A cidade que vai sediar a próxima conferência mundial sobre o clima mudou de nome. Pelo menos na esperança de novos tempos para o planeta. O movimento que busca a adesão da população do mundo todo um novo acordo sobre o clima, fez uma brincadeira com o nome da capital da Dinamarca, Copenhagen, que virou Hopenhagen (acrescentando a palavra hope, esperança em inglês). A idéia – lançada no último festival de Cannes pela ONU, a International Advertising Association (IAA) e uma coalizão de empresas de mídia, comunicação e publicidade – é pressionar os líderes mundiais a assinarem o pacto em dezembro, durante a conferência. Daí os slogans somos todos cidadãos de Hopenhagen e quando as pessoas lideram, os líderes acompanham. As peças foram criadas pela WPP’s Ogilvy & Mather. O trabalho digital é da MDC Partner’s Colle+McVoy e o serviço de promoção e relações públicas do Omnicom Group’s Ketchum. Os principais financiadores da campanha são a Coca-Cola, Siemens e SAP. Todos os filmes da campanha Hopenhagen podem ser conferidas no canal da campanha no YouTube. No Twitter e no Facebook, estão sendo postadas notícias sobre o clima e o movimento. Vale a pena dar uma conferida também no site e aproveitar para assinar a petição online. Com informações do The Inspiration Room.
Na Galeria Nacional de Londres, a agência Ogilvy de Frankfurt substituiu imagens de mulheres rechochudas nas telas de pintores consagrados como Monet, Boucher e Ingres por versões esqueléticas. A ação de guerrilha foi criada para a National Association of Anorexia Nervosa and Associated Disorders (ANAD) com o objetivo de denunciar a magreza excessiva preconizado pelo mundo da moda. Com a campanha, o site da associação registrou 15% de aumento no número de visitantes.
A agência Ogilvy criou bilhetes de raspadinha solidária para angariar doações para o Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (Graacc). Na peça aparece o rosto do menino César Oliveira da Silva, de oito anos, que se encontra em tratamento de leucemia no Instituto de Oncologia Pediátrica mantido pelo Graacc. A medida que o bilhete é raspado, o garoto ganha cabelos. No verso, informações a respeito do trabalho do Graacc e as instruções para que os interessados possam colaborar com a causa e auxiliar no tratamento de milhares de crianças e jovens. A idéia é distribuir dez mil peças em 50 pontos da cidade de São Paulo como centros comerciais, restaurantes, bares e padarias.
Numa alusão aos presidentes da Venezuela, Hugo Chavez, de Cuba, Raul Castro, e do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, caricaturas ilustram a bem humorada campanha de mídia impressa da International Society for Human Rights (ISHR). Sem texto ou slogans, as peças criadas pela Ogilvy de Frankfurt (Alemanha) mostram os presidentes, frequentemente denunciados por violações aos Direitos Humanos, acuados por um mouse. O objetivo é mostrar aos internautas que têm o poder de mobilização, com um clique, no site da organização. E, engrossando a lista dos protestos podem fazer com que os líderes mundiais sejam constrangidos a cessar as violações.
Os anúncios acima, criados pela Ogilvy para a Femama (Federação Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama) começaram a ser veiculados ontem (29/4) e são voltados para os homens. O texto, dirigido a eles, pede que convençam as mulheres da importância da mamografia. As peças marcam também a data como o Dia Oficial de Combate ao Câncer de Mama, em virtude da entrada em vigor da Lei 11.664/2008, que determina a realização gratuita de exames de mamografia para todas as mulheres acima de 40 anos, pela rede pública de saúde do País. Várias ações de mobilização foram deflagradas em Brasília, São Paulo e Salvador. O câncer de mama atinge 48 mil mulheres por ano no Brasil. A iniciativa conta com o apoio do Instituto Avon. Hoje, haverá a exibição de um merchandising sobre a doença na novela Caminho das Índias da Rede Globo.
Imagens reais foram usadas nesta campanha para convencer a população argentina a aderir à mobilização internacional Hora do Planeta (60 Hearth Hour) marcada para o dia 28 de março – simultaneamente, em vários pontos do planeta, as luzes serão apagadas durante uma hora numa manifestação contra o aquecimento global. Em outdoors e anúncios de mídia impressa, a Ogilvy usou fotografias de degelo das calotas polares, enchente e seca para mostrar que os efeitos do aquecimento global já estão presentes. O texto diz: para não ver mais estas imagens, apague a luz. As peças foram criadas para a Fundación Vida Silvestre Argentina.
Abuso de álcool na Nova Zelândia é um problema sério entre os jovens. A nova campanha do Auckland City Council, criada pela Ogilvy, usa o humor para passar uma mensagem séria: antes de beber, pense em como vai voltar para casa. No filme, os astronautas estão bêbados enquanto exploram o solo lunar, para desespero da central de controle aeroespacial que não sabem como trazê-los de volta à Terra. O viral é sucesso no YouTube. A campanha foi criada para um momento político especial para a Nova Zelândia. O governo está estudando mudanças na legislação de trânsito. Atualmente o índice de teor alcóolico no sangue permitido é 0,8 ml de álcool por litro de sangue – o equivalente a sete copos 330 ml de cerveja (limite para um homem) ou seis taças de vinho (mulheres). O governo quer baixar para o equivalente a 0,5 ml de álcool por litro de sangue, o mesmo índice tolerado pela vizinha Austrália – equivale a duas cervejas de 330 ml para um homem e uma para mulheres. No Brasil, a legislação mudou no ano passado. No Brasil, o limite é 0,2 ml por litro de sangue.
Os dados alarmantes são da OroVerde, uma ONG da Alemanha. O texto do cartaz alerta que existem muitos tipos de destruição das florestas. E todo o tipo de animais ou plantas são afetadas. A cada hora, três tipos de animal ou planta são extintos. Para ilustrar a agência Ogilvy de Frankfutt criou máquinas de devastação com garras e pinças, como se fossem adaptadas a cada ecossistema do planeta. A campanha inclui também um jogo online, Jungle Race.
Usar uma imagem de anzol para denunciar as artimanhas que acabam por aprisionar o consumidor já se tornou comum em campanhas que denunciam a ação da indústria tabagista (veja aqui). Agora a mesma idéia é usada nesta campanha contra o alcoolismo criada pela Luvi Ogilvy de Saint Denis, Reunion (França) para a Association Nationale de Prevention en Alcoologie e Addictologie (ANPAA) e Caisses Générales de Securité Sociale (CGSS). O anzol feito de bebida, dentro de um copo, é um alerta para que as pessoas lembrem que um drinque sempre puxa outro. O texto diz: Não é preciso ser um alcoolico para saber que o primeiro drinque é o mais fácil de recusar. É sua escolha se manter longe do anzol.
A prefeitura de Auckland (Nova Zelândia) colocou ilustrações gigantes em esquinas das ruas mais movimentadas da cidade. As imagens mostram buracos com lava incandescente, tubarão, cobra, crocodilo e despenhadeiro. Ao lado delas, o texto alerta que 70% dos acidentes envolvendo pedestres ocorrem em ruas movimentadas. A campanha de segurança no trânsito, criada pela Ogilvy, tem por objetivo alertar as pessoas a tomar cuidados simples, como olhar se vem carro ao atravessar as ruas. Os pedestres representam 24% das vítimas fatais ou gravemente feridos em acidentes rodoviários em Auckland. A maioria dos acidentes acontece durante o dia.
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