A grande revolução de Barack Obama

Confesso que o título acima pode se tornar meio exagerado. Pode ser que a revolução de que eu vou falar não seja a única, nem a grande revolução promovida pelo presidente negro dos EUA, Barack Obama. Se, com ele, sobrevier uma revolução nos costumes americanos, colocando uma pá de cal no racismo, esta será, sim, a grande revolução. Se o futuro presidente dos EUA acabar com a mania dos americanos de se acharem os donos do mundo, esta também será uma grande revolução. Enfim, outras tantas possibilidades de grandes revoluções se abriram com a eleição de Barack Obama. Daí essa onda de otimismo que se instalou, mesmo em meio a uma das maiores crises financeiras da História.
Mas, por enquanto, fico com a grande revolução mais à mão, aquela que a eleição de Obama já está promovendo: a entrada definitiva da internet na política.
Segundo reportagem publicada ontem no site do jornal The Washington Post, assessores e aliados do presidente eleito dos Estados Unidos estão preparando uma expansão do sistema de comunicação da Casa Branca, cujo objetivo é permitir que o democrata mantenha contato com seus apoiadores, mobilizados ao longo dos 21 meses de campanha pela internet. A reportagem afirma que Obama quer continuar a usar a rede para se manter próximo à população. Cuidará de uma base de dados com endereços de e-mail de 10 milhões de pessoas. Desse total, cerca de 3,1 milhões fizeram doações para a sua campanha e os outros se apresentaram como voluntários que organizaram grandes comícios e fizeram campanha boca a boca.
Desde o início da candidatura, o presidenciável Obama optou por fazer uma campanha sem investimentos privados, usando apenas as arrecadações de seu eleitorado. Em uma atitude inédita, decidiu que a forma prioritária de divulgação de sua propaganda eleitoral seria a rede mundial de computadores. Por meio de vídeos postados no YouTube que se tornaram verdadeiros hits, o candidato pediu pequenas contribuições que se multiplicaram. Acabou entrando para o Guinness como a maior quantia já captada numa eleição: graças à internet, a campanha democrata, arrecadou em torno de US$ 660 milhões.
Aqui no Brasil, quem mais percebeu este fenômeno foi o candidato do PV a prefeito do Rio, Fernando Gabeira. Ele também priorizou a internet, inclusive para contribuições de campanha. Tanto que, já no primeiro turno, ultrapassou em arrecadação o bispo Marcelo Crivella - com todo o poder da Igreja Universal do Reino de Deus. Valendo-se da internet, Gabeira acabou se tornando a grande surpresa das eleições no Rio, mesmo tendo chegado em segundo lugar.
No caso dos EUA, Segundo informa a tal reportagem do Washington Post, Barack Obama entendeu que, de fato, a internet traz uma nova dimensão para a política. Terminadas as eleições, sua equipe mandou, na semana passada, uma mensagem eletrônica aos apoiadores, afirmando que esta não seria a última a ser enviada pela turma do presidente. Que se preparassem os eleitores para permanecerem em linha direta com o eleito. Na quarta-feira, o próprio Obama enviou um texto aos auxiliares, no qual insistiu que a eleição deve ser o começo e não o fim desse tipo de movimento político iniciado na sua campanha. Daí que já foi criado um novo site , que dá informações sobre a transição do governo, põe à disposição um blog e um formulário de sugestões. O projeto aponta com clareza o tipo de interação com a população que a administração de Obama pretende estabelecer.
Deu para entender? Votou no sujeito, e ele manterá você em linha direta com seus auxiliares no governo. Os apoiadores de campanha continuarão opinando e - até! - participando de sua administração. É ou não é uma grande revolução?
Não sei que tipo de antropofagia a democracia americana fará deste tipo de democracia direta que a internet tende a produzir, à medida que se vai aproximando da política. Mas a movimentação da política em direção à rede mundial de computadores, produzindo um novo tipo de democracia direta, parece inevitável. Ainda mais agora que foi apadrinhada pelo presidente dos EUA.
Enviado por: talesfaria - Categoria(s): Sem categoria Tags relacionadas:

Neste caso aí, temo que as esperanças são infundadas. No cenário político estadunidense quem menos tem voz é o presidente.
Um ab.
Estava lendo o discurso do reverendo Martin Luther King. Onde entre tantas coisas boas para o momento ele diz - “eu tenho um sonho de que um dia brancos e negros nos Estados Unidos andarão juntos”, King não viveu para ver o seu sonho realizado. Existe três momentos para o negro Barack Obama. Realizar um brilhante governo; tirar o países da crise mundial e um terceiro mostrar ao mundo dos brancos que o negro é capaz. Fico na avaliação deste terceiro ponto - inquestionavelmente os negros do mundo inteiro estão aplaudindo a vitória de Obama. Sua vitória representa a comquista de um negro num Continente que não era o seu. O negro prova que na miseravel África….pode nascer líderes mundiais que balançam as grandes estruturas. Nelson Mandela provou isto para o mundo, mesmo depois de 25 anos de cativeiro - isto não foi motivo para tira-lo de seu principal foco: ver os negros sendo respeito e em igualdade na África do Sul. Lutou tanto que chegou a presiência daquele país. E agora nos Estados Unidos, depois do assassinato de King - um negro, advogado,com 47 anos,formado pela Howard, senador volta a dizer “eu tenho um sonho….”. Obama mostra para os Estados Unidos que eles não são os senhores da terra, são apenas uma potência. Barack filho de negro; irmãos no Quênia Muculmano, e tem o seu segundo nome o Hussein. Segundo nome do homem que estava “fabricando armas quimicas no Iraque”Sadam Hussein. Eu queria ser uma formiguiha para penetrar nos ouvidos do Bush e ouvir oque ele pensava no momento em que recebeu na Casa Branco - o primeiro negro, parente de muçulmano e que leva e que tem o segundo nome de seu segundo maior inimigo, o primeiro deve ser o Osama. Parece até aquele história biblica contida no livro de Ester, quando Hamã queria matar os hebreus e a rainha Ester entregou ao Rei. Entretanto tinha o Mardodqueu ali fora do palacio lutando contra as ações de Hamã. Até que um dia a Rainha contou ao Rei o que Hamã queria matar Mardoqueu, mas este havia feito bem ao Rei. O Rei chamou Hamã - que posso fazer por homem que tem me livrado da morte, me ajudado Hamã. Hamã pensado que ele - Este homem só ser eu. e lascou esta -Ah! meu rei eu colocaria sobre um cavalo, com teu anel e suas vestes e passearia com ele pela cidade e o senhor puxando o cavalo deste homem. O rei arregalou os disse - Gostei da idéia. Corra Hamã peguei o Mardoqueu e coloque meu cavalo e passei com ele pela cidade. Imagime a cara do Marqueu puxando o cavalo de seu rival… e a risada do povo. Dentro das medidas proporções e o esta acontecendo com os Estados Unidos, Bush. Mas ao mesmo tempo é preocupante o crescente número de armas que tem sido comprada nos States após a eleição de Obama, segundo FBI, 300 mil novos pedidos de licenças. A famosa KKK estava quieta voltou agir.O mundo cristão precisa clamar por este cristão Barack Obama,para que com seus 47 anos - consiga presidir até o final os Estados Unidos da América. King tinha um sonho de igualdade na América, seu sonho foi para uma sepultura, ressucitado agora num discurso de um jovem moço negro. O mundo não pode aceitar mais segregação racial…desculpe em relação aos negros. Pois me lembro que existe em todo mundo 300 milhões de índios….e em especial na América. Deixe isto para outro comentário, pois eu também tenho sum sonho!