Um caso bem inusitado poderá ser julgado na Corte Européia de Direitos Humanos. Um grupo de ativistas pelos direitos dos animais levou ao tribunal um pedido de reconhecimento do chimpanzé Matthew “Hiasl” Pan como uma “pessoa”. O chimpanzé vive em um abrigo para animais na Áustria, mas o local corre o risco de ser fechado por falta de dinheiro. Um benfeitor ofereceu fazer uma doação para ajudar o abrigo, com a condição de que o macaco tivesse um guardião legal para decidir o uso devido do dinheiro, mas para ter direito a esse guardião, o animal precisar ser considerado um “cidadão”. Um dos argumentos utilizados pelos ativistas é que Hiasl, que já tem 26 anos, foi criado entre os humanos desde filhote, e como todos os chimpanzés, ele tem 99,4% dos genes iguais aos do homem e ambos fazem parte da mesma família biológica. A disputa na justiça começou em 2006, quando o doador fez a oferta de ajudar o macaco, mas até agora todos os pedidos foram rejeitados. Caso o abrigo seja mesmo fechado, o destino do mamífero ainda é incerto e os ativistas temem que Hiasl acabe sendo sacrificado.
Uma gata virou a grande sensação na estação ferroviária de Kishi, na cidade japonesa de Kinokawa. Depois de demitir quase todos seus funcionários, a empresa que administra as estações na cidade ficou muito impressionada com a fidelidade da gatinha Tama, que continuou morando no local. Eles então resolveram contratar a bichana como chefe da estação! A gata de nove anos, que ganha seu salário em comida, ficou muito famosa em todo país ao receber o título de “mestre de estação”! A felina adora tirar fotos com os passageiros e também com os turistas que vão ao local apenas pra conhecê-la. Como uma funcionária exemplar, ela está sempre a postos usando seu chapeuzinho preto, igual ao que é usado por todos os funcionários da estação. Desde que Tama assumiu o posto, houve um aumento de 10% no número de passageiros.
Já mostramos aqui no blog um caso de amor bem inusitado entre uma foca e um pingüim… E parece que os romances exóticos estão ficando bem populares no mundo animal. Mais uma vez o affair é entre uma ave e um mamífero. Um avestruz do zoológico de Moscou, na Rússia, anda jogando charme pro lado das zebras do zôo. Isso mesmo! O Dom Juan faz a corte a cada dia para uma zebra diferente… No começo, elas apenas o ignoravam. Agora, cansadas de tanta azaração, começaram a espantar a ave a patadas!!! Mesmo assim, o apaixonado não desiste das investidas… Há mais de 1 mês, o avestruz está morando na área do zôo destinada às zebras e às girafas. Será que as grandalhonas também entrarão na mira do conquistador?
Bater no cachorro ajuda a educá-lo? E se ele fizer alguma coisa muito grave, não deve apanhar pra aprender? Dar uns tapinhas, de leve, sem a intenção de machucar, não tem problema, tem? Todas essas perguntas já devem ter passado pelo menos uma vez pela cabeça de muitos donos. E a resposta para todas elas é bem simples: nunca bata no cão para educá-lo!!!
Isso não significa que você deve deixar o cachorro fazer o que quiser… Comportamentos indesejados devem ser repreendidos sim, mas sem violência. Neste artigo você vai entender que punir é muito diferente de bater.
Bater pra quê…
… se existem outras maneiras muito mais eficientes de educar o cachorro? E detalhe: sem usar a violência!!!
Há várias técnicas que podem ser utilizadas pra repreender um mau comportamento do cão. Por exemplo: recompensar o cachorro com um petisco ou carinho quando ele fizer a coisa certa, incentivando-o a agir da maneira correta, será bem mais eficaz do que um tapa quando ele aprontar.
Não é bom pra ele…
Além do que, é muito fácil machucar o cachorro ao bater nele. Quando o cão se comporta mal, na hora da raiva, o proprietário pode não ter controle de sua própria força.
Imagine você dando uma joelhada no peito do cachorro pra ele parar de pular em cima de você… Sabia que fazendo isso você pode acabar até fraturando uma costela dele?
E mesmo aqueles tapinhas que parecem “inofensivos”, como os petelecos no focinho, também podem machucar se forem fortes demais, pois esta é uma região sensível.
…nem pra você!
Leve em conta também que, bater no cachorro não apenas coloca em risco o bem estar físico dele, mas também a segurança de quem está agredindo-o e de outras pessoas que se aproximarem do animal.
O cão pode reagir de maneira agressiva quando percebe que vai ser atacado, principalmente se, antes de bater, o dono gritou ameaçando-o ou olhou fixamente nos olhos dele.
E essa reação contra quem o agrediu pode não vir na hora… Há chance de acontecer com qualquer outra pessoa que se aproxime do cachorro depois. Isso porque, o cão passa a ficar com medo de qualquer movimento brusco e pode atacar até mesmo uma criança que esteja querendo abraçá-lo, por exemplo.
Como repreender?
No fim das contas, quando a punição é necessária, o ideal é associar o comportamento errado a algo desconfortável para o cachorro.
Punições que causem apenas um susto, como chacoalhar uma lata com moedas, ou um leve desconforto físico, como borrifar água no focinho, são soluções bem eficazes na hora de repreender. Assim, ninguém se machuca… nem você, nem o cachorro!
No próximo artigo, você verá dicas de como educar seu cão sem nunca usar a violência. Não perca!
Autor: Equipe Cão Cidadão - Categoria(s):Sem categoriaTags:
O papagaio Yosuke conseguiu voltar pra casa após dizer o nome completo da rua onde mora, inclusive com o número!!! O papagaio africano, que vive na cidade de Nagareyama, no Japão, escapou de sua gaiola e ficou perdido por duas semanas. O dono havia ensinado o endereço à ave, caso isso um dia pudesse acontecer. O animal foi encontrado em um telhado de uma casa na cidade. Logo que a polícia chegou para resgatá-lo, o papagaio foi logo dizendo onde morava… Em seguida, Yosuke foi levado ao veterinário, onde já chegou se apresentando: “Eu sou o senhor Yosuke Nakamura”, disse a simpática ave. Mas parece que o fujão é um pouco tímido na frente das câmeras. Quando equipes de TV chegaram pra entrevistá-lo, ele não quis falar muito… Disse apenas: “Sim, obrigado. Boa noite!”.
Isso mesmo, você não leu errado! Um peixe saltou das águas no Mar do Japão e voou por mais de 45 segundos!!! As imagens do peixe-voador planando no ar foram registradas pela equipe da emissora de TV japonesa NHK, que fazia gravações em um navio próximo ao local onde o vôo aconteceu. Segundo dados anteriores, o tempo quebra o recorde anterior que era de 42 segundos, registrado na década de 20 por um pesquisador norte-americano. De acordo com cientistas, o tempo de permanência do peixe no ar também foi bem próximo do limite máximo que animais de respiração braquial conseguem suportar fora d’água.
Assista o vôo rasante do peixe planando sobre o Mar do Japão:
No último sábado, ativistas protestaram em uma base militar australiana contra a decisão de exterminar aproximadamente 400 cangurus. Os militares afirmam que os marsupiais, símbolos da Austrália, estão ameaçando a fauna do local e provocando danos ambientais. As autoridades chegaram a cogitar a hipótese de realocar os animais, mas desistiram da idéia por conta do alto custo da operação. Os cangurus serão caçados com dardos tranqüilizantes e, logo depois, tomarão injeções letais.
Alguma vez você já se imaginou levando seu gato pra dar uma voltinha na rua usando uma coleira? Parece estranho, né? Mas, ao contrário do que muita gente imagina, não só é possível, como também pode muito fazer bem para o bichano.
Os felinos são curiosos por natureza, e isso também vale para aqueles que costumam ficar o dia inteiro em casa. Por isso, esse tipo de passeio com o gato é super importante para estimular seu instinto natural, sem os riscos de ser atropelado, envenenado ou machucado por cães das redondezas.
Mas, levar o bichano pra passear é bem diferente do que fazer isso com o cachorro… Portanto, aí vão algumas dicas essenciais para que você e o felino possam curtir essa nova atividade sem problemas!
Acostumando com a coleira
Antes de qualquer coisa, acostume o gato com a peitoral e a guia dentro de casa mesmo. Deixe o bichano usando a coleira durante ocasiões agradáveis pra ele, como enquanto brinca ou come. Vá aumentando aos poucos o tempo em que o felino permanece usando o acessório, até se tornar algo normal pra ele.
Vale ressaltar que a peitoral deve ficar justa, para que o felino não consiga tirá-la. A tentativa de se livrar do acessório é muito perigosa e pode colocar em risco a vida dele! As peitorais com uma coleira em torno do pescoço são as mais seguras.
Ter pra onde correr…
Lembre-se que os gatos são obcecados por controlar territórios! Como já falamos aqui, eles só costumam relaxar depois de conhecer bem o lugar onde estão. Também precisam de um local no qual confiam, que sirva como uma espécie de esconderijo caso aconteça alguma coisa que julguem perigosa.
Sendo assim, leve a caixinha de transporte dele para o passeio também. Dessa maneira, o bichano sempre terá um espaço conhecido por perto.
Porém, o bichano já deve estar acostumado com a caixinha de transporte e gostar dela. Um treino legal para estimulá-lo a entrar na caixinha é colocar guloseimas lá dentro e associá-la a lugares e coisas que o felino curta bastante.
E lá vamos nós!
Depois de toda essa preparação, é hora de sair para o tão esperado passeio. A escolha do local também faz a diferença. No começo, um ambiente fechado é o mais indicado. A casa de um parente que não tenha bichos de estimação, por exemplo, é uma boa pedida.
Importantíssimo: não deixe o gato sem peitoral e guia, mesmo que o local seja bastante seguro! Leve o bichano sempre dentro da caixinha de transporte. Dentro dela, o felino vai se sentir mais tranqüilo, além de diminuir as chances de ele escapar. Abra a porta da caixinha, mas não force o bichano a sair. Você pode estimulá-lo com petiscos ou brinquedos, mas não insista se ele não quiser.
E sempre que levar o felino a um novo ambiente, siga estas dicas. Assim, o gato terá um tempo pra se acostumar com os cheiros, barulhos e a movimentação do novo lugar.
Todos os gatos curtem?
Antes de integrar os passeios na rotina do bichano, é importante perceber se ele gosta realmente da nova experiência. Gatos mais tímidos e medrosos podem nunca apreciar um passeio na rua, pois tendem a ficar apavorados com o agito de ambientes abertos, nos quais não estão acostumados a ir.
Uma dica bacana pra você identificar se o felino está curtindo o programa ou não, é oferecer alimento, água, carinho ou fazer brincadeiras durante o passeio. Se ele negar, é sinal de que está estressado com a situação. Evitar fazer as necessidades na rua também é outro sinal de que a experiência não está sendo tão prazerosa pra ele. Portanto, fique atento!
Autor: Equipe Cão Cidadão - Categoria(s):Sem categoriaTags:
Por que adestrar cães? Como motivar o cachorro a obedecer? Qual é a melhor maneira de resolver problemas comportamentais? Você poderá solucionar todas essas dúvidas no Curso de Adestramento Inteligente com Clicker, que será ministrado por Alexandre Rossi nos dias 31 de maio e 1° de junho, em São Paulo.
Se você já atua ou pretende seguir carreira nessa área, não deixe de participar! É uma chance incrível para quem está a fim de adquirir ou aprimorar os conhecimentos. A Cão Cidadão oferece certificado, apostila e clicker aos participantes do curso.
O cachorro está fazendo xixi no lugar errado? Está latindo demais? Destrói meias e sapatos? E você não sabe qual a melhor técnica para resolver isso? Para os proprietários de cães, o curso é uma ótima oportunidade de entender melhor o que se passa na cabeça do seu cão e aprender a educá-lo de uma forma carinhosa, divertida e eficiente. Tudo fica mais fácil para o dono… e para o cachorro!
Você não vai perder essa chance, vai? Participe e aprenda a falar a língua que os cães entendem!
A Reserva Natural de Wolong, onde vivem 86 pandas gigantes, sofreu um grande susto por conta do terremoto que abalou a China nesta semana. A floresta, onde também está localizado o principal centro de reprodução da espécie, fica bem próxima do ponto de origem dos tremores que causaram muita destruição em várias partes do país. Em 2006, a reserva foi declarada pela Unesco como Patrimônio Mundial da Humanidade. De acordo com as autoridades chinesas, todos os animais de Wolong e também de reservas vizinhas não foram afetados pelo terremoto, mas houve danos às instalações e também à comunicação com o local. Como forma de prevenção, todos os filhotes foram retirados da reserva e transferidos para locais mais seguros. Hoje em dia, existem apenas cerca de 1.800 pandas desta espécie que, infelizmente, continua sendo uma das mais ameaçadas de extinção no mundo.
Zootecnista, mestre em psicologia pela USP e especialista em comportamento animal pela Universidade de Queensland, na Austrália, Alexandre percorreu o mundo estudando e trabalhando o comportamento dos bichos de diversas espécies.
Se você também ama esses bichinhos, e tem dúvidas ou sugestões sobre o blog, mande um e-mail para ele: faleconosco@caocidadao.com.br