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	<title>Bebidinhas &#187; pinga</title>
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	<description>Drinks, cerveja, chope, vinho e as boas coisas líquidas da vida</description>
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		<title>Cachaça de raiz de pica de anta</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 12:02:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mato Grosso]]></category>
		<category><![CDATA[cachaça]]></category>
		<category><![CDATA[cuiaba]]></category>
		<category><![CDATA[pinga]]></category>
		<category><![CDATA[raiz de pica de anta]]></category>

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		<description><![CDATA[Cuiabá não é chamada de Hell City por acaso, a cidade é um forno. Nos dias em que estive lá era comum o termômetro da rua marcar 37º durante o dia e 31º à noite &#8211; isso que um motorista disse que tivemos sorte, porque havia chovido no fim de semana anterior. Devia querer me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cuiabá não é chamada de Hell City por acaso, a cidade é um forno. Nos dias em que estive lá era comum o termômetro da rua marcar 37º durante o dia e 31º à noite &#8211; isso que um motorista disse que tivemos sorte, porque havia chovido no fim de semana anterior. Devia querer me convencer que, como era começo de agosto, estávamos no inverno.</p>
<p>Quem reclamava do tempo seco em São Paulo precisa sentir um pouquinho só o que é Cuiabá. Basta dizer que eu entrava no quarto e corria para a pia do banheiro encher a boca de água pra acabar com a secura. Para combater esse estado, só mesmo muita água e um delicioso refrigerante Marajá sabor maçã verde que compramos eu e um amigo. Não é brincadeira, o refrigerante era bom mesmo.</p>
<p>Bem, almoçávamos todos os dias no restaurante Regionalíssimo, com comidas típicas da região, feitas à base de muito peixe (especialmente Pacu) e bem temperadas com pimenta. As bebidas típicas da região também marcavam presença. Em uma mesa ao lado da porta de entrada havia várias delas, cachaças e licores de todos os tipos. Olhando a foto, não é difícil descobrir qual a mais pitoresca e que todos tomavam.</p>
<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/bebidinhas/files/2008/08/2758929250_2541f63be8.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-391" src="http://colunistas.ig.com.br/bebidinhas/files/2008/08/2758929250_2541f63be8.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>No primeiro dia relutei em beber a tal da cachaça de raiz de pica de anta, mas no sábado não teve jeito. O sabor era meio seco e o líquido desceu queimando a garganta. Confesso que não senti nenhum gosto peculiar. Mesmo assim, é uma boa cachaça para se ter em casa e tomar com os amigos antes daquele almoço de final de semana. Vale, pelo menos, pelo inusitado da coisa.</p>
<p>De qualquer forma, em termos de bebidas regionais de Cuiabá, eu fico com a Marajá de maçã verde. Juro que tem gente pensando em trazer várias para São Paulo.</p>
<p>Me apresentando: Tiago Agostini, trabalho na home do iG e sou responsável pelo blog <a href="http://baladadolouco.wordpress.com/" target="_blank">Balada do Louco</a>. Em tempos de menos dinheiro (a tal da adolescência) já tomei muita vodca e cachaça baratas com qualquer refrigerante que houvesse. Hoje bebo basicamente cerveja e caipirinha, mas não dispenso uma boa dose de tequila (gosto de vinho, mas beber sozinho é deprimente). Para mim, a melhor cerveja é a Heineken. Prefiro Original a Bohemia e Brahma a Skol, mas como todo bom gaúcho afirmo que a melhor cerveja nacional é a Polar.</p>
<p><em>Crédito da foto: Cirilo Dias flickr do <a href="http://flickr.com/photos/urbanaque" target="_blank">Urbanaque</a></em></p>
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		<title>Você já tomou Na Bunda?</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 21:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mac</dc:creator>
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Você já tomou Na Bunda?
Com todo respeito, por favor. A picante aguardente de cana grossa envelhecida em tonéis de pau barbado e produzida no município de Cacete Armado de pai para filho desde 1924 (clique nas fotos ao lado para ler mais detalhes do hilário rótulo da cachaça) é apenas uma das várias vedetes que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/bebidinhas/files/2008/08/parati403.jpg"></a></p>
<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/bebidinhas/files/2008/08/parati403.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://colunistas.ig.com.br/bebidinhas/files/2008/08/parati403.jpg" target="_self"><img class="size-medium wp-image-441 aligncenter" src="http://colunistas.ig.com.br/bebidinhas/files/2008/08/parati403.jpg" alt="" width="500" height="300" /></a></p>
<p><strong>Você já tomou Na Bunda?<a href="http://colunistas.ig.com.br/bebidinhas/files/2008/08/parati397.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-461" src="http://colunistas.ig.com.br/bebidinhas/files/2008/08/parati397.jpg" alt="" width="105" height="133" /></a></strong></p>
<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/bebidinhas/files/2008/08/parati399.jpg" target="_self"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-451" src="http://colunistas.ig.com.br/bebidinhas/files/2008/08/parati399.jpg" alt="" width="112" height="145" /></a>Com todo respeito, por favor. A picante aguardente de cana grossa envelhecida em tonéis de pau barbado e produzida no município de Cacete Armado de pai para filho desde 1924 (clique nas fotos ao lado para ler mais detalhes do hilário rótulo da cachaça) é apenas uma das várias vedetes que circulam nos balcões do Porto da Pinga, cachaçaria de Paraty (endereço no fim do post). Neste caso, porém, a piada é mais importante que a cachaça (de terceira linha), por isso, deixe-a para o final da noite.</p>
<p>Antes, prove nomes como Canarinha, Boazinha, Lua Cheia, Seleta, Prosa e Viola (todas de Salinas, MG), Claudionor e Januária Centenária (Januária, MG), Germana (Nova União, MG), Benvinda (Patos de Minas, MG), Paratiana (Paraty, RJ), Maria Izabel (Paraty, RJ), entre outros, apreciando o sabor, degustando mesmo. Tome uma Providência (Buenópolis, MG) e, se a grana estiver sobrando, pense em encarar uma dose da mítica Anízio Santiago (Salinas, MG), que pode custar entre R$ 20 e R$ 30 (a dose, não a garrafa).</p>
<p>Curta o cardápio escolhendo as pingas pelas madeiras dos tonéis e, quando estiver preparado, tente encarar a botija com aguardente Pirahy (Volta Redonda, RJ) envelhecida com cobra. Você não tem nem tempo de pensar. O barman coloca o jarro na sua mesa e antes de você perguntar algo, ele mesmo enche o copo e vira a dita. Se ele não cair nos próximos dez segundos, não perca o brio: encha o copo, vire de uma vez e bata na mesa. Apenas tenha cuidado quando sair. Caminhar no Centro Histórico de Paraty pode ser uma aventura. Aqueles paralelepípedos&#8230;</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://colunistas.ig.com.br/bebidinhas/files/2008/08/parati250.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-421 aligncenter" src="http://colunistas.ig.com.br/bebidinhas/files/2008/08/parati250.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a></p>
<p style="text-align: center">
<p>Ps. Este blogueiro não tomou Na Bunda&#8230; apenas deu uma bicadinha nela! :)</p>
<p><strong>Restaurante e Cachaçaria Porto da Pinga</strong><br />
Rua Matriz, 12, Centro Histórico, Paraty-RJ<br />
(24) 99074370 / (24) 99580121</p>
<p>Leia também: <a href="http://colunistas.ig.com.br/bebidinhas/2008/08/20/xxvi-festa-da-pinga-de-paraty/">XXVI Festa da Pinga de Paraty 2008 termina domingo</a></p>
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		<title>XXVI Festa da Pinga de Paraty</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 13:59:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mac</dc:creator>
				<category><![CDATA[Paraty]]></category>
		<category><![CDATA[Recomendamos]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[aguardente]]></category>
		<category><![CDATA[cachaça]]></category>
		<category><![CDATA[paraty]]></category>
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Paraty é uma cidade do litoral fluminense que além de abrigar um Centro Histórico tombado pelo Patrimônio Nacional (considerado pela UNESCO o conjunto arquitetônico colonial mais harmonioso do país) e uma das festas internacionais de literatura mais badaladas do país (a FLIP), mantém em seus arredores oito alambiques que produzem cachaças como a Maria Izabel [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://colunistas.ig.com.br/bebidinhas/files/2008/08/parati445.jpg" target="_self"><img class="size-medium wp-image-431 aligncenter" src="http://colunistas.ig.com.br/bebidinhas/files/2008/08/parati445.jpg" alt="" width="600" height="451" /></a></p>
<p>Paraty é uma cidade do litoral fluminense que além de abrigar um Centro Histórico tombado pelo Patrimônio Nacional (considerado pela UNESCO o conjunto arquitetônico colonial mais harmonioso do país) e uma das festas internacionais de literatura mais badaladas do país (a FLIP), mantém em seus arredores oito alambiques que produzem cachaças como a Maria Izabel e a Corisco (11º e 14º lugares do ranking Playboy, respectivamente).</p>
<p>A cidade, no entanto, já teve mais de 300 alambiques em uma história de paixão pela marvada que remonta ao período colonial. Em 1908, na Exposição Industrial e Comercial do Rio de Janeiro, a cidade recebeu a Medalha de Ouro com a Pinga Azuladinha, a famosa &#8220;azulada do Peroca&#8221;, que já não é mais fabricada, mas ajudou (junto com outras cachaças) a criar a fama da cidade, que desde 1983 dedica um espaço no calendário para o Festival da Pinga.</p>
<p>Neste ano, a XXVI edição do Festival começou no fim de semana passado (15 de agosto), e segue acariciando a garganta dos amantes da cachaça até o próximo domingo, dia 24 de agosto, com barracas de cachaça, artesanato, música caipira e show do cantor Fagner como ponto alto, no próximo sábado, às 23h, no estacionamento da Praça da Matriz, no Centro Histórico da cidade.</p>
<p>Se você não quer (ou não poderá) fazer &#8220;borbulhas de amor à luz da lua&#8221; neste fim de semana, saiba que o cardápio de pingas na cidade fica aberto o ano inteiro. Inclusive, neste festival, a cidade distribui para os restaurantes a Carta da Cachaça, uma forma de inserir no cardápio de drinques, sobremesas e pratos, produtos feitos à base da cachaça de Paraty. Porém, como você deve imaginar, nem só de cachaça de Paraty vive os bares e cachaçarias locais, mas isso é assunto para o próximo post.</p>
<p><strong>XXVI Festa da Pinga de Paraty</strong><br />
<em>Programação para os próximos dias</em></p>
<p><em>20/08/2008 (Quarta-feira)</em><br />
20h – Cineclube Paraty “Seo Chico, Um Retrato” &#8211; Casa da Cultura</p>
<p><em>21/08/2008 (Quinta-feira)</em><br />
16h – Rodada de Palestras<br />
“A História e a Produção de Cachaça” &#8211; Casa da Cultura<br />
21h – Abertura Oficial do XXVI Festival da Pinga<br />
22h – Fábio Biggie</p>
<p><em>22/08/2008 (Sexta-feira)</em><br />
21h – DJ Lívio<br />
21h – Concurso da Rainha do Festival<br />
22h – Cia Dança &amp; Arte de Paraty<br />
23h – DJ Lívio</p>
<p><em>23/08/2008 (Sábado)</em><br />
22h – DJ Macaco<br />
23h – FAGNER<br />
00h30 – DJ Macaco</p>
<p><em>24/08/2008 (Domingo)</em><br />
21h – Bebeto &amp; Banda</p>
<p>LOCAL: Estacionamento Praça da Matriz – Centro Histórico</p>
<p>Foto: <a href="http://flickr.com/people/maccosta" target="_blank">Mac</a></p>
<p>**********</p>
<p>Me apresentando: sou Marcelo Costa, o Mac, 38 anos. Sou editor do <a href="http://screamyell.com.br/" target="_blank">Scream &amp; Yell</a> e escrevo uma coluna sobre música, a <a href="http://revoluttion.blig.ig.com.br/" target="_blank">Revoluttion</a>, aqui no iG. Comecei com a Keep Coller no colégio e passei pela fase Jack Daniels (pura, sem gelo) e do Hi-Fi (com Fanta Laranja) até me apaixonar pelas cachaças. Hoje em dia, socialmente, vou de caipirinha (de abacaxi ou morango), cervejas (as belgas são sensacionais) e Fanta Uva. Não bebo água, prefiro coca-cola (de garrafa, 290ml).</p>
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