Arquitetura | Clarissa Schneider

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Arquivo da Categoria arquitetura

domingo, 22 de janeiro de 2012 Catálogos, Design, Editorial, arquitetura, arte clarissa schneider, beleza, civilidade, clarissa arquitetura design, coletiva arte clarissaschneider, decoração clarissa schneider | 12:21

Você também é fanático pelas lojinhas de museus? Veja aqui as novidades do MoMA, em Nova York

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Não conheço ninguém que ama design que não adore garimpar coisinhas nas lojas dos museus. Uma das minhas preferidas é a do MoMA, em NY. Constantemente abastecida com ítens funcionais e inteligentes, o MoMA Design Store é uma fonte inesgotável de produtos que tornam a vida dentro de casa muito mais interessante. Tudo lá tem curadoria, dos gadjets às jóias. Se você tiver planos de voar até lá, aproveite também para ver as novas exposições.

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sexta-feira, 25 de novembro de 2011 Projetos, Sem categoria, arquitetura, civilidade, clarissa arquitetura design, clarissa schneider, concurso, sustentabilidade, tendências, tendências clarissa schneider, transformação social, urbanismo | 09:52

projeto de baixo custo para casas pré-fabricadas desenhado pelo arquiteto Lelé vai para a gaveta por burocracia da Caixa Econômica

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No dia 23/11, a redação da revista Bamboo participou de mais um evento do arq.futuro, projeto que “tem como objetivo iluminar os diferentes papéis desempenhados pela arquitetura hoje, não apenas como expressão artística, mas também – e sobretudo – como elemento de transformação social.” Desta vez, o palestrante foi João da Gama Filgueiras Lima, mas conhecido como Lelé, cuja obra é reconhecida especialmente pelo conjunto de projetos que desenvolveu junto à Rede Sarah de hospitais. A maior parte de seu trabalho se encontra no eixo Rio-Salvador e se caracteriza especialmente pela busca da racionalização e da industrialização da arquitetura. Durante sua trajetória, chegou a propor métodos e processos de pré-fabricação de elementos construtivos inéditos no país, explorando a argamassa armada, em especial, e o aço. Na palestra esta semana, Lelé contou, para uma plateia recheada de estudantes, arquitetos e jornalistas,  que havia desenhado um projeto para o Programa Federal Minha Casa, Minha Vida com um custo de apenas R$500,00 o m2,  mas que não pode ser implementado, pois a Caixa Econômica Federal não poderia fazer convênio com um Instituto. Lelé é presidente do Instituto Brasileiro de Tecnologia do Habitat – IBTH, projetista dessa planta de baixo custo e sem fins lucrativos. Segundo ele, a idéia foi criada a pedido da própria presidente Dilma Roussef, porém, após sua concepção, o Instituto descobriu que nada sairia do papel. A proposta era de desenvolver prédios de estrutura mista metálica com argamassa armada que seriam fabricados no próprio local –  e pela população, que seria capacitada rapidamente. Segundo o arquiteto, 300 pessoas ergueriam 40 apartamentos em 45 dias. Não há palavras para tanta burocracia e falta de vontade do Estado em implementar ideias realmente transformadoras. Veja a palestra no site do arq.futuro.

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segunda-feira, 10 de outubro de 2011 Curadoria, Design, Sem categoria, arquitetura, arte, arte clarissa schneider, beleza, civilidade, coletiva arte clarissaschneider, exposições, galerias de arte | 18:51

Ronan e Erwan Bouroullec criam um tablado gigante no Victoria & Albert Museum, Londres, para observar a pintura de Raphael

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“Nossa intenção é propor uma abordagem diferente e casual para experimentar com liberdade o que pode ser um ambiente muito intimidante, como um museu. Concebemos uma espuma, forrada de linhos coloridos, com inclinações suaves para produzir um lounge sensual”, contam os irmãos Bouroullec sobre a instalação gigante que criaram para o salão que expõe as obras do Raphael, um importante artista da época do Renascimento, no V&A. Aqui o público pode sentar, deitar e rolar confortavelmente, observar as obras do grande artista italiano e meditar com liberdade sobre as questões da arte. Todo mundo pode mergulhar nessa instalação temporária, por um minuto, uma hora ou mais, essa é a idéia!  Nenhum esforço, nenhuma apreensão apenas contemplação. É lindo. Eu adorei! Esta obra faz parte do The London Design Festival 2011. Se você não foi, aprecie aqui. Maiores informações no site dos Bouroullec.


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quinta-feira, 1 de setembro de 2011 Curadoria, Design, Editorial, arquitetura, arquitetura de escolas, arte, beleza, civilidade, clarissa arquitetura design, clarissa schneider, sustentabilidade, tendências, urbanismo | 11:22

Escola na capital da Noruega ensina a beleza de poder estudar em um ambiente contemporâneo, lúdico e acolhedor

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“O que quer que seja um ícone, deve ser perfeito. O que quer que seja perfeito deve ser lúcido. O que quer que seja lúcido deve ser simples. O que quer que seja simples deve ser ousado.”.  São com estas palavras que o escritório de arquitetura de Oslo, Reiulf Ramstad Arkitekter, abre seu perfil no site. A empresa tem um princípio: pensamento claro, design arrojado. E sua filosofia é criar arquitetura contemporânea caracterizada pela clareza de pensamento. A clareza, segundo eles, depende de duas coisas, análise e decisão. A primeira é uma questão de método e a segunda de mentalidade. “Quando a interpretação sensível de um local produz um conjunto de caracteres essenciais, abre-se à determinação criativa”. É assim que os arquitetos filosofam a respeito de seu trabalho. Produzindo desde projetos públicos, como o sistema de transporte para a capital da Noruega, até o Museu de Artes Decorativas e Design, dsenharam recentemente o Jardim de Infância Fagerborg, uma escola localizada em um parque no centro de Oslo. Composto por 3 volumes distintos e assimétricos, utiliza ripas de madeira, com grandes aberturas, proporcionando transições suaves entre o interior e o exterior. É lindo! No Brasil, a única escola espetacular que eu conheço é a Play Pen, em São Paulo, no Bairro do Morumbi. Desenhada a 4 mãos, por Marcio Kogan e Isay Weinfeld, foi contratada pela proprietária, Guida Machado. Vale a pena conhecer!

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segunda-feira, 29 de agosto de 2011 Catálogos, Design, Editorial, Gastronomia, arquitetura, arte, beleza, clarissa arquitetura design, coletiva arte clarissaschneider, tendências, tendências clarissa schneider | 11:05

abre amanhã, dia 30 de setembro, a primeira loja da Leicht, marca alemã de móveis espetaculares para cozinha

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Após meses de preparação para transformar o amplo espaço de 300m², na Av. Europa, na primeira loja da Leicht na América Latina, seus idealizadores - Alan Klauss, Bianca Borghetti, Juliana Thomazini, Thais Borghetti e Thiago Bruni – abrem as portas amanhã em uma festa para convidados e recebem a todos a partir de quarta-feira, 31/08. Ambientado pelo arquiteto Maurício Arruda, o showroom apresenta quatro modelos da coleção 2011 da marca, além parcerias como Gaggenau,  Smeg, Grohe, Mekal, Mont Blanc e Studio Vitty. Não deixe de conferir! LEICHT BRASIL Av. Europa, 593 – Jd. Europa, São Paulo.

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quarta-feira, 17 de agosto de 2011 Catálogos, Curadoria, Design, Editorial, Sem categoria, arquitetura, arte, beleza, clarissa arquitetura design, clarissa schneider, exposições, tendências, tendências clarissa schneider | 10:32

Tradicional no exigente mercado italiano de design, a Giorgetti estende sua marcenaria sofisticada também às casas brasileiras. Quem traz a marca para o Brasil é a Collectania

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É de mais de um século a história da Giorgetti, empresa italiana de marcenaria fina fundada em 1898 por Luigi Giorgetti. A marca ficou conhecida nos anos 1980 quando, vendo o mundo das artes em intensa agitação, Carlo Giorgetti – presidente e responsável pelo estilo e criação da marca – passou a firmar parcerias com artistas, arquitetos e urbanistas que ainda não tinham a experiência de desenhar móveis. Ao combinar  talento artístico com técnica extraordinária, a Giorgetti passou a lançar peças únicas que traziam na assinatura a personalidade dos criadores, dando à marca um estilo inédito. Trabalhando a madeira de maneiras diversas e com conhecimento de causa, superaram tendências e criaram peças atemporais. Em entrevista exclusiva, Carlo Giorgetti conta um pouco da história da empresa e dos planos para a chegada da marca no Brasil, pela Collectania. Veja mais: na edição de setembro da revista Bamboo, e nos sites giorgetti-spa.it e collectania.com.br

A Giorgetti é uma empresa tradicionalmente italiana, inclusive no sistema familiar de administração. Qual o seu lugar dentro da genealogia da empresa e qual a marca da sua administração?

CG A Giorgetti foi fundada em 1898, no coração da Brianza, pelo meu avô. Hoje a administração está na Terceira geração de nossa família; sou o presidente da empresa. Comecei a trabalhar aqui quando ainda era um menino de 14 anos e aos 19, com a perda do meu pai, eu fiquei com o desafio de dirigí-la completamente.

Quais são seus principais designers hoje?

CG Nossa marcenaria sofisticada e o cuidado que temos com os estofamentos vem sendo interpretado de diversas formas de acordo com o arquiteto que concebe os móveis. Chi Wing Lo, por exemplo, se caracteriza por um cuidado meticuloso com os detalhes e suas criações exprimem uma elegância linear, sóbria e leve; enquanto Léon Krier comunica bom gusto por meio da robustez e imponência dos desenhos. Massimo Scolari busca a perfeição e, com isso, dá vida a um móvel altamente sofisticado, não apenas esteticamente, mas também no que diz respeito à estrutura. Já Antonello Mosca tem o olhar voltado para as tendências do momento e Laura Silvestrini busca prioritariamente valorizar a técnica construtiva do produto.Nesse ano introduzimos dois designers novos, Andrei Munteanu, que se caracteriza por um toque de modernidade e uma tendência à modularidade; e Umberto Asnago, que é muito atento aos detalhes particulres e profundo conhecedor dos materiais usados no setor de móveis.

Quais são as peças mais significativas na história da empresa?

CG A Giorgetti tem uma série de ícones. O mais marcante é a Progetti (design do Centro de Pesquisas da Giorgetti, em 1987), cuja ideia nasceu de um detalhe: a alça de uma bengala, objeto que eu coleciono desde sempre. Um dia eu vi uma bengala de formato particular e aquilo chamou minha atenção. A partir daquela forma, nosso escritório de pesquisa e desenvolvimento criou uma das coleções mais importantes da marca, que tem como característica uma alça de pau-ferro.Especialmente inovador é o móvel Oli (design de Chi Wing Lo, 1995), que chama atenção por sua versatilidade e adaptabilidade a quase qualquer tipo de espaço. É um sistema modular multifuncional, extremamente racional e com infinitas possibilidades construtivas, como vitrine, estante, aparador, armário e criado.

Desde quando existia algum plano para vir ao Brasil?

CG Sempre tive verdadeira paixão pelo Brasil. Nos anos 1970 a Giorgetti produzia no país, principalmente pela facilidade de se encontrar as madeiras que usamos e para exportar para toda a América. Hoje em dia o Brasil é seguramente um país interessante por diversas razões: antes de tudo, é parte do BRIC e possui alto potencial de crescimento; depois disso, o brasileiro é um povo que tem um olhar curioso para a arquitetura e a estética, logo que saberá apreciar nosso produto.

Que coleções devem chegar ao Brasil?

CG Alguns de nossos produtos estarão disponíveis agora na Collectania, como poltrona icônica Progetti e as novas Arabella e Movius, apresentadas em todo o mundo. Além disso, estará disponível o sofá Maharaja e o móvel componível Oli, além da inovadora escrivaninha Erasmo.

Há planos de fazer parcerias com designers e arquitetos brasileiros?

CG O design brasileiro tem uma importante tradição com características bem particulares e eu acredito que é importante manter as tradições vivas. A Giorgetti, por exemplo, é uma empresa com mais de 100 anos de história, nascida em Meda, no coração da Brianza – terra famosa pela marcenaria sofisticada. Como a inovação e a experimentação são parte importante da nossa história, unir o design brasileiro às nossas criações pode ser uma boa ideia para o futuro. Veja mais: giorgetti-spa.ii; collectania.com.br e na edição de setembro da Bamboo.

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sexta-feira, 5 de agosto de 2011 Curadoria, Design, Editorial, Projetos, Sem categoria, arquitetura, arte, beleza, civilidade, clarissa arquitetura design, clarissa schneider, concurso, fotografia, natureza, publicações, sustentabilidade, tendências, tendências clarissa schneider, urbanismo | 10:18

conheça o projeto da Solo Houses, uma idéia revolucionária que abre portas para a inventividade sem limites

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A Solo Houses oferece soluções inovadoras para a sua segunda casa, com projetos desenhados por jovens arquitetos internacionais. Estes arquitetos recebem carta branca para criar o que desejarem, sem qualquer restrição orçamentária. A idéia é explorar todas as possibilidades dentro de pequenas coleções de 10 casas cada, prontas para usar. Segundo o conceito dos projetos, as casas devem estar integradas de forma coerente ao ambiente rural. Os arquitetos selecionados para participar da Solo Houses conhecem a “arquitetura experimental” e sua produção está na fronteira entre arquitetura e arte. Juntos, eles formam a vanguarda da arquitetura contemporânea do século 21. Entre eles, alguns participam regularmente em grandes eventos, como a Bienal de Veneza, e são referência em obras de arquitetura contemporânea.  Arquitetos como Sou Fujimoto, Didier Faustino, Studio Mumbai, MOS Office, Mésarchitecture e Rapin Saiz, entre outros, estão neste time. A primeira coleção será lançada na região da Matarranya, na Catalunha, Espanha. Aqui um aperitivo do que você vai encontrar entre os projetos, uma casa sensacional desenhada pelo arquiteto chileno Pezo Von Ellrichshausen Architects. Maiores informações sobre o conceito do projeto no site http://www.solo-houses.com/en/.

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segunda-feira, 25 de julho de 2011 Catálogos, Curadoria, Editorial, Projetos, Sem categoria, arquitetura, arte, beleza, civilidade, clarissa arquitetura design, clarissa schneider, publicações, tendências, tendências clarissa schneider, urbanismo | 16:18

a BEI acaba de lançar o primeiro volume da série Caderno de Viagem – Paraty , assinado pelo historiador e desenhista Pablo de la Riesta

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Em meados do século 17, quando a vila de Paraty começava a se formar, a arquitetura urbana era constituída aos moldes do estilo colonial. As casas eram construídas uniformemente e, em certos casos, até padronizadas por Cartas Régias. Dimensões, altura dos pavimentos e alinhamentos com as edificações vizinhas eram exigências costumeiras, a fim de manter o estilo de moradia português. Conservado até hoje, o centro da cidade fluminense é um lindo exemplo dessa arquitetura. Para documentar o local,  o historiador e desenhista Pablo de la Riestra – argentino de Rosário e professor  da USP – assina o livro Caderno de Viagem – Paraty, o primeiro volume de uma série da BEI, que busca resgatar os mais importantes conjuntos arquitetônicos de nosso país. O livro propõe destacar as principais construções num equilíbrio entre documentação e arte. É quase um passeio pelas ruas. 31 desenhos detalhados representam edifícios isolados – civis ou religiosos – e quarteirões inteiros. “As representações em separado ajudam muito a entender a preciosidade e as especificidades dos prédios de Paraty”, ressalta o autor. Pequenos textos ainda embasam as características: um glossário indica as estruturas arquitetônicas mais comuns e um mapa localiza as casas e monumentos. Procure por mais detalhes no site da www.bamboonet.com.br .

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quinta-feira, 21 de julho de 2011 Catálogos, Curadoria, Design, Editorial, Projetos, Sem categoria, arquitetura, arte, beleza, civilidade, clarissa arquitetura design, clarissa schneider, concurso, exposições, galerias de arte, publicações, tendências, tendências clarissa schneider | 20:22

Fundação Bienal seleciona designers para identidade visual da 30a edição. Quem se aventura?

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Transportando o processo criativo para estratégias contemporâneas, a curadoria da 30a Bienal de Arte de São Paulo apresenta o novo formato para a criação da identidade visual da Bienal 2012. Quem está a frente da mudança é Luis Péres-Oramas, coordenador do grupo e curador de arte latino-americana do MoMa, André Severo, Tobi Maier e Isabela Villanueva. “Queremos dialogar com o espaço onde a Bienal acontece. Para isso, precisamos envolver os brasileiros no processo criativo”, explica Péres. O projeto propõe uma concepção coletiva durante workshop que envolverá 12 designers brasileiros escolhidos em seleção pública. Além deles, participam os curadores sitados acima e outros 5 designers os brasileiros Elaine Reis, Daniel Trench e Jair de Souza e a dupla de designers holandesa Armand Mevis e Linda Van Deursen. As inscrições acontecem entre 01/08 e 02/09 no site da Bienal. Já o workshop entre 03 e 07/10. Se você é artista gráfico, não perca esta oportunidade maravilhosa. Mais informações sobre o funcionamento do concurso no site  www.bamboonet.com.br

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quinta-feira, 26 de maio de 2011 Catálogos, Curadoria, Editorial, Sem categoria, arquitetura, arte, beleza, clarissa arquitetura design, coletiva arte clarissaschneider, exposições, galerias de arte, tendências | 09:57

abre hoje, dia 26 de maio, a exposição de Lucia Nogueira, na Galeria Leme, em São Paulo

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A Galeria Leme apresenta o trabalho de Lucia Nogueira, com 28 desenhos e aquarelas. Esta será a primeira  exposição da artista no Brasil.  Nadcida em Goiânia em 1950,  viveu e trabalhou em Londres onde faleceu em 1998. Lucia Nogueira estudou Comunicação e Jornalismo em Brasilia e,  em 1975,  viajou a Londres, onde cursou inicialmente o Chelsea School of Art e em seguida o Central School. Iniciou sua carreira pintando grandes telas expressionistas, mudando para a escultura na década de 80. Na época de sua morte aos 48 anos de idade, Lucia Nogueira era uma das principais referências da escultura no Reino Unido. Conforme escreveu João Fernandez “ Sua presença na cena da arte londrina era como um daqueles breves flashes de luz que não podem ser vistos, o trovão que não pode ser ouvido, mas que nos faz sentir  reverberando e transformando a dimensão de espaço em que estamos” . O artista Liam Gillick a descreveu “pegando coisas que estão próximas à mão e enchendo-as de maldade e magia “. Esta exposição é focada nos trabalhos em papel, que mostram uma sensibilidade extraordinária entre massa e espaço. Há também força e vulnerabilidade, escuridão, luz, vigor e delicadeza. Galeria Leme, Rua Agostinho Cantu, 88, São Paulo, www.galerialeme.com

Uma agenda atualizada das melhores galerias, você pode ver no site da BAMBOO: www.bamboonet.com.br

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