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05/12/2008 - 08:00

Top Ten Cervejas Européias

Entre julho e agosto passei 40 dias na Europa assistindo a shows, conhecendo alguns pontos turísticos do velho mundo e… bebendo cerveja. Era verão, o que não quer dizer muita coisa se você está na Escócia (e, às vezes, na Bélgica), mas faz toda diferença quando o assunto é Espanha, França ou Inglaterra (imagina: peguei uma semana inteira de sol em Londres!). Amigos ficaram decepcionados quando contei que não bebi uísque nacional na Escócia, mas meu lance era outro.

Assim que abri a primeira cerveja na Bélgica (na verdade, a primeira latinha foi aberta ainda sobre o Atlântico), um novo mundo se abriu com várias novidades. As cervejas belgas, sem dúvida, conquistaram o meu coração. As alemãs desceram bem – e a Beck’s, cerveja que me acompanhou no show do Radiohead em Berlim, está sendo vendida no Brasil – mas eu esperava mais. As escocesas foram uma completa decepção (a Tennents, que patrocina o T In The Festival é tão leve que parece água).

A Espanha, ao contrário, foi uma surpresa. E até a Heineken, que está entre as marcas que mais detesto no Brasil, se mostrou agradável em Benicassim. A Inglaterra também não surpreendeu (Newcasttle, John Smith’s), mas era de se esperar já que as cervejas preferidas dos ingleses são a irlandesa Guiness e a belga Stella Artois. No fim das contas foram umas 40 marcas de cerveja diferentes em 40 dias de viagem das quais selecionei 10 para este singelo Top Ten. Não tem nada de definitivo nem de especialista aqui. É apenas opinião de consumidor. Anote as dicas e experimente.

10) San Miguel (Espanha) 4,8%

Nos sites de especialistas ela não tem uma boa classificação, mas foi uma ótima companheira nas caminhadas pelo bairro gótico de Barcelona e também em alguns passeios em Madri. Sabor forte, metalizado, que você acostuma após a segunda latinha. Há, também, uma versão especial cuja receita segue a da primeira feita em um convento situado nas Filipinas.

09) Amstel (Holanda) 5,0%

Apesar de ter bebido algumas garrafas de um litro na beira da praia em Benicassim, na Espanha, essa cerveja é natural da Holanda e leva o nome do rio que corta Amsterdã, capital do país. Divide o mercado holandês com a Heineken, mas é um pouco mais forte (nem tanto assim) e mais amarga que a concorrente (que também faz sucesso na Espanha). Nasceu em 1883.

08) CruzCampo (Espanha) 4,8%

É uma cerveja pale lager suave que lembra muito as marcas brasileiras. È suave e refrescante e me acompanhou durante a estadia em Málaga, na Andaluzia, sob o sol de 40 graus que acariciava a praia banhada pelo Mediterrâneo. Segundo o rótulo, é fiel à receita original de 1904. Há, ainda, uma versão Especial bastante saborosa com 5,7% de grau alcoólico. Extra: é a cerveja que patrocina a seleção espanhola.

07) Orval (Bélgica) 6,2%

Orval é um mosteiro belga fundado em 1070 que fica perto da fronteira com a França. É de lá que sai uma das cervejas trapistas (produzida em abadia católica) mais famosas do mundo. A cerveja começou a ser produzida apenas em 1931 como forma de angariar fundos para a reconstrução da abadia destruída na Revolução Francesa. Sua produção ainda é feita na abadia sob a supervisão de 11 monges, e sua receita é um segredo absoluto. Bebi na praça central de Leuven. É uma cerveja forte, densa, que sobe que é uma beleza. Para tomar devagar, com cuidado e sonhar com anjos.

06) Köstritzer (Alemanha) 4,9%

Primeira cerveja escura e alemã da lista, a Köstritzer é a cerveja preta mais famosa da Alemanha. Fabricada pela cervejaria de mesmo nome desde 1593 (seguindo o acordo da Lei da Pureza Alemã de 1516), a Köstritzer é moderadamente amarga e muito leve. Deverá surpreender os fãs da docinha Malzbier nacional. Conta a história que Goethe, quando estava doente e impossibilitado de comer, se alimentava desta cerveja. Sabor forte e encorpado. Bebi caminhando pela ex-Berlim Oriental.

05) Mahou (Espanha) 5,5%

Pronuncia-se Mau, e se você for de Ibéria para a Europa não pense duas vezes: peça Mahou no almoço/jantar, no café da manhã ou antes de dormir e, se possível, faça amizade com os comissários de bordo para o caso da sede bater em algum horário diferente. É levíssima, de grau alcoólico elevado (para os nossos padrões, não para os belgas) e é uma ótima maneira de entrar no mundo das cervejas européias, já que lembra bastante as nacionais, mas é mais saborosa. Existe uma versão clássica, mais fraca. Deixe de lado e vá atrás da versão 5 Estrellas datada de 1969. Bebi em vários lugares da Espanha.

04) Voll-Damm (Espanha) 7,2%

Eu tinha certeza de que essa cerveja era alemã quando a peguei em uma lojinha de Madri, mas descobri depois que ela era de Barcelona. Cerveja quase escura cuja marca patrocina o festival de jazz da cidade. O rótulo ainda informa que ela ganhou o prêmio de melhor cerveza strong lager do mundo em 2007 no World Beer Awards. Extremamente saborosa. Uma delicia. Recomenda-se, porém, ir devagar. Seu alto teor alcoólico (para brasileiros, belgas e espanhóis) sobe rapidinho. A mesma cervejaria fabrica a Estrella Damm, clara, que poderia ter conseguido um lugarzinho nessa lista e serviu de consolo para a perda do show de Tom Waits, em Barcelona.

03) Hoegaarden (Bélgica) 4,9%

Produzida na pequena vila de Hoegaarden, no norte da Bélgica, desde 1441, a Hoegaarden, também conhecida como White Beer, possui um processo de fabricação único e complexo: a primeira etapa é um processo de alta fermentação. Depois, a cerveja é engarrafada sem pasteurização e permanece em repouso por mais três semanas para que aconteça a re-fermentação dentro da garrafa. A aparência final é de uma cor amarelo ouro e opaco típico das cervejas de trigo belgas. Além de seu processo de produção diferenciado, ela contem ingredientes especiais como sementes de coriandro e raspas de casca de laranja, ingrediente que lhe confere alta refrescância e um gosto entre o frutado e o cítrico. É uma cerveja bastante leve e deliciosa que deixa um azedinho no paladar após ingerida. Bebi várias em… Londres.

02) Leffe (Bélgica) 6,5%

Fui recebido em Leuven, cidade da Stela Artois, por uma belga, a Odile (que abrigou a mim e a um amigo, Carlos, durante os nossos dias de Rock Werchter). Ela preparou um jantar e, a certa altura, perguntou se gostávamos de cerveja. Resposta assertiva e, na seqüência, uma Leffe Blonde (que, segundo ela, era guardada para as visitas). Foi paixão ao primeiro gole que, em seguida, tive que dividir com a versão Brune, mais saborosa ainda. Segundo os fabricantes, ela mantém a mesma receita desde 1240, quando surgiu feita pelos monges da antiga abadia de Leffe. A clara tem um sabor forte e é levemente adocicada no final. A escura é mais encorpada. A paixão foi tanta que a bebi, ainda, em Glasgow, em Paris e em Londres. E mantenho sempre umas cinco (tanto dela quanto da Hoegaarden) na geladeira para o caso da saudade bater mais forte.

01) Duvel (Bélgica) 8,5%

Tirem as crianças da sala. O negócio aqui é sério. Quer sentir o clima: o nome desta excelência em cerveja, traduzido, quer dizer “Diabo”. Eita cervejinha danada. Eu e o Carlos a encontramos por acaso, no almoço de despedida em Leuven. Íamos pedir outra Orval, mas acabamos buscando uma novidade no cardápio, e nos deparamos com ela. Bebemos duas e saímos felizes da vida. Deixei o amigo na estação de trem, virei as costas e encontrei mais três comparsas recifenses e tive que mostrar para eles a descoberta. Bebemos mais três, pedimos a garrafa para descobrir a graduação alcoólica, e caímos pra trás com os 8,5% estampados no papel. Uma delicia com jeitinho inocente: uma garrafinha gordinha, fofa, que quer testar sua confiança. Cuidado: nunca (NUNCA) beba mais do que três garrafinhas. Diz a lenda que esta é a cerveja escura que se transformou em ouro. Criada em 1918 para comemorar a vitória dos Aliados na 1ª Guerra Mundial, é até hoje o carro chefe da pequena cervejaria independente Moortgat. Eleita a melhor cerveja disponível nas prateleiras brasileiras pela Revista Prazeres da Mesa. Faço coro, brindo e vou além: Duvel é uma das melhores cervejas do mundo.

Serviço:
As marcas espanholas ainda são difíceis de serem encontradas no Brasil. As belgas Leffe e Hoegaarden, no entanto, estão sendo importadas pela Ambev e podem ser encontradas em bons supermercados (em São Paulo, na rede Pão de Açúcar) por menos de R$ 4 a long neck. A alemã Köstritzer pode ser encomendada em importadoras, e a garrafa de 500 ml está saindo por volta de R$ 8. Já a espanhola Voll-Damm começa a pesar no bolso: R$ 12,90. A Duvel, no entanto, vai além e honra a qualidade custando mais caro que algumas boas vodkas: R$ 17 a long neck e R$ 47 a garrafa de 750 ml nas importadoras.

As cervejas Trapistas
Existem apenas sete cervejarias trapistas em todo o mundo. Só cerveja fabricada em um mosteiro, sob o olhar atento da comunidade monástica cisterciense que ali vive, pode legitimamente usar o nome das estritamente controladas “Trappiste”. A Bélgica é a casa de seis fábricas: Orval, Chimay, Rochefort, Westvleteren, Westmalle e Achel. A sétima é Koningshoeven e está localizada na Holanda.

Leia também:
- As oito melhores cervejas belgas, por Gustavo Brunoro (aqui)
- Diário de Viagem Europa 2008, por Marcelo Costa (aqui)

Autor: Mac - Categoria(s): Causos, Eventos, Opinião do Consumidor, Provamos, Recomendamos, Utilidade pública Tags: , , , ,

36 comentários para “Top Ten Cervejas Européias”

  1. Homer J. Simpson disse:

    rosquinhaaaaaaaaaaaa………………..aaaaaaaaaaaaaaaaaa

  2. Heber disse:

    Rapaz!… Olha bicho, confesso q deu até inveja dessa tua “viagem” … Pq sou doido p cerveja e louco p/ viagens! Vou gravar alguns nomes dessas preciosas “cevadas” e quando me surgir a oportunidade vou experimentar umas delas…
    Agradeço as dicas!
    Heber

  3. Primo Maroze de Almeida Santos disse:

    QUANDO VOCÊ FAZIA UMA COMPARAÇÃO ENTRE A CERVEJAS BRASILEIRAS EM RELAÇÃO AS QUE VOCÊ TOMOU DA ESTRANGEIRAS NESSA SUA VIAGEM , QUAIS DAS CERVEJAS BRASILEIRA TEM SEU AVAL DE APROVAÇÃO? NO MUNDO DAS FALSIFICAÇÕES COMO RECONHECER UMA CERVEJA ESTRANGEIRA LEGITIMA? As cervejas Trapistas QUAIS DELAS TEM VENDAS EM OUTROS PAISES E QUANDO VAI SER VENDIDAS NO BRASIL PARA QUE EU POSSA SABOREAR (BEBER) COM MODERAÇÃO
    OBS FOI A MELHOR ORIENTAÇÃO SOBRE CERVEJA QUE EU JA LI NA INTERNET OBRIGADO

  4. Ricardo disse:

    A Duvel realmente é uma cacetada. Recomendo outras duas que considero tambem excelentes. A dinamarquesa Tuborg, clara, uma lager encorpada, e uma surpreendente francesa chamada Pelfort ( a versão brune é a boa ). Abs.

  5. Ricardo disse:

    Vocês ja beberam a cerveja alemã BITBURGER.

    É muito boa…..ótima recomendação.

    Muito bom esse blog.

    Abçs

  6. Mac disse:

    Olá, Primo, então: no Brasil eu gostou muito da Bohemia e da Skol, são duas preferidas, digamos assim. Mas gosto também da Itaipava e a Original. Aqui em São Paulo já está fácil de encontrar uma mineira chamada Baker. A de Trigo e a Pale Ale são excelentes.

    Quanto a comparação e falsificação, o pessoal do Brejas (http://www.brejas.com.br/) fez uma comparação entre as Leffe vendidas no Pão de Açucar e as importadas (trazidas da Bélgica) e comprovaram que é a mesma. Acho que o ideal é comprar em adegas e empórios de confiança. Mas a Leffe e a Hoegaarden já podem ser encontradas no Pão de Açucar.

    A respeito das trapistas, vou fazer uma pesquisa mais aprofundada. No empório que costuma comprar existem algumas marcas de preço mais elevado que o normal de uma cerveja, mas vou tentar montar um servição, ok.

    *****

    Ricardo, ótimas recomendações. Já tinham me recomendado uma outra francesa e essa também está indo pra lista!

  7. Ricardo disse:

    vou sitar duas aqui que são maravilhosas, para mim a Weihenstephaner é a melhor cerveja que ja tomei na vida e depois vem a Franziskaner, provem e depois me falam se ja viram cerveja melhores que essas. a Weihenstephaner mantem a receita desde 1040, é a cerveja mais antiga do mundo, o sabor dela é inigualavel.

  8. elton disse:

    Bacana este blog…pelo menos pra nós que gostamos de uma boa cervejaaaa….Aonde consigo encontrar esta DUVEL…?

    Alguem ja tomou uma cerveja japonesa chamada saporo…????

  9. HUGO disse:

    faltou a skol. itaipava, krill, schincario…quesão de outro planeta.. so pinguço que bébe

  10. Fernando PAvan disse:

    Ultimamente me apaixonei por uma cerveja forte, amarga, com gosto ressaltado de lúpulo: a inglese Rudless County.
    Ótima pra beber no frio, acompanhando um bom assado.

  11. Nina disse:

    encontrei alguem como eu ,q nao gosta da heineken.
    adoro cerveja,mas esta nao esta no meu paladar.
    vou experimentar as sugeridas por vc.

  12. Juliano disse:

    Realmente a sua seleção de cervejas é excelente,mas você poderia avaliar tambem as produzidas no vale do Itajaí em Santa Catarina?No Rio Grande do Sul tem uma artesanal ótima pena que no momento não recordo o nome.

  13. Renato disse:

    Sugiro três: Czechvar (da República Tcheca), De Koninck (da Bélgica) e Jenlain (França)

  14. Pedro disse:

    Nós viemos aqui pra bebe ou pra conversar???
    Kra….vo tirar um sarro em um camarada que se diz “entendido” no assunto.
    Simplesmente não citou nenhuma delas…kkkkkk
    Com certeza comprarei a Mahou, Leffe Blonde e a Duvel.
    Apenas discordo da Bohemia…rsssss
    Valeu pela dica
    Gde Abraço

  15. Wolfgang disse:

    Oi, eu sou alemão e ficei um pouco assustado. en alemanha tem mais de 2500 fabricas de cerveja. com uma produção media de 5 tipos cada, faz uma quantidade de mais de12000 tipos de cerveja de todos os tipos e gostos e voce esperimentou so uma marca de cerveja. uma dica para voce, a prócima vez que voce viage para europa, faz uma visita en bavaria e esperimenta as cervejas de la e voce vai achar muito mais tipos de cerveja mais saborosos do que voce pensa e não vai ser precisa de repetir nehum tipo ( eu apoia o comentario de ricardo sobre o cerveja Weihenstephaner, o melhor cerveja do mundo). aqui en brasil voce vai encontrar algumas tipos de cerveja alemão original em algumas supermercados selecionados para um preço um pouco salgado, más valeu a pena de gastar um pouco mais.

  16. GUSTAVO disse:

    É QUAL E A CERVEJA NUMERO 1° DO BRASIL…..

  17. Mac disse:

    Wolfgang, eu experimentou no mínimo umas dez ou doze cervejas alemãs na viagem. Apenas uma delas entrou no meu Top Ten, mas na abertura do texto ainda cito a Beck’s, que é bem ruinzinha. Das cervejas da Bavária provei três variedades de Erdinger, que são bem boas. Mesmo assim agradeço pelas dicas e um passeio pela Bavária é uma ótima pedida!

    Grande abraço!

    ****
    Pedro, conta depois o que você achou!

    ****

    Renato, dicas anotadas.

    ****

    Juliano, estou explorando as mineiras, mas vou dar uma olhada nas do vale do Itajai prum futuro listão nacional.

    ****

    Fernando, não provei a Rudless County. Quem sabe seja ela a inglesa a me conquistar! Dica anotada!

    ****

    Elton, a Duvel pode ser encontrada em alguns emporios e lojas online. Bate um google. Aqui em SP também pode ser bebida no Drakes Bar.

  18. Jorge disse:

    Vocês realmente conseguiram fazer uma bela materia, conheço e consumi algumas apresentadas na reportagem, gosto muito das cervejas de Alemanha, Holanda, Espanha, e ainda de outros países de Europa, porém paízes como Israel, Marrocos, além de outros, também fazem boas cervajas, como nós temos vários rótulos que não ficam afastados dos Europeus e Americanos.Parabéns.

  19. Fernando Lobo disse:

    Ricardo, da mesma cervejaria da Franziskaner tema Spaten que nao perde em nada para a prima…. parabens pelo blog! Paixão por bebidas e comidas!! Local em sampa pra tomar… Frangó prum lado e Tortula pro outro

  20. Fernando Lobo disse:

    Aqui no Brasil galera não dá pra falar que aquela cerveja é melhor que aquela… uma grande influência no sabor destas maravilhas é a água que se utiliza. Tirando as cervejas mais artesanais e com um centro de produção só, as top de vendas como antartica, brahma e skol tem águas diferentes pelo país inteiro. Já peguei garrafa de cerveja da mesma marca uma do lado da outra no mesmo supermercado de fábricas diferentes e isso influi pra caramba no sabor final. Isso sem contar que a forma de armazenar também conta. Lata, latinha, latão, garrafa, garrafinha e garrafão. O vasilhame também influi na nossa querida cerveja.
    —————————
    Renato: De Konnick é top!
    —————————
    Alemão: Não gosto tanto assim da Weihenstephaner. Apesar de ter toda a parafernália… copo toalha todas as versões de embalagem.
    —————————
    Alguém aí é colecionador? Hoje tenho pouca coisa mas já cheguei a ter 500 latas de bebidas diferentes. Só de Coca-Cola tinha uma coleção de 50 latas diferentes entre brasileiras e gringas.
    —————————
    Já tomei quase todas citadas. Do top ten todas. Me falta a DeuS. Que é grande concorrente da Duvel… brincadeiras a parte… uma DeuS chega a custar 200 reais a garrafa, não ta no top 3 das mais caras do mundo mas deveria (Top 3 World’s Most Expensive Beer) ! Ceva tipo exportação, o processo de fabricação da cerveja DeuS se inicia na Bélgica e termina em Champanhe, na França onde passa pelo método champenoise que consagra as bebidas típicas dessa região!

    ———————————
    Paixão por bebidas e comidas!

  21. Juliane disse:

    Duvel, Leffe… adoro! San Miguel…também é boa! Vale também provar uma que não está na lista, uma da República Tcheca: Pilsner Urquell e uma da Jamaica chamada Red Stripe! Ah, a Grolsh da Holanda, é interessante também… mas as outras são melhores! :)

  22. Eduardo disse:

    Valeu pelas dicas, camarada. A Backer já pode ser encontrada no Rio, no supermercado Zona Sul por R$6,00. Ela é realmente excelente e, junto com a Badem Badem, a melhor cerveja brasileira na minha opinião. Outra muito boa tb é a carioca Devassa. A fábrica foi comprada pela Schim e já pode ser encontrada em São Paulo tb. Abç.

  23. Daniel disse:

    Estranho a ausência da La Trappe Quadruppel (ok, ok, sei que não pode usar o nome mas é muuuuuito boa). De nacional, já que perguntaram aqui, tem a golden Ale da Eisenbahn, excelente também… Quanto a Leffe (não a blonde) e a Chimay, realmente muito boas… Abraços!!!

  24. Woody disse:

    Realmente, depois de uma viagem à Bélgica eu descobri um novo mundo e passei a me considerar um verdadeiro apreciador de cervejas. Provar uma dessas cervejas especiais é beber e saborear história pura, o que leva o ato de beber a outro patamar.

    Fora essas, recomendo a holandela La Trappe, que é a unica trapista fora da Bélgica.

    Um dica para quem quer provar essas maravilhas:

    Na internet: http://www.nonobier.com.br/
    Em São Paulo: http://www.barasterix.com.br/

    Abraço!

  25. Opa!
    Eu tive exatamente essa decepção que você descreveu com as cervejas alemâs, no meu caso foi uma Kolsch Gold…
    As belgas realmente sâo apaixonantes. A Orval eu tive oportunidade de visitar o mosteiro e degustá-la com um ótimo queijo também á fabricado, ótima. Cada garrafa tem um sabor diferente, dependendo do tempo de envelhecimento e refermentação. Dentre as mais comerciais, ainda há outras ótimas, como a frutada Rodenbach e as Cineys, principalmente a Ciney Brune.
    A Hoeegarden, assim como outras blanches, são as cervejas mais refrescantes que já tomei, não sei porque não são fabricadas no Brasil em larga escala. Se tiver oportunidade, beba também a Blanche de Namur, a Hoeegarden Rosé (frutada) ou a Hoeegarden Grand-Cru, uma delícia.
    A DeuS, citada nos comentários não merece tanto estardalhaço, toma um couro feio da Duvel, Judas e qualquer outra cerveja especial de mais respeito. Se trata realmente de algo diferente, mas não vale os 30 euros nem muito menos os 200 reais praticados por aqui.
    Dentre as desconhecidas, vale destacar a Achel, a blanche Troublette e a minha preferida Delirium Tremens.

    Belo post, gosto mais de experiências pessoais do que de pseudo-especialistas metidos à besta que se baseiam na internet, gosto é gosto, mas quando se usa a língua para a provar, e não um site qualquer.
    Abraço!

  26. Batata disse:

    Fica a dica: estas estão muito bem mas, se tiver oportunidade, rume para o leste! Na República Checa tem algumas preciosidades também! E se estiver na Espanha, outra “diabólica” fácil de encontrar é a Judas… mesmo padrão, 8,5% de álcool e nenhum aviso dentro do copo!

    Um abraço!

  27. José disse:

    Poxa, vc fez o ranking das melhores cervejas européias…
    E vem dizer que cerveja espanhola é boa?
    Aposto que vc gosta de tomar cerveja a -4ºC…

  28. cevado disse:

    ceva e´´magia ,parabens a materia!

  29. Luiz disse:

    Estive na região da Belgica, Holanda e Alemanha rescentemente observei que uma cerveja é notoriamente consumida pelos Belgas.
    Sua Marca é Jupillier

  30. Unk disse:

    “A cerveja começou a ser produzida apenas em 1931 como forma de angariar fundos para a reconstrução da abadia destruída em 1973 pelas tropas revolucionárias da Revolução Francesa.”

    Que maluquice isso aqui! Como eles podem angariar fundos para reconstrução antes da abadia ser destruída. E a Revolução francesa começou em 1789 e terminou dez anos depois. Tem certeza que a abadia não foi destruída em 1793?
    Quanto às cervejas, boas dicas. Nunca tinha ouvido falar na maioria delas.

  31. Mac disse:

    Unk, valeu pela correção! Foi inversão de números mesmo.

    Abraço

  32. [...] Leia também: – Opinião do Consumidor: Kriek Boon (aqui) – Opinião do Consumidor: Hoegaarden (aqui) – Opinião do Consumidor: Erdinger Champ (aqui) – Opinião do Consumidor: 8.6 Red (aqui) – Opinião do Consumidor: Beck’s (aqui) – Top Ten Cervejas Européias (aqui) [...]

  33. justin hinds disse:

    desculpe amigo mas falta muito para vc conhecer realmente o q é cerveja de verdade parece que vc foi no asterix onde vende 200 rotulos de cervejas, essas são as mais conhecidas aqui no brasil, por acaso vc experimentou por la ” gold :

  34. [...] também: – Hoegaarden é mais nove cervejas européias, por Marcelo Costa (aqui) Enviado por: Mac – Categoria(s): Opinião do Consumidor, Provamos, Recomendamos Tags [...]

  35. Marcello disse:

    Realmente você entende muito pouco de cervejas. White beer? hahaha É WITTEBIER que são as cervejas de trigo. Na Alemanha é Weissbier e por aí vai. E cerveja espanhola é tão ruim quanto bater na mãe.

    Marcello, não entendo muito, mas ao menos pesquiso: Wittebier é uma abreviação de White Beer. A definição está no próprio site da Hoegaarden: http://www.hoegaarden.org.uk/

    Abraço

  36. Marcello disse:

    Cara, curti tua eleição.. Moro em Lyon, na França e sou um grande apreciador de cervejas.. Deixo algumas sugestões: Gambrinus, de lúpulo, da Rep Theca; Amsterdan Maximator, 11,6% de teor ( soco na cara!!), da Holanda, Stella Damm da Espanha (acho melho q a san Miguel), Desperatos francesa, muito boa, a q mais tomo nacional aqui e qa Erdinger alemã, facilmente encontrada no Brasil, só que um pouco cara por lá. Grande Abço

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