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24/05/2013 - 15:56

Mensagem oculta em cartaz para crianças vítimas de maus tratos

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Para marcar o dia internacional de combate a violência contra crianças (25 de abril), a agencia Grey da Espanha embutiu dois alertas em uma única peça. Os painéis traziam uma mensagem para os adultos – às vezes os maus tratos só é visível para a criança que sofre – e outra que só era visível por quem tinha até 1,35 m de altura. Esta segunda mensagem, destinada às vítimas, divulgava um telefone e pedia para que ligassem para obter ajuda.

A ação foi noticiada no mundo todo e o vídeocase já foi assistido por mais de 7 milhões de pessoas. A campanha foi criada para a Fundação ANAR, que ajuda crianças em situação de risco.

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Autor: redacaocip - Categoria(s): Miscelânea Tags: , , , , ,
23/05/2013 - 15:56

Vermes devoram cartaz para mostrar efeito do crack

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Com forte apelo visual, a campanha O crack consome criada pela agência Talent para a Parceria Contra As Drogas colocou vermes devorando um cartaz ao vivo em São Paulo. A instalação foi colocada na Galeria do Rock, ponto de encontro de jovens e próxima à região conhecida como Cracolândia por concentrar muitos usuários de drogas.

As peças, cartazes com o rosto de homem e de mulher, foram impressas em uma massa de trigo e colocadas em uma armação onde estavam larvas. Tudo vedado com vidros para que impactassem o público. A campanha foi desenvolvida com a ajuda de biólogos.

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Autor: redacaocip - Categoria(s): Saúde, Terceiro Setor Tags: , , , , ,
22/05/2013 - 17:57

Montadora lança aplicativo que emociona para controlar velocidade

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Os aplicativos para smartphones se tornaram importantes para o fortalecimento das marcas. Nesta ação criada pela agência Grey de Barcelona para a SEAT, a campanha reforça a identidade da montadora com a direção responsável. O aplicativo SEAT Safe Drive usa pessoas queridas (no caso do filme é a filha do personagem) para alertar os motoristas quando ultrapassam o limite de velocidade. Em lugar de um sinal sonoro, uma mensagem personalizada previamente gravada e a imagem da pessoa.

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Autor: redacaocip - Categoria(s): Empresa privada, Trânsito Tags: , , , , , ,
21/05/2013 - 17:23

Cartoon Network reforça ação contra bullying

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Bullying é quando alguém machuca ou humilha constantemente outra pessoa. Xingar, espalhar rumores, agredir ou excluir intencionalmente alguém também são formas de bullying. O texto de introdução do site Chega de Bullying traduz em liguagem clara e objetiva um ato de violência que começa na infância e deve ser contido. Iniciativa do canal de TV paga Cartoon Network e da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, o site oferece 6 apostilas para serem usadas em casa ou na sala de aula. O material foi criado para diversas faixas etárias – do ensino fundamental e médio – e para pais e educadores.

O download das apostilas pode ser feito no site e no Portal da Educação do Estado. O Cartoon Network desenvolveu o material com o apoio da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, a Secretaria de Educação da Cidade do México, as ONGs Plan International e Visão Mundial, e a Organização dos Estados Iberoamericanos para a Educação, Ciência e Cultura (OEI).

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Autor: redacaocip - Categoria(s): Educação, Empresa privada Tags: , , ,
20/05/2013 - 10:50

Folha de S. Paulo: Em meio a polêmicas, publicidade faz pausa para pedir desculpa nos EUA

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Artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo em 19/05/2013.

Em meio a polêmicas, publicidade faz pausa para pedir desculpa nos EUA

DO “NEW YORK TIMES”

Alguns dos maiores nomes do mercado publicitário se viram forçados recentemente a pedir desculpas aos consumidores, que montaram protestos públicos contra comerciais considerados ofensivos.

“É como o Oeste selvagem”, disse Paul Malmstrom, um dos sócios fundadores do escritório da agência de publicidade Mother, em Nova York. Pelo menos cinco grupos, envolvendo setores tão diferentes quanto carros, artigos esportivos e bebidas, viram recentemente suas marcas envolvidas em polêmica (veja exemplos de comerciais polêmicos no fim do texto).

Especialistas em publicidade oferecem uma longa lista de motivos para a crescente frequência dos incidentes.

SER DIFERENTE

Mas a razão primária para que continuem a acontecer, dizem, é a crescente ansiedade das agência para criar publicidade que atraia a atenção e escape ao lugar-comum.

“É a pressão pela criação de publicidade ‘viral’, a necessidade de obter mais público on-line, que leva as pessoas a correr riscos”, disse Tor Myhren, presidente e diretor de criação da Grey NY.

Ele acrescentou que outro fator para isso é o foco em consumidores mais jovens.

“Nas reuniões, todo mundo quer tentar descobrir como falar com a geração milênio”, afirma.

David Schwab, vice-presidente sênior da Octagon First Call, parte do grupo Octagon de marketing esportivo e de entretenimento, disse que a marca usava astros para “criar conscientização e criar diferenciação”.

CELEBRIDADES-BOMBA

“Mas uma celebridade que pode fazer diferença sempre envolve um risco elevado”, disse Schwab, o que significa que “há mais pressão sobre as marcas para que sejam cuidadosas.”

Schwab disse que anunciantes precisam parar para considerar cuidadosamente antes de fechar contratos com celebridades, “descobrindo qual é a história dessas pessoas, o que suas letras dizem, como interagem com os fãs –pode ser que uma simples busca no Google baste”.

Bob Garfield, crítico veterano de publicidade e autor de “Can’t Buy Me Like”, disse que a situação é agravada pela cultura de internet que tanto agrada à geração milênio, descrita por ele como “área sem fronteira”.

Em sua avaliação, “reina um senso de permissividade” na cultura web.

Portanto, acrescentou, não deveria causar surpresa que “incríveis erros de julgamento” aconteçam regularmente, da parte de grandes marcas e agências de publicidade.
parar para pensar

Nancy Hill, presidente da Associação Americana de Agências de Publicidade, disse que “a corrida para divulgar alguma coisa no Twitter e conquistar aprovação nas redes sociais” sobrepujou o impulso de “parar para pensar e garantir que o anúncio esteja executado da exata maneira pela qual você gostaria de vê-lo recebido”.

Myhren diz que sua agência submete todos os anúncios que cria a uma revisão legal por parte de seus advogados. Ele acredita que os clientes que veiculam seus anúncios façam o mesmo. Ou que, pelo menos, deveriam fazê-lo.

Ainda assim, “veremos mais” controvérsias publicitárias, ele previu, até que “surja um incidente realmente horrível, algo que acontecerá a um dos maiores anunciantes e fará com que todo o mercado reconsidere seus mecanismos de controle”.


5 exemplos de comerciais polêmicos

1. FALSAS MULHERES AMORDAÇADAS
Executivos da JWT India foram demitidos por criar anúncios falsos para o Ford Figo, com mulheres amarradas e amordaçadas no porta-malas de um carro dirigido pelo ex-primeiro ministro italiano Silvio Berlusconi

2. ANTIMEMÓRIA
A Pepsi rompeu o contrato de sua marca Mountain Dew com o rapper Lil Wayne, por causa de uma letra considerava ofensiva a um adolescente negro assassinado no Mississipi em 1959

3. DROGAS E SEXO
A Reebok rompeu seu contrato com o rapper Rick Ross por música que falava em drogar uma mulher e fazer sexo com ela sem que ela soubesse

4. SUICÍDIO ECOLÓGICO
A Hyundai do Reino Unido retirou no mês passado um comercial que mostrava um homem que falhava na tentativa de suicídio por gás porque seu carro tinha emissões zero

5. CHING CHING
A General Motors retirou um comercial do Chevrolet Trax que se passava nos anos 30 e trazia um remix de uma canção da época com referências a chineses como “ching ching, chop suey”

Tradução de PAULO MIGLIACCI

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Autor: redacaocip - Categoria(s): Artigos, Jornalismo Público Tags: , , ,
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