O Greenpeace está recrutando ativistas do clima com a campanha You Turn the World (você faz o mundo girar). A campanha usa as ferramentas das redes sociais: viral no YouTube, aplicativos para o Facebook e ação de guerrilha com militantes da ONG dentro de uma bolha transparente simulando o planeta (a do filme foi realizada na Holanda). Além disso, banners para internet, anúncios de mídia impressa e uma petição online para que os líderes mundiais assinem um novo acordo sobre o clima na próxima conferência sobre o clima em dezembro. A idéia é mostrar que o esforço comum das pessoas de todo o mundo pode estagnar e até reverter o processo poluidor que leva ao aquecimento global.
O primeiro filme é um ataque viral do Greenpeace a uma campanha da empresa de energia RWE. O Greenpeace acusa a empresa de greenwashing (propaganda enganosa sobre responsabilidade ambiental). O segundo filme é o comercial da empresa de energia RWE, onde um simpático gigante planta moinhos de vento e equipamentos de geração de energia subaquáticos. De acordo com o Greenpeace, a RWE investe maciçamente em geração de energia a base de carvão vegetal. Apenas 15% da energia da Alemanha vem de fontes renováveis. E, deste montante, apenas 2% é produzido pela RWE.
As belas imagens criadas pela Scala JWT de Bucareste ilustram a campanha do Greenpeace para a utilização de energias limpas. Desta vez, as peças pedem reflexão. O sol, a água e o vento ficam contidos dentro de máscaras. O texto do cartaz pede que as pessoas tirem as máscaras e usem as forças da natureza para gerar energia.
Mais uma ação de guerrilha dos ativistas do Greenpeace. Hoje (7), véspera do encontro dos países do G-8, eles instalaram um iceberg inflável de 16 metros de altura no Rio Sena, próximo à Torre Eiffel, para chamar a atenção dos líderes mundiais para o aquecimento global. A faixa pede que os chefes de estado do G-8 (as sete maiores economias mais a Rússia) também liderem a questão ambiental para evitar o agravamento dos problemas que causam as mudanças climáticas no planeta. A reunião do bloco, que será em Áquila (Itália), contará com a presença também de mais 20 países convidados e de organismos internacionais, entre eles o G5, formado pelas grandes economias emergentes (Brasil, China, Índia, África do Sul e México).
Uma pedra no sapato de quem usa produtos feitos com animais silvestres, em vias de extinção. O anúncio de mídia impressa da McCann Erickson de Madri (Espanha) mostra elegantes sapatos feito com couro de cobra trazem um pedregulho dentro com a logo do Greenpeace. A peça ganhou o Leão de Bronze em Cannes no ano passado. A outra peça que levou ouro é da Saatchi&Saatchi da Malásia para a cerveja Guiness, já publicada aqui no blog.
GreenTube é o nome dos virais criados pela AlmapBBDO para o Greenpeace. Feitos para divulgação no YouTube, os filmes trazem uma animação diferente. A ação está na barra de rolagem. No primeiro filme, a da biodiversidade se move em direção oposta ao da barra de temperatura (que é sempre a usual de exibição de filmes, em vermelho). No segundo, quanto mais o filme avança, representando o aumento da temperatura, o volume no nível dos oceanos segue em velocidade ainda maior. De uma forma sutil, pretende levar o internauta a refletir que sempre é possível dar um pause e interromper a história antes que chegue ao final.
Um elefante de duas trombas e um coelho com quatro orelhas, ambos de pelúcia, ilustram o alerta do Greenpeace da Romênia contra os efeitos da energia nuclear no meio ambiente. O texto dos anúncios de mídia impressa fazem um apelo aos pais: você e sua família podem até se acostumar mas não precisam passar por isso. Diga não à energia nuclear. A campanha foi criada pela Scala JWT para convencer a população a protestar contra a construção de uma nova usina nuclear em Cernavoda (cidade localizada a oeste de Bucareste).
A multinacional anglo-holandesa Unilever está contabilizando ganhos de imagem e também financeiros com a adoção de posturas voltadas para o interesse público e sustentabilidade nas suas estratégias mercadológicas. De acordo com o diretor mundial de marketing da empresa, o executivo Simon Clift, presente nesta quarta-feira (11) no Global Advertiser Conference, promovido pela pela Associação Brasileira de Anunciante e pela Associação Mundial de Anunciantes, em São Paulo, a empresa agora trabalha em conjunto com organizações como o Greenpeace para gerar benefícios para os consumidores. “Os consumidores estão cada vez mais seletivos e não perdoam marcas, produtos e serviços quando estes não estão de acordo com a nova ordem mundial”, disse Clift. Ele citou dados como a falta de água para 2,5 bilhões de pessoas nos próximos anos, a morte de uma pessoa a cada 10 segundos no mundo por diarréia e orçamento diário de US$ 2 para dois bilhões de pessoas para alertar as empresas. “Não podemos conviver com tantos problemas e não tomar uma atitude. A Unilever tem orçamento global de publicidade de dois bilhões de euros e nossa prioridade não é estimular vendas com apelos irreais. Queremos que nossas marcas estejam presentes na vida das pessoas com algo positivo e que contribua para uma vida melhor”, disse. Estes são trechos da matéria publicada pelo Propaganda & Marketing. Confira mais aqui.
A informação é confirmada no site do Greenpeace. De acordo com a organização, a Unilever concordou com uma espécie de moratória nas florestas do Sudeste Asiático e não vai mais promover a extração do óleo de palma usado pela Dove (marca de produtos da Unilever). A multinacional também atuou em conjunto com outras empresas e o governo indonésio para conter a extração predatória do óleo de palma. A decisão da Unilever foi tomada após duas semanas de campanha do Greenpeace (veja o filme aqui).
Ativistas da organização não governamental Greenpeace penduraram nesta sexta-feira, 6, uma faixa vertical de 40 metros no Elevador Lacerda, em Salvador, alertando para os efeitos do aquecimento global. A faixa, estendida por quatro escaladores, mostra uma régua gigante e adverte para um dos mais temidos efeitos do aquecimento global: a elevação do nível do mar. Com a frase É agora ou agora, a organização faz referência à urgência na realização de ações que evitem o aumento da temperatura média do planeta. O banner é o mesmo que foi utilizado há dois anos em uma manifestação semelhante no Rio. À época, porém, o texto dizia Ainda há tempo. A colocação da faixa é uma das iniciativas dos ativistas durante a permanência do navio Arctic Sunrise, um dos três do Greenpeace, no porto de Salvador. A embarcação integra missão chamada Salvar o Planeta: é Agora ou Agora, programada para durar três meses no País. A campanha já foi levada a quatro capitais do Norte e Nordeste (Manaus, Belém, Fortaleza e Recife) desde o início do ano. Da capital baiana, o barco segue na próxima quinta-feira para o Rio, indo em seguida para Santos (SP). Amanhã e domingo o navio estará aberto à visitação pública. Com informações da Agência Estado.
Graças às melhorias que promoveu em seu programa de reciclagem de lixo eletrônico em 85 países, a Nokia reconquistou a liderança do ranking da nona edição do Guia de Eletrônicos Verdes do Greenpeace. A Samsung ficou em segundo lugar, também devido aos programas de reciclagem e escolha de produtos menos nocivos ao meio ambiente na fabricação de aparelhos de TV. O ranking do Greenpeace mostra os líderes do mercado de telefones celulares, computadores, TVs e consoles e funciona como ferramenta para que as companhias implementem melhorias relacionadas ao meio ambiente na produção e na reciclagem do lixo eletrônico.
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