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	<title>Bebidinhas &#187; cerveja</title>
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	<description>Drinks, cerveja, chope, vinho e as boas coisas líquidas da vida</description>
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		<title>Opinião do Consumidor: Bock Damm</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 16:04:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mac</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Provamos]]></category>
		<category><![CDATA[cerveja]]></category>

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		<description><![CDATA[
A cervejaria catalã DAMM é uma das três maiores fabricantes de cerveja espanholas (as outras duas, a saber, são a Heineken e a San Miguel/Mahou) e desde 1876 distribui para os botecos espanhóis nomes como a famosa Estrella Damm (naquela época, Estrella de Ouro), a Xibeca, a poderosa Voll-Damm Doble Malta e esta boa Bock [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://screamyell.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/bockdamm.jpg" alt="bockdamm.jpg" /></p>
<p>A cervejaria catalã DAMM é uma das três maiores fabricantes de cerveja espanholas (as outras duas, a saber, são a Heineken e a San Miguel/Mahou) e desde 1876 distribui para os botecos espanhóis nomes como a famosa Estrella Damm (naquela época, Estrella de Ouro), a Xibeca, a poderosa Voll-Damm Doble Malta e esta boa Bock Damm, cujo rótulo atual homenageia o rótulo de sua primeira versão – datada de 1888.</p>
<p>Apesar do nome, a Bock Damm está muito mais para uma Dunkel de Munique (seu sobrenome, inclusive) do que para uma Bock tradicional. A diferença começa pela cor negra (contra o avermelhado da bock). No aroma, presença suave de malte tostado, café e caramelo, que se replicam no paladar, que começa amargo no primeiro toque na língua (café é a primeira lembrança) até tornar-se adocicado e finalizar levemente amargo.</p>
<p>Bem gostosa e leve, a Bock Damm não prima pela complexidade, mas se porta muito bem no copo. É o tipo de cerveja que, caso fosse brasileira, teria um bom mercado a se explorar. Porém, sendo espanhola e chegando ao Brasil entre R$ 8 e R$ 12 a garrafinha (bonita) de 250 ml fica difícil. Mesmo assim, apesar da falta de personalidade, eis uma boa pedida para se procurar em terras catalãs.</p>
<p>Teste de Qualidade: Bock Damm<br />
- Produto: Dunkel Munick<br />
- Nacionalidade: Espanha<br />
- Graduação alcoólica: 5,4%<br />
- Nota: 2,95/5</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
- Top 100 Cervejas, por Marcelo Costa (<a href="http://screamyell.com.br/blog/top-100-cervejas/">aqui</a>)<br />
- Top 10 Cervejas Européias, Viagem 2008, por Marcelo Costa (<a href="http://screamyell.com.br/blog/2008/12/01/top-ten-cervejas-europeias/">aqui</a>)<br />
- Voll-Damm, Reina Sofia e Thyssen-Bornemisza em Madri (<a href="http://screamyell.com.br/blog/2009/01/12/sao-joao-de-rey-e-o-inesquecivel-inhotim/%20http://screamyell.com.br/blog/2008/07/26/bebendo-voll-damm/">aqui</a>)</p>
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		<title>Cerveja com fruto amazônico</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 22:40:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mac</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[cerveja]]></category>

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		<description><![CDATA[
A Amazon Beer (www.amazonbeer.com.br), cervejaria de Belém do Pará (e, segundo eles, a única cervejaria 100% artesanal da região) sob a coordenação do mestre cervejeiro Reynaldo Fogagnolli, inspira-se na tradicional Lei Alemã de Pureza, de 1516, mas incrementa a tradição (água, malte e lúpulo) com produtos da região, como o bacuri (fruto típico da Amazônia) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="size-full wp-image-2160 aligncenter" title="amazonia" src="http://colunistas.ig.com.br/bebidinhas/files/2011/07/amazonia.jpg" alt="" width="450" height="590" /></p>
<p>A Amazon Beer (<a href="http://www.amazonbeer.com.br" target="_blank">www.amazonbeer.com.br</a>), cervejaria de Belém do Pará (e, segundo eles, a única cervejaria 100% artesanal da região) sob a coordenação do mestre cervejeiro Reynaldo Fogagnolli, inspira-se na tradicional Lei Alemã de Pureza, de 1516, mas incrementa a tradição (água, malte e lúpulo) com produtos da região, como o bacuri (fruto típico da Amazônia) &#8211; na Bacuri Beer.</p>
<p>Para sua primeira investida nacional, a cervejaria paraense apresenta dois dos seus seis rótulos (River, Forest, Weiss, Red, Black e Bacuri Beer), as &#8220;comportadas&#8221; pilsens Amazon Forest (standard lager levíssima de apenas 3,5% de teor alcoólico pensados para o calor da região amazônica) e a Amazon River, uma premium lager tipo exportação de teor alcoólico de 4,8%.</p>
<p>Porém, o que a gente quer realmente saber é: qual o sabor desta Bacuri Beer? Alguém já experimentou? Conta pra nós.</p>
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		<title>Opinião do Consumidor: Göttlich Divina!</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jul 2011 19:10:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mac</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Recomendamos]]></category>
		<category><![CDATA[cerveja]]></category>

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		<description><![CDATA[
Elaborada pelo mestre cervejeiro Leonardo Botto (associado fundador e atual Presidente da ACervA Carioca &#8211; Associação de Cervejeiros Artesanais Cariocas), as Göttlich Divina! Pilsen e Weiss nasceram após uma visita ao Monastério de Weihenstephan, em 2007 (casa de uma das melhores Weiss do mundo, a Weihenstephaner). A visita rendeu a exportação dos lúpulos e leveduras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://www.flickr.com/photos/maccosta/5839129497/sizes/l/in/photostream/" target="_blank"><img src="http://screamyell.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/divina.jpg" alt="divina.jpg" /></a></p>
<p>Elaborada pelo mestre cervejeiro Leonardo Botto (associado fundador e atual Presidente da ACervA Carioca &#8211; Associação de Cervejeiros Artesanais Cariocas), as Göttlich Divina! Pilsen e Weiss nasceram após uma visita ao Monastério de Weihenstephan, em 2007 (casa de uma das melhores Weiss do mundo, a Weihenstephaner). A visita rendeu a exportação dos lúpulos e leveduras Weihenstephan e Hallertäu, da Alemanha e Saaz, da República Tcheca, que aqui encontram o Tropical Guaraná da Amazônia em uma receita bastante particular.</p>
<p>Na versão pilsen da Göttlich Divina!, o aroma é marcado pela presença de lúpulo floral e malte encobrindo o tão esperado guaraná, que fica na retaguarda meio que causando um charme. Na boca, no entanto, o guaraná se faz muito mais presente (ainda que discreto – a intenção pelo jeito não era fazer uma cerveja doce, mas sim uma pilsen aromática e um tiquinho adocicada), principalmente no primeiro toque na língua, adocicado (com lembrança de mel). O amargor aparece no final marcando o céu da boca e a garganta. Muito boa.</p>
<p>Já na versão Weiss, o aroma é totalmente ocupado pelo tom de banana (escondendo o guaraná), característica básica de uma boa Weiss (aqui reforçada pela valorização do fermento Weihenstephan). No paladar, altamente refrescante, a banana se acentua ainda mais e o conjunto se torna mais adocicado do que o de uma Weiss comum. O guaraná desaparece no conjunto e surge discretamente no final – mas é o responsável pelo delicioso dulçor da cerveja e também por deixa-la bem mais encorpada que uma Weiss tradicional.</p>
<p>As duas Göttlich Divina! estão sendo fabricadas pelo Opa Bier e distribuídas pela <a href="http://www.otd.com.br/" target="_blank">On Trade</a>. Os preços variam entre R$ 13 e R$ 15 (a garrafa de 600 ml) e ambas são ótimas cervejas que podem surpreender na mesa. A presença do guaraná é delicada e acentua qualidades nas duas versões. Vale muito experimentar.</p>
<p><strong>Teste de Qualidade: Göttlich Divina! Pilsen</strong><br />
- Produto: Pilsen<br />
- Nacionalidade: Brasil<br />
- Graduação alcoólica: 5,5%<br />
- Nota: 3,19/5</p>
<p><strong>Teste de Qualidade: Göttlich Divina! Weiss</strong><br />
- Produto: Weiss<br />
- Nacionalidade: Brasil<br />
- Graduação alcoólica: 5,8%<br />
- Nota: 3,20/5</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
- Top 100 Cervejas, por Marcelo Costa (<a href="http://screamyell.com.br/blog/top-100-cervejas/">aqui</a>)<br />
- Weihenstephan, a cervejaria mais antiga do mundo (<a href="http://screamyell.com.br/blog/2011/02/16/opiniao-do-consumidor-weihenstephaner/">aqui</a>)</p>
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		<title>Trailer do documentário &#8220;Cerveja Falada&#8221;</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/bebidinhas/2011/06/30/trailer-do-documentario-cerveja-falada/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 13:21:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mac</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recomendamos]]></category>
		<category><![CDATA[cerveja]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Diga lá Marcelo, estava conferindo no teu blog os posts sobre cerveja &#8211; quem escreve é o Demétrio da banda Repolho.
Fizemos um doc recentemente, &#8220;Cerveja Falada&#8221;, sobre um cervejeiro de SC, Canoinhas, em que a vida foi toda ela voltada para a produção artesanal de cerveja. Segue o trailer:&#8221;

Quer conhecer mais do documentário? Escreva para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Diga lá Marcelo, estava conferindo no teu blog os posts sobre cerveja &#8211; quem escreve é o Demétrio da banda Repolho.</em></p>
<p><em>Fizemos um doc recentemente, &#8220;Cerveja Falada&#8221;, sobre um cervejeiro de SC, Canoinhas, em que a vida foi toda ela voltada para a produção artesanal de cerveja. Segue o trailer:&#8221;</em></p>
<p><object width="600" height="340"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/JuQNi-BQROs&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="340" src="http://www.youtube.com/v/JuQNi-BQROs&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"></embed></object></p>
<p>Quer conhecer mais do documentário? Escreva para Demétrio Panarotto: demetriopanarotto@gmail.com</p>
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		<title>Opinião do Consumidor: Red Stripe</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/bebidinhas/2011/06/29/opiniao-do-consumidor-red-stripe/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 01:40:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mac</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[cerveja]]></category>

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A Desnoes and Geddes Limited (D&#38;G) é uma empresa jamaicana fundada em 1918 em Kingston que produz cervejas e refrigerantes. O carro chefe da casa é esta Red Stripe, uma lager sem graça que patrocina a equipe de bobsleigh da Jamaica (bobsleigh? algo como uma corrida de trenó!) e que faz um sucesso danado no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://www.flickr.com/photos/maccosta/5833277006/in/photostream" target="_blank"><img src="http://screamyell.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/redstripe.jpg" alt="redstripe.jpg" /></a></p>
<p>A Desnoes and Geddes Limited (D&amp;G) é uma empresa jamaicana fundada em 1918 em Kingston que produz cervejas e refrigerantes. O carro chefe da casa é esta Red Stripe, uma lager sem graça que patrocina a equipe de bobsleigh da Jamaica (bobsleigh? algo como uma corrida de trenó!) e que faz um sucesso danado no Inglaterra, um país cuja cerveja clara mais famosa é belga (Stella Artois) e a escura é irlandesa (Guiness).</p>
<p>Os Estados Unidos até tentaram resistir quando a Diageo (toda poderosa distribuidora da Smirnoff, do Johnnie Walker, do Baileys, da Guiness e da Jose Cuervo) comprou 51% da D&amp;G e tentou enfiar goela abaixo dos norte-americanos a faixa vermelha. A Red Stripe não repetiu o êxito europeu, mas ainda assim é facilmente encontrada em território ianque.</p>
<p>Leve e refrescante como uma tradicional american lager (que aqui do lado debaixo do Equador são conhecidas como pilsens), a Red Stripe é indicada apenas para matar a sede em dias quentes. E olhe lá. Esqueça o quesito complexidade. O sabor do malte está por ali, escondido, mas o amargor acentuado no final chega a incomodar. Comparada aos títulos nacionais, Bohemia ou Original são muito melhores. E mais baratas&#8230;</p>
<p><strong>Teste de Qualidade: Red Stripe</strong><br />
- Produto: Pale Lager<br />
- Nacionalidade: Jamaica<br />
- Graduação alcoólica: 4,7%<br />
- Nota: 2,26/5</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
- Top 100 Cervejas, por Marcelo Costa (<a href="http://screamyell.com.br/blog/top-100-cervejas/">aqui</a>)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Opinião do Consumidor: St Landelin Mythique</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/bebidinhas/2011/06/19/opiniao-do-consumidor-st-landelin-mythique/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 Jun 2011 13:36:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mac</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Provamos]]></category>
		<category><![CDATA[cerveja]]></category>

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Da mesma cervejaria francesa que distribui a La Divine, a Amadeus (“uma cerveja branca excepcional”, dizem os donos), a La Bière du Démon (“a cerveja loura mais forte do mundo”) e a Bière du Désert, apresentada como o “champagne das cervejas”, surge a St Landelin Mythique que, consta a lenda, era produzida pelos monges da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://www.flickr.com/photos/maccosta/5819280083/in/photostream" target="_blank"><img src="http://screamyell.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/mythice.jpg" alt="mythice.jpg" /></a></p>
<p>Da mesma cervejaria francesa que distribui a La Divine, a Amadeus (“uma cerveja branca excepcional”, dizem os donos), a La Bière du Démon (“a cerveja loura mais forte do mundo”) e a Bière du Désert, apresentada como o “champagne das cervejas”, surge a St Landelin Mythique que, consta a lenda, era produzida pelos monges da Abadia Crespin exatamente onde o fundador da abadia, St Landelin, descobriu uma fonte de água mineral natural.</p>
<p>O belga São Landelin, que viveu entre 625 e 686, era um ex-bandido que se converteu ao cristianismo tendo fundado três mosteiros (Lobbes, Crespin e, segundo créditos, Aulne). O segundo deles, fundado em 651 na vila francesa de Crespin, duas horas e meia distante de Paris (40 minutos de Lille), foi onde nasceu a Mythique, uma das mais antigas cervejas de abadia da França (hoje produzida pela Brasseurs de Gayant à Douai), loura, leve e forte como uma boa belga.</p>
<p>Apesar dos 7.5% de graduação alcoólica, a St Landelin Mythique é extremamente leve. Um dos motivos é a utilização do sistema dry hopping, em que o lúpulo entra na mistura apenas na fase de fermentação com a função de incrementar ainda mais o aroma sem aumentar seu amargor. No caso da Mythique funciona muito bem. O aroma floral é suave (com uma queda para o cítrico – mais laranja) e o sabor levemente adocicado (de poucas nuances) com final amargo de curta duração batendo na garganta.</p>
<p>A St Landelin Mythique está chegando ao Brasil em sua versão 750 ml com o preço (salgado) entre R$ 40 e R$ 50. É um bière de garde interessante e bem boa (sinceramente, gostei), mas talvez com esse dinheiro valha investir em outras definitivamente melhores. Uma Chimay, por exemplo.</p>
<p><strong>Teste de Qualidade: St Landelin Mythique </strong><br />
- Produto: Bière de garde<br />
- Nacionalidade: França<br />
- Graduação alcoólica: 7,5%<br />
- Nota: 3,20/5</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
- Top 100 Cervejas, por Marcelo Costa (<a href="http://screamyell.com.br/blog/top-100-cervejas/">aqui</a>)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Opinião do Consumidor: Bière du Désert</title>
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		<pubDate>Thu, 19 May 2011 14:32:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mac</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Provamos]]></category>
		<category><![CDATA[cerveja]]></category>

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		<description><![CDATA[
“Na Les Brasseurs De Gayantt, a cerveja ainda é preparada com o mesmo cuidado que um bom vinho”, avisa o site oficial da cervejaria francesa que produz, desde 1919, um catálogo de bons títulos cujos destaques são a La Divine, a Amadeus (“uma cerveja branca excepcional”, dizem os donos), a La Bière du Démon (“a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://www.flickr.com/photos/maccosta/5711201964/sizes/l/in/photostream/" target="_blank"><img src="http://screamyell.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/sttrongale.jpg" alt="sttrongale.jpg" /></a></p>
<p>“Na Les Brasseurs De Gayantt, a cerveja ainda é preparada com o mesmo cuidado que um bom vinho”, avisa o site oficial da cervejaria francesa que produz, desde 1919, um catálogo de bons títulos cujos destaques são a La Divine, a Amadeus (“uma cerveja branca excepcional”, dizem os donos), a La Bière du Démon (“a cerveja loura mais forte do mundo”) e a Bière du Désert, apresentada como o “champagne das cervejas”.</p>
<p>Localizada em Douai, cidadezinha com pouco mais de 40 mil habitantes pertinho de Lille e da fronteira com a Bélgica, a Les Brasseurs De Gayantt é a segunda maior cervejaria independente da França (país cujas cervejas especiais representam 27% do mercado), e tem bastante influência do vizinho: Alain Dessy, mestre cervejeiro da casa, formou-se em engenheira cervejeira na Universidade de Louvain, Bélgica.</p>
<p>Primeira influência clara: os franceses seguiram a risca a tradição belga e conseguiram colocar 7,2% de teor alcoólico em uma cerveja levíssima, a Bière du Désert. Mesmo possuindo quase o dobro alcoólico de uma lager tradicional, a Bière du Désert impressiona pela leveza: em nenhum momento o álcool se faz presente. Eles conseguiram esconder o álcool, mas esqueceram de dar personalidade ao conjunto.</p>
<p>Refrescante como uma lager tradicional, a Bière du Désert tem um leve amargor e uma presença tão suave de lúpulo e malte que quase são imperceptíveis. A única qualidade da Bière du Désert, no final das contas, acaba sendo o modo como ela disfarça a forte presença de álcool, o que é muito pouco, vamos combinar. Na França, se tiver que escolher uma cerveja, vá de qualquer uma das Jenlain.</p>
<p>Bière du Désert só se tiver calor. E olhe lá.</p>
<p>Teste de Qualidade: Bière du Désert<br />
- Produto: Lager<br />
- Nacionalidade: França<br />
- Graduação alcoólica: 7,2%<br />
- Nota: 2,94/5</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
- Top 100 Cervejas, por Marcelo Costa (<a href="http://screamyell.com.br/blog/top-100-cervejas/">aqui</a>)<br />
- “Se Brigitte Bardot fosse engarrafada, seria a Jenlain Six” (<a href="http://screamyell.com.br/blog/2010/01/17/opiniao-do-consumidor-jenlain/">aqui</a>)</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Opinião do Consumidor: Licher Weizen</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/bebidinhas/2011/05/02/opiniao-do-consumidor-licher-weizen/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2011 09:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mac</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Provamos]]></category>
		<category><![CDATA[cerveja]]></category>

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A Licher Privatbrauerei é uma cervejaria fundada na cidade de Lich, na Alemanha (pertinho de Frankfurt). O pai do fundador costumava fazer cerveja para os moradores e viajantes que passavam por sua pousada. Johann, o filho, decidiu investir no negócio, e abriu a cervejaria em 1854. Apesar dos mais de 160 anos de cervejaria, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://www.flickr.com/photos/maccosta/5590196598/" target="_blank"><img src="http://screamyell.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/licher.jpg" alt="licher.jpg" /></a></p>
<p>A Licher Privatbrauerei é uma cervejaria fundada na cidade de Lich, na Alemanha (pertinho de Frankfurt). O pai do fundador costumava fazer cerveja para os moradores e viajantes que passavam por sua pousada. Johann, o filho, decidiu investir no negócio, e abriu a cervejaria em 1854. Apesar dos mais de 160 anos de cervejaria, a versão weiss só começou a ser fermentada em 2006.</p>
<p>A característica básica do estilo já marca a Licher Weizen no aroma carregado de banana e cravo &#8211; ainda assim menos intenso do que os cânones do gênero. O sabor segue a risca a toada deixada pelo aroma: todos os detalhes de uma weiss estão presentes (banana, cravo, mel), mas a leveza a torna diferente, pois a Licher mantém um tom equilibrado e seco no conjunto, agradando bastante.</p>
<p>Os fãs da weiss tradicional (da alemã Weihenstephaner a nacional Bohemia Weiss) talvez estranhem as referências comportadas nos primeiros goles, mas a Licher Weizen tem poder de conquista a longo prazo (ou a meio copo). Já aqueles que desprezam as cervejas de trigo podem até se impressionar com esta alemã que aposta no equilíbrio e na simplicidade, e consegue um ótimo resultado (por um bom preço).</p>
<p><strong>Teste de Qualidade: Licher Hefe-Weizen</strong><br />
- Produto: weiss<br />
- Nacionalidade: Alemanha<br />
- Graduação alcoólica: 5,4%<br />
- Nota: 3,25/5</p>
<p>A Licher Weizen (versão de 500 ml) está chegando ao Brasil via <a href="http://www.beermaniacs.com.br/" target="_blank">Beermaniacs</a> entre R$ 9 e R$ 12</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
- Top 100 Cervejas, por Marcelo Costa (<a href="http://screamyell.com.br/blog/top-100-cervejas/">aqui</a>)</p>
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		<title>Opinião do Consumidor: Bernard Dark</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 10:34:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mac</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Provamos]]></category>
		<category><![CDATA[Recomendamos]]></category>
		<category><![CDATA[cerveja]]></category>

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Em 1991, três tchecos venceram o leilão de privatização de uma pequena cervejaria fundada no século 16, em Humpolec, uma cidadezinha de 10 mil habitantes na fronteira da Bélgica com a França. A Bernard estava falida, mas os novos donos apostaram e conseguiram conquistar os belgas a ponto de, dez anos depois, ganhar um aporte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://www.flickr.com/photos/maccosta/5578404004/" target="_blank"><img src="http://screamyell.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/bernard.jpg" alt="bernard.jpg" /></a></p>
<p>Em 1991, três tchecos venceram o leilão de privatização de uma pequena cervejaria fundada no século 16, em Humpolec, uma cidadezinha de 10 mil habitantes na fronteira da Bélgica com a França. A Bernard estava falida, mas os novos donos apostaram e conseguiram conquistar os belgas a ponto de, dez anos depois, ganhar um aporte financeiro da Duvel Moortgat, que colocou a Bernard na prateleira de 26 países.</p>
<p>Como diferencial, a Bernard optou por trabalhar a cerveja microfiltrada ao contrário da pausterizada, bastante comum no grande mercado. Deste modo, as Bernard passam por processos de fermentação, que duram de 7 a 10 dias, e maturação em caves, que pode chegar a 40 dias. O catálogo da casa traz mais de dez rótulos, entre eles a Bernard Dark, uma cerveja escura elaborada com quatro tipos de malte.</p>
<p>A tampa de pressão é um luxo, e assim que aberta derrama no ar o aroma reconhecível de malte tostado das cervejas escuras. Há algo de doce no conjunto que a suaviza e a diferencia em relação a outras lagers escuras – principalmente as britânicas, mais amargas e encorpadas. O padrão adotado é o tcheco. Há bastante similaridade da Bernard Dark com outras tchecas escuras, como a 1795 Dark, por exemplo.</p>
<p>Além do malte tostado, o aroma traz algo de ameixa e de frutas cítricas sem sugerir complexidade. O paladar, desde o primeiro toque na língua, é levemente adocicado com amargor quase zero. O toque na garganta lembra algo de açúcar caramelado que consegue esconder o malte torrado (que está ali sugerindo café e chocolate amargo, sem tanta convicção). No final, há um rastro de café que persiste por um bom tempo.</p>
<p>Há uma leveza excessiva e uma falta de complexidade na Bernard Dark que acabam comprometendo o resultado final. Os referenciais estão todos no lugar, mas ela é tão leve que você pode achar que está bebendo um copo d’água borrado de café. Na falta da ótima 1795 Dark, os fãs podem até despistar com a Bernard, mas a diferença saltará da boca nos primeiros goles. Eis uma cerveja que, mesmo premiada, é apenas ok.</p>
<p>Teste de Qualidade: Bernard Dark<br />
- Produto: cerveja lager<br />
- Nacionalidade: República Tcheca<br />
- Graduação alcoólica: 5,1%<br />
- Nota: 3,09/5</p>
<p><strong>Leia também: </strong><br />
- 1795 Dark, leve amargor que mantém o gosto no paladar (<a href="http://screamyell.com.br/blog/2010/04/12/opiniao-do-consumidor-1795-dark/">aqui</a>)</p>
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		<title>Opinião do Consumidor: Westvleteren 8</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 18:25:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mac</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Provamos]]></category>
		<category><![CDATA[Recomendamos]]></category>
		<category><![CDATA[cerveja]]></category>

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Westvleteren é uma aldeia na província dos Flandres Ocidentais, na Bélgica. A cidade (quase na fronteira com a França) é conhecida por dar nome a uma cervejaria fundada em 1838 na abadia trapista de Saint Sixtus, que já foi apontada por especialistas como fabricante da melhor cerveja do mundo. O título que daria orgulho para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://www.flickr.com/photos/maccosta/5551462973/sizes/l/in/photostream/" target="_blank"><img src="http://screamyell.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/west.jpg" alt="west.jpg" /></a></p>
<p>Westvleteren é uma aldeia na província dos Flandres Ocidentais, na Bélgica. A cidade (quase na fronteira com a França) é conhecida por dar nome a uma cervejaria fundada em 1838 na abadia trapista de Saint Sixtus, que já foi apontada por especialistas como fabricante da melhor cerveja do mundo. O título que daria orgulho para muitas cervejarias não foi visto com bons olhos no monastério. &#8220;Nós fazemos a cerveja para viver, mas não vivemos para a cerveja&#8221;, avisou o coordenador do claustro, Mark Bode, em entrevista (imperdível) ao tablóide britânico The Independent.</p>
<p>&#8220;Os monges acreditam que o mais importante é a vida monástica, não a cervejaria&#8221;, continua Mark, lembrando que a produção de cerveja da Westvleteren visa apenas financiar a comunidade – assim como as outras cinco cervejarias trapistas belgas conduzidas por religiosos (a saber: Westmalle, Achel, Chimay, Rochefort e Orval). Eles levam a regra tão à sério que você não irá encontrar as Westvleteren para comprar em empórios ou distribuidores: desde 1941 ela é vendida unicamente no mosteiro, com cota máxima de cinco caixas de 24 garrafas para cada pessoa, e o cliente tem que prometer não vender a cerveja! Você sabe, Deus está vendo.</p>
<p>Essa número 8 da foto acima chegou a minhas mãos como um presente especialíssimo do Guilherme Tosi (<a href="http://twitter.com/guilhermetosi" target="_blank">@guilhermetosi</a>), que visitou o mosteiro e comprou um pack de seis cervejas. A garrafa não traz rótulo, mas a tampinha leva o brasão da casa e exibe a validade – neste caso, maio de 2013 – além de avisar que você está diante de uma cerveja de 8% de graduação alcoólica. Eles ainda fabricam uma versão loura, de 5,8%, que é liberada para consumo dos próprios monges, e uma número 12 (de 12% de graduação alcoólica), a vedete da casa eleita a melhor do mundo pelo site independente norte-americano Rate Beer – para desespero da comunidade.</p>
<p>No caso da número 8, o aroma é seco e perfumado (maçã em destaque) com notas de cravo, ameixa e nozes – e algo que lembra muito a madeira (e conquista logo que a cerveja é derramada no copo). O sabor, maravilhoso, é encorpado, mas suave. O primeiro toque é adocicado, então um leve amargor se faz presente e ambos vão se revezando (de forma impressionante) sem que um prejudique o outro. Há algo de frutado (ameixa e cereja) e um adocicado que remete diretamente a açúcar mascavo (mas sem o melado). O malte torrado aparece discretamente ao lado do álcool, extremamente bem balanceado no conjunto de uma cerveja espetacular.</p>
<p>Não tem muito mais o que falar. É uma das melhores cervejas do mundo, ponto. Favorite o site do mosteiro (<a href="http://www.sintsixtus.be/eng/brouwerij.htm" target="_blank">aqui</a>) e leia, ainda, a entrevista rara que o monge Mark Bode concedeu ao The Independent (<a href="http://www.independent.co.uk/news/world/europe/monks-who-make-worlds-best-beer-pray-for-quiet-life-502172.html" target="_blank">aqui</a>). E coloque como meta um dia conhecer o lugar. Você não vai se arrepender.</p>
<p>Ps. Tosi, novamente, obrigado \o/<br />
Ps 2. Nunca terminar uma cerveja deu tanta dor no coração.</p>
<p><strong>Teste de Qualidade: Westvleteren</strong></p>
<p>- Westvleteren 8<br />
- Produto: Dark Strong Ale<br />
- Nacionalidade: Bélgica<br />
- Graduação alcoólica: 8%<br />
- Nota: 5/5</p>
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