iG

Publicidade

Publicidade

30/06/2010 - 11:35

Anvisa divulga novas regras para a publicidade de guloseimas

Compartilhe: Twitter

As empresas terão 180 dias para se adequar às novas regras de publicidade para bebidas e alimentos, especialmente as chamadas guloseimas (aqueles que têm alto teor de gordura e sódio). A resolução estabelece novas regras para a publicidade e a promoção comercial desses alimentos. De acordo com a Anvisa, o objetivo é proteger os consumidores de práticas que possam, por exemplo, omitir informações ou induzir ao consumo excessivo. Com a nova resolução da Agência, ficam proibidos os símbolos, figuras ou desenhos que possam causar interpretação falsa, erro ou confusão quanto à origem, qualidade e composição dos alimentos. Também não será permitido atribuir características superiores às que o produto possui, sugerir que o alimento é nutricionalmente completo ou que seu consumo é garantia de uma boa saúde. As novas regras são mais duras para os produtos que miram no público infantil. Estudos internacionais demonstram que a vontade das crianças pesa na escolha de até 80% das compras feitas pela família. Em maio de 2010, a Organização Mundial da Saúde (OMS), recomendou que os países adotassem medidas para reduzir o impacto do marketing desses alimentos sobre as crianças. Confira a íntegra da nova legislação aqui.

Notas relacionadas:

  1. Novas regras para publicidade de bebida alcoólica
  2. Artigo: competência da Anvisa para regulamentar publicidade
  3. Nestlé divulga mudanças na publicidade para crianças
Autor: redacaocip - Categoria(s): Governos e Instituições Públicas, Miscelânea Tags: , , , ,
26/10/2009 - 16:11

Pesquisa mostra relação do marketing de cereais com a obesidade infantil nos EUA

Compartilhe: Twitter

imagem

A reportagem é da revista Time (leia no original aqui). De acordo com a matéria, uma pesquisa do Yale’s Rudd Center for Food Policy and Obesity mostra que as campanhas de marketing mais agressivas, voltadas para o público infantil, são as de marcas de cereais menos saudáveis. De acordo com os pesquisadores, anualmente, crianças de 2 a 5 anos assistem 507 anúncios de cerais dirigidos a elas. A pesquisa será detalhada hoje no encontro anual da Obesity Society’s (uma associação científicaque discute a obesidade). Cerca de um terço das crianças americanas são obesas. Um estudo publicado na edição de julho da revista Psicologia da Saúde revelou que crianças entre 7 e 11 anos que assistiram a um desenho animado onde eram veiculados anúncios de alimentos comeram 45% a mais do que crianças que assistiram ao mesmo programa sem anúncios.

Notas relacionadas:

  1. Campanha contra obesidade infantil gera polêmica
  2. UNIFESP: publicidade é vilã da obesidade infantil
  3. Banir anúncios de fast food reduziria obesidade infantil
Autor: redacaocip - Categoria(s): Governos e Instituições Públicas, Miscelânea Tags: , , ,
25/08/2009 - 16:26

Acordo restringe publicidade de alimentos infantis

Compartilhe: Twitter

Um acordo firmado entre 24 grandes empresas do setor de alimentos, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), em parceria com a Associação Brasileira de Anunciantes (ABA), resultou em um código de conduta que vai disciplinar a publicidade dirigida ao público infanto-juvenil. Entre as empresas que aderiram voluntariamente estão a Coca-Cola, Unilever, Nestlé e Sadia. Elas deixarão de fazer publicidade diretamente para crianças e pré-adolescentes. Com isso, o público-alvo de suas campanhas passarão a ser os pais. De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, a Abia usou diversos estudos científicos para convencer os associados à entidade e à ABA da importância de criar restrições à publicidade de alimentos e bebidas para as crianças. Países como Estados Unidos, Canadá e parte da União Europeia (UE) já criaram regras para tirar o público infantil do foco das empresas e agências de publicidade. O blog Crianças e Mídia traz a íntegra do código de conduta.

Notas relacionadas:

  1. Guloseimas infantis: propaganda na berlinda
  2. Estudo alerta para alimentos infantis industrializados
  3. Câmara debate publicidade de produtos infantis
Autor: redacaocip - Categoria(s): Empresa privada, Miscelânea Tags: , , ,
10/08/2009 - 11:33

McDonald’s cria área para estimular exercício físico em lanchonetes

Compartilhe: Twitter

De olho nas críticas de que oferece alimentação que estimulam a obesidade infantil, o McDonald’s vai trazer ao Brasil, em setembro, o novo conceito Ronald Gym de restaurante que oferece uma área de lazer que favorece a atividade física junto à área de alimentação. O espaço é destinado a crianças e adolescentes de 3 a 14 anos e terá quadra de minibasquete, parede de escalada, pebolim eletrônico e bicicletas ergométricas. A novidade chega primeiro em Sorocaba. O projeto inclui cuidados com acessibilidade e para isso a unidade terá piso tátil, rampas, mesas no térreo e balcão adaptado para portadores de necessidades especiais. A estrutura do Ronald Gym será de vidro para captar a luz natural e iluminar a loja durante o dia. É mais uma tentativa da rede de fast-food em amenizar a imagem de vilã da obesidade infantil, um problema mundial que vem despertando críticas de especialistas, associações de defesa do direito do consumidor e autoridades sanitárias. Recentemente, o Ministério Público Federal de São Paulo ingressou, até agora sem sucesso (a liminar foi negada), com uma ação para proibir a venda ou distribuição de brindes como os do McLanche Feliz.

Notas relacionadas:

  1. EUA: alerta aos pais contra obesidade infantil
  2. “Campanha contra obesidade infantil tem de ter impacto”
  3. Obesidade infantil é um peso que se leva para vida toda
Autor: redacaocip - Categoria(s): Empresa privada, Miscelânea Tags: ,
16/06/2009 - 12:02

Ministério Público Federal quer proibir a distribuição de brindes infantis por redes de fast food

Compartilhe: Twitter



O Ministério Público Federal de São Paulo ingressou ontem (15/06) com uma ação civil pública que pede a suspensão da distribuição de brindes nos lanches voltados para o público infantil das redes McDonald’s, Bob’s e Burger King. De acordo com o MPF, as lanchonetes usam os brinquedos para atrair as crianças para a compra dessas promoções, estimulando a obesidade infantil. O procurador da República Márcio Schusterschitz da Silva Araújo alega que os lanches, compostos por hambúrgueres, batatas fritas e refrigerantes, fazem do brinquedo “um prêmio” para o consumo de alimentos de alto teor calórico e baixo valor nutricional. Caso a ordem seja acatada, tradicionais promocionais como McLanche Feliz, Lanche Bkids e Trikids poderiam deixar existir – ou, no mínimo, deixar de distribuir os brinquedos-surpresa que acompanham os respectivos “trios”. O pedido foi feito em meio à preocupação global sobre a ligação entre fast-food e doenças como a obesidade, diabetes e hipertensão. Desde 2006, o governo estuda medidas para conter a publicidade de guloseimas voltada para o público infantil com a publicação da proposta de Consulta Pública nº 71 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Países como Inglaterra, França, Austrália e os EUA já estão discutindo regras rígidas para o marketing desse tipo de produto.

Notas relacionadas:

  1. Guloseimas infantis: propaganda na berlinda
  2. Fast foods na mira do Instituto de Defesa do Consumidor
  3. Banir anúncios de fast food reduziria obesidade infantil
Autor: redacaocip - Categoria(s): Governos e Instituições Públicas, Miscelânea Tags: , , , ,
Voltar ao topo