Preconceito | Comunicação de Interesse Público
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10/12/2012 - 17:20

Um lugar melhor

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Hoje, 10 de dezembro, é o Dia Internacional dos Direitos Humanos. E a Organização das Nações Unidas, em parceria com a ONG Playing For Change, lançou o clipe da música A Better Place que é executada por 46 músicos de várias regiões do mundo. O objetivo é deflagrar, a partir da viralização do clipe na internet, uma discussão sobre como a música pode ser usada para aumentar a conscientização sobre as questões de desigualdade social e econômica com base em raça, religião, etnia e gênero. Desde 2008, a Playing For Change lança ações parecidas: o clipe Stand By Me foi assistido mais de 100 milhões de vezes no YouTube.

Playing for Change é uma organização multimídia, sem fins lucrativos, criadao para inspirar, conectar e trazer paz ao mundo através da música.  A idéia do projeto surgiu de um grupo que fazia um documentário sobre músicos de rua em diferentes cidades do mundo. Segundo a organização, a música tem o poder de atravessar fronteiras e superar a distância entre as pessoas. “Sejam as diferenças geográficas, políticas, econômicas, espirituais ou ideológicas, a música tem o poder universal de transcender e unir a todos como um só povo”, diz o site da Playing for Change.

Dica da Gabriela Santoro.

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Autor: redacaocip - Categoria(s): Cidadania, Educação, Governos e Instituições Públicas, Miscelânea, Terceiro Setor Tags: , , , , , ,
21/09/2012 - 17:34

Menino com Down vira modelo em ação contra o preconceito

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Uma das maiores empresas de varejo da Grã-Bretanha, a  Marks & Spencer, que tem mais de 700 lojas espalhadas no Reino Unido e está presente em outros 40 países, deu o exemplo e resolveu derrubar alguns preconceitos em suas campanhas publicitárias para crianças. O pequeno Sebastian, 4 anos, portador de Síndrome de Down foi contratado como modelo a partir de uma reclamação de sua mãe, Caroline Branco. Ela sugeriu à empresa que mudasse o padrão de beleza dos modelos usados para promover a venda de produtos infantis.

Segundo Caroline, esse padrão das peças publicitárias reforça o sentimento de isolamento das famílias com crianças portadoras da Síndrome de Down. A Marks & Spencer concordou. ”Espero que as pessoas percebam que vivemos como qualquer outra família. Sebastian  canta, dança, encanta todo mundo. Não quero que pensem que é uma tragédia (ter um filho com Síndrome de Down), porque a realidade está muito longe disso”, disse Caroline Branco, em entrevista à BBC (confira a reportagem aqui).

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Autor: redacaocip - Categoria(s): Cidadania, Empresa privada, Miscelânea, Saúde Tags: , , , ,
24/04/2012 - 17:59

Mudando a cara do preconceito

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Na ficção, frequentemente deformidades são usadas para caracterizar os vilões. Na vida real o estereótipo atinge em cheio as vítimas de queimaduras, acidentes e cicatrizes. O filme criado pela DDB de Londres para a ONG Changing Faces cutuca o preconceito mostrando um homem com a face desfigurada em uma situação cotidiana.

Além da campanha em filme e redes sociais, a ONG quer que as pessoas assinem uma petição onlinepara mudar o estereótipo no cinema. A ideia é convencer a indústria cinematográfica a criar personagens com alguma deformidade facial mas com o comportamento normal – sem parecer vítima nem vilão.

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Autor: redacaocip - Categoria(s): Saúde, Terceiro Setor Tags: , , ,
17/02/2012 - 10:04

Rio Carnaval sem Preconceito

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Lançada esta semana (15/02) pela Prefeitura do Rio de Janeiro, a campanha “Rio Carnaval Sem Preconceito” fala sobre respeito e diversidade. A campanha, que começou no ano passado, foi criada pela Coordenadoria Especial da Diversidade Social (CEDS). A ação está sendo veiculada na TV Globo e propõe tolerância zero contra o preconceito. O samba-enredo foi composto por Arlindo Cruz e Luana Carvalho.

O videoclipe da campanha tem a participação de gente conhecida das escolas de samba, atrizes e as cantoras Beth Carvalho, Angela Ro Ro e Teresa Cristina. A direção do videoclipe é de Gabriel Mellin (Rio Cinema Digital). A versão para a TV pode ser conferida no site da Rede Globo.

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Autor: redacaocip - Categoria(s): Cidadania, Governos e Instituições Públicas, Violência Tags: , , ,
27/10/2011 - 17:16

Quem vê cara..

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Olhando só a imagem, sem ler o texto do cartaz, você saberia dizer qual dos dois jovens se envolveu em crimes? Pois é, ambos. O alerta é da Foundation for Youth Development (FYD), da Nova Zelândia. A instituição desenvolve programas educacionais e de capacitação profissional. A campanha criada pela Ogilvy para buscar mais doaçoes para a FYD  reforça a idéia de que a  entidade atende indistitamente todos os jovens.

Uma das maiores preocupações da Fundação é com o aumento do desemprego entre os jovens neo-zelandezes. Segundo estatísticas recentes, o número de desempregados com idade entre 15 -19 anos está em 27,5%  e aqueles com idade entre 20-24, 13,5%.

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Autor: redacaocip - Categoria(s): Educação, Terceiro Setor Tags: , , ,
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