quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Sem categoria, arte, exposições, museus | 13:14
Constantin Brancusi, artista romeno nascido em fevereiro de 1876, de família de camponeses, foi o pioneiro da escultura abstrata, libertando-se da aparência das superfícies para revelar a beleza intrínseca dos materiais que utilizava, como a madeira e o mármore. Estudou na Escola de Artes e Ofícios de Craiova e, graças a uma bolsa, foi parar na Escola de Belas-Artes de Bucarest, entre os anos de 1898 e 1902. Em 1904, após um tempo em Munique, foi caminhando para Paris, onde viveu até o fim de sua vida. Recusou trabalhar com Rodin, pois desejava romper com o naturalismo. Mas, sua relação com artistas de vanguarda da época como Picasso, Léger e Modigliani, o incentivou a buscar um estilo próprio. Porque estou falando dele? Porque considero o maior escultor de todos os tempos, ao lado e Giacometti.(Brancusi falava que os maiores escultores do mundo eram os africanos e é evidente essa influência na sua obra). Pois faz alguns anos que o Centro Georges Pompidou, em Paris, anexou o Atelier Brancusi, que abriga esculturas do artista em um ambiente que recria as condições de trabalho e a luminosidade de seu estúdio de criação. Na calçada frontal do museu está o anexo onde podemos visitar esta obra-prima, até o dia 25 de janeiro de 2011, das 14h às 18h. Se você ainda não foi, vá. E reserve ao menos 1 hora para ficar lá, apenas contemplando e agradecendo a dica.


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Autor: Clarissa Schneider
Tags: arte, clarissa schneider, Constantin Brancusi, Museu Georges Pompidou
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