Do líder do PMDB: a culpa é do governo
O líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN) é primo do presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), e um bom termômetro de como bateu dentro do partido essa encrenca da medida provisória 446. Perguntei se o PMDB vai ficar do lado do governo ou do Garibaldi:
- Pois é, colocaram o partido numa confusão. Nós estamos em plena campanha para eleger o Michel Temer presidente da Câmara e não, pretendíamos, neste momento, nos envolver em polêmicas. Mas a verdade é que o governo está sendo teimoso.
Como assim?
- Ora, essa MP não faz sentido. Expõe o governo de maneira desnecessária, em defesa de entidades em situação irregular. Todo mundo sabe disso. Até o próprio José Múcio (Monteiro, coordenador político do Palácio do Planalto) já tinha admitido. Mas aí veio o Henrique Fontana (PT-RS, líder do governo na Câmara) e diz que a medida está correta, que é isso mesmo, que ela foi mal compreendida. Ou seja, deu o sinal de que o governo ia insistir na história, pura teimosia. Aí obrigou o presidente do Senado a tomar uma atitude. Não quero entrar no mérito da decisão, nem trazer essa encrenca para o PMDB da Câmara, que está procupado com a eleição do Temer. Mas que o governo errou, errou.
Bem, quem conhece as entrelinhas do discurso peemedebista sabe que, embora o líder diga que quer ficar fora da encrenca, na verdade o PMDB já está nela até o pescoço. Mais: quem conhece a malemolência do partido, sabe que eles vão tirar alguma vantagem dessa história. O gesto de Garibaldi, na verdade, é um sinal para o Palácio: cuidado que o PMDB não é fraco, não. Primeiro eles mandam o sinal, depois apertam o garrote, depois afrouxam. E, no final, cobram a conta.
Mas que o líder está certo, lá isto está, mesmo: o governo está teimando com uma medida provisória incongruente. Na verdade, está teimando com toda essa história de medidas provisórias. Já era hora de elas acabarem mesmo. Não serem mais usadas.
Enviado por: talesfaria - Categoria(s): Sem categoria Tags relacionadas:

Editorial: Direitos humanos em debate
A Constituição de 1988 incorpora a noção específica de direitos humanos como fundantes de sua ordem jurídica. Desde o inciso II, do art. 1º, no título Dos Princípios Fundamentais, declara-se que um dos fundamentos da República Federativa do Brasil é “a dignidade da pessoa humana”. Mais na frente, no inciso III do Art. 5º, isso é desdobrado: “ninguém será submetido à tortura nem a tratamento desumano ou degradante.”
Deve valer também para quem tem o dever de Ofício de fiscalizar os Presídios Brasileiros.
Assim, tendo toga no meio, faz uma exceção.
Assim, quem mandou seres humanos para apodrecerem nas masmorras brasileiras, não atenta contra o mesmo princípio da dignidade e tratamento degradante.
Vamos contar os mortos das masmorras e do período dito “ditadura”
Presumo que deva valer também para os Delegados que permitem todo tipo de tortura.
Assim, deve ser mais uma exceção.
E de exceção em exceção, no final só querem levar mais “R$”, por conta do estado, e que no final é pago por todos os contribuintes.
O problema de identidade da instituição confundiu o papel institucional, transformou-se em mais um sindicato, cujo único objetivo é proporcionar mais “R$” aos seus associados.
Ainda no último dia 15, a Ordem dos Advogados do Brasil lançou a “Carta de Natal”, durante a 20ª Conferência Nacional dos Advogados, instando o Supremo Tribunal Federal a tomar posição em relação à interpretação da Lei da Anistia como não extensiva ao crime de tortura: “É imperativo que o Supremo Tribunal Federal se manifeste em relação à Ação por Descumprimento de Preceito Fundamental, em que o Conselho Federal da OAB pede que defina se os crimes de tortura, praticados ao tempo da ditadura militar, sendo comuns e de lesa-humanidade, podem ser abrangidos pela Lei da Anistia” - reivindica o documento.
Louis Favre, no seu blog, reproduz texto da VALOR,referindo-se ao acordo assinado entre o Vaticano e o Estado brasileiro.O artigo tem o mérito de traduzir a “ratatulha’,imposta pelo PIG,nos dois assuntos abordados:o referido acôrdo e por tabela,o a medida provisória, 446. Há uma censura.A censura da contra-informação,executada pela mídia,partidarizada,com vistas a 2010.E, já ,com o candidato escolhido…
Vou repetir que é para não deixar dúvidas;
A atitude do TJ foi considerada de “má-fé” pelos conselheiros, que viram desrespeito ao Código de Processo Civil.
Vou repetir de novo;
que viram desrespeito ao Código de Processo Civil.
E a Corregedoria!
Age corporativamente.
Faz o que sempre fez?
Faz que não viu.
Na província tem, também?
CNJ processa presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro
O presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Murta Ribeiro, vai responder a processo na Corregedoria Nacional de Justiça por suposta má-fé em processo da promoção de juízes. Conforme noticiou o “Informe do Dia”, a decisão foi tomada na sessão de terça-feira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
O órgão federal já tinha aberto procedimento para avaliar a promoção de juízes no estado, a pedido de magistrado que se sentiu prejudicado, mas no fim de outubro, antes de julgamento, o TJ pediu adiamento para reunir as informações de sua defesa, alegando que greve dos serventuários atrapalhava o levantamento. No entanto, entrou com mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF), fornecendo os dados que não passou ao CNJ. O ministro do STF Carlos Menezes Direito deu decisão favorável ao TJ e cassando liminar do CNJ. A atitude do TJ foi considerada de “má-fé” pelos conselheiros, que viram desrespeito ao Código de Processo Civil.
O professor está,vendendo o país,é um tremendo bebe-quieto.
http://www.guardian.com.
Psiu!Psiu!
M S T.
O barbudo tá sacaneando vocês?
M S T, não vai sobrar nada para vocês.
Traslation;
Pressa em comprar envia rápida subida dos preços
Com uma área de terras de mais de 16 vezes o tamanho do Reino Unido, o Brasil tornou-se uma das opções mais atraentes para os países que procuram superfícies agrícolas no exterior. Em seus 388m de hectares de terras agrícolas, o país produz mais açúcar, café, carne bovina e de aves do que em qualquer outro lugar. É também o líder mundial da soja exportador.
Até à data a maior parte do investimento em terrenos tem sido brasileiros do setor privado, mas um número crescente de governos estrangeiros estão manifestando interesse em aderir à pressa para comprar.
Arábia Saudita está entre os países que ver terras brasileiras como uma “solução”. Em uma recente entrevista com a agência de notícias Brasil-Árabe Anba, o futuro embaixador saudita no Brasil, Mohamad Amin Kurdi, disse que o país era um daqueles que a Arábia Saudita estava olhando “em busca de possibilidades”. Kurdi disse ele planejada para introduzir representantes da Arábia Saudita, do comércio e da agricultura ministérios para investimento possível sites, enquanto o embaixador visitou recentemente o estado de Tocantins, uma área agrícola “boom” no Brasil. Diplomatas iranianos também foram explorando, com vista a garantir o abastecimento de produtos como carne, soja, milho e açúcar.
Em um editorial publicado na imprensa chinesa neste ano, Charles Tang, chefe do Brasil-China câmara de comércio, escreveu: “Ao contrário da China, a maior parte do território brasileiro é constituído por terras férteis que podem ser cultivados e está a ser subutilizado. Chinês empresas que pretendem fazer investimentos de longo prazo assumidos para comprar terras … pode obter o retorno financeiro saudável. ”
No ano passado, o Brasil trader de grãos Multigrain, que é parcialmente detida pelo conglomerado japonês Mitsui, comprou 100.000 hectares de terras agrícolas no Brasil.
Crescentes sinais de um estrangeiro para lutar por terras brasileiras têm enviado rápida subida dos preços. Em algumas partes do sul do estado agrícola do Paraná tem o preço dos terrenos agrícolas subiram para cerca de R $ 30000 (£ 8238) um hectare. Nationwide Estima-se que os preços aumentaram cerca de 20% sobre o ano passado.
Mas a corrida para a terra tem algumas sobrancelhas levantadas na capital da nação, mexendo com receios de uma “invasão estrangeira”.
“As regras têm de ser estabelecidos rapidamente, porque toda a gente está lutando pela terra brasileira”, disse Rolf Hackbart, o presidente do Brasil da agência Reforma Agrária, Incra.