NovaSB | Comunicação de Interesse Público - Part 2
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18/06/2012 - 17:43

Campanha reduz mortes no trânsito em SP

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Os filmes acima são alguns da campanha de Proteção ao Pedestre da Prefeitura de São Paulo (veja todos aqui) que em dez meses reduziu em 38,4% as mortes por atropelamento. A campanha é assinada pela nova/sb, que criou o personagem Homem-Faixa para interagir com a população e dar dicas sobre prevenção de acidentes.

A média de mortes por atropelamentos é de 650 pessoas por ano atropeladas. A meta é conseguir que este número caia 50%.

Além da campanha educativa, a prefeitura realizou ações como a implementação e revitalização de 16 mil faixas de travessia, instalação de mais de 560 semáforos de pedestres e câmeras da CET para autuar infratores. Confira tudo sobre o Programa de Proteção ao Pedestre aqui.

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Autor: redacaocip - Categoria(s): Governos e Instituições Públicas, Miscelânea, Trânsito Tags: , , , ,
14/06/2012 - 17:33

Todo doador de sangue é um herói

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Cada doação de sangue pode salvar até três vidas. A campanha criada pela nova/sb para o Dia Mundial do Doador de Sangue da Organização Mundial de Saúde (OMS) traduz a importância dessa ação comparando-o a um ato digno de um super-herói. Tanto a animação como as peças gráficas mostram tubos que desembocam em uma bolsa de sangue. No trajeto formam imagem de homem, mulher e casal.

A campanha tem por objetivo estimular a doação de sangue como um hábito. Cerca de 92 milhões de doações são feitas todos os anos no mundo – a maioria por voluntários. Entretanto, desse total, 30 milhões realizam o procedimento uma única vez e não retornam aos hemocentros para novas doações. Atualmente, apenas 62 países têm bancos de sangue capazes de atender às próprias necessidades.

Foi a segunda vez que a nova/sb venceu a concorrência internacional para criar a campanha (a outra foi no ano passado, confira aqui). A agência, aliás, é a única brasileira a ser convidada pela OMS a participar de suas concorrências (já para o Dia Mundial de Saúde, Dia Mundial Sem Tabaco em 2008 e 2010).

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Autor: redacaocip - Categoria(s): Miscelânea, Saúde Tags: , ,
27/09/2011 - 12:50

Sobre o papel social da publicidade

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Por Marcus Flora*

É crescente em todo o mundo a preocupação relacionada à responsabilidade ambiental e social ligada aos direitos humanos. É como se a humanidade estivesse despertando para os danos causados não só à sua espécie, mas, também, às outras espécies e ao meio em que vivemos. Entretanto, isso não elimina o paradoxo de haver um aumento do consumo, da exploração do limite dos recursos naturais e, até mesmo, do aproveitamento inescrupuloso de temas caros, como a defesa do meio ambiente, da sustentabilidade e da solidariedade, agravando mais uma situação no mínimo temerária em que nos encontramos como civilização.

Como este é um blog de Comunicação de Interesse Público, vamos focar em como uma área específica desse conjunto se comporta diante desse paradoxo.

Há um debate amplo sobre o engajamento de agências de publicidade e de veículos de comunicação nas ações de sustentabilidade. Para muitos, esse engajamento é mero marketing enganador, cujas ações visam não o objeto da propaganda, e sim, o aumento das vendas e a valorização da marca de quem a contrata ou patrocina. Para outros, fazer o que se faz hoje é o limite possível em que agências e veículos podem se engajar, pois a vontade final é do cliente.

O paradoxo na comunicação tenderá a se manter, enquanto ele não for resolvido na sociedade. A publicidade consciente deve se preocupar com qual lado que ela quer que esse paradoxo seja resolvido: se o que faz de todas as ações do ser humano uma mercadoria, ou se o que humaniza a mercadoria. E, a partir daí, definir como a comunicação pode ajudar.

Algumas agências têm procurado colaborar para a solução desse dilema. Por vezes, suas ações são vistas como ingênuas e até como antipropaganda, por buscar associar excelência no atendimento tradicional a seus clientes, públicos ou privados, com engajamento real, seja na criação da propaganda, seja na tomada de atitudes próprias que reforçam essa visão responsável.

A nova/sb, patrocinadora deste blog de Comunicação de Interesse Público, é um bom exemplo de que a publicidade não pode mais se guiar pelo laissez-faire, laissez-passer, quando o assunto é o papel social da comunicação. Ainda que o blog já fosse suficiente para dar sua contribuição, ela aposta em que o setor pode mais. E assim, simultaneamente, promove duas ações desprendidas.

Primeiro, em parceria com instituições como o Congresso Nacional, o Hospital do Câncer de São Paulo e outras, apresentou ao público a exposição “Propagandas de Cigarro – Como a indústria do fumo enganou as pessoas”, um exemplo de como a liberdade de expressão comercial é um conceito que precisa ser mais bem definido, pois as peças veiculadas entre as décadas de 1920 e 1950 mostram os meios escusos utilizados pela indústria do tabaco para propagar seu produto, considerado amplamente nocivo à saúde.

A outra iniciativa foi o lançamento da nova/batata, agência pop-up que durante três meses atendeu pequenos comerciantes de um dos lugares mais tradicionais, porém abandonado na vida paulistana: o Largo da Batata. Jamais em sua história aqueles microempresários imaginariam que a publicidade pudesse ter algum valor para seus negócios.

A nova/batata deu oportunidade a 16 estudantes de comunicação e a experiência ajudou o diversificado comércio local a se reerguer, aumentar suas vendas e suas responsabilidades junto aos clientes, apostando em melhor atendimento e melhor qualidade dos produtos e serviços. Foi um caso típico de ganha-ganha, em que a publicidade, o comerciante e o “freguês” ganharam.

Esses são exemplos da função social que uma agência de publicidade pode ter, ajudando em muito seus clientes e, de quebra, dando uma mãozinha para resolver o paradoxo em favor do interesse geral da sociedade.

*Marcus Flora é diretor da nova/sb-RJ, consultor de publicidade e foi secretário-adjunto da Secretaria de Comunicação da Presidência da República.

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08/09/2011 - 09:11

Campanha para evitar mortes por atropelamento em SP

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“O desrespeito pela faixa de pedestre mata duas pessoas por dia na cidade de São Paulo. A partir de agora, desrespeito à faixa dá multa e pontos na carteira”. Esta é a mensagem da campanha de Proteção aos Pedestres da Prefeitura de São Paulo, criada pela nova/sb. No primeiro filme, de uma série de cinco e um teaser que está no ar desde domingo, o espectador conhecerá a “Faixa de Pedestre”, personagem criado para atrair a atenção do público quanto ao principal problema enfrentado atualmente no trânsito de São Paulo: as mortes por atropelamento. Na cidade, morrem em média 650 pessoas por ano atropeladas. Tanto motoristas como os pedestres simplesmente ignoram as 90 mil faixas de pedestres espalhadas pela cidade. “Essa é a triste conclusão de um estudo inédito que solicitamos à Fundação Getúlio Vargas (FGV) para o desenvolvimento dessa campanha”, observa o diretor de atendimento da nova/sb, Thiago Furtado.

A pesquisa desenvolvida pela FGV é inédita no país e levantou, analisou e mediu as reações psiconeurofisiológicas de motoristas paulistanos diante de diferentes “formatos criativos” desenvolvidos pela nova/sb. Usando ferramentas como o eye tracker, a psicometria e eletroencefalogramas, a pesquisa identificou como as pessoas olhavam para diferentes imagens de semáforos, propagandas, ônibus, carros, ambulantes, paisagem. Tudo era percebido, menos a faixa de pedestre. A Campanha de Proteção ao Pedestre é composta por cinco filmes, um teaser, spots, anúncio em revistas e jornais, internet e mídia indoor.

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Autor: redacaocip - Categoria(s): Governos e Instituições Públicas, Trânsito Tags: , , , , , , ,
29/08/2011 - 19:30

Os 10 anos da Publicidade de Utilidade Pública

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A publicidade que informa, orienta, avisa ou previne a população para adotar comportamentos que tragam benefícios reais na melhoria da qualidade de vida tem nome: é a de utilidade pública ou PUP. Há dez anos, o país iniciou um debate que culminou na assinatura, em 29 de maio de 2002, do Acordo que criou a Publicidade de Utilidade Pública. Por ser em benefício de todos, o governo paga mais barato para veicular esse tipo de publicidade.

O Acordo entre o Governo Federal e o Mercado Publicitário sobre Publicidade de Utilidade Pública foi resultado de uma discussão de mais de um ano, proposta pelo então secretário de Estado de Comunicação de Governo da Presidência da República, João Roberto (Bob) Vieira da Costa. No vídeo acima, gravado na oficialização do Acordo, ele explica de forma técnica o que é a PUP e mostra como ela se diferencia da publicidade legal, da institucional e da mercadológica.

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Autor: redacaocip - Categoria(s): Cidadania Tags: , ,
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