O sucesso e a melação de “Crepúsculo”
Tanto falaram – mas tanto mesmo – sobre esse tal “Crepúsculo” e os vampiros que eu acabei comprando o livro. Eu, que sempre fui meio doido com essas coisas de vampiros, ETs, chupa-cabras e afins e fiquei totalmente viciado pela série de livros do brasileiro André Vianco, que começou com “Os Sete”, quando eu tinha uns 15 anos, demorei para começar com essa aventura romântica. Mas daí o filme saiu, todo mundo encheu o saco e eu fui ler.
O enredo todo mundo já deve conhecer. Bella foi para Forks, uma cidade do interior em Washington, morar com seu pai, o Charlie. Lá, ela conhece alguém surpreendente, Edward Cullen, que, a primeira vista, tem certa aversão à menina. Depois, com o desenrolar da história, você descobre o por que: o menino é um vampiro e Bella é “cheirosa” demais para ele. Comecei o livro com certo preconceito. Tonto que sou, fui esperando ação e aventura desde a primeira página – que, convenhamos, tira pirulito da boca de criança com aquele estilo Dan Brown de se começar um livro. Depois do romance exagerado entre o vampiro e a humana, o livro começa a empolgar na hora da partida de beisebol na floresta, quando começa a caça.
Stephenie Meyer foi esperta ao escrever o livro. Ao juntar a ficção com o amor impossível, conseguiu conquistar muitas pessoas que se derreteram de amor por um Edward secular que galanteia e por Bella, uma humana que deve ter o QI elevado e nível zero de adrenalina em seu corpo.
De tudo, digo que a imagem de Cedrico Diggory, de Harry Potter, nunca irá sair de minha cabeça ao vê-lo interpretar Edward no cinema. Para quem gosta de romances, vale a leitura.
Autor: Caio Caprioli - Categoria(s): Sem categoria Tags: Crepúsculo, edward cullen, harry potter, isabella swan, twilight