Esse molequinho abaixo torce para o Manchester City, mas foi ‘convencido’ a ir treinar no rival Manchester United. Segundo o The Sun, o pai de Charlie disse o seguinte:
- Os ídolos dele são Joe Hart e Mario Balotelli e no começo ele ficou muito chateado ao saber que treinaria no United. Ele não queria ir. Eu tive que dizer a ele: ‘vamos deixar o United treinar você e quando você estiver muito bom, a gente vai jogar no City’.
Ele tem apenas 5 anos. E, comparado a seus coleguinhas de idade, parece um adulto entre crianças. Divertido.
Em 3D, Arsenal e Manchester United vão mudar a forma como se acompanha futebol (de novo)
Por Maurício Targino*
O jogo entre Arsenal x Manchester United no próximo domingo já é considerado histórico. Não apenas pela rivalidade centenária ou a luta pela liderança (quem vencer pode terminar a rodada como líder), mas pelo que representará para o futuro das transmissões esportivas: será o primeiro evento transmitido ao vivo em três dimensões.
Depois de domingo, o uso da tecnologia 3D do filme Avatar que quebra recordes de bilheteria, promete mudar a história de como assistimos eventos esportivos na TV. Algo que promete ser o fim do mundo como conhecíamos. Um mundo que Manchester United e Arsenal ajudaram a construir já que possuem uma íntima relação com os meios de comunicação audiovisuais. Eles estavam lá em 1902, quando o Manchester United “estrelou” um dos primeiros registros em cinema do futebol e 25 anos depois, em 1927, quando uma partida envolvendo o Arsenal foi a primeira a ser transmitida ao vivo por uma emissora de rádio.
Eles e a mídia
A primeira sessão de cinema de que se tem registro aconteceu em 28 de dezembro de 1895, quando os irmãos Lumière exibiram 10 filmes de curtíssima duração (40 a 50 segundos cada), no porão do Grand Cafe, em Paris. Exatamente quatro semanas antes, do outro lado do Canal da Mancha, Arsenal e Manchester United faziam seu quarto confronto na história do clássico, ainda sob seus antigos nomes.
Jogando em Bank Street (o estádio Old Trafford só seria inaugurado em 1910), o Newton Heath (antigo nome do Man Utd, em referência ao distrito de Manchester onde o time surgiu), usando seu uniforme em verde e dourado, derrotou o Woolwich Arsenal por 5 a 1. Foi a primeira derrota do Arsenal no confronto, já que no primeiro duelo houve empate em 3 a 3, seguido por duas vitórias do time londrino.
Em 06 de dezembro de 1902 (vídeo acima), pouco mais de sete meses após adotar o nome definitivo de Manchester United (assim como as cores do uniforme em vermelho, branco e preto), o time teve sua vitória por 2 a 0 sobre o Burnley fora de casa captadas por câmeras de cinema – um dos mais antigos registros cinematográficos do futebol.
Já o Arsenal foi um dos times envolvidos no primeiro jogo de futebol transmitido ao vivo pelo rádio. Foi em 22 de janeiro de 1927, na partida em Highbury contra o Sheffield United, que terminou empatada em 1 a 1. Em 6 de outubro do mesmo ano, do outro lado do Atlântico, estreava o filme The Jazz Singer, estrelado pelo ator-cantor Al Jolson, inaugurando a era do cinema sonoro.
Dez anos depois, em 16 de setembro de 1937, o Arsenal promovia mais uma revolução nas relações entre o futebol e os meios de comunicação de massa: uma partida-exibição entre o time principal e os reservas do Arsenal foi a primeira partida de futebol a ser transmitida ao vivo pela TV (foto no alto, do Guardian). Em 1939, o Arsenal emprestava seu nome e imagem para o primeiro longa-metragem cujo futebol era o assunto principal: o suspense The Arsenal Stadium Mystery, dirigido por Thorold Dickinson.
O filme girava em torno da morte súbita de um jogador do time fictício Trojans durante uma partida com o Arsenal em Highbury; em campo, os adversários do Gunners foram “dublados” pelos jogadores do Brentford, que utilizaram um uniforme estilizado na partida contra o mesmo Arsenal em 6 de maio de 1939. A escolha da equipe de Londres como “protagonista” do filme não se deu por acaso: os Gunners conquistaram nada menos que 5 campeonatos ingleses na década de 1930.
Em 22 de agosto de 1964, os melhores momentos da derrota do Arsenal por 3×2 para o Liverpool em Anfield “estrelaram” a primeira edição do BBC’s Match of the Day – até hoje o mais famoso programa esportivo da TV britânica.
Na década de 1990, mais precisamente em 1997, o cinema ganhava sua adaptação de Febre de Bola, best-seller escrito em 1992 por Nick Hornby, um fanático pelo Arsenal. Foi a primeira grande produção britânica a mostrar a paixão de um torcedor de futebol como mote central.
O contra-ataque do Manchester United no cinema se deu em dose tripla a partir da virada do século. Primeiro em 2000, com a cinebiografia Best, com o ator inglês John Lynch interpretando o atacante norte-irlandês George Best, ídolo dos Red Devils nos anos 1960 e 70. No filme dirigido por Mary McGukian, Lynch também tem créditos de roteiro e produtor executivo.
Dois anos depois, foi lançado Bend it Like Beckham (no Brasil, Driblando o Destino), da anglo-indiana Gurinder Chadha. O filme conta a história de Jess Bahmra (interpretada pela atriz Parminder Nagra), uma garota indiana que vive em Londres, sonha em ser jogadora profissional de futebol, tal como seu ídolo David Beckham, na época ainda jogador dos Red Devils.
Em 2009, outro ídolo do Manchester United não só cedeu seu nome como também co-estrelou um filme: Eric Cantona foi ator e personagem em À procura de Eric, elogiado filme de Ken Loach que concorreu à Palma de Ouro no Festival de Cannes. A trama gira em torno de Eric Bishop, um carteiro em crise existencial que recebe conselhos do ídolo rebelde do Manchester United.
No “duelo midiático” entre os rivais, vitória apertada dos Gunners por 5 a 4. Será que a primeira partida de futebol transmitida ao vivo em 3D terá um número tão elevado de gols? Respostas no domingo, a partir das 14:00 (horário de Brasília), no Emirates Stadium, em Londres. E já vá separando óculos para os próximos capítulos.
*Mauricio Targino é jornalista, rubro-negro do Recife, autor do BlogSport, cineasta nas horas vagas, pesquisador, fuçador, entre outras coisas.
Ronaldinho faz parte do grupo de Dunga na Seleção. Não é um estranho como Ronaldo ou qualquer outro que possa aparecer nestes poucos meses de novidade no grupo (Roberto Carlos, por exemplo). Se Ronaldinho fez apenas 3 jogos em 2009, nos outros anos ele foi um dos mais presentes em convocações. Mesmo em má fase, Dunga jamais o descartou. Como não vinha merecendo, não era convocado, critério que o técnico usa muito bem com a maioria de seus comandados, com exceção talvez de Gilberto Silva, Robinho e alguns outros.
No final de 2009, Ronaldinho começou a mostrar melhoras no clube, ainda insuficientes para ser o melhor do Milan, mas já era uma melhora nítida. Agora, Ronaldinho mostra que está em forma ou feliz ou como quer que gostem de dizer toda vez que ele arrebenta. Contra a Juventus, um clássico, fora de casa, foi o dia do ‘clique’. Foi lá que todo mundo finalmente concordou que ele voltou. Depois, no jogo contra o Siena, um show de bola, daqueles dos tempos do Barcelona.
Então é o seguinte. Ele está em forma (o mínimo que pode fazer). Ele é um craque (até Dona Gilda, 90, a minha avó, sabe) e mostrou contra o Siena lampejos do jogador que, entre 2003 e 2006, mudou o jeito de se jogar futebol. O que está faltando? Falta mostrar que voltou a ser competitivo.
E ele tem toda a chance, em três partidas. A primeira é domingo, com transmissão da Espn,às 17h45. O Milan pega a líder Inter, na última chance de diminuir a diferença e quem sabe estragar a festa do penta do rival. Ronaldinho precisa fazer a diferença nesta partida, para começar a mostrar que voltou a ser competitivo.
Depois disso, em fevereiro e março, o Milan tem a duríssima missão de encarar o Manchester United em dois jogos pelas oitavas da Champions League. Do outro lado, pelo menos um jogador que será protagonista na Copa, Wayne Rooney. Mostrar um futebol de alto nível contra um adversário deste porte, com craques e numa competição de altíssimo prestígio é outra coisa.
Ronaldinho não precisa fazer 3 gols em cada uma destas partidas para convencer o mundo de vez. Não espero deles chapéus, letras, bicicletas e hattricks. Ronaldinho, na verdade, tem apenas a obrigação de fazer parte do jogo, colaborar e ser competitvo.
Se, ainda assim, encantar como contra o Siena, aí já vira covardia.
Fez os dois gols no clássico contra o Manchester United, dando a vitória, de vitória, ao ’sofrido’ Manchester City.
O Man United é seu ex-clube, de onde ele saiu mesmo tendo feito ótimas apresentações.
Gary Neville apoiou a decisão de Alex Fergunson de não renovar com o argentino.
Na comemoração, Tevez provocou um pouco o adversário, como quem diz: ‘falaram demais.’
Eis que um cinegrafista flagra Neville, no banco, mostrando dedo do meio ao argentino. A Associação de Futebol Inglesa vai avaliar e não descarta punir o jogador, cheio de moral por lá, apesar de pouco jogar ultimamente (foto reprodução)
Além disso, segundo o próprio Guardian, o jogo, sobretudo após a virada do City, tansmitido pela BBC1, foi o campeão de audiência no horário, com média de 7,3 milhões de espectadores, ou 29% de share. Nos 15 minutos finais, chegou a 32%. O número é maior do que a soma do segundo e terceiros colocados.
O Big Brother Celebrity, que começou após a partida, para se ter uma ideia, ficou apenas com 15%. Tevez é o grande hermano da vez na Inglaterra.
O Barcelona está a um empate de ser campeão espanhol. Está também na final da Champions League. Nem por isso o time deixou de, na última quarta, entrar em campo para disputar (e vencer o Athletic Bilbao) a final da Copa do Rei, a Copa do Brasil deles.
O Manchester United está a um empate de ser campeão inglês. Está também na final da Champions League. Nem por isso, deixou de ser campeão da Copa da Liga Inglesa 2009 (a Carling Cup) na final contra o Tottenham. Mais ainda, foi para a semifinal da FA Cup, a Copa do Brasil deles, e perdeu nos pênaltis para o Everton.
Nas Copas nacionais europeias, é assim. Todo mundo joga, independente se está na Champions League, Copa da Uefa ou onde quer que esteja. Já aqui, no Brasil, aquela que deveria ser uma competição espetacular, vira quase de segundo escalão.
A Copa do Brasil sem os times que estão na Libertadores perde muito e vira a ‘Copinha’ do Brasil. Chega a ser patético imaginar que o São Paulo, para ter o título inédito da Copa do Brasil que falta na sua galeria de troféus, precisa dar um jeito de NÃO se classificar para a Libertadores um ano desses.
Como comemorar uma conquista tão importante se você não enfrentou aqueles que, teoricamente, são os 5 melhores times do Brasil (no atual caso São Paulo, Grêmio, Palmeiras, Cruzeiro e Sport).
Como explicar que o Sport, atual campeão, não pode defender seu título, pois está agora em ‘outro nível’, acima.
Com todos os times na disputa, num país como o Brasil em que existem muito mais equipes com tradição de títulos do que nos europeus, a Copa do Brasil, desde antes das oitavas-de-final, já seria um campeonato de nível muito maior do que a própria Libertadores, que na atual fase ainda reúne times como os fracos venezuelanos, por exemplo, em plenas quartas.
A CBF precisa dar um jeito de organizar o calendário e colocar todo mundo na Copa do Brasil, como era na época em que ela foi criada. Caso contrário, a Copa do Brasil seguirá sendo uma competição menor, um prêmio de consolação ou o ‘caminho mais curto para a Libertadores’.
Para aqueles que gostam da desculpa do calendário apertado, aqui vão alguns números interessantes.
Com o jogo de ontem, contra o Wigan, o Manchester United já completou 63 partidas na temporada 2008-2009. Vidic participou de 53 deles. Cristiano Ronaldo, de 51 e Tevez, de 49. Em oito meses. Ou seja, cada um deles jogou, em média, um jogo a cada 4 dias. Pelo clube apenas, diga-se, pois todos eles ainda defendem suas seleções nacionais.
Nunca vi nenhum deles reclamando. Pelo contrário, Cristiano Ronaldo deu um xilique no final de semana porque foi substituído e Tevez pediu para sair do time porque não é aproveitado como gostaria.
O resumo do jogo do Barcelona é o áudio da narração da rádio catalã Mundo Deportivo. Play no player!
O resto, quem viu, viu. O Barcelona não mereceu a classificação neste jogo. Mereceu pelo resto do ano, pelo conjunto da obra. Mas na partida o Chelsea perdeu por não matar o jogo com todas as chances que teve.
`Visca Barça`, que viu neste lance de Iniesta uma repetição de outro gol histórico, o de Bakero, contra o Kaiserlautern, na Alemanha, quando no jogo de ida o Barcelona havia ganhado por 2 x 0 e, na volta, perdendo por 3 x 0, Bakero acertou a cabeçada aos 45 cravado do segundo tempo. Veja
E que venha 27 de maio. Manchester United (favorito) x Barcelona.
Meu velho companheiro e fundador deste blog há mais de 6 anos, Carlos ‘Dr. J’ Sperandio, me ajudou neste post do passeio do Manchester United (e sobretudo do Cristiano Ronaldo) contra o Arsenal em pleno Emirates, 1 x 3 carimbando o Red Devils (que fica bem melhor de azul, eu acho) na grande final da Champions League de 27 de maio em Roma.
O terceiro gol é daqueles, mais do que bonitos, que mostra entrosamento, técnica e uma força física de fazer inveja a qualquer jogador de futebol no planeta. Cristiano Ronaldo sai de uma linha imaginária entre o meio-de-campo e a linha da grande área de Van Der Sar. Não é oficial, claro, mas cronometramos (eu e o Dr. J) que foram 7 segundos desde o calcanhar pro Park até a hora q ele toca para o gol. Foram 58 metros mais ou menos em 7 segundos. Ou 30 km/h de média (não de máxima).
Não à toa, o Cristiano Ronaldo aparece nesta excelente foto da EFE na comemoração. Repara na camisa que os companheiros todos usam e na dele… que de tão apertada, deve ser modelo especial baby-Ronaldo-look. “Ele nesta foto parece que é uma figura de game de futebol do Playstation”, sentenciou Dr. J.
Ps1: Como eu disse, marra é também pra quem corre. E ele correu demais o jogo todo.
Ps2: Meu papel aqui (tenho um?) não é torcer, lógico. Mas dá vontade de que o Barcelona consiga a classificação para a grande final. Até porque, por mais matador que seja o ataque culé e as apresentações do melhor jogador do ano até aqui, Messi, eu ainda duvido que o Barcelona consiga bater o Manchester.
- Como eu gostaria de cravar aqui que o Internacional é um dos favoritos ao Brasileirão. Não apenas pela aula de futebol contra o fraco Caxias ou pelo passeio que deu no Gauchão. Mas pela equipe mesmo que se apresenta (ainda que talvez tenha que vender Nilmar ou Taison para fazer caixa). O time titular é bom. Os reservas são de alto nível. Enfim, tudo para dar trabalho, mas…
- … mas acontece que no ano passado o time era forte também, eu apostei algumas fichas que seria um dos candidatos ao título e o time sequer brigou pela vaga na Libertadores. Então, este ano, o Colorado vai ter que me convencer mais. Muito além do Gauchão.
- Incrível como a máxima ‘tem coisas que só acontecem com o Botafogo’ é verdade. ‘Tomar’ um gol do jeito que ‘tomou’ (gol contra espírita, com a bola caprichosamente passando entre as pernas do zagueiro que estava embaixo das traves), depois do Americano, vai ficar (de novo) na história.
- E o legal do Campeonato Carioca é que vai ter um tri-vice. Resta saber se será Cuca ou o Botafogo. Uma briga muito boa, apesar de cruel.
- E aí o Ronaldo dá um pique de 36 km/h e ganha da tal melhor zaga do Brasil como se ainda tivesse 17 anos e jogasse no Cruzeiro. Tem coisas que só acontecem com… Ronaldo.
- O São Paulo passa a impressão de falta de vontade. Talvez de desgaste até de convivência (Dagoberto, Washington e Borges não conversam, não é possível). Pode ser só a época do ano, diga-se, já que o Corinthians começou a se preparar para o Paulistão ainda em 2008 enquanto o tri brasileiro descansou (com razão) por muito mais tempo.
- Pode ser também só um momento (ou alguém duvida que em novembro o time estará lutando pelo tetra brasileiro?), mas, às vezes, parece mais do que isso. Parece que o modelo anda meio esgotado. Escapou ontem de levar uma goleada em casa. E, mesmo no primeiro tempo, quando teve o domínio, praticamente não finalizou. Faltava perna (o que é normal) e até entrosamento (o que é absolutamente anormal em se tratando de um time que há tanto tempo joga junto).
- Não sei não. Mas desconfio que o time de Muricy passa pelo mesmo choque de personalidade de 2008. Enquanto teve Adriano em campo, o time foi um. Bolas alçadas na cabeça do Imperador, jogadas para ele concluir de onde fosse. Seja de cabeça ou com o pé, impondo sua força física, patada e habilidade acima da média do futebol brasileiro.
- Com Adriano, o São Paulo foi bem, mas perdeu o Paulista e a Libertadores. Ou seja, de um modo estranho, o São Paulo acabou sendo excelente para Adriano voltar a ser um protagonista mas Adriano não conseguiu, sozinho, levar o São Paulo aos títulos. Sem o Imperador, o time voltou a ser aquele de operários. Hugo é um importante operário e não entendo porque anda deixado de lado. Borges é o melhor dos operários do futebol brasileiro.Dagoberto foi importante, assim como todo o grupo. O eficiente São Paulo sem brilho que ganha todas.
- Me parece que Washington virou uma espécie de Adriano para o time, só que piorado, pois não tem o arranque, nem a força e muito menos a habilidade. Tem faro para marcar gols, mas precisa que o time esteja lá. Quando recebeu na frente dos zagueiros no clássico, perdeu todas. E quando ganhou, chutou sem força. Sua grande jogada, nos dois clássicos da semifinal, foi ganhar na cabeça o chutão dado pelo goleiro. Muito pouco.
- Outro que vem dando uma pipocada e não é de hoje é o Manchester United. Não conseguiu marcar um gol no Everton na semifinal da FA Cup e agora dá adeus a possibilidade de ganhar tudo na temporada. Tudo bem, dirá o outro, afinal, não se pode ganhar tudo. Mas eu acho que o buraco é mais embaixo. Como seu grande craque Cristiano Ronaldo, o time vem com dificuldades. Foi capaz de colocar em risco, em casa, a classificação para a Champions League. Foi preciso um pombo sem asas do próprio Ronaldo para sair da enrascada.
- Como sou fã do futebol que o Manchester United apresentou nos últimos 18 meses, torço para estar enganado. Mas a vontade do Chelsea em nítida melhora da equipe, a fase do Barcelona e de Messi e até o ‘desinteressado’ patinho feio Arsenal podem complicar e muito o todo-poderoso melhor time do mundo na Champions League. Sem contar a camisa do Liverpool no Campeonato Inglês.
- Falando em Europa, acho que agora ninguém mais tira o Milan da próxima Champions League. Muito boa notícia. Fez falta nesta temporada.
- E um ps final: passei duas semanas sendo chamado de santista, só porque achei (e acho ainda) que o meio-de-campo do Santos é mais habilidoso que o do Corinthians. Agora tem uns 250 comentários no post abaixo me chamando de palmeirense devido ao post em que comento o episódio Domingos x Diego Souza. Nos sete anos que este blog completa em 2009, isso já aconteceu com pelo menos uns 15 times. O mais inusitado foi uma vez que opinei que o Sporting era favorito contra o Benfica no clássico de Lisboa. Em massa, fui chamado de sportinguista nos comentários. E, claro, que meu palpite deu errado. Até de paranista já me chamaram. Viva o futebol.
É jornalista, sócio da agência de conteúdo mob36, e mantém este BlogdeBola (entre idas e vindas) desde 2002. Pelo iG, onde trabalhou entre 2002 e 2006 e de onde nunca se desligou totalmente, foi para a Copa de 2006 e Olimpíada de 2008.