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05/03/2012 - 19:30

De Petrolina a Lisboa

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O que está acontecendo com estes torcedores?

Eu vi hoje é digno de virar viral. O amigo André Feijoo, notório sportinguista, postou o não menos sensacional torcedor do Benfica dando o recado ao vivo para a televisão portuguesa antes de mais um jogo do que espera do seu time…

Antes, há algumas semanas, Mauricio Targino, habitué deste blog, postou pela segunda vez o reclamão de Petrolina, figura folclórica que fica ao lado da entrada do túnel do time visitante recepcionando com gosto o time adversário, desta vez o Santa Cruz.

Genial!

Autor: Mauricio Teixeira - Categoria(s): Futebol Brasileiro, Futebol Internacional Tags: ,
05/03/2012 - 11:37

O melhor time do Brasil

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O canal Premiere Futebol Clube, o PFC, lançou uma campanha com jogadas “recortadas e coladas” de vários jogos de 20 clubes do Brasil. O projeto, muito bem bolado pela agência Wieden+Kennedy, teve consultoria de futebol da minha empresa, a mob36, com um trabalho minucioso que não teria acontecido não fossem os jornalistas/boleiros Renato Ernani e Mauricio Targino.

Foram meses em que nós pesquisamos incansavelmente jogadas e ídolos do ano 2000 para cá dos 20 times, valendo apenas do Brasileirão e dos Estaduais. A narração final deu o toque que faltava. Os resultados, você assiste no link abaixo. É só clicar no seu time e ver como ficou:

O Melhor Time do Brasil

Autor: Mauricio Teixeira - Categoria(s): Brasileirão Tags: ,
04/03/2012 - 18:14

Os treinadores e as demissões

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Nem sempre é fácil dar um passo à frente. O ex-futuro-quase promissor André Villas-Boas durou pouco no Chelsea. Ele vinha bombando no Porto, com uma carreira que se anunciava a do “novo Mourinho”. O hype todo o levou ao Chelsea mas não foi suficiente para mantê-lo no cargo. Ele ficou apenas um mês a mais do que Felipão, diga-se.

Depois de Mourinho, Avram Grant, Felipão, Guus Hiddink, Carlo Ancelotti,  e agora Villas-Boas passaram pela equipe e apenas Guus Hiddink talvez tenha deixado saudades, para dizer uma palavra que Villas-Boas e Scolari entendem bem o significado.

O time de Londres é uma exceção entre os grandes ingleses no quesito manter técnico no cargo. Arsene Wenger, do Arsenal, está há 16 anos. O “absurdo” maior é Alex Fergunson, que comanda o Manchester United há 26 anos. Mesmo Roberto Mancini, do Manchester City, que pode ser chamado de “neo-Chelsea”, está há mais de 3 anos no cargo.

Legal transportar essas estatísticas para outro futebol estrelado, o Espanhol. Na comparação mais cruel dos últimos anos, Barcelona e Real Madrid também se diferenciam por este tema.

Enquanto nos últimos 25 anos o Real Madrid teve 25 treinadores, Luxemburgo, Capello e Mourinho incluídos, o Barcelona deu emprego para apenas 13 (TREZE) treinadores.

Entre eles, Van Gaal, Rijkaard e ninguém menos do que Cruyff. Além, é claro, deste novo mito que se apresenta, que é Guardiola. Um estudioso que, ao contrário dos que alguns podem imaginar, é fundamental mesmo num time que tem Messi.

Guardiola, aliás, como bem disse Lucio Ribeiro em sua coluna da Folha, o homem que espera uma ligação para ser treinador da Seleção Brasileira na Copa de 2014.

Quem mais poderia ser?

Ps: Este post apela para ter audiência e coloca uma foto do Guardiola, que nem é figura-central do post, só para agradar o incansável público feminino do carequinha que as vezes frequenta este blog

Autor: Mauricio Teixeira - Categoria(s): Futebol Internacional, Seleção Brasileira Tags: , , , ,
27/02/2012 - 23:29

O cara que fica…

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Não faço parte do grupo que acha que o trabalho do Dunga foi péssimo. Na verdade, dada a sua nenhuma experiência, a má fase de Ronaldinho e Kaká, e sobretudo o briefing que recebeu ao ser contratado, que era encher esses mimados de porrada acabar com a mordomia e a festa de 4 anos antes, acho que Dunga foi muito melhor do que Parreira havia feito em 2006. Não que isso queira dizer que ele foi excelente, o que não foi. Apenas acho que razoável para bom é o mais indicado.

Aviso importante: o restante deste post vai falar principalmente de Ganso e Neymar.

Aviso mais importante: eu não acho que teria alguma diferença prática no resultado de Brasil x Holanda se Ganso e Neymar tivessem sido convocados por Dunga.

Meu ponto é outro. Segue…

Corta para 2012 e Ganso e Neymar são, de longe, as duas grandes esperanças do futebol brasileiro para a Copa de 2014. E eu pergunto a vocês: alguém aí tem confiança plena de que eles têm chance real de fazer o Brasil ganhar a Copa em casa?

Me adianto a vocês: a resposta é não. Por melhores que sejam (e eles são muito bons) a gente sabe que eles não conseguiriam vencer uma Copa. Nem o chefe deles, Mano Menezes, confia. Tanto que já voltou a chamar Ronaldinho (até quando?) e Kaká e logo logo deve aparecer Robinho por aí.

E entre vários motivos de falta de confiança, destaco um deles: o fato de Dunga não ter levado Ganso e Neymar para o último Mundial. Mais uma vez, vou isentar Dunga pela falha. Do jeito que é pensada a estrutura do futebol no Brasil, restava a Dunga levar 23 jogadores da confiança dele. Se o clamor popular era Ganso e Neymar nas vagas de Julio Baptista e Kleberson, é bom lembrar que Julio decidiu a Copa América para Dunga contra Messi e cia. E que Kleberson trazia a bagagem de 2002.

O que eu quero dizer é que falta na seleção o cara que fica. O diretor, manager, dirigente, presidente, seja lá quem for, que pense um pouco além dos 30 dias da Copa, que sobreviva ao fim do torneio, ao ciclo de um treinador. Dunga seria cobrado pelos 30 dias. Entre o conhecido e o duvidoso, ficou com o primeiro. A meta dele era muito clara e você pode discutir que Neymar é melhor que Julio Baptista para você. Mas não pode afirmar que, na época, uma decisão seria mais certa que a outra.  Assim como a opção por Grafite em vez de Pato.

E é justamente aí que mora o crime. Certamente Ganso e Neymar (cito os dois, mas a lista poderia ter Jefferson, afinal, alguém lembra os outros dois goleiros do último Mundial?) seriam outros jogadores se tivessem estado naquela Copa. Como Ronaldo em 1994 ou Kaká em 2002, que sequer jogaram.

A formação do atleta se faz com a dor de uma eliminação, o ambiente de um Mundial, ver de perto os jogadores que usa no Playstation, sentir o frio na barriga. Ter ido ao Mundial só traria bagagem aos que hoje, injustamente, são os arrimos da seleção que sediará a próxima Copa.

Neymar e Ganso tentam ser líderes de um time que não tem transição. Famosa bola na fogueira.

O cara que fica tem que ter uma cota nas convocações. Vetar ou impor nomes que fazem ou não parte do projeto futuro. De preferência não receber nem bicho se ganhar um torneio, inclusive a Copa, pois a meta dele seria sempre o próximo, não o atual. No mundo corporativo a gente vê executivos fazendo absurdos em nome de “cumprir a meta”. Tudo pelo bônus e eles não estão errados já que a lógica é essa.

O mundo do futebol não é muito diferente.

Ps: Fica aqui a lista dos 23 de Dunga, o executivo, que não é pago para fazer a empresa prosperar no futuro…

GOLEIROS: Julio César (Inter de Milão), Gomes (Tottenham), Doni (Roma)
LATERAIS: Maicon (Inter de Milão), Daniel Alves (Barcelona), Michel Bastos (Lyon), Gilberto (Cruzeiro)
ZAGUEIROS: Lúcio (Inter de Milão), Juan (Roma), Luisão (Benfica), Thiago Silva (Milan)
MEIO:
Felipe Melo (Juventus), Gilberto Silva (Panathinaikos), Ramires (Benfica), Elano (Galatasaray), Kaká (Real Madrid), Josué (Wolfsburg), Julio Baptista (Roma), Kleberson (Flamengo)
ATACANTES: Robinho (Santos), Luis Fabiano (Sevilla), Nilmar (Villarreal), Grafite (Wolfsburg)

Ps2: Esse cara que fica, cof cof, não pode ser o Américo Faria, ok?

Autor: Mauricio Teixeira - Categoria(s): Futebol Brasileiro, Seleção Brasileira Tags: , , ,
23/02/2012 - 12:58

Mais dois gifs animados para a coleção…

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Ai ai… Este blog não resiste a um gif animado. Imagina dois!

Para ver outros, basta clicar na tag abaixo…

Autor: Mauricio Teixeira - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , ,
20/02/2012 - 09:09

“Você começa nos túmulos…”

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No último domingo a Zâmbia venceu a Copa Africana de Nações e emocionou o mundo numa história digna de cinema. O time venceu a Costa do Marfim na final e ganhou, em Libreville, o título. Exatamente na mesma cidade onde há 19 anos um acidente de avião matou a mais promissora seleção que o país havia produzido em sua história. Dezoito jogadores e toda a comissão técnica morreram quando o avião que conduzia a equipe para o Senegal caiu logo após a decolagem.

Este post tem o objetivo de apenas compartilhar um link precioso com vocês. Mas, antes, uma historinha pessoal. Me perdoem a minha memória, talvez eu não lembre direito a ordem dos fatos. Mas, há 19 anos, quando aconteceu o acidente, eu era um aluno de segundo grau na dúvida entre prestar vestibular para direito e jornalismo.

Em algum momento daquele ano, não sei se com a minha decisão já tomada ou não, uma revista Sports Illustrated, com Michael Jordan na capa “caiu” na minha mão. Caiu mesmo. Em 1993, não havia Internet e não se encontrava revistas estrangeiras em qualquer banca. Talvez tenha sido também um ano ou dois depois, minha memória me trai. Certamente ainda em formação. Mas digamos que se a revista esteve comigo no mês de seu lançamento este post fica ainda melhor.

A capa perguntava “Why” já que Jordan, consagrado, anunciava sua primeira aposentadoria do basquete para ir jogar Beisebol (??). Aventura que desistiria mais pra frente, para virar ainda mais lenda. Se Jordan foi quem me levou até a revista, foi outro texto que arrepiou a minha espinha e, de certa forma, ajudou a mudar (ou consolidar) meu destino.

Assinada por Leigh Montville, o texto “Triunfo em Solo Sagrado, contava, seis meses depois, como a seleção da Zâmbia, pobre país africano, se recuperava do acidente de avião que matou seu time de futebol. Um novo time, remendado, mas que incentivado “por espíritos”, por apenas um gol não conseguiu a vaga para a Copa do Mundo de 1994 e ainda chegaria na decisão desta mesma Copa Africana de Nações.

O time “remendado de 1993-1994, mais do que o atual que venceu pela primeira vez a CAN, era movido puramente pelo desejo de honrar as vítima da tragédia. Com a ajuda de europeus, sobreviventes que não estiveram naquele avião levantaram a poeira do acidente para encher de esperança uma nação.

Vou cortar o blablabla e dar uma boa notícia. Tem na internet, essa maravilha, a matéria completa. Não achei com as fotos, que eram incríveis, sobretudo a dupla de abertura que mostrava as sepulturas dos 30 mortos no solo seco com o estádio ao fundo.

Mas, vá lá, aqui vão os quatro primeiros parágrafos e é só clicar para ler na íntegra:

October 18, 1993

Triumph On Sacred Ground

After the Zambian soccer team perished in a plane crash, a new team rose to bring hope to a troubled nation

Leigh Montville

You start with the graves. You have to start with the graves. You stand in the middle of the arid African landscape on a warm afternoon, surrounded by the 30 mounds of earth, not knowing where to look first. The dust blows into your face. The sun beats onto your head. You try to catalog all of the feelings, try to capture the sight and the emotions in words, but how can you do that? You stand and mostly you gape.

“This was the goaltender,” a security guard says. “Efford Chabala. Oh, Chabala, he was very good. Very, very good.”

You stare at the black-and-white picture of Chabala that is attached to a thin wooden stick behind one of the mounds. A head shot. You read the printing underneath the picture, his name and the fact that he lived from 1960 to 1993 and played for the Mufulira Wanderers and for Zambia. You squint to read the smaller writing, maybe from a half-dozen hands, messages that have been scribbled in pencil or ballpoint pen, messages of condolence, messages of farewell. “You have left us alone,” one of them says. “What are we to do now?”

You look at all the pictures, one picture behind each of the 30 mounds. Many of the black faces are so young, faces that could be from a yearbook, from a college football program on a Saturday afternoon, 18 soccer players and then the coaches and the trainer and then the officials of the Zambia national team and then the crew of the de Havilland DHC-5 Buffalo airplane that dropped into the Atlantic Ocean just before midnight on April 27 off the coast of the tiny African country of Gabon. How can this be? All these people?

Íntegra aqui

Autor: Mauricio Teixeira - Categoria(s): Futebol Internacional Tags: ,
02/02/2012 - 19:48

Isto é Barcelona

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De tudo o que já se falou e ainda vai se falar do Barcelona por estas bandas, neste período em que parece que o Brasil finalmente descobriu o time mais espetacular do mundo, que já era assim há um bom tempo, acho que falta também falar de momento.

Sim, o Barcelona tem um entrosamento que vem da base. Sim, o Barcelona tem 22 grandes jogadores e um gênio. Sim, eles tocam a bola como no futsal e “não adianta” marcar pressão na saída de bola “nem adianta” se fechar em 20 atrás da linha da bola.

Mas aí você este vídeo:

… e vê que faltou falar de uma coisa. A motivação, a fase. Quando começa a dar certo, tudo dá certo. Tudo mesmo. Até isso. A confiança aumenta e aí fica difícil segurar.

Uma hora, também, vai começar a cair a motivação, fase que começa a acontecer agora. E, tão certo como este Barcelona é um dos melhores times da história, é que já já alguém vai ganhar deste time.

Autor: Mauricio Teixeira - Categoria(s): Futebol Internacional Tags: ,
10/01/2012 - 11:03

O difícil papel de ser o número 2 até quando se é o número 1

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Veja a vibrante comemoração de Cristiano Ronaldo no jogo contra o Granada:

Os estragos que o Barcelona está causando e ainda deve causar no futebol mundial em geral e no Real Madrid em particular vão muito além dos títulos e glórias. Cristiano Ronaldo talvez seja a vítima que mais chama a atenção.

O fato de não comemorar o gol não importa muito. Mas os fatos são marcantes. Cristiano Ronaldo anotou, contra o Granada, seu gol 21 em 17 jogos na atual Liga Espanhola. Pelo Real Madrid, são 112 gols em 114 jogos, uma média mais do que espetacular.

Títulos também não serão exatamente um problema. Ano passado, o time ficou com a Copa do Rei que, se não cura as feridas abertas pelo Barcelona, pelo menos fez o próprio Messi chorar de raiva como mostra essa foto, tirada no vestiário logo após a vitória merengue.

Outros títulos virão. Na rodada do último final de semana, o Barcelona tropeçou de novo e o Real Madrid abriu cinco pontos na liderança da Liga. Ou seja, é muito possível, até provável, que o Real seja o campeão espanhol mesmo tomando dois shows de bola do Barcelona já que o clássico que foi um passeio no primeiro turno agora será na casa do Barcelona.

Só existe uma redenção possível: a Champions League. A sonhada décima do Real Madrid, ensaiada e fracassada já desde 2002. Mesmo ela, fico aqui pensando, pode ser um corta-clima grande dependendo como for, principalmente para Cristiano Ronaldo. Neste nível, não basta chegar na frente, é preciso ser o melhor. Se esse título vier sem um confronto direto contra o Barcelona para vingar a temporada passada, vão sempre dizer que é justo, mas faltou alguma coisa.

Artilheiro e líder do campeonato espanhol, melhor campanha da Champions League até aqui. Craque que chuta com a direita, a esquerda, cabeceia, corre mais do que todos, joga num time de ponta. Mas é, como foi ontem na votação da Fifa, o segundo. Mesmo quando é o primeiro.

Jan Ulrich

Essa história começa a me lembrar a de Jan Ulrich, ciclista alemão fenômeno que venceu a Tour de France em 1997. No ano seguinte, Lance Armstrong venceu pela primeira vez e venceria outras seis seguidas, se tornando o maior mito da história da prova. Ulrich, no melhor estilo Cristiano Ronaldo, foi vice em 4 destas sete vitórias de Lance.

Ulrich ganhou uma medalha olímpica em 2000 e é considerado um dos melhores ciclistas de todos os tempos. Em 2003, foi escolhido o maior esportista alemão mesmo no auge de Michael Schumacher. Mas, como Cristiano e Messi, Ulrich encontrou Lance pela frente.

Autor: Mauricio Teixeira - Categoria(s): Futebol Internacional Tags: ,
07/01/2012 - 15:34

Os 25 mais de Henry pelo Arsenal

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O vídeo abaixo explica um pouco a euforia dos torcedores do Arsenal pelo empréstimo de apenas 2 meses de Thierry Henry ao time londrino.

O francês é o maior artilheiro da história do clube, com 226 gols. Não foram poucos bonitos e importantes, como você vê a seguir. Henry tem 34 anos e até nos Estados Unidos, onde joga, é contestado. Mas, enfim, ídolo é ídolo.

Autor: Mauricio Teixeira - Categoria(s): Futebol Internacional, Videos Futebol Tags: ,
05/01/2012 - 12:21

Tim Howard, em gif animado

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Este blog não resiste a um “gif animado” (jpg animado? eu não conhecia… confesso. Mas vou seguir chamando de gif).

O incrível gol do goleiro americano Tim Howard na derrota do Everton contra o Bolton não poderia ficar de fora.

Mais: gifs animados

Autor: Mauricio Teixeira - Categoria(s): Futebol Internacional Tags:
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