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07/02/2012 - 11:49

É possível vencer o crack

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O filme acima, que começou a ser veiculado este mês, mostra pais e mães reais. Eles contam o que conversam sobre sexo e outros temas complicados com os filhos. Quando a pergunta é sobre o crack, os casais ficam em silêncio. O objetivo é mostrar que a família deve ter atuação ativa na prevenção, tratando o tema abertamente em casa com as crianças e adolescentes. A peça faz parte da campanha para o Plano Crack, é possível vencer!, lançado pelo governo federal em dezembro passado.

O Plano consiste numa ampliação do Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack. De acordo com o governo, os objetivos são aumentar a oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários, enfrentar o tráfico de drogas e as organizações criminosas e ampliar atividades de prevenção por meio da educação, informação e capacitação. O plano prevê o investimento de R$ 3,92 bilhões com atuação articulada entre governo federal, estados e municípios, além da participação da sociedade civil e o monitoramento intensivo das ações. Os eixos de atuação são cuidado (saúde), autoridade (segurança pública) e prevenção. Estão envolvidos os ministérios da Justiça, Saúde, Desenvolvimento Social e Educação.

Notas relacionadas:

  1. Nunca experimente o crack
  2. Vencer a pobreza é possível
  3. São Paulo contra o crack
Autor: redacaocip - Categoria(s): Miscelânea, Saúde, Violência Tags: , , ,
23/01/2012 - 16:27

Drogas e filhos: entre a permissividade e a negação

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Os novos filmes da organização sem fins lucrativos The Partnership at Drugfree America enfoca duas atitudes perigosas das famílias em relação ao consumo de drogas e alcóol pelos adolescentes: a permissividade e a negação. Narrados por um rapaz e uma moça, os filmes tentam mostrar, de forma crua, o comportamento que as mães adotam e o impacto que isso causa nos jovens. Num dos filmes, a garota diz, ao se referir à mãe: “ela não se importa”. A criação é da Energy BBDO.

Apesar de inicialmente parecer ter um certo tom acusatório, o objetivo da campanha é instigar os pais a pedirem ajuda e mostrar que não estão sozinhos. A ONG mantém um canal de atendimento para ajuda-los a intervir no problema e oferece treinamento para professores, assistentes sociais e outros profissionais. A The Partnership at Drugfree America nasceu na década de 80, quando um grupo de publicitários se juntou para usar seus talentos para alertar os EUA sobre o crescente problema do consumo de drogas entre os jovens.

Notas relacionadas:

  1. Efeitos devastadores
  2. Rock sem droga nenhuma
  3. Anjo da guarda pede ajuda na Rússia
Autor: redacaocip - Categoria(s): Saúde Tags: , , , , ,
16/12/2011 - 15:25

Heineken: quem bebe menos curte mais

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O novo filme da campanha Sunrise, de consumo responsável da Heineken Amsterdã, mostra jovens na balada. O rapaz que bebe pouco, intercalando a balada com muitas garrafas de água aproveita a noite muito mais que o amigo que consome vários drinks. No final, enquanto o amigo beberrão fica largado no sofá da balada, o bem comportado sai da festa de mãos dadas com a garota para ver a alvorada.

Além do filme, a campanha está também no Facebook. Por lá, o usuário pode localizar no mapa uma estrutura parecida com um “sofá” montado pela Heineken em vários pontos do mundo para quem fica bem na balada e dá conta de assistir o nascer do Sol (no Brasil foi montado no Rio de Janeiro). Ou apenas curtir os check ins feitos por internautas via Twitter usando a hashtag #mysunrise.

Dica do leitor Igor Xaxá.

Notas relacionadas:

  1. Heineken faz campanha contra beber e dirigir
  2. Campanha holandesa: amigo que não bebe, dirige
  3. Pringles cria aplicativo que dedura quem exagera nas redes sociais
Autor: redacaocip - Categoria(s): Empresa privada, Saúde Tags: , , , ,
15/12/2011 - 17:43

Até a Hebe precisa mostrar a identidade para comprar bebida

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Com muito humor a apresentadora Hebe Camargo e o humorista Ferrugem estrelam a campanha desenvolvida pela Lua Branca para o Governo do Estado de São Paulo.  A peça faz parte da segunda fase da campanha que  divulga a lei contra a venda de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos. O comercial, divulgado em TV aberta e por assinatura, fala sobre a nova obrigatoriedade dos bares: a exigência de RG na compra de bebidas alcólicas, independentemente da idade.

A nova lei paulista determina sanções administrativas, além das punições civis e penais já aplicadas pela legislação brasileira, a quem vende bebidas alcoólicas para menores de idade. Está prevista a aplicação de multas de até R$ 87,2 mil, além de interdição por até 30 dias, ou até mesmo a perda da inscrição no cadastro de contribuintes do ICMS, de estabelecimentos que vendam, ofereçam, entreguem ou permitam o consumo, em suas dependências, de bebida com qualquer teor alcoólico entre menores de 18 anos de idade em todo o Estado. Balanço da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo aponta que, a praticamente cada duas horas, um estabelecimento foi multado no Estado por desrespeito à lei antiálcool para menores. De acordo com o balanço divulgado este mês pela Secretaria, o índice de cumprimento da legislação é de 99%. Leia mais aqui.

Notas relacionadas:

  1. Novas regras para publicidade de bebida alcoólica
  2. Novas regras para publicidade de bebida alcoólica
  3. Petrobrás veicula filme para mostrar preocupação ecológica
Autor: redacaocip - Categoria(s): Governos e Instituições Públicas Tags: , , , ,
08/12/2011 - 14:56

Seja qual for o seu parceiro, use sempre camisinha

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O filme acima faz parte da campanha Seja qual for o seu parceiro, use sempre camisinha e da programação do Dia Mundial de Luta contra à Aids da Secretaria de Saúde do Governo do Distrito Federal. Além de enfatizar, de um jeito leve e divertido, a prevenção pelo uso de preservativos, a campanha também aborda o preconceito mostrando uma grande diversidade de casais felizes. O DF distribui 1 milhão de preservativos mensalmente.

O índice pessoas infectadas pela Aids têm diminuído desde 2009 no Distrito Federal. No ano passado, foram registradas 406 infecções, contra 434 no ano anterior e representam uma queda de 6,45% entre 2009 e 2010. Um dado preocupante para o DF é o aumento na incidência entre jovens de 15 a 24 anos foi de 10,3 casos para cada 100 mil habitantes. O dado foi maior que o do ano anterior – 9 registros – e ultrapassou a média da região Centro-Oeste – 7,9 infectados. A incidência de morte nesta faixa etária foi de 1,5 no ano passado. Houve também um pequeno aumento no número de notificações em menores de cinco anos de idade. De três, registrados em 2009, a incidência passou para quatro em 2010. Com este índice, o DF alcança a 21ª posição no boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde, quando comparado com outras unidades de federação.

Notas relacionadas:

  1. Projeto de lei muda regras para propaganda de bebidas
  2. Bloco da Mulher Madura alerta sobre Aids
  3. Dia Mundial de Luta contra a Aids 2010: todos contra o preconceito
Autor: redacaocip - Categoria(s): Governos e Instituições Públicas, Saúde Tags: , ,
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