03/11/2009 - 16:42

O grupo Rede Amazônica lançou o projeto Amazon Sat Ambiental, um canal que promete uma programação dedicada à preservação do meio ambiente. O projeto é uma parceria com órgãos do governo como o Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia, empresas da região e ONGs como o Instituto Brasileiro de Defesa da Natureza. Além do conteúdo voltado para a sustentabilidade, a emissora anunciou que vai converter todas as emissões de carbono dos seus serviços, incluindo o transporte das equipes de reportagem e a energia elétrica gasta em seus processos. No site do canal é possível assistir ao vivo a programação e visualizar notícias, campanhas e pesquisas sobre meio ambiente. O Amazon Sat está disponível na TV aberta de 46 municípios da região amazônica e em vários pontos do país na TV por assinatura.
Autor: redacaocip - Categoria(s): Blog, Empresa privada
Tags: Amazônia, meio ambiente, sustentabilidade, TV
30/10/2009 - 08:44

A provocativa ação de guerrilha acima foi criada pela Agency59 para a prefeitura de Toronto. O luminoso, acoplado a um interruptor gigante, divulga o programa Live Green Toronto e foi instalado em pontos de ônibus. E pede para as pessoas desligarem assim que lerem o aviso. No site do programa, dicas para viver melhor, respeitando o meio ambiente e de forma mais saudável. Na verdade, o conceito que a prefeitura usa é que o bem estar – da cidade, do planeta – tem também a ver com vida saudável, fazer exercícios e cuidar da alimentação.
Autor: redacaocip - Categoria(s): Blog, Governos e Instituições Públicas
Tags: ação de guerrilha, internet, meio ambiente, mídia criativa, prefeitura, sustentabilidade, Toronto, vida saudável
29/10/2009 - 12:07

A Taeq, marca do Grupo Pão de Açúcar, está veiculando anúncios em várias cidades divulgando sua ação de sustentabilidade chamada Ciclo Verde. As embalagens de papelão descartadas nas estações de reciclagem dos supermercados Pão de Açúcar são separadas pela Cooperativa de Reciclagem Vira-Lata, que vende o papel separado para um reciclador – a empresa Papirus. A indústria gráfica adquire o papel reciclado e produz as embalagens que envolverão alguns produtos Taeq, que voltam às lojas do grupo para o consumo. No meio desse processo, ganha o meio ambiente com a economia de recursos naturais e também várias famílias de catadores que participam do projeto. Para 2010, a empresa anuncia que vai ampliar o leque da ação e reciclará vidro, metal e plástico.
Autor: redacaocip - Categoria(s): Blog, Empresa privada
Tags: meio ambiente, Pão de Açúçar, reciclagem, sustentabilidade, Taeq
30/07/2009 - 12:08

A segunda edição do prêmio de fotografia Pictet, que destaca assuntos relativos à sustentabilidade, já tem os 12 finalistas. No ano passado, na primeira edição do concurso, o fotógrafo baiano Christian Cravo ficou entre os finalistas da premiação. Este ano o tema foi o planeta Terra e eles concorrem a um prêmio de 100 mil francos suíços (cerca de R$ 175 mil), patrocinado pelo banco que tem o mesmo nome do concurso. A premiação será dia 22 de outubro na Suíça. Até lá os trabalhos dos finalistas serão exibidos em galerias de arte em Paris, Londres e Genebra. Segundo os organizadores, as fotos falam dos efeitos prejudiciais e muitas vezes irreversíveis da exploração dos recursos do planeta. Muitos dos trabalhos chamam atenção para a fonte de recursos que a sociedade consome diariamente sem questionar a origem. Como na foto acima, feita na Nigéria. Com informações da BBC.
Autor: redacaocip - Categoria(s): Empresa privada
Tags: fotografia, sustentabilidade
24/06/2009 - 17:35

A campanha de sustentabilidade do grupo Wal-Mart nos EUA levou Leão de Ouro em Cannes. Dirigida às mães, a iniciativa envolveu várias mídias diferentes – do tradicional merchandising na TV até blog e widgets (programas para a internet) que incentivavam a proteção ao meio ambiente. O desafio era transformar o Wal-Mart no local de referência para compra de produtos sustentáveis. Num dos widgets, a cada dez árvores virtuais plantada por uma mãe, uma verdadeira era plantada pelo Wal-Mart. No total, a empresa já plantou mais de 40 mil árvores e dobrou a venda de lâmpadas fluorescentes compactas (CFL). De acordo com a empresa, a economia de energia foi o equivalente a três centrais elétricas. E de uma forma geral, os produtos considerados de menor impacto ambiental tiveram suas vendas aumentadas. No Brasil, a rede de supermercados também está investindo em sustentabilidade. Leia mais aqui.
Autor: redacaocip - Categoria(s): Blog, Empresa privada, Sem categoria
Tags: campanha, Cannes, sustentabilidade, Wal-Mart
23/06/2009 - 15:55

A rede de supermercados Wal-Mart lançou hoje uma campanha nacional contra o uso de sacolas plásticas. O Saco é um saco! marca uma série de compromissos com o meio ambiente que a empresa pretende adotar no Brasil. O objetivo é incluir os fornecedores num pacto pela sustentabilidade, onde todos os integrantes da cadeia produtiva adotem práticas que respeitem o meio ambiente. De acordo com o consultor norte-americano Andrew Winston, autor do livro O Verde que Vale Ouro, é muito bom em tempos de crise investir em sustentabilidade porque reduz custos, economiza petróleo, energia e dinheiro. Sem contar que cria um valor para a marca e vende mais. Winston participou de um seminário realizado ontem pelo Wal-Mart.
Autor: redacaocip - Categoria(s): Blog, Empresa privada, Sem categoria
Tags: campanha corporativa, meio ambiente, sustentabilidade, Wal-Mart
12/06/2009 - 10:50


Mais carros significa menos ar puro. Mais indústrias poluindo o meio ambiente põem em risco a vida do planeta. Lançada na semana passada, a campanha Mais é menos do Instituto Akatu procura mostrar para a população que o consumo traz impactos sérios no meio ambiente. Criadas pela Lew’Lara\TBWA, as peças de mídia impressa mostram um carro inflado às custas de um arco-íris (Mais carro menos ar puro) e chaminés de fábricas que roubaram o ar de um peixe (Mais poluição menos vida). Em todas elas, uma mensagem de comando sobre o que o consumidor fazer no seu dia para contribuir com o meio ambiente: usar mais transporte público e comprar produtos de empresas que não degradam a natureza. Veja outras campanhas do Instituto Akatu aqui.
Autor: redacaocip - Categoria(s): Blog, Terceiro Setor
Tags: Instituto Akatu, Lew’LaraTBWA, meio ambiente, mídia impressa, sustentabilidade
08/06/2009 - 17:42

O Globo publicou, no sábado (6/06), uma reportagem sobre o contrato de parceria entre os índios tembé-ténêtéhar e a empresa C-Trade. Os índios serão pagos para preservar a floresta e seus recursos naturais por meio de projetos de sustentabilidade que permitirá, por exemplo, que se o projeto deixar de existir daqui a alguns anos, eles não precisarão voltar a desmatar. Terão aprendido a se tornar independentes da exploração predatória dos recursos naturais. De acordo com jornal, a C-Trade projeta um retorno financeiro para os índios de R$ 1 milhão anuais. A oferta feita aos índios prevê que eles ficarão com 85% das vendas do crédito de carbono no mercado internacional e os 15% restantes, com a empresa. Apenas um quarto da reserva será alvo do contrato. Neste sentido, a empresa inovou, pois ao invés de apenas doar o dinheiro e incluir na conta da responsabilidade social, ela foi além, e viu isso como um negócio. Para cada hectare de mata nativa preservada, calcula-se que quatro toneladas de gás carbônico (CO²) deixarão de ser jogados na atmosfera. Calcula-se que na reserva dos tembé, a Terra Indígena Alto Rio Guamá, no noroeste do Pará, estão 145,39 toneladas de carbono por hectare. Confira o vídeo gravado pela equipe de reportagem aqui .
Autor: redacaocip - Categoria(s): Blog, Cidadania, Empresa privada, Pesquisa
Tags: aquecimento global, C-Trade, carbono, meio ambiente, preservação, sustentabilidade, Terra Indígena Alto Rio Guamá
11/03/2009 - 17:12

A multinacional anglo-holandesa Unilever está contabilizando ganhos de imagem e também financeiros com a adoção de posturas voltadas para o interesse público e sustentabilidade nas suas estratégias mercadológicas. De acordo com o diretor mundial de marketing da empresa, o executivo Simon Clift, presente nesta quarta-feira (11) no Global Advertiser Conference, promovido pela pela Associação Brasileira de Anunciante e pela Associação Mundial de Anunciantes, em São Paulo, a empresa agora trabalha em conjunto com organizações como o Greenpeace para gerar benefícios para os consumidores. “Os consumidores estão cada vez mais seletivos e não perdoam marcas, produtos e serviços quando estes não estão de acordo com a nova ordem mundial”, disse Clift. Ele citou dados como a falta de água para 2,5 bilhões de pessoas nos próximos anos, a morte de uma pessoa a cada 10 segundos no mundo por diarréia e orçamento diário de US$ 2 para dois bilhões de pessoas para alertar as empresas. “Não podemos conviver com tantos problemas e não tomar uma atitude. A Unilever tem orçamento global de publicidade de dois bilhões de euros e nossa prioridade não é estimular vendas com apelos irreais. Queremos que nossas marcas estejam presentes na vida das pessoas com algo positivo e que contribua para uma vida melhor”, disse. Estes são trechos da matéria publicada pelo Propaganda & Marketing. Confira mais aqui.
A informação é confirmada no site do Greenpeace. De acordo com a organização, a Unilever concordou com uma espécie de moratória nas florestas do Sudeste Asiático e não vai mais promover a extração do óleo de palma usado pela Dove (marca de produtos da Unilever). A multinacional também atuou em conjunto com outras empresas e o governo indonésio para conter a extração predatória do óleo de palma. A decisão da Unilever foi tomada após duas semanas de campanha do Greenpeace (veja o filme aqui).
Autor: redacaocip - Categoria(s): Blog, Empresa privada
Tags: Greenpeace, palestra, sustentabilidade, Unilever
02/03/2009 - 10:14

O caderno Vida & Sustentabilidade, publicou uma reportagem especial sobre um problema ambiental que já preocupa muitas cidades: as embalagens plásticas usadas largamente no comércio, especialmente em supermercados O Brasil produziu cerca de 18 bilhões de sacolas plásticas em 2007, a maioria fabricada com polietileno – produto derivado do petróleo que demora aproximadamente 500 anos para se decompor. Mais de 1 bilhão de sacolas são distribuídas todo mês pelos supermercados; 80% delas viram sacos de lixo doméstico e vão parar em aterros sanitários. Para tentar minimizar esse impacto, têm surgido no mercado campanhas com o objetivo de reduzir o uso das sacolas de plástico ou substituí-las por material oxibiodegradável, biodegradável e até retornável.
Iniciativas como a conscientização de funcionários para otimizar o uso das embalagens, venda de sacolas retornáveis e incentivo à coleta seletiva têm sido adotadas em São Paulo para tentar reduzir o consumo do plástico. Uma rede atacadista, por exemplo, cobra dos clientes R$ 0,12 por sacola plástica, prática comum em outros países. Situação contrária está sendo testada em Salvador (BA) e no Recife (PE), onde uma rede nacional de supermercados concede desconto de R$ 0,03 aos clientes para cada sacola não usada. Em Guarulhos, na Grande São Paulo, foi sancionada em janeiro uma lei que obriga os estabelecimentos comerciais do município a utilizar embalagens plásticas biodegradáveis ou sacolas reutilizáveis para acondicionar produtos e mercadorias. Os estabelecimentos terão seis meses para se adaptar e, caso não cumpram, ficam sujeitos ao pagamento de multa de R$ 1.900.
Países europeus e, mais recentemente, africanos, asiáticos, os Estados Unidos e a Austrália adotaram políticas para tentar reduzir o consumo de sacolas plásticas. Apesar de recentes, algumas dessas medidas conseguiram mudar o hábito dos moradores e diminuir o uso do produto. A Irlanda foi um dos pioneiros em estabelecer taxa para as sacolinhas, em 2002. Com a cobrança, o país conseguiu reduzir em 90% o consumo desse tipo de embalagem plástica. Bangladesh também vetou o ingresso de sacolinhas plásticas em seu território, substituindo-as pelas de juta. A política foi adotada depois que a poluição provocada pelas sacolas chegou ao ponto de obstruir afluentes do Rio Ganges e prejudicar o sistema de drenagem da capital Daca. Na Alemanha e Holanda, a maioria dos supermercados substitui a sacola plástica pela de papelão. Na Itália, as sacolinhas de plástico serão proibidas a partir de 2010. Os supermercados, que já cobram cerca de 0,05 por unidade, só poderão fornecer modelos biodegradáveis. O país sedia uma das maiores empresas produtoras de sacolas biodegradáveis do mundo.
Autor: redacaocip - Categoria(s): Blog, Jornalismo Público
Tags: meio ambiente, reportagem, sacolas plásticas, sustentabilidade