artes plásticas, fotografia, literatura, design e arquitetura já acontecerão este ano. Confira a programação no bamboonet.com.br www.institutofigueiredoferraz.com.br.

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quinta-feira, 1 de setembro de 2011 Curadoria, Design, Editorial, arquitetura, arquitetura de escolas, arte, beleza, civilidade, clarissa arquitetura design, clarissa schneider, sustentabilidade, tendências, urbanismo | 11:22

Escola na capital da Noruega ensina a beleza de poder estudar em um ambiente contemporâneo, lúdico e acolhedor

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“O que quer que seja um ícone, deve ser perfeito. O que quer que seja perfeito deve ser lúcido. O que quer que seja lúcido deve ser simples. O que quer que seja simples deve ser ousado.”.  São com estas palavras que o escritório de arquitetura de Oslo, Reiulf Ramstad Arkitekter, abre seu perfil no site. A empresa tem um princípio: pensamento claro, design arrojado. E sua filosofia é criar arquitetura contemporânea caracterizada pela clareza de pensamento. A clareza, segundo eles, depende de duas coisas, análise e decisão. A primeira é uma questão de método e a segunda de mentalidade. “Quando a interpretação sensível de um local produz um conjunto de caracteres essenciais, abre-se à determinação criativa”. É assim que os arquitetos filosofam a respeito de seu trabalho. Produzindo desde projetos públicos, como o sistema de transporte para a capital da Noruega, até o Museu de Artes Decorativas e Design, dsenharam recentemente o Jardim de Infância Fagerborg, uma escola localizada em um parque no centro de Oslo. Composto por 3 volumes distintos e assimétricos, utiliza ripas de madeira, com grandes aberturas, proporcionando transições suaves entre o interior e o exterior. É lindo! No Brasil, a única escola espetacular que eu conheço é a Play Pen, em São Paulo, no Bairro do Morumbi. Desenhada a 4 mãos, por Marcio Kogan e Isay Weinfeld, foi contratada pela proprietária, Guida Machado. Vale a pena conhecer!

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segunda-feira, 29 de agosto de 2011 Catálogos, Design, Editorial, Gastronomia, arquitetura, arte, beleza, clarissa arquitetura design, coletiva arte clarissaschneider, tendências, tendências clarissa schneider | 11:05

abre amanhã, dia 30 de setembro, a primeira loja da Leicht, marca alemã de móveis espetaculares para cozinha

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Após meses de preparação para transformar o amplo espaço de 300m², na Av. Europa, na primeira loja da Leicht na América Latina, seus idealizadores - Alan Klauss, Bianca Borghetti, Juliana Thomazini, Thais Borghetti e Thiago Bruni – abrem as portas amanhã em uma festa para convidados e recebem a todos a partir de quarta-feira, 31/08. Ambientado pelo arquiteto Maurício Arruda, o showroom apresenta quatro modelos da coleção 2011 da marca, além parcerias como Gaggenau,  Smeg, Grohe, Mekal, Mont Blanc e Studio Vitty. Não deixe de conferir! LEICHT BRASIL Av. Europa, 593 – Jd. Europa, São Paulo.

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quarta-feira, 17 de agosto de 2011 Catálogos, Curadoria, Design, Editorial, Sem categoria, arquitetura, arte, beleza, clarissa arquitetura design, clarissa schneider, exposições, tendências, tendências clarissa schneider | 10:32

Tradicional no exigente mercado italiano de design, a Giorgetti estende sua marcenaria sofisticada também às casas brasileiras. Quem traz a marca para o Brasil é a Collectania

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É de mais de um século a história da Giorgetti, empresa italiana de marcenaria fina fundada em 1898 por Luigi Giorgetti. A marca ficou conhecida nos anos 1980 quando, vendo o mundo das artes em intensa agitação, Carlo Giorgetti – presidente e responsável pelo estilo e criação da marca – passou a firmar parcerias com artistas, arquitetos e urbanistas que ainda não tinham a experiência de desenhar móveis. Ao combinar  talento artístico com técnica extraordinária, a Giorgetti passou a lançar peças únicas que traziam na assinatura a personalidade dos criadores, dando à marca um estilo inédito. Trabalhando a madeira de maneiras diversas e com conhecimento de causa, superaram tendências e criaram peças atemporais. Em entrevista exclusiva, Carlo Giorgetti conta um pouco da história da empresa e dos planos para a chegada da marca no Brasil, pela Collectania. Veja mais: na edição de setembro da revista Bamboo, e nos sites giorgetti-spa.it e collectania.com.br

A Giorgetti é uma empresa tradicionalmente italiana, inclusive no sistema familiar de administração. Qual o seu lugar dentro da genealogia da empresa e qual a marca da sua administração?

CG A Giorgetti foi fundada em 1898, no coração da Brianza, pelo meu avô. Hoje a administração está na Terceira geração de nossa família; sou o presidente da empresa. Comecei a trabalhar aqui quando ainda era um menino de 14 anos e aos 19, com a perda do meu pai, eu fiquei com o desafio de dirigí-la completamente.

Quais são seus principais designers hoje?

CG Nossa marcenaria sofisticada e o cuidado que temos com os estofamentos vem sendo interpretado de diversas formas de acordo com o arquiteto que concebe os móveis. Chi Wing Lo, por exemplo, se caracteriza por um cuidado meticuloso com os detalhes e suas criações exprimem uma elegância linear, sóbria e leve; enquanto Léon Krier comunica bom gusto por meio da robustez e imponência dos desenhos. Massimo Scolari busca a perfeição e, com isso, dá vida a um móvel altamente sofisticado, não apenas esteticamente, mas também no que diz respeito à estrutura. Já Antonello Mosca tem o olhar voltado para as tendências do momento e Laura Silvestrini busca prioritariamente valorizar a técnica construtiva do produto.Nesse ano introduzimos dois designers novos, Andrei Munteanu, que se caracteriza por um toque de modernidade e uma tendência à modularidade; e Umberto Asnago, que é muito atento aos detalhes particulres e profundo conhecedor dos materiais usados no setor de móveis.

Quais são as peças mais significativas na história da empresa?

CG A Giorgetti tem uma série de ícones. O mais marcante é a Progetti (design do Centro de Pesquisas da Giorgetti, em 1987), cuja ideia nasceu de um detalhe: a alça de uma bengala, objeto que eu coleciono desde sempre. Um dia eu vi uma bengala de formato particular e aquilo chamou minha atenção. A partir daquela forma, nosso escritório de pesquisa e desenvolvimento criou uma das coleções mais importantes da marca, que tem como característica uma alça de pau-ferro.Especialmente inovador é o móvel Oli (design de Chi Wing Lo, 1995), que chama atenção por sua versatilidade e adaptabilidade a quase qualquer tipo de espaço. É um sistema modular multifuncional, extremamente racional e com infinitas possibilidades construtivas, como vitrine, estante, aparador, armário e criado.

Desde quando existia algum plano para vir ao Brasil?

CG Sempre tive verdadeira paixão pelo Brasil. Nos anos 1970 a Giorgetti produzia no país, principalmente pela facilidade de se encontrar as madeiras que usamos e para exportar para toda a América. Hoje em dia o Brasil é seguramente um país interessante por diversas razões: antes de tudo, é parte do BRIC e possui alto potencial de crescimento; depois disso, o brasileiro é um povo que tem um olhar curioso para a arquitetura e a estética, logo que saberá apreciar nosso produto.

Que coleções devem chegar ao Brasil?

CG Alguns de nossos produtos estarão disponíveis agora na Collectania, como poltrona icônica Progetti e as novas Arabella e Movius, apresentadas em todo o mundo. Além disso, estará disponível o sofá Maharaja e o móvel componível Oli, além da inovadora escrivaninha Erasmo.

Há planos de fazer parcerias com designers e arquitetos brasileiros?

CG O design brasileiro tem uma importante tradição com características bem particulares e eu acredito que é importante manter as tradições vivas. A Giorgetti, por exemplo, é uma empresa com mais de 100 anos de história, nascida em Meda, no coração da Brianza – terra famosa pela marcenaria sofisticada. Como a inovação e a experimentação são parte importante da nossa história, unir o design brasileiro às nossas criações pode ser uma boa ideia para o futuro. Veja mais: giorgetti-spa.ii; collectania.com.br e na edição de setembro da Bamboo.

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sexta-feira, 5 de agosto de 2011 Curadoria, Design, Editorial, Projetos, Sem categoria, arquitetura, arte, beleza, civilidade, clarissa arquitetura design, clarissa schneider, concurso, fotografia, natureza, publicações, sustentabilidade, tendências, tendências clarissa schneider, urbanismo | 10:18

conheça o projeto da Solo Houses, uma idéia revolucionária que abre portas para a inventividade sem limites

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A Solo Houses oferece soluções inovadoras para a sua segunda casa, com projetos desenhados por jovens arquitetos internacionais. Estes arquitetos recebem carta branca para criar o que desejarem, sem qualquer restrição orçamentária. A idéia é explorar todas as possibilidades dentro de pequenas coleções de 10 casas cada, prontas para usar. Segundo o conceito dos projetos, as casas devem estar integradas de forma coerente ao ambiente rural. Os arquitetos selecionados para participar da Solo Houses conhecem a “arquitetura experimental” e sua produção está na fronteira entre arquitetura e arte. Juntos, eles formam a vanguarda da arquitetura contemporânea do século 21. Entre eles, alguns participam regularmente em grandes eventos, como a Bienal de Veneza, e são referência em obras de arquitetura contemporânea.  Arquitetos como Sou Fujimoto, Didier Faustino, Studio Mumbai, MOS Office, Mésarchitecture e Rapin Saiz, entre outros, estão neste time. A primeira coleção será lançada na região da Matarranya, na Catalunha, Espanha. Aqui um aperitivo do que você vai encontrar entre os projetos, uma casa sensacional desenhada pelo arquiteto chileno Pezo Von Ellrichshausen Architects. Maiores informações sobre o conceito do projeto no site http://www.solo-houses.com/en/.

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