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26/03/2009 - 10:37

Não Banho e Mesquinhez Inglesa

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Meu post de anteontem sobre barbas, barbudos, banhos de banheiras e não banhos de ingleses recebeu  vários – para os padrões do Boca,  naturalmente – comentários.

Costumo responder cada comentário individualmente.  Para facilitar a coisa e também por  ter percebido que o assunto ingleses ainda não se esgotou,  retomo o tema; conto mais detalhes da minha experiência vivendo  na casa de  uma família classe média típica. Foi bem legal.  Mas notei que diversas coisas curiosas na rotina dos ingleses que também foram lembradas por alguns leitores. http://colunistas.ig.com.br/bocanotrombone/2009/03/24/barbudos-x-barbeados-banheira-x-chuveiro/ 

Durante os dois meses que passei lá em Bournemouth, cidade ao sul da Inglaterra, próxima a Londres, viajei todos os fins de semana. (saia  sexta à tarde e voltava domingo para dormir). Assim, a questão dos três banhos semanais a que tinha direito foi ligeiramente amenizada.

Ainda no setor higiene,  jamais vi algum dos donos da casa (um casal, mais a filha) com cara de quem tivesse tomado banho.  O único contato que presenciei deles com a água não foi dos mais agradáveis. 

Uma  Uma noite, entro na cozinha e o que vejo???  O dono da casa lavando a cabeça na pia da cozinha.  Na volta ao Brasil, contei isso para meu pai, que comentou com um amigo nosso inglês.  Ele  garantiu que era normal, na Inglaterra, as pessoas lavarem a cabeça na pia da cozinha. O porquê disso não fica claro.  Como disse Caetano, “eu não consigo entender sua lógica.”  Entender ou não entender não tem importância.  Grave é usar a louça e comer comida lavada na pia que também serve para lavar cabeça,  e sabe-se lá se não deixei de ver coisas piores…

Um leitor do Boca fala, até de maneira rude, do mal cheiro das inglesas (leia no comentário do post de ontem)  Ele  está muito bem acompanhado. Famoso e prestigiadíssimo  personagem da política,  tido como mulherengo,  diplomata em Londres, ao responder a uma amiga se havia gostado das Inglesas, foi taxativo:

- São bonitinhas, mas muito mal lavadinhas…
 
Voltando à minha experiência com a família inglesa,  passo aos pequenos  truques, golpinhos que me aplicaram. 

Paguei aqui no Brasil uma determinada quantia para a Escola que freqüentei e outra quantia que foi diretamente para a família que me hospedou.

Está mais do que implícito que um quarto alugado durante o inverno em uma casa na Inglaterra tenha calefação.  Pois não é que a dona de casa me disse que a calefação não estava incluída e que eu deveria pagar.   Não quis brigar e concordei. Ela me deu o valor semanal da calefação. Argumentei que pretendia viajar todos os finais de semana e que preferiria pagar por noite a calefação, quando eu, de fato, estivesse usando.  Ela não concordou.  Cobrava sempre por sete noites, embora só ligasse cinco vezes por semana.

Eu e o Javier, mexicano que também estava ali hospedado,  éramos apenas meios de a dona de casa, landlady, reforçar o orçamento.  Nada além disso.

Perguntou-me ainda se eu queria que ela lavasse minha roupa e já foi logo dando o preço.  Falei que era coisa relativa: como ela já podia dar o preço sem saber quanta roupa seria?  Ela foi clara: esse preço é para a quantidade de roupa  que pessoa normal usa por semana : duas camisas, duas meias e duas cuecas. Agradeci e disse que eu mesmo levaria para a lavanderia.

Curioso é que mesmo quando queria ser simpática e mostrar eficiência, ela era seca e até meio rude.  Elogiei bastante os ovos mexidos do café da manhã. (scramble eggs, certamente escrevi errado) de lá. Imediatamente, me responde:

- Às terças e quintas  (lembro-me que eram exatamente esses os dias) tem.

Sou cara extremamente justo, o que é certo é certo e, como já disse e repeti, detesto desperdício.  A dona da casa pediu que avisasse sempre com antecedência quando fosse viajar no fim de semana, para que ela não comprasse comida para mim.  Perfeito.  Nada de desperdício.

Meu pacote de hospedagem compreendia: quarto de domingo a domingo,  café da manhã e jantar de segunda a sexta e as três refeições do sábado e do domingo. 

Como já  disse,  todos os fins de semana, viajei.  Ou seja, deixei de consumir sete refeições a cada fim-de-semana.  Passei lá seis semanas, logo foram  exatamente 42 refeições que, embora tenham sido pagas, não foram consumidas.
 
Uma noite, durante o jantar, ela me pergunta em que dia eu iria embora.  Falei que seria dali a dois sábados.  Ela diz:

- Pois bem,  o café da manhã do sábado em que você vai embora, você vai ter que me pagar porque a escola só me paga até sexta-feira.

Eu falava legal  inglês e entendi perfeitamente.  Mas, por segurança, confirmei em Portunhol com o mexicano Javier.  Pedi que não comentasse nada, mas lhe disse que iria denunciá-la para a escola. E a escola, muito provavelmente  iria descredenciá-la na mesma hora.  Se eu tivesse consumido todas as refeições previstas, perfeito que ela cobrasse essa extra. 

Detalhe: alguns brasileiros levam lembrancinhas típicas daqui, um anelzinho de água marinha e outras besteiras baratinhas para a dona da casa..  Eu havia levado  três quilos de café da melhor qualidade,  panela própria para esquentar a água, bule, coador e xícaras de porcelana pintadas a mão.  Isso não vem ao caso.  O que conta é que eu deixei de consumir 42 refeições e ela quis me cobrar um ovo, uma torrada e uma xícara de café (aliás, que eu havia lhe dado).

A história acaba assim: fui-me embora na 6. Feira.  Deixei barato, não denunciei na escola e  não teve o quebra-pau anunciado. Nesse momento em que escrevo, acho que agi mal: devia ter denunciado.

Ingleses não são efusivos, abraços e beijos não jorram por lá com parte de cumprimentos.  Mas é lógico que depois de conviver um mês e meio, por mais frio que sejam todos os envolvidos,  na despedida, apertam-se as mãos e até um beijinho e abraço  fazem parte da coisa. 

Eduardo e Marina, brasileiros que iam comigo ao Aeroporto e passaram em casa para me apanhar de táxi, ficaram impressionados porque, já dentro do táxi, limitei-me a um aceno com a cabeça de despedida.

Quatro anos após, morei cerca de quinze dias em casa de família americana.  180º  opostos.  Conto logo mais. 

Para terminar legal, a receita do fabuloso scramble eggs.

Ovos mexidos da Markham Road 103 – endereço da casa  da família em Bournemouth

Fazer uma torrada de pão de forma com manteiga.  Mantê-la quente.
Reservar.

Em uma panelinha pequena, derreter manteiga, quebrar um ovo e, quando começar a fritar, colocar uma colher de leite, diminuir o fogo, por sal e pimenta do reino.  Mexer e quando estiver no ponto (eu gosto mole) colocar sobre a torrada quente.   Comer acompanhado de  café forte servido na xícara grande.  É muito bom!!! Gotinhas de Tabasco, um pouco redundante, já que vai pimenta do reino,  também são bem-vindas (acho que agora bemvindo é tudo junto)!!!

Autor: bocanotrombone - Categoria(s): Absurdos, Artigos, Geral, Infernos Tags: , , ,

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58 comentários para “Não Banho e Mesquinhez Inglesa”

  1. Ana Claudia disse:

    Nossa que roubada…..
    Que povo é esse meu Deus?? Resposta…INGLESES……
    E pensar q essa gente vem para o Brasil e de quebra são bem tratados, tudo bem q as vezes são roubados etc e tal….mas este tipo bem q merece….rssss
    Abçs

  2. Edilson disse:

    Q experiencia! Eu estou aqui nos EUA a 4 meses na casa do meu patrao e digo os Americanos nao sao muito diferentes dos Ingleses (Se bem que dos paises que fui, Brasileiro nunca eh bem vindo). Geralmente tem uma visao errada de nossa imagem. Vou ver se escrevo uma historia e posto ai te passo o link e’ legal compartilhar essas novas experiencias.

    Att,

    Edilson

  3. Eduardo disse:

    Fiz um curso intensivo de 01 mês no ano passado em Londres. Como saia de casa cedo e voltava somente a noite não pude presenciar essas situações. Certo dia brinquei com eles sobre a historia dos ingleses não gostarem de banho. Entretanto eles juraram que tomavam banho todo dia. A casa era limpa e bem organizada. Mas, era muito comum encontrar no metro com pessoas cheirando mal.

    No geral, minha experiencia foi otima, mas na escola que estudei ouvi relato de alguns estudantes parecidos com o seu Paulo.

  4. Thiago disse:

    Isso é a maior verdade! Estive no Canadá e passei por algo parecdio. Nós saímos do Brasil com um carta informando que teremos uma família legal e que eles estão loucor para nos conhecer, mas quando chegamos lá não é nada disso, são apenas “Negócios”, vc paga para dormir e comer, não existe integração, é como se vc estivesse pagando uma pensão, portanto, quem tiver indo viajar (O que eu recomendo, é muito bom), lembre-se, tudo é questão de dinheiro, famílias ricas não hospedam estrangeiros!!!

  5. Carol disse:

    Fiquei muito impressionada com a história e com seu título. Quer dizer que você ficou na casa de uma pessoa mesquinha e, por isso, TODOS os ingleses são mesquinhos? Seguindo sua lógica e lendo o seu post, eu diria que TODOS os brasileiros, todos que se formaram na ECA-USP, todos os homens, todos os paulistas, todos que têm 57 anos, enfim, são preconceituosos e generalistas. Além disso, provavelmente, têm algum amigo para garantir as costas quentes para escrever tanta besteira num site tão conhecido no país. Parabéns pra vc.

  6. beto disse:

    Sr.Paulo Mayr,

    Com licenca.
    Boa tarde.
    Conheci seu blog através de uma chamada na página principal de um site.
    Parabéns pela sua graduacao em Jornalismo pela USP.Muito esforcado e inteligente!
    Grato por comparilhar conosco os seus pensamentos e assim alertar terceiros.
    Com relacao a senhora(dona da casa)acredito que ela tinha o pensamento de carencia.
    Se ela acredita na falta e isto que ocorrerá na vida dela.”Somos o que pensamos”.Se o senhor preferiu nao denunciá-la,
    acredito que uma outra pessoa o tenha feito.
    Concordo com a opiniao de Dani sobre a quantidade de roupa lavada durante a semana.
    Para mim,cueca,meias e camisetas/camisas sao trocadas diariamente e usadas somente uma única vez.
    A calca(jeans) é usada uma vez e depois colocada sob o sol e reusada uma segunda vez,só.
    Bom,existem pessoas que nao molham o corpo,porém se banham,através do esfoliamento da pele.
    Ah,sem tomar banho,para mim,nao dá…o corpo comeca a ficar pegajoso,melado…
    Bom,cada povo com seus hábitos.
    Fui vizinho de umas pessoas chinesas legítimas e o hábito de higiene era precário.Somente a lavagem de roupa era feita com constancia.
    Grato!

  7. Marcos Pacheco disse:

    Como outros já disseram, este comportamento é cultural. Em toda a Europa você encontra este mesmo tipo de problema. Passei três meses fazendo estágio na RATP em Paris e sofria com o odor dos franceses. Vai ver por isso os perfumes deles são os melhores. Creio que isto tem haver com os vários períodos de dificuldade que esses povos passaram, principalmente na idade média. Mas hoje em dia é de lascar.

  8. Victor Cruz disse:

    Ola Paulo,

    Meu nome e Victor e pela falta de acentuacao voce ja deve ter percebido que nao moro no Brasil.

    Ja estou em Londres por 6 anos, trabalho em uma Media Company ( terrapinn ) e sou casado a 5 anos com uma inglesa.

    Achei legal a sua historia mas nao acho que todos os ingleses sao assim, e isso eu digo por experiencia propria. E a mesma coisa que dizer que todo o Brasileiro e mulherengo, mal educado e sambista.

    A cultura inglesa e historia sao uma das maiores e mais respeitadas de todo o mundo, eu estou falando de guerras, ( l e ll Guerras Mundiais, War of the Roses por exemplo), de musica ( BEATLES, Led Zeppelin, THE WHo , THE JAM, … sao tantos!!) literatura ( o mais obvio Shakespeare, Edmund Spencer, john Donne…)

    Acho que numa epoca aonde o homofobismo, racismo e o preconceito nao sao mais aceitos numa sociedade ”evoluida”,e com toda a razao, mal vistos, eu fico meio assustado quando leio um feedback como esse que aqui encontrei:

    Caro Paulo:
    Curto e grosso tal qual os ingleses:
    Porcos, pães duros, arrogantes e mal-educados.
    Ah! E ladrões!
    Que tristes lembranças, hein?
    Um abraço.

    Eu tenho filhos, nascidos em criados aqui, de naturalidade brasileira e inglesa. Nao sao porcos, ladroes e mal educados.

    Gostaria de ouvir o seu feedback.

    Um abraco

    Victor Cruz

  9. Adriana disse:

    Oi Paulo,
    Nunca tinha lido a sua coluna até ontem. Coincidentemente, o assunto dos banhos me chamou a atenção e hoje, ao entrar no site, me deparo com a continuação. Excelente relato (realmente ontem achei a estória meio vaga). Concordo que você deveria ter levado a reclamação adiante. Aguardo ansiosa seu relato sobre os EUA, de onde acabei de voltar de férias.
    Para ilustrar, compartilho uma situação que vivi em Amsterdam. Estava lá há estudando (durante 15 dias). Um dia antes de voltar que já estava de saco cheio da comida, do ontem e principalmente das pessoas. Ocorre que estavámos eu e outra brasileira tomando um chocolate naquelas mesinhas que ficam do lado de fora dos restaurantes, comuns em Amsterdam. Sinti vontade de ir ao banheiro, entrei no restaurante, fui ao banheiro. Na saída do banheiro uma mulher me abordou, em inglês (que é bom – principalmente qdo estou sendo ofendida), e disse que eu tinha que pagar pelo uso do banheiro. Ora bolas, eu estava no restaurante, consumindo, mas vá lá…eu pagaria sem problema, não fosse a atitude grosseira e o tom que ela usou comigo. Eu expliquei que estava do lado de fora do restaurante e que não sabia que o uso do banheiro era pago. Voltei à mesa, peguei umas moedas e literalmente joguei sobre a mesa em que ela se encontrava e saí do restaurante. Isso aconteceu na véspera da minha volta, dei por encerrada ali a minha temporada na Holanda.
    Saudações,
    Adriana

  10. Marco disse:

    É de arrepiar…..pode-se resumir isso em Europa e nao apenas Inglaterra.
    A propósito: bemvindo creio que agora seja tudo junto …mas antes de uma consoante acho que se escreve com ‘n’ ainda. OPS…
    AbrAÇOS

  11. Alessandra disse:

    Me diverti muito com as declaracoes ja morei na Inglaterra mas la em casa, como bons brasilerios banho todo dia e no verao que nao e muito quente dois banhos muitas vezes e olha quea conta nao e nada assim impossivel de pagar, nao vejo porque essa miserabilidade, eu achava chato tomar banho de banheira todo dia, mas a primeira coisa que faziamos em casa que nao tinha o chuveiro era trocar a torneira. Acho horrivel o jeito que lavam a louca la metem tudo junto na pia e depois usam a mesma agua para lavar a louca toda. Mas a pior experiencia foi qdo mudei para a Belgica e fazia curso de Holandes com uns Marroquinos Mulculmanos as mulhere fediam embaixo daquelas robes que sao obrigadas a usar e no inverno qdo tiravam o caso…so Jesus na causa. Agora voce ficou na casa de um pessoal bem scumbage.

  12. Fabio disse:

    Ah, fala serio hein, semanas sem banho? Va pra onde nao feda!

  13. telma disse:

    Ótimo , o seu post. Tenho 3 filhos, dois dos quais vão morar na Itália ,e é dêsse~jeito mesmo , uma amiga dêles, que mora lá ´há um bom tempo , disse que o banho , não é o forte dêles, e que as pessoas , depois se acostumam , e segue seus costumes , xiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!!!!!!!!! Abraços

  14. camila disse:

    para comprovar, segue o link falando sobre um dos atores mais comentados do momento…. por seu mal-cheiro.

    Muito bonitinho, mas muito mal lavadinho!!!

    http://gente.ig.com.br/materias/2009/03/25/robert+pattinson+cheira+mal+e+causa+mal+estar+em+colegas+de+filmagem+5059977.html

  15. ricardo disse:

    vc’s que criticam, vão morar lá então, não tem coisa pior que tomar banho no frio de lascar.

  16. PRIMAVERA disse:

    ahuahuahuahuahuahuahuahua!!!!! Aqui as ruas são sujas vamos admitir isso é errado más…..TOMAMOS BANHO E SOMOS LIMPOS CERTO!!??? Agora esse POVO “EUROPEU” tem o couro sujo e as ruas mais LIMPAS….ahauahauahuhauhau QUE IRONIA!!!!!!

  17. Zé das Couves disse:

    Fico imaginando como esse pessoal faz sexo sem se lavar antes e nem depois… o cheirinho das periquitas cabeludas e sem ver água a muito tempo deve ser algo fantástico…

  18. PRIMAVERA-SP disse:

    ahhhh tava me esqueçendooooo Será que depois DE UMA BEM DADA (se é que fazem bem o negocio) eles tomam banho ou vão dormir…..CREDoOOoOOOOOOOoooOOOoooooOOOOOOoooooOoooOOoOooooOoOOoO

  19. marilu disse:

    Uns amigos meus tiveram oportunidade de travar conhecimento c/um sr. inglês de passagem pelo Brasil; infelizmente esse sr. veio a falecer subitamente, então meus amigos, por pura solidadiedade e compaixão, ofereceram-se para hospedar seus 3 filhos (e rapazes e 1 moça) q vieram p/tratar do translado. Por dois dias sofreram uma maratona de idas ao Consulado, IML, PF, papeladas ser fim, burocracias mil; era verão e fazia um daqueles calorões q só os paulistanos conhecem e meus amigos ao chegarem em casa sempre ofereciam as comodidades de um banheiro completo c/hidro e tudo para um banho refrescante, o qual, apesar de 3 dias consecutivos de maratona, era sistemáticamente recusado, não sem um certo horror – banho numa hora dessas?!
    Meses depois meus amigos receberam de presente, em agradecimento, um belo quadro. Até hoje, ao contemplar o mimo, devidamente pendurado na parede, meus amigos de lembram dos “sujinhos”, como são lembrados os ingleses até hoje! (Ah: as roupas de cama usadas tiveram q ser “fumigadas!)

  20. Carol disse:

    Caros frequentadores do Blog do Paulo
    Também acho horrível toda essa história de três banhos por semana ou ingleses sem higiene, mas acho um pouco mais relevante pensarmos em como nós brasileiros, estamos fazendo uso da nossa água, acho que o brasileiro tem como costume tomar tantos banhos quanto achar necessário, eu sou assim também, mas já esta comprovado que em menos de vinte anos, se o consumo de água continuar como está, a água, boa para consumo, irá acabar, então gostaria de propor a todos o seguinte, tomemos quantos banhos acharmos necessários, mas deixemos de achar que carros, calçadas e outros devam também tomar esses banhos.E caro Paulo, adorei a história, imagino o quanto você sofreu com os igleses, por favor não entenda mal meu comentário, pensando que achei sua história irrelevante, mas achei um bom espaço pra tentar conscientizar as pessoas sobre o uso correto da água, afinal de contas, seu Blog é muito lido e bem recomendado.

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