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Arquivo da Categoria Pesquisa

18/04/2011 - 16:31

Tabagismo diminuiu e obesidade aumentou no Brasil

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A pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), que entrevistou 54.339 adultos, residentes nas 27 capitais, divulgado hoje pelo Ministério da Saúde mostra que houve redução no número de de fumantes no país. Entre 2006 e 2010, a proporção de brasileiros fumantes caiu de 16,2% para 15,1%. O percentual representa uma redução expressiva em relação ao índice de 1989, quando a Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição (PNSN), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontou 34,8% de fumantes na população.

Em contrapartida, os hábitos saudáveis estão deixando a desejar. Aumentou o consumo excessivo de bebidas alcoólicas no país, passando de 16,2% para 18% da população, entre 2006 e 2010. Além disso, quase metade da população adulta (48,1%) está acima do peso e 15% são obesos. Há cinco anos, a proporção era de 42,7% para excesso de peso e 11,4% para obesidade. A pesquisa apontou que 14,2% dos adultos são sedentários, ou seja, pessoas que não fazem nenhuma atividade física no tempo livre, no deslocamento diário ou em atividades como a limpeza da casa e trabalho pesado. Outro indicador de sedentarismo é ver televisão por mais de três horas ao dia, hábito referido por 30,2% dos homens e 26,5% das mulheres. As informações são da assessoria de imprensa do Ministério da Saúde. Para conferir o estudo na íntegra veja aqui.

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Autor: redacaocip - Categoria(s): Cigarro e Tabaco, Governos e Instituições Públicas, Miscelânea, Pesquisa, Saúde Tags: , , ,
15/12/2010 - 17:24

Obesidade do brasileiro preocupa especialistas

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A obesidade no Brasil já é uma epidemia. O alerta é do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que está preparando um plano nacional para conter o problema. Entre as medidas que deverão estar na proposta a mais polêmica é a que obrigaria a indústria de alimentos a reduzir teores de açúcar e sódio. De acordo com a pesquisa Saúde Brasil, divulgada ontem (14/12), aponta que 46,6% dos brasileiros estão acima do peso. Temporão atribui  a mudança na dieta e a falta de atividade física como causa do sobrepeso. Segundo ele, o arroz e o feijão estão sendo substituídos por alimentos ricos em gordura.

A pesquisa também apontou um crescimento do diabetes, que já a terceira causa de mortalidade no país. Em junho, da Resolução nº 24, da Anvisa, que prevê alertas sobre o consumo excessivo de alimentos com alto teor de açúcar, gorduras e sal nas publicidades de tais produtos. Embora a regra atenda à recomendação da OMS para que as nações criem diretrizes no combate à obesidade, ela está suspensa por liminar da Justiça Federal a pedido de representantes da indústria de alimentos (ABIA). Na próxima sexta (17/12), na Universidade de São Paulo (USP) será lançada uma Frente pela Regulação da Publicidade de Alimentos. Entre os participantes estão o IDEC, Instituto Alana, Intervozes e pesquisadores de saúde pública.  A especialista em Nutrição em Saúde Pública, Giovana Longo-Silva desenvolve um estudo sobre a rotulagem das embalagens e afirma que hoje os dados são pouco eficientes, já que pressupõe que o consumidor saiba o mínimo de nutrição. Leia mais sobre o tema no site do Instituto Alana.

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Autor: redacaocip - Categoria(s): Pesquisa, Saúde Tags: , ,
02/12/2010 - 11:59

Quem compra produto pirata paga com a vida

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A mensagem alarmante está nas peças da campanha Movimento Brasil sem Pirataria, lançado pela Fecomércio do Rio de Janeiro e conta com o apoio do Conselho Nacional de Combate à Pirataria, do Metrô Rio e da Delegacia de Repressão Contra o Crime de Propriedade Imaterial (DRCPIM).  Para ilustrar, uma imagem de uma boneca num caixão. Brinquedos pirateados não têm nenhum controle de qualidade e podem apresentar risco à saúde das crianças.  A campanha, deflagrada no mês das compras natalinas, vem acompanhada de outra notícia preocupante: o aumento do consumo de produtos piratas no país.

De acordo com a pesquisa Pirataria: Radiografia do Consumo, feita em parceria com o Instituto Ipsos, o Brasil tem 70,2 milhões de consumidores de mercadorias falsificadas.  O dado retrata um aumento nesse tipo de compra. Em 2010, 48% dos brasileiros que responderam à pesquisa afirmaram ter adquirido algum produto pirata. Em 2006, 42% dos entrevistados – cerca de 56,4 milhões -  compraram alguma mercadoria falsificada. Os DVDs piratas são os ítens mais consumidos.

O levantamento Fecomércio-RJ/Ipsos revelou também que o nível de conscientização dos consumidores em relação aos danos causados pela pirataria diminuiu drasticamente no período entre 2006 e 2010 (confira a análise no site da entidade). Por isso, as peças da campanha, criadas pela Agência 512 Comunicação, circularão nos vagões do Metrô-Rio nas linhas 1 e 2 a partir do dia 3 de dezembro, Dia Nacional de Combate à Pirataria. Na estação Carioca, onde passam todos os dias 120 mil pessoas, foi montada uma exposição mostrando as consequências negativas para a sociedade e para o cidadão das mercadorias falsificadas.

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Autor: redacaocip - Categoria(s): Empresa privada, Pesquisa Tags: , , , ,
26/11/2010 - 14:56

O que é a felicidade?

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Os britânicos já podem começar a responder à pergunta do título. É que o  primeiro-ministro David Cameron quer mapear o nível de bem estar e os valores da população do Reino Unido.  Desde ontem (25/11), o  Office for National Statistics (serviço nacional de estatístiscas) está convocando a população para responder a um questionário pelo site (quem quiser pode pensar mais um pouco e enviá-las por e-mail).

Com base nas respostas, serão definidos os parâmetros e valores sobre o  que é realmente importante para os britânicos.  A pesquisa será finalizada  em 11 de abril de 2011. Segundo Cameron, que vai gastar  £ 2 milhões na iniciativa, mensurar o bem estar da população é tão importante quanto medir o PIB. “Vamos começar a medir o nosso progresso como um país e não apenas pela forma como nossa economia está crescendo, mas pela nossa qualidade de vida”, disse, em reportagem publicada pelo Daily Mail. Ele explica que a pesquisa ajudará o governo a traçar medidas que possam melhorar a vida das pessoas.

Leia mais sobre a pesquisa no portal  Directgov.

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Autor: redacaocip - Categoria(s): Cidadania, Pesquisa Tags: , ,
27/05/2010 - 16:41

Pesquisa diz que publicidade estimula consumo de álcool entre adolescentes

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Divulgada ontem (26/5), a pesquisa da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead) revelou a influência da propaganda de televisão no consumo de álcool entre adolescentes e jovens. De acordo com a pesquisa, adolescentes de 14 a 17 anos já consomem 6% de todo o volume de bebida comercializada anualmente no país. E 40% do volume de bebida é consumida por jovens entre 18 e 29 anos. Para os pesquisadores responsáveis pelo estudo – Raul Caetano, Ronaldo Laranjeira, Ilana Pinsky e Marcos Zaleski, da Universidade Federal Paulista – o consumo de bebidas alcóolicas têm uma relação estreita com a publicidade, especialmente na TV: 69% dos anúncios são divulgados nos horários de programação esportiva, nos quais os adolescentes representam 10% do universo de telespectadores. Cerca de 80% da propaganda inseridos em horários da programação esportiva estão relacionados a marcas de cerveja. Em números gerais, 68,7% da população brasileira consome álcool. Os homens representam 77,3%, e as mulheres, 60,6%. No consumo regular (de três a quatro vezes por semana ou diariamente) os homens ganham disparado das mulheres, com 9,1% contra 1,7%, e são a grande maioria entre o grupo de dependentes da bebida: 17,1% contra 5,7%, de uma média de 11,2% da população considerada dependente. O presidente do Conar, Gilberto Leifert, discorda. “Podem restringir a publicidade ao máximo, mas o acesso à geladeira vai continuar franqueado”, diz ele, afirmando que o problema é a falta de fiscalização da venda para menores de idade. “A sociedade tem direito à informação de produtos lícitos”, defende. A entidade argumenta que sem publicidade livre não há imprensa livre e que a indústria da comunicação é a base da democracia. Pela lei atual, só bebidas com alto teor alcoólico, como uísque, têm restrição de publicidade: só podem anunciar na TV das 21 às 6 horas. Cervejas podem anunciar em qualquer horário. Com informações do Jornal do Brasil e site da Abead. Leia mais artigos científicos sobre o tema aqui.

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Autor: redacaocip - Categoria(s): Miscelânea, Pesquisa Tags: , ,
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