16/10/2009 - 20:11
O governador Serra, mesmo antes da gripe suína, já carregava consigo no carro uma garrafinha de álcool gel para passar nas mãos depois de cumprimentar as pessoas, segundo reportagem de prestigiosa revista.
Confesso que também tenho um “pouco de excesso” de mania de limpeza que, igualmente, vem de muito antes da gripe. Aliás, de certa forma, a epidemia obrigou pessoas e até mesmo o comércio a prestarem mais atenção a aspectos “básicos do básico” de higiene. Hoje existem pia, sabonete líquido e até toalha descartável em botecos, itens “inencontráveis” (como diria o Magri) até há pouco, mesmo em restaurantes e bares razoáveis Tô no lucro!!!
Howard Hughes (1905-1976), multimilionário americano, tinha obsessão por limpeza e classificava as pessoas mais ou menos assim: sujas, mais ou menos limpas e limpas. E mais, segundo ele, entre os limpos, havia um único humano: ele próprio.
Não sou governador, muito menos milionário – assim, minhas manias de limpeza pouca importância têm. Mas são lógicas.
- Podendo, depois de pegar em dinheiro, lavo as mãos (não no sentido bíblico/religioso, mas literalmente). Se não puder, também não morro.
- Não como coisa alguma, em hipótese alguma, se não puder lavar as mãos antes. Prefiro a fome.
- Adoro crianças, bebezinhos. Entretanto, sou incapaz de encostar o dedo em uma criança desconhecida na rua. Não por achar que a criança seja/esteja suja, naturalmente (minha loucura ainda não chegou a tal ponto!!!) Mas, sim, para preservar limpeza do bebê e sua saúde. Além disso, sei lá se os pais não tem as minhas manias!!! Ao fazer agrados em bebês ou crianças de amigos, sempre explico antes que estou com as mãos limpas. Certa vez, disse isso para um amigo. O comentário dele:
- Mas é lógico, você lava as mãos toda hora!!!
Não é toda hora, é só depois de pegar em dinheiro e antes de comer. Estava contando isso para outro amigo meu mais velho e ele perguntou o que eu fazia em relação ao cardápio no restaurante. Ele me provou que cardápio também é algo muito sujo, que todo mundo pega, que fica largado em qualquer canto, muitas vezes com dinheiro em cima, junto com pano de chão…
Ele terminou de falar e fui taxativo:
- Ah, meu Deus, você acaba de me botar outra mania na cabeça.
Atualmente no restaurante, leio o cardápio, decoro o que quero comer e vou lavar as mãos. Se chegar alguém e vier me cumprimentar, já vou logo avisando que estou com as mãos engorduradas.
Ia acabar aqui e me lembrei de dois casos.
Estava em um bar com Sílvio, técnico agrícola da fazenda do meu saudoso irmão Beto. No banheiro, noto que – como eu – ele também vai lavar as mãos, antes de ir ao banheiro, propriamente dito, – se me entendem. Faço algum comentário a respeito.
A resposta dele:
- Lógico, como é que vou pegar num troço importante desses com a mão suja!!!
Loucura minha e do Silvio??? Eu acho que tem outro nome: bom senso.
Em tempo 1, lavo a mão depois também, naturalmente.
Em tempo 2, o ginecologista da mulher de um amigo meu perguntou-lhe quando ele lavava as mãos ao ir ao banheiro. O médico explicou que é muito mais importante lavar as mãos antes de ir ao banheiro. Óbvio!!!
Vejam vocês que os fatos estão provando que o Sílvio (que lava as mãos antes) , Serra. Hughes e eu não somos tão loucos como parecemos ser, mas sim perspicazes – um pouquinho obsessivos, talvez; mas sem prejudicar quem quer que seja.
Autor: bocanotrombone - Categoria(s): Sem categoria
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08/10/2009 - 09:27
Lembro-me de ter ouvido que a torcida do Fluminense cabia em um fusca ou uma van.
Hoje descobri que foi o Jô Soares, torcedor do clube, quem disse isso há algum tempo. Pois bem, o Fluminense continua firme em último lugar no Campeonato Brasileiro.
Considerando que Chico Buarque é outro torcedor e que Jô ocupa bastante espaço na van, pergunto: precisamente, quantos são e quem são os torcedores do Flu???
Quando o Jô falou isso, site fez enquete para saber se era mesmo verdadeira a afirmação. A resposta vencedora foi: tem que ser duas vans: uma pro Jô e outra para a torcida…
Autor: bocanotrombone - Categoria(s): Sem categoria
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07/10/2009 - 16:22
“Isso é uma Vergonha!!!”, fecho dos comentários do jornalista/apreentador Boris Casoy no Telejornal da TV Bandeirantes, já se tornou bordão para quase todas as notícias relacionadas à economia e, “muito principalmente”, à política.
Como tudo o que acontece no Brasil em termos de política é mesmo uma vergonha, esse bordão só tende a perder a força que tinha no começo.
Talvez Boris devesse mudar a tática. Quando ler e comentar algo normal, natural, honesto e de bom senso que tenha acontecido na nossa política ou economia, aí sim, ele deverá concluir: ISSO NÃO É UMA VERGONHA!!!
Certamente esse slogan será “infinitissimamente” menos empregado que o original.
Não é mesmo, políticos e elite tupiniquins???
Autor: bocanotrombone - Categoria(s): Sem categoria
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06/10/2009 - 19:24
Por conta de achar o termo ovos – para designar testículos – de muito mau gosto, pouquíssimas vezes na vida contei certa piada em que não poderia trocar a palavra sem destruir a graça da coisa.
Continuo com a mesma opinião a esse respeito. O termo é mesmo “muito horrível”. Entretanto, contrários a mim, existem pessoas de bom gosto e bem humoradas que nada vêem de errado com “ovos”.
Nas hilárias vídeo-cassetadas do último domingo, o formidável e divertidíssimo Faustão, em dois quadros diferentes, – quando sujeito cai de pernas abertas sobre uma barra e quando uma menina cai sentada em cima do pai – , em alto e bom som, fala em OVOS ESTALADOS/OVOS ESTRELADOS..
Um gol para a expressão, zero para a minha frescura.
Fazia um curso com o saudoso escritor Ricardo Ramos, filho de Graciliano Ramos. Conversando com ele após uma aula, a tal piada caia como uma luva. Contei. Ele rachou o bico de rir.
Comentei com meu pai o quanto escritor famoso havia se divertido, falei das minhas idiossincrasias em relação ao termo, contei a piada.
Meu “suspeito” pai foi taxativo:
- Mas a piada é mesmo ótima!!!
A essa altura, já tá uns quatro para a piada e zero para minha frescura.
Lá vai a piada:
Mulher está sentada no ônibus e tem um pequeno pacote ao seu lado. Sujeito pede para sentar-se e ela avisa:
- Cuidado com os ovos!!!
O cara pergunta/exclama:
- Ah, são ovos???!!!
Ela responde:
- Não. São pregos !!!
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02/10/2009 - 22:39
“RRRioo de Jânêro” exxcolhido” para a sede das Olimpíadas de 2016, beleza!!! Beleza para quem gosta. Para o desenvolvimento econômico e social do Estado, segundo li, também é muito positivo. Particularmente, eu ficaria muito contente se S. Paulo não fosse sede de Grupo algum durante a Copa do Mundo de Futebol a ser realizada no Brasil em 2014. Muita zona, muita exploração, muito desassossego.
Mas o que quero dizer mesmo é que a realização dos dois maiores espetáculos esportivos do Planeta em terras brasileiras me fazem lembrar episódio que adapto para os dias de hoje.
Meados da década de 70, político escolhido pelo regime militar para prefeito de S. Paulo estava no Ponto mais alto da cidade, já naquela época um ninho sem fim de problemas, e solta essa batatada:
- Daqui de cima, quanta possibilidade que eu vejo!!!
Se ele, ao menos, tivesse dito, quantos desafios, eu vejo. Mas quanta possibilidade…???
Pois bem, imagino que políticos e, principalmente, empresários nesse exato momento devam estar esfregando as mãos de contentamento e pensando:
- Copa do Mundo e Olimpíadas no Brasil, mas quantas possibilidades de Super-faturamamento!!!
Autor: bocanotrombone - Categoria(s): Sem categoria
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25/09/2009 - 13:20
Não sei quantos leram o meu Post de ontem a respeito da dificuldade de se entender Hino Nacional do Brasil.
http://colunistas.ig.com.br/bocanotrombone/2009/09/24/hino-vexame-da-vanuza-e-vote-chute-qual-e-o-sujeito-do-1-verso/ Menos ainda sei quantos se propuseram a decifrar o enigma de descobrir o sujeito do primeiro verso:
OUVIRAM DO IPIRANGA AS MARGENS PLÁCIDAS DE UM POVO HERÓICO O BRADO RETUMBANTE..
O que posso garantir é que eu estava certo.
Um leitor aceitou o desafio. Esse leitor, como eu previa, errou..Não por conhecer pouco o idioma, mas porque a coisa é mesmo complicada.
O Universo da Pesquisa não poderia ser menor. Já que se pessoa alguma tivesse respondido, não teria havido pesquisa.
O leitor garantiu que o sujeito da frase é: O Povo.
O sujeito da Frase é, pasmem todos, as margens Plácidas
Uma construção mais direta e objetiva facilitaria um pouco se encontrar o sujeito. Lá vai uma possibilidade: As margens plácidas do Ipiranga ouviram o brado retumbante de um povo heróico.
Na época em que o hino foi composto se escrevia daquela forma. Fazer o que, né??? (em português do dia a dia de hoje)???
Entretanto, se o objetivo do Hino é não apenas emocionar a nação, mas ser entendido democraticamente por todos os brasileiros, alguma coisa precisa ser feita.
Suspeito que uma boa primeira tentativa talvez fosse mesmo acatar a proposta do irreverente, e não por isso menos patriota, Lobão. A saber: encomendar para um talentoso compositor de samba enredo uma nova letra para o nosso Hino.
Quem tiver novas sugestões pode fazê-las!!! Boca no Trombone também é todo ouvidos!!!
Autor: bocanotrombone - Categoria(s): Sem categoria
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24/09/2009 - 19:46
Há quase um mês, a tal interpretação que a Cantora Vanusa deu para o Hino Nacional, algumas trocas na letra e no andamento da melodia repercutem na Imprensa. Logo após o ocorrido, a cantora explicou que estava sob efeito de remédios, mas a polêmica continuou e o vídeo da cena dela já correu o país.
Talvez fosse esse o momento de se levar a sério a proposta que o irreverente cantor Lobão fez há algum tempo. Ele sugeriu que se encomendasse a um compositor de samba enredo uma nova letra para o Hino. Quanto à música, não me lembro qual era sua idéia.
Não me orgulho, também não me envergonho; mas jamais me dei ao trabalho de decorar a letra.
É significativo que um dos endereços no Google que traz letra do Hino, além do histórico, regras para sua execução, também registre um Vocabulário (Glossário) para se decifrar/compreender tal enigma. São nada menos do que 24 palavras decodificadas – não para o povão, de maneira geral, mas para público que tem acesso a computador/Internet. Lá vai o endereço: http://www.suapesquisa.com/religiaosociais/hino_nacional_brasileiro.htm
Aliás, gostaria de saber, dentre todos aqueles que sabem de cor a letra do Hino, quantos vão responder certo a uma simples pergunta:
Qual é o sujeito dessa frase??? OUVIRAM DO IPIRANGA AS MARGENS PLÁCIDAS DE UM POVO HERÓICO O BRADO RETUMBANTE.
Quem quiser pode indicar o sujeito da Frase nos comentários. Não se envergonhe de errar. Garanto que apenas 30% saberão. Não por conhecerem gramática, apenas por uma questão estatística, já que chutes serão dados para todos os cantos desse nosso mundo vasto mundo gramatical.
A resposta eu dou amanhã.
Dependendo do número de acertos ou de erros, talvez seja o caso de se considerar mais seriamente a proposta do irreverente, porém pragmático, Lobão
Autor: bocanotrombone - Categoria(s): Sem categoria
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22/09/2009 - 13:57
Hoje é o dia Mundial sem carro.
Imensíssimo luxo: ter um carro na garagem e poder dar conta das tarefas do dia-a-dia a pé e também de metrô. Sempre digo que o carro me proporciona duas sensações opostas:
• Extrema liberdade/mobilidade. Se quero ir comer aquela pizza gostosa (o Camelo que não fique com ciúmes) lá no Bom Retiro à noite, ótimo ir guiando, batendo um papo ou, caso esteja sozinho, ouvindo a CBN.
• Extrema prisão/imobilidade. Durante o dia, quando chego a uns 2 km do lugar onde vou, já quero estacionar logo, me livrar do trambolho, digo carro, e chegar a pé.
Tenho ido com freqüência ao Centro, centrão mesmo, arredores da Praça da Sé. Não tenho a mais mínima idéia como sair de carro da minha casa, Higienópolis, e chegar nas redondezas. Vou sempre de Metrô. Chuva??? Não me faz mudar de idéia. Mudo de sapatos. Ponho uma bota de borracha de lavador de garagem, um guarda-chuva e, feliz, vou pisando em tudo quanto é poça d´água, tal qual uma criança.
Vou falar o óbvio: o problema é que nosso metrô tem uma abrangência muito ínfima. Se nossos prefeitos/governantes (principalmente aquele senhor caricato de voz metálica), ao invés das imensas avenidas, tivessem construído metrô, todos teríamos mais facilidade de nos locomover. E a população- refém do caos - não desperdiçaria tanto tempo no trânsito, a poluição seria menos impiedosa e até a economia colheria frutos. Automóvel é ultrapassado. Metrô é moderno/contemporâneo/adequado .
Mas o que temos??? Imensas avenidas rasgando a cidade e por onde sequer, salvo engano meu (que não sou especialista no assunto), nem ônibus circulam. Quem não tem carro, que faça como a Angélica, em antiga música, que vá de táxi!!!
Vi numa das inúmeras viagens que o Metrô está selecionando depoimentos de usuários para Ilustrar alguma Campanha. Frasista e falante, fiz uma frase que já enviei, mais ou menos assim:
Se tiver Metrô e você me oferecer um carro de luxo com motorista, eu vou de Metrô.
Outra frase minha para expressar meu “amor” e identificação: “O bilhete múltiplo do metrô, que trago permanentemente comigo, é o meu passaporte de cidadão paulistano”.
O Metrô substituiu o passe do bilhete múltiplo por um cartão eletrônico, batizado de Bilhete Único que, naturalmente, já está na minha carteira.
BICICLETA – NA PRÁTICA A TEORIA É OUTRA
Acreditar em bicicleta para se locomover no dia a dia nesta cidade, infelizmente, é tão estranho quanto acreditar em Papai Noel e Cegonha.
Mês de fevereiro último em S. Paulo. Movimento de carros nas ruas, infinitamente menor. Jardim Paulistano, um dos bairros de ruas menos movimentadas de S. Paulo. Fui andar de bicicleta com minha namorada, em tarde de uma quarta-feira. O risco de ser atropelado, a preocupação de a nomorada ser atropelada, a impossibilidade abolutamente absoluta de os dois andarem lado a lado para conversar, tornam um mero passeiozinho pelo Jardim Paulistano muito mais estressante do que se eu tivesse conduzindo uma jamanta.
Bom dia Mundial Sem Carro para todos nós!!! Esperando que daqui a alguns anos, esse desejo não possa ser entendido como uma imensa ironia.
Em tempo: hoje – Dia Mundial Sem Carro – (mesmo chovendo) já usei o metrô e, infelizmente, o carro!!!
Autor: bocanotrombone - Categoria(s): Sem categoria
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16/09/2009 - 18:03
Leio na Home do Ig que o Guitarrista Ronnie Wood de 62 anos dos Rolling Stones, e sua namorada, Ekaterina Ivanova, russa de vinte (isso mesmo, vinte) anos tiveram briga feia e que ela, inclusive, teria tentado o suicídio. Ser um Rolling Stone, na idade que for, já é motivo bastante para atrair qualquer mulher, da idade que for. Assim, não acredito de maneira alguma que a moça seja apenas uma interesseira.
Mas como adoro uma piadinha, lá vai (se já tiver escrito aqui, perdão):
Sujeito milionário de 79 anos aparece em uma festa com um mulherão espetacular de 28. Os amigos não entendem e perguntam como conseguira tal façanha. Tranqüilamente, o “conquistador” explica:
- Muito fácil. Menti a idade. Falei que tinha 91 anos.
Aproveitando o assunto Stones, deixo link de um post meu sobre os Rapazes. Eu leria:
http://colunistas.ig.com.br/bocanotrombone/2007/10/22/fascinio-parte-3-muito-alem-do-jantar/
Autor: bocanotrombone - Categoria(s): Sem categoria
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16/09/2009 - 17:08
A Lei da Banana, nome popular da lei que determina que bananas sejam vendidas por quilo nas Feiras Livres do Estado de S. Paulo, está em vigência a partir de hoje no Estado de S. Paulo.
Boca no Trombone, que adora meter a boca na botija, comemora a data publicando três receitas. Para variar, sem a precisão que costuma marcar meus textos de gastronomia, culinária mesmo. Mas acho que ninguém vai errar coisa alguma, já que são pratos muito simples, porém deliciosos.
A manjadíssima banana a milanesa, com detalhe fundamental para que fique bem crocante por fora e derrentendo por dentro.
Em seguida, Banana na Meia Casca com Rum, Sorvete de Iogurte e Folhas de Hortelã , sobremesa que até parece mágica de tão simples e tão boa.
Finalmente, Mineiro com Botas do meu querido e saudoso mestre Antônio Houaiss com um palpitinho deste discípulo.
Como foi dito, sem precisão, confiando na mão de cada gastrônomo iniciante ou avançado.
Banana a Milanesa (para acompanhar picadinho de carne moída, Baião de Dois, Arroz de Carreteiro, Peixe grelhado e outros pratos)
Ingredientes:
Banana Nanica bem Madura
Ovo – clara e gema misturados com uma colher de sopa d´agua
Farinha de rosca nova, de boa qualidade
Óleo para fritura que baste.
Álcool de cereal. – cuidado com o álcool. Deixar longe do fogão.
Modo de fazer
Descascar a banana. Tirar as pontas. Dividir em três pedaços. Passar nos ovos misturados; passar na farinha de rosca.
Por em uma panela o óleo e despejar – sempre longe do fogo – uma tampinha de álcool de cereal O álcool de cereal deixará essa fritura e todas as outras bem crocantes. Esquentar bem o óleo. Ter uma tampa por perto, caso a panela pegue um pouco de fogo por conta do álcool. Fritar as bananas. Ficam crocantes e bem macias. Uma delícia!!! Como foi dito, acompanha maravilhosamente bem : picadinho de carne moída, Baião de Dois, Arroz de Carreteiro, Peixe grelhado.O picadinho, com uma farofa simples, arroz , ovo frito, uma saladinha de alface, tomate e cebola e a banana, naturalmente; o peixe grelhado, com arroz, a farofa e batata sauté com salsinha, e a banana, idem naturalmente, se constituem em primores do trivial brasileiro. Como dizem os masoquistas sem imaginação: Todos pratos pra comer de joelhos!!!
Observação: O álcool de cereal pode ser comprado no centro da cidade próximo ao Fórum central em lojas de Essência. Comprar o Álcool de Cereal que é vendido para produção de bebidas (licores).
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Banana na Meia Casca com Sorvete de Iogurte e Folhas de Hortelã
Ingredientes para uma pessoa
Uma Banana da Terra
Açúcar e canela misturados
Uma ou duas colheres de Rum branco
Um macinho de folhas de hortelã lavado e seco para enfeite
Uma bola de sorvete de Iogurte.
Modo de Fazer:
Aquecer o forno.
Cortar as pontas da banana.
Fazer um corte no sentido longitudinal no meio da casca. Tirar a metade de cima da casca.
Dar pequenos cortes perpendiculares na banana.
Colocar a banana em uma assadeira pequena
Despejar o rum.
Colocar a mistura açúcar e canela.
Levar ao forno médio até assar no ponto desejado
Montagem do prato:
Colocar em um prato grande a banana, uma bola de sorvete de iogurte natural e enfeitar com a hortelã.
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Mineiro com Botas do Ministro Houaiss com Pitada do Boca no Trombone/Botija
O Ministro, filólogo e formidável Gastrônomo Antônio Houaiss tem – pelo menos dois – livros de cozinha brasileira fabulosos. Um deles, Magia da Cozinha Brasileira, eu não tenho. O outro, Minhas Receitas Brasileiras, eu tenho, mas deve estar esgotado. Lá vai a receita dele para uma pessoa. A sugestão de acompanhamentos, na verdade muito boa, é minha.
Ingredientes para uma pessoa:
Banana Nanica madura
Um ovo mexido
Um pedaço de goiabada comum bem picado.
Uma fatia de queijo de Minas picado
Uma pitada de sal
Uma colher de óleo
Açúcar e canela misturados(para o final)
Um licor doce (para o final)
Detalhe do do Boca. Uma fruta azedinha para fazer contraste: morango em lascas, kiwi em rodelas, talvez cereja -natural, naturalmente!!!
Aquecer uma chapa de ferro no fogo.
Esquentar em brasa um pequeno espeto de ferro no fogo, na boca do fogão.
Modo de fazer.
Amassar com um garfo forte a banana. Misturar com a banana a goiabada picada, o ovo mexido, o queijo de minas e a pitada de sal. Amassar bem e misturar bem.
Por na chapa bem aquecida uma colher de óleo para não grudar. Por a banana misturada com os outros ingredientes – exceto açúcar, canela e bebida – na chapa. Cozinhar na chapa até derreter o queijo e cozinhar bem a banana.
Colocar em um prato grande os morangos em lascas grossas , ou o kiwi em rodelas ou a cereja. Ao lado, despejar a mistura de banana bem quente e dar a forma a forma de um pão francês. Salpicar com o açúcar e a canela misturados. Com o ferro em brasa, queimar algumas vezes sobre o açúcar e a canela. Colocar uma ou duas colheres do licor doce e usufruir muito.
Puxando a brasa para minha sardinha, a minha sugestão da frutinha azeda para contrastar é o máximo, não é mesmo???
Certamente essa sobremesa deve fazer parte com regularidade dos banquetes que o Ministro Houaiss promove e organiza lá no céu!!!
Autor: bocanotrombone - Categoria(s): Sem categoria
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