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quinta-feira, 4 de agosto de 2011 Cultura, Moda, Museus | 11:46

Exposição de Madame Grès é prorrogada

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De tão incrível e fascinante, a exposição “Madame Grès, la couture à l’œuvre” – no Museu de esculturas Bourdelle – foi prorrogada até o dia 28 de agosto. Se estiver em Paris não deixe de visitar!

O Musée Galliera, mais conhecido como o Museu da Moda de Paris, está fechado para reforma, mas isso não impediu que exposições relacionadas a moda fossem organizadas “hors les murs” em museus parceiros na capital francesa. Ainda bem!

A mais recente mostra organizada pelo Musée Galliera é a primeira – e diga-se de passagem maravilhosa – retrospectiva parisiense dedicada a estilista francesa Madame Grès (1903-1993). A escolha do espaço para acolher a exposição não poderia ser mais ideal. O Museu de esculturas Bourdelle, um dos mais bonitos de Paris, serve como pano de fundo perfeito para as criações de Germaine Krebs.

“Eu queria ser escultora. Para mim, trabalhar a pedra ou o tecido é a mesma coisa”. A famosa frase da estilista, citada durante os 60 anos de sua carreira, parece ecoar pelas 11 salas do museu dedicadas a retrospectiva.

Entre obras e esculturas de artistas como Rodin, Monticelli, Carrière, Puvis de Chavannes, Ingres e Delacroix, foram expostos cerca de 80 vestidos, dos anos 30 aos 80, vindos do Museu da Moda de Paris e coleções privadas, como a do estilista Azzedine Alaïa, fortemente influenciado pelo estilo e técnica de Madame Grès.

Além disso, a exposição “Madame Grès, la couture à l’œuvre” conta com 50 fotos originais de mestres da fotografia de moda, como Richard Avedon e Guy Bourdin, que registraram o trabalho de Madame Grès para as principais revistas de moda do mundo.

Para completar, estão expostos na mostra uma centena de croquis feitos pela estilista, selecionados dentre três mil desenhos, a maioria deles doados gentilmente pela Fondation Pierre Bergé – Yves Saint Laurent.

O estilo de Madame Grès ficou marcado por vestidos assimétricos, fluidos e repletos de drapeados, que acompanham o movimento da mulher que o veste, como se tivesse sido esculpido no próprio corpo. Desde o início de sua carreira, quando ainda usava o pseudônimo Alix, Germaine Krebs criava modelos independentemente das tendências atuais.

Por isso, olhando tanto os modelos feitos nos anos 30, quanto os vestidos fotografados por Guy Bourdin nos anos 70, as criações da estilista francesa são sempre clássicas e atemporais… Uma prova de que seu estilo transgride o universo versátil da moda.

Madame Grès, la couture à l’œuvre
Museu Bourdelle
16, rue Antoine Bourdelle, Paris 75015
Até o dia 24 de julho de 2011

Autor: Alline Cury Tags:

quinta-feira, 19 de maio de 2011 Cultura, Moda, Museus | 15:33

Kate Moss é tema de exposição em Paris

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Já percebeu que nos últimos tempos só se fala em Kate Moss. Se o assunto não é a Vogue Paris deste mês, provavelmente deve ser a Vogue Brasil, que também escolheu a top inglesa para ilustrar a capa (e que capa!) e recheio da edição de aniversário da revista, onde a modelo foi clicada no Brasil, por Mario Testino, acompanhada de personalidades brasileiras, como Pelé e Oscar Niemeyer.

Até o casamento real britânico deu o que falar com Kate… Moss. Na internet rolaram posters com a top nua, usando apenas um véu e segunrando um buquê de noiva, dizendo “Existe apenas uma Kate em Londres”. Abafando o caso, pouco tempo depois, Kate Moss elogiou sua chará no jornal inglês The Daily Telegraph. “Ela estava chique. E simplesmente linda”.

Em Paris, a top inglesa é homenageada na exposição “Kate Moss par Les Plus Grands Photographes”, na Galeria L’Instint, no bairro do Marais. Em cartaz até o dia 14 de setembro a retrospectiva traz imagens da carreira da modelo, clicadas por grandes nomes da fotografia, desde 1989, quando Kate tinha apenas 15 anos, até os dias atuais. Assista ao vídeo!

Notas relacionadas:

  1. Kate Moss e Sasha Pivovarova para Longchamps
  2. Kate Moss lança nova coleção na Topshop
  3. As rendas francesas de Kate Middleton
Autor: Alline Cury Tags: , , , , , , ,

quinta-feira, 12 de maio de 2011 Cultura, Museus, Vídeos | 14:10

O novo endereço do Chanel Mobile Art

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Em 2007, o diretor artístico multifacetado da maison Chanel, Karl Lagerfeld, encomendou à arquiteta Zaha Hadid um projeto de museu efêmero que pudesse viajar pelas principais capitais do mundo, levando exposições de arte contemporânea relacionadas à icônica bolsa Chanel 2.55, criada por Gabrielle Chanel em fevereiro de 1955.

Pronto o Chanel Mobile Art, com “apenas” 700 m2 e 180 toneladas, no ano seguinte o pavilhão itinerante estreou em Hong Kong, com obras de 20 artistas contemporâneos, como Daniel Buren (lembra dos lenços que ele desenvolveu para a Hermès?), Subodh Gupta, Davis Levinthal, Sylvie Fleury e até Yoko Ono.

Após a temporada em Hong Kong, o Chanel Mobile Art ainda fez escalas nas cidades de Tokyo e Nova York, mas em meio a crise mundial, a maison francesa decidiu abortar o projeto que ainda passaria por Paris, Londres e Moscou.

Nesse meio tempo em que o pavilhão de exposições ficou aposentado, o Instituto do Mundo Árabe (Paris) contatou a Chanel para dizer que eles teriam o maior interesse em acolher o Mobile Art definitivamente. A maison francesa aceitou o pedido e doou o museu itinerante ao instituto.

Hoje, o novo endereço do Mobile Art é em frente ao Instituto do Mundo Árabe, onde estão previstas exposições relacionadas à arte contemporânea em países árabes. Para abrir a programação com chave de ouro, o pavilhão recebe uma exposição em homenagem à criadora do espaço, a arquiteta Zaha Hadid.

Entre maquetes, esculturas e vídeos, a exposição “Zaha Hadid, une architecture” (primeira dedicada à arquiteta na França) é um convite ao descobrimento da incrível e prestigiosa carreira de Zaha Hadid. Pura inspiração!

“Zaha Hadid, une architecture”
Instituto do Mundo Árabe
1, Rue des Fossés Saint-Bernand
75005 – Paris
Até 30 de outubro de 2011

Notas relacionadas:

  1. Chanel Paris-Xangai
  2. Chanel Paris-Xangai
  3. A fazendinha da Chanel
Autor: Alline Cury Tags: , , , , ,

segunda-feira, 9 de maio de 2011 Cultura, Moda, Museus | 10:15

Os croquis de Madame Grès

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Na semana passada, fiz um post sobre a belíssima exposição dedicada à estilista francesa Germaine Krebs, mais conhecida como Madame Grès. Revendo as fotos da mostra no Museu Bourdelle, não resisti em compartilhar algumas imagens dos croquis da artista.

A centena de desenhos expostos em “Madame Grès, la couture à l’œuvre” foram escolhidos dentre três mil croquis, a maioria deles gentilmente doados pela Fondation Pierre Bergé – Yves Saint Laurent.

Se você gosta de moda e ilustrações, vai adorar a galeria de fotos… Pura inspiração. Divirta-se!

Notas relacionadas:

  1. Os croquis de Sonia Rykiel
  2. Madame Grès, la couture à l’œuvre
Autor: Alline Cury Tags: , , , , ,

quarta-feira, 4 de maio de 2011 Cultura, Moda, Museus | 11:58

Madame Grès, la couture à l’œuvre

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O Musée Galliera, mais conhecido como o Museu da Moda de Paris, está fechado para reforma, mas isso não impediu que exposições relacionadas a moda fossem organizadas “hors les murs” em museus parceiros na capital francesa. Ainda bem!

A mais recente mostra organizada pelo Musée Galliera é a primeira – e diga-se de passagem maravilhosa – retrospectiva parisiense dedicada a estilista francesa Madame Grès (1903-1993). A escolha do espaço para acolher a exposição não poderia ser mais ideal. O Museu de esculturas Bourdelle, um dos mais bonitos de Paris, serve como pano de fundo perfeito para as criações de Germaine Krebs.

“Eu queria ser escultora. Para mim, trabalhar a pedra ou o tecido é a mesma coisa”. A famosa frase da estilista, citada durante os 60 anos de sua carreira, parece ecoar pelas 11 salas do museu dedicadas a retrospectiva.

Entre obras e esculturas de artistas como Rodin, Monticelli, Carrière, Puvis de Chavannes, Ingres e Delacroix, foram expostos cerca de 80 vestidos, dos anos 30 aos 80, vindos do Museu da Moda de Paris e coleções privadas, como a do estilista Azzedine Alaïa, fortemente influenciado pelo estilo e técnica de Madame Grès.

Além disso, a exposição “Madame Grès, la couture à l’œuvre” conta com 50 fotos originais de mestres da fotografia de moda, como Richard Avedon e Guy Bourdin, que registraram o trabalho de Madame Grès para as principais revistas de moda do mundo.

Para completar, estão expostos na mostra uma centena de croquis feitos pela estilista, selecionados dentre três mil desenhos, a maioria deles doados gentilmente pela Fondation Pierre Bergé – Yves Saint Laurent.

O estilo de Madame Grès ficou marcado por vestidos assimétricos, fluidos e repletos de drapeados, que acompanham o movimento da mulher que o veste, como se tivesse sido esculpido no próprio corpo. Desde o início de sua carreira, quando ainda usava o pseudônimo Alix, Germaine Krebs criava modelos independentemente das tendências atuais.

Por isso, olhando tanto os modelos feitos nos anos 30, quanto os vestidos fotografados por Guy Bourdin nos anos 70, as criações da estilista francesa são sempre clássicas e atemporais… Uma prova de que seu estilo transgride o universo versátil da moda.

Madame Grès, la couture à l’œuvre
Museu Bourdelle
16, rue Antoine Bourdelle, Paris 75015
Até o dia 24 de julho de 2011

Notas relacionadas:

  1. Exposição Rock Couture by Vogue
  2. História Ideal da Moda Contemporânea
  3. Sweat Shop, o primeiro café couture de Paris
Autor: Alline Cury Tags: , , , , , , , , , , , , , , , ,

domingo, 6 de março de 2011 Cultura, Moda, Museus, Paris Fashion Week | 12:42

Saint Laurent Rive Gauche: la révolution de la mode

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Sempre tento explicar aqui no blog que durante a Paris Fashion Week não acontecem apenas desfiles e apresentações de roupas. Na temporada de moda parisiense a cidade pega fogo com bares especiais, pop-up stores, festas mil e exposições que estreiam propositalmente durante a fashion week. Um exemplo de mostra que começou esta semana e tem que estar no percurso de todo turista fashionista que vem a Paris é Saint Laurent Rive Gauche: la révolution de la mode.

Após o sucesso irrefutável da exposição retrospectiva dedicada à Alta-Costura de Yves Saint Laurent no Petit Palais (que no ano passado, em apenas seis meses, recebeu 300 mil visitantes) a Fondation Pierre Berge – Yves Saint Laurent coloca em foco a marca Saint Laurent rive gauche na mostra “La révolution de la mode” organizada em seus próprios espaços, na Rue Marceau, em Paris.

Lançada em 1966, a linha prêt-à-porter do estilista argeliano nasceu do desejo de tornar suas criações mais acessíveis, podendo assim atingir um maior número de mulheres e acompanhar aquelas que nos anos 60 saíam nas ruas reivindicando seus direitos, sem pedir permissão.

Ao todo, setenta modelos traçam os 36 anos de criação, expostos em uma cenografia que reproduz a decoração da primeira boutique Saint Laurent Rive Gauche, na rue de Tournon, em Saint-Germain-des-Près. Entre as peças selecionadas estão os icônicos macacões, casacos militares, vestidos de tricô e terninhos femininos, bine sûr!


Quem visita a exposição não pode deixar de adquirir o caderninho de colorir (5 euros), lançado pela editora p’tit Glénat, com os croquis da linha prêt-à-porter de Yves Saint Laurent. Uma bela introdução à criatividade artística!

Saint Laurent rive Gauche “La révolution de la mode”
Fondation Pierre Bergé – Yves Saint Laurent
5, avenue Marceau, Paris 16
5 de março a 17 de julho de 2011

Notas relacionadas:

  1. Os leilões de Yves Saint Laurent
  2. Paris Fashion Week – Verão de Yves Saint Laurent é preto, cinza e bege
  3. Yves Saint Laurent no Petit Palais
Autor: Alline Cury Tags: ,

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011 Cultura, Moda, Museus, Vídeos | 16:36

História Ideal da Moda Contemporânea

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*Na foto: vestido de Azzedine Alaïa

O Musée des Arts Décoratifs é parada obrigatória em Paris para quem gosta de moda, design e joias. A exposição relacionada à moda em cartaz no momento (até o dia 8 de maio de 2011) é “História Ideal da Moda Contemporânea” volume II.

O primeiro volume da exposição ficou em cartaz no ano passado e reuniu os estilistas que marcaram os anos 70 e 80. Alguns exemplos? Yves Saint Laurent, Sonia Rykiel, Kenzo, Cacharel e Karl Lagerfeld à frente da Chloé.

Já a segunda parte da exposição traz as criações de quem fez e aconteceu no mundo da moda durante os anos 90 e 2000. Ao todo, são 150 peças selecionadas entre as coleções mais emblemáticas que marcaram a história da moda, muitas vezes influenciadas por acontecimentos sociopolíticos da época.

*Na foto: casaco da Maison Martin Margiela

Uma mudança radical, que merece destaque, e marcou essas duas décadas foi a transferência de foco dos estilistas, que colocaram em valor sua identidade – mesmo que as criações fossem apenas conceituais – e não o corpo humano. Um exemplo claro disso é o casaco feito de perucas da Maison Martin Margiela. O desconhecido estilista belga, formado pela Academia de Belas Artes em Anvers, não pensa em silhuetas e looks comercias… ele é conceito puro. Compra quem quer e admira quem entende!

Outro fato que marcou os anos 90 e 2000 foi a aparição de jovens diretores artísticos assumindo antigas e tradicionais maisons de couture, como Christian Dior sob o comando de John Galliano e Alexander McQueen à frente da Givenchy. Detalhe, ambos criadores influenciados pela mãe da “moda punk” (e dos estilistas ingleses) Vivienne Westwood.

Ainda no assunto “estilistas em grandes maisons”, não podemos esquecer do enigmático Martin Margiela comandando a Hermès, Claude Montana chez Lanvin, Tom Ford na Gucci e a parceria que rende frutos até hoje de Marc Jacobs à frente da direção artística da Louis Vuitton.

Assista ao vídeo abaixo para ver algumas imagens da exposição e confira a galeria de fotos!

Notas relacionadas:

  1. Homenagem a Martin Margiela em Londres
  2. História Ideal da Moda Contemporânea
  3. Maison Martin Margiela abre seu atelier em Paris para apresentar a coleção outono-inverno 2011 de alta costura
Autor: Alline Cury Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011 Curiosidades, Moda, Museus | 17:05

Chanel no Musée d’Orsay?

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Desde o início desta semana a fachada o Musée D’Orsay recebeu uma enorme reprodução, de 260m², do icônico frasco do perfume Chanel Nº5. Não é preciso chegar muito perto para perceber que se trata do parfum preferido de Marilyn Monroe.

Mas o que a Chanel tem a ver com o museu francês? Seria o anúncio de alguma exposição sobre a maison francesa? Não, nada disso. Até o dia 28 de janeiro a fachada do monumento será reformada e em vez de cobrirem as obras com simples tapumes, o museu resolveu vender espaços publicitários.

Desta forma, além de marcas poderosas terem a visibilidade e o prazer de estarem relacionadas a um dos museus mais famosos do mundo, o D’Orsay, por sua vez, arrecada fundos para bancar a reforma de 11 milhões de euros.

Em uma entrevista ao jornal francês Le Parisien, a assessoria de imprensa do museu declarou que até o inicio do verão parisiense outras marcas irão cobrir as obras do Musée D’Orsay. Mas avisa: “as escolhas são muito enquadradas e controladas. Não aceitaremos uma publicidade que atrapalhe a estética do monumento”.

Veja algumas imagens na galeria de fotos.

Notas relacionadas:

  1. Tamanho não é documento
  2. Paris Fashion Week inverno 2009/2010 – Chanel na cabeça
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Autor: Alline Cury Tags: , , , , , , , ,

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010 Beleza, Comprinhas, Cultura, Moda, Moda de Rua, Museus, Paris Fashion Week, Turismo, Vintage, Vídeos | 12:25

Retrospectiva 2010

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Quem acompanha o blog sabe que desde o começo desta semana publiquei diariamente a crème de la crème da moda de rua parisiense. Elegi as dez editoras de moda – e um editor – mais estilosas que desfilaram nas fashion weeks em Paris, dediquei outro top 10 às modelos mais lindas e simpáticas, que mesmo no meio da correria das semanas de moda, sorriram e posaram para as minhas lentes e não deixei de fora as fashionistas mais estilosas de 2010.

Ainda no clima de retrospectiva, preparei um vídeo com os melhores momentos do ano. Não foi fácil deixar alguns assuntos de fora, mas por outro lado, rolaram tantas matérias, desfiles e entrevistas bacanas que deu gosto editar esses momentos inesquecíveis.

Alguns exemplos? O desfile de alta costura da maison Chanel no Grand Palais, a apresentação em comemoração aos 40 anos da grife Kenzo, a última coleção de Jean Paul Gaultier a frente da Hermès,  a primeira exposição fotográfica de Karl Lagerfeld e por aí vai.

Aperte o play, curta o vídeo e prepare-se pois 2011 promete muito mais!

Notas relacionadas:

  1. Tendência das passarelas para o verão 2010
  2. Top 10 modelos em 2010
  3. As fashionistas mais estilosas de 2010 em Paris
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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010 Moda, Museus | 10:25

125 anos da joalheria Bulgari no Grand Palais

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Já imaginou que maravilha ver de pertinho joias e relógios icônicos usados por mulheres celebres como Sophia Loren, Grace Kelly, Elizabeth Taylor, Claudia Cardinale, Monica Vitti, Romy Schneider, Ingrid Bergman e até pela Imperatriz persa Soraya?

Para quem se interessa pelo assunto e vai estar em Paris nos próximos meses, não pode perder a exposição “125 ans de Magnificience Italienne”, que reúne mais de um século de criações incríveis da joalheria italiana Bulgari.

O local escolhido para reproduzir a exposição comemorativa, realizada em Roma no ano passado, não poderia ser melhor. “É um imenso privilégio expor as peças mais ricas do nosso patrimônio no Grand Palais. Reunimos uma coleção de joias e objetos preciosos que reconstituem mais de um século de história da nossa marca” explica Francesco Trapani, CEO do Grupo Bulgari.

Realizada com o apoio da Presidência da Republica Italiana, a exposição aponta as datas chave da história da famosa maison romana e mostra a evolução do design das jóias, desde a primeira boutique Via Sistina, em Roma, inaugurada em 1884.

A exposição “125 ans de Magnificience Italienne” é dividida em oito partes, classificadas por ordem cronológica. O itinerário começa por uma coleção de objetos em prata, criada no final do século XIX, por Sotirio Bulgari. Na sequência, um espaço consagra as criações dos anos 1920 e 1930, inspiradas pela art déco. Na sala seguinte, joias dos anos 1940 e 1950, período em que a joalheria romana era influenciada pelo estilo francês.

Mais à frente, criações dos anos 1970, fortemente influenciadas pela pop arte e Andy Warhol. Já em 1980, as joias são marcadas por um design audacioso e inventivo, com um “que” de renascença italiana. A década seguinte, ficou marcada pela mistura de materiais inesperados – aí nascia a joalheria prêt-à-porter. Já os anos 2000 são representados por peças deslumbrantes, como a safira birman, com mais de 321 carats. Um luxo para pouquíssimos.

Delicie-se com galeria de fotos!

125 ans de Magnificience Italienne
Grand Palais
De 10 de dezembro a 12 de janeiro

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  1. Exposição de grafite no Grand Palais
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Autor: Alline Cury Tags: , , , ,

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