Grandes (novas) figuras das Copas: ‘O Flanelinha’
Estava colocando a leitura em dia (World Soccer de julho) e li com atenção a reportagem sobre segurança na África do Sul feita pelo veterano (todas as Copas desde 1966) Keir Radnedge.
Gosto de ler os gringos falando sobre o tema já que nós, brasileiros, nem sempre somos parâmetros para estes assuntos, até por lidarmos com uma violência parecida todos os dias.
Radnedge cobriu a Copa das Confederações e, sem negar as belezas naturais e o povo acolhedor locais, descreve alguns acontecimentos. Entre eles, coisas corriqueiras do nosso Brasil-sil, como o seu colega da agência Reuters que foi coagido a dar dinheiro para policiais, assalto usando arma de fogo, invasão de um bar por cinco homens armados, o sumiço de dinheiro no hotel das seleções brasileira e egípcia e até sequestro relâmpago.
“Em todos os lugares em que estive, nunca me foram relatados tantos incidentes criminais envolvendo colegas, profissionais e convidados em geral como aqui”, diz o veterano.
Mas o que mais me chamou a atenção foi a sua narração indignada sobre o momento em que outro jornalista teve que ‘dar dinheiro para que uma pessoa cuidasse de seu carro’ enquanto estacionado ao redor do estádio.
Sim, um flanelinha legítimo, daqueles que guardou o navio de Pedro Álvares Cabral enquanto o gajo dava uma volta pra curtir a paisagem e, dos quais, 500 anos depois, ainda não conseguimos nos livrar. ‘Profissão’ que, ao contrário do cambista, este sim uma praga mundial, não existe no mundo desenvolvido e por isso causa tanta estranheza ao ex-chefão da World Soccer Magazine.
Aí eu imagino 2014. Aqui a Copa terá responsabilidades nacionais: fazer tudo certo, bem feito, com reflexos posteriores para a melhoria da sociedade e, claro, sem afronta e roubalheira aos cofres públicos e/ou privados, além do detalhe de ganhar o mundial (fácil, hein?).
Mas terá também uma responsabilidade internacional (que não sabemos ainda de qual tamanho) de ser melhor organizada do que a da África do Sul. Pela tradição no futebol, índices de IDH, tamanho do PIB, instituições democráticas, imprensa atuante, etc e etc, tudo leva a crer que este objetivo é muito mais fácil do que o primeiro de ser alcançado (eu disse ‘leva a crer’).
Mas confesso que estou bastante curioso, na verdade, para saber o que vai ser dos flanelinhas…
Posso cuidar do carro, tia? Deixa 15 reais adiantado…
Autor: Mauricio Teixeira - Categoria(s): Futebol Brasileiro, Futebol Internacional Tags: Copa de 2010, Copa de 2014

Bom. Bem bom. Só achei estranha essa perna esquerda da Gi. Tá meio peluda, né?
O mais emputece é quando eles dizem “o pessoal tá acostumado a deixar R$ 10 com a gente”…
Me sinto extorquido todo jogo.
Coisas que só acontecem no futebol (?!?) capixaba…
Juiz de 50 anos cai na porrada com jogadores:
http://www.youtube.com/watch?v=_4x_1hFx9Nw
Hinos e Símbolos nacionais.
Agora é obrigação e responsabilidade.
Com o advento da Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016 no Rio, sem falar na nova lei sancionada, que obriga a execução do hino nacional nas escolas de todo Brasil, o brasileiro terá a obrigação e a responsabilidade de aprender e conhecer os hinos e símbolos de seu país.
Para suprir esta necessidade, estará disponível neste mês, o primeiro DVD do Brasil sobre os Hinos e Símbolos nacionais, com o projeto Ilton Saba, pois afinal não adianta cobrar e não oferecer o material para ensinar. Venha conhecer o DVD e o Projeto.
Acesse o site http://www.hinosdobrasil.xpg.com.br