A bituca em forma de lixo não é uma campanha contra o cigarro, desta vez. A prefeitura de Dublin (Irlanda) está fazendo uma campanha contra os sujões. Segundo os dados oficiais, os restos de cigarro são responsável por metade dos detritos da cidade. A criação é da agência Publicis QMP.
Não é só para a saúde das pessoas que os cigarros fazem mal. O meio ambiente e os animais também sofrem com os resíduos largados pelos fumantes. Muitos animais acabam ingerindo a parte do filtro, as chamadas bitucas, que contém muitas substâncias nocivas como acetato. As peças de mídia impressa foram criadas pela Advertising School of North Texas para o programa No Butts do Departamento de Saúde da Califórnia.
A novaS/B está trazendo para o Brasil, com exclusividade, a exposição Propagandas de Cigarro – Como a Indústria do Fumo Enganou as Pessoas. A mostra será aberta no dia 15, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional em São Paulo. São 90 peças publicitárias produzidas entre as décadas de 1920 e 1950 para a TV e veículos impressos, mostram como a indústria do tabaco utilizou-se da propaganda e técnicas de promoção para neutralizar temores do público geral sobre os malefícios do hábito de fumar e aumentar a base de novos fumantes – estratégias utilizadas livremente e em larga escala naquela época dada a ausência de legislação que protegesse o cidadão contra os abusos da indústria do cigarro. Em 2008, a NovaS/B foi a agência brasileira contratada pela OMS (Organização Mundial de Saúde) para desenvolver uma campanha para o Dia Mundial Sem Tabaco, da mesma OMS (Organização Mundial da Saúde). A campanha, dirigida aos jovens, foi veiculada simultaneamente em 200 países e atingiu 1,4 bilhão de pessoas. As peças criadas para essa campanha também farão parte da exposição. Este trabalho da NovaS/B a qualificou para obter a autorização para expor a mostra, organizada pelos médicos Robert K. Jackler e Robert N. Proctor (leia nota anterior sobre a exposição em NY).
Fume e o seu corpo será espancado. Revide. Pare agora diz o texto do filme de impacto acima. O viral foi postado esta semana no YouTube e ganhou repercussão na internet. A peça, criada pela agência Dr. Foster, faz parte da campanha contra o tabagismo do National Health Service de Birmingham (Inglaterra). Foi notícia também no The Guardian.
Dois girassóis idênticos serão mantidas em duas cúpulas de vidro com ventilação e recebendo água diariamente. Porém, com uma diferença: uma delas vai fumar passivamente um maço de cigarros por dia, durante uma semana. A agência Fischer colocou no ar o site A Planta que Fuma, transmitindo ao vivo 24 horas por dia, via webcam. Os internautas podem acompanhar também pelo Twitter e interagir com o girassol fumante. Numa de suas últimas manifestações aos seguidores do Twitter, a planta pede sugestões de últimas palavras. A ação, uma parceria da agência com a Editora Pix para comemorar um mês de lei antifumo em São Paulo, teve início no dia 9. De acordo com o release distribuído, em apenas três dias o site do projeto, que abre espaço para comentários dos visitantes, já recebeu mais de 9 mil visitas. Foram 18 mil page views, com um pico de 1.000 acessos simultâneos registrados ontem. E mais de 15.000 menções no Twitter. Ao final do projeto uma nova geração de girassóis será plantada.
Você sabe quanto gasta em cigarro? O texto provocativo dos anúncios criados pela agência Master divulgam o site Tabaconomia, uma iniciativa do governo de São Paulo. As peças têm a versão para cativar consumidoras – uma geladeira de duas portas, destruída como resto de cigarro num cinzeiro – e a versão que causa impacto em consumidores de ambos os sexos, um carro nas mesmas condições. No site, além de informações sobre os malefícios do cigarro e outros produtos da indústria tabagista, uma calculadora mostra quanto o fumante gasta para manter o vício. Com informações do Ads of The World.
Mais de 4.700 substâncias tóxicas contra você. Deixe de fumar. Nos anúncios de mídia impressa criados pela agência Neogama/BBH para a Associação de Defesa da Saúde do Fumante (ADESF), a ilustração faz analogia à tropas militares para mostrar o poder destrutivo de um único cigarro.
A lei antifumo de São Paulo entrou em vigor no dia 07 de agosto, com muita polêmica e protesto dos fumantes. Nas últimas semanas, o governo do estado reforçou a campanha Eu apoio a lei antifumo com novos filmes, ações promocionais (os times paulistas antes dos jogos carregaram faixas de apoio, celebridades vestiram a camisa da campanha), site , peças de mídia impressa, entre outras. Um dos filmes mais bacanas – é o primeiro que está postado acima – mostra o garçom não-fumante fazendo um teste num aparelho chamado monoxímetro antes de entrar no bar onde trabalha e depois no meio do expediente. O índice de monóxido de carbono aumentou sete vezes. As peças foram criadas pela agência Lua Branca.
A Aliança de Controle do Tabaco (ACTbr) lançou uma nova campanha para mostrar a necessidade de proibir o fumo em ambiente fechado em todo o Brasil. A partir do dia 7 de agosto a proibição passa a vigorar no Estado de São Paulo. Com o mote Quem não fuma não é obrigado a fumar, a campanha tem o filme acima e o hotsite Brasil Livre de Fumo. Todo o esforço é para mostrar que não há ambiente seguro de exposição à fumaça de cigarro. Para isso a campanha cita dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) segundo os quais, todos os dias o cigarro mata pelo menos sete não fumantes no Brasil e quem trabalha ou convive com fumante fuma o equivalente a 10 cigarros por dia. A criação é da Euro RSCG Contemporânea.
Uma intervenção urbana para chamar a atenção e lembrar aos fumantes que a partir do dia 7 de agosto passa a vigorar a lei que proíbe o fumo em ambientes fechados no estado de São Paulo. A ampulheta gigante, com cinco metros e meio, foi colocada em pontos estratégicos das cidades de São Paulo (Avenida Paulista), Campinas, Santos e Ribeirão Preto. A idéia é mostrar a contagem regressiva e com o passar dos dias a areia cairá sobre um cigarro, na parte inferior da ampulheta. Ao mesmo tempo, na parte superior, aparecerá a data 7 de agosto, início da vigência da nova lei. A criação é da Rock Comunicação.
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