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05/02/2010 - 08:46

Opinião do Consumidor: Eggenberg Urbock 23º

Eggenberg Urbock 23º

A austríaca Eggenberg Urbock 23º é uma cerveja duplo bock clara, com 23 graus de extrato primitivo (mais alto ainda que o dá Primator 16% Exkluziv – leia aqui – que é uma cerveja bastante forte) e 9,6% de teor alcoólico (o dobro de teor alcoólico da Pilsen que estamos acostumados a beber em bar), que se apresenta como “a cerveja mais forte do mundo”, o que justifica sua filiação double bock. Para os alemães, as bock são tão fortes quanto um coice de bode (bock). Ou seja, tirem as crianças de perto.

Medalha de prata em 2008 do Word Beer Cup na categoria duplo bock estilo alemão, a Eggenberg Urbock 23º é uma cerveja de baixa fermentação que amadurece em caves durante nove meses, até que esteja completamente fermentada e com sua bela e intensa cor dourada. O aroma é fortíssimo e bastante complexo, marcado por malte, álcool e um pouco de mel – e impressiona mais do que o teor alcoólico, que não chega a bater tanto apesar da forte presença de álcool.

O paladar no inicio é amargo, deixando transparecer malte e mel (que encobrem a presença do álcool). O lúpulo marca o final, que após alguns segundos de amargor passa a ser extremamente adocicado, o que dificulta sua ingestão em grandes quantidades – e confunde o paladar. É uma cerveja densa, bastante maltada, perfeita para acompanhar queijos e doces a base de chocolate. Não é a minha preferida, mas pode conquistar alguns.

Eggenberg Urbock 23º
- Produto: Double Bock
- Nacionalidade: Austriaca
- Graduação alcoólica: 9,6%
- Nota: 2/5

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Marcelo Costa, o Mac, 39 anos. Editor do Scream & Yell. Começou com Keep Coller no colégio e passou pela fase Jack Daniels (pura, sem gelo) e do Hi-Fi (com Fanta Laranja) até se apaixonar por cachaças. Hoje em dia, socialmente, vai de caipirinha (de abacaxi ou morango), cervejas (as belgas são sensacionais) e Fanta Uva. Não bebe água, prefere coca-cola (de garrafa, 290ml).

Autor: Mac - Categoria(s): Opinião do Consumidor, Provamos, Recomendamos Tags:
29/01/2010 - 00:56

Opinião do Consumidor: Cerveja Czechvar

czevhvar.jpg

A Czechvar é um ícone da República Tcheca, mas lá é conhecida como Budweiser Budvar. Devido a uma pendenga judiciai com a Anheuser-Busc, dona da Budweiser norte-americana, a Budvar precisou mudar seu nome para ser exportada para alguns países. É uma cerveja que lembra muito as brasileiras, com seu amargor característico marcando o paladar.

A Pilsen como a conhecemos nasceu na cidade de Pilsen, na República Tcheca. A Czechvar começou a ser produzida em 1895 pela Budejovicky Budvar, uma das mais respeitadas cervejarias do mundo, que começou sua história com cerveja em 1265 na cidade de Ceské Budejovice (sede do governo da região da Boémia do Sul), que fica a duas horas de Praga e a uma hora da fronteira com a Alemanha (região da Baviera).

Uma das marcas mais famosas em seu país (uma de suas concorrentes – em qualidade e história – é a 1795), a Czechvar é muito leve e refrescante, mas a dosagem perfeita de malte e lúpulo confere ao conjunto um sabor perfeito para esta que é considerada por muitos como uma das melhores pilsens do mundo. A long neck (300 ml) pode ser encontrada entre R$ 7 e R$ 10 enquanto a garrafa (500 ml) sai por R$ 12.

Czechvar (Budweiser Budvar)
- Produto: Cerveja Lager
- Nacionalidade: Tcheca
- Graduação alcoólica: 5%
- Nota: 4/5

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Marcelo Costa, o Mac, 39 anos. Editor do Scream & Yell. Começou com Keep Coller no colégio e passou pela fase Jack Daniels (pura, sem gelo) e do Hi-Fi (com Fanta Laranja) até se apaixonar por cachaças. Hoje em dia, socialmente, vai de caipirinha (de abacaxi ou morango), cervejas (as belgas são sensacionais) e Fanta Uva. Não bebe água, prefere coca-cola (de garrafa, 290ml).

Autor: Mac - Categoria(s): Opinião do Consumidor, Provamos, Recomendamos Tags:
17/01/2010 - 23:54

Opinião de Consumidor: Jenlain

jenlain.jpg

Dia desses, numa mesa de bar, algum amigo soltou uma daquelas “verdades de boteco”: “Um país que produz bom vinho não tem uma boa cerveja”. Não sei ao certo de onde ele tirou essa informação assim como não posso afirmar se é verdadeira, mas quem disse isso não deve conhecer a Jenlain, belíssima cerveja nascida no país número 1 em vinhos e champagne: a França.

A Jenlain é produzida pela Brasserie Duyck, a líder em vendas de cervejas especiais na França, produzindo cervejas somente com água, malte, lúpulo e levedura, sem aditivos ou conservantes. A cervejaria nasceu em 1922, após o filho Félix herdar a paixão por cervejas do pai, Léon Duyck, que fabricava cervejas de modo artesanal desde o começo do século passado.

No começo, a Jenlain era distribuída em grandes barris de madeira que abasteciam as tabernas locais. Após a segunda guerra, o hábito da população mudou, e os cervejeiros passaram a consumir a bebida em casa. Para atender a esse novo mercado, a Jenlain passou a reciclar garrafas de champagne para envasar suas cervejas, o que durante muito tempo foi marca registrada da cervejaria.

Em 1968, a cerveja fabricada pela Brasserie Duyck passou a receber o nome do vilarejo onde era produzida: Jenlain, um povoado que fica a cerca de 200 Km de Paris. Em 1993, ainda conduzida pela família Duyck (aliás, até hoje), a Jenlain passou a ter uma segunda marca, a Jenlain Ambrée, e em 2005, a Jenlain tradicional passou a se chamar Six dando espaço para a entrada de uma nova cerveja no cardápio: Jenlain Blonde.

As duas mais novas cervejas da casa são consideradas Biére de Garde, que em português significa cerveja de guarda, definição das cervejas fabricadas em pequenas cervejarias no norte da França. A fabricação ocorria durante os meses frios e estas cervejas ficavam guardadas, maturando até os meses quentes do verão, quando as altas temperaturas e leveduras selvagens poderiam atrapalhar o processo de fabricação.

Com estas três especialidades, a Jenlain honra o prazer pela boa cerveja na França. As três cervejas são excelentes, cada uma com um sotaque particular. A Jenlain Six é a mais leve das três, mas carrega detalhes que também vão aparecer nas outras duas, a saber: o aroma é frutado, valorizando muito o malte. O paladar é extremamente adocicado, a ponto de não se perceber o amargor, com um toque suave de mel.

A Jenlain Blonde parece uma versão premium da Jenlain Six. Tem as mesmas características, e mais álcool. São 7,5% da Blonde contra 6% da Six. Já a Jenlain Ambreé é mais carregada. Enquanto a Six e a Blonde são alaranjadas, a Ambreé é ruiva e tem mais corpo que suas irmãs. Seu paladar intenso – com notas de mel e ameixa – lembra, em alguns momentos, uísque.

Há uma definição bacana para explicar a paixão dos franceses pela Jenlain, especialmente a Six: “Se Brigitte Bardot fosse engarrafada, seria a Jenlain Six”, diz uma frase. O único problema é que, como são muito adocicadas, elas enjoam em grande quantidade. Ou seja: não é cerveja para se beber muitas. Mas são ótimas companheiras em refeições e duas seguidas podem deixar muito marmanjo “altinho”. O preço, no Brasil, varia entre R$ 8 e R$ 12. Vale muito experimentar.

Jenlain Six
- Produto: Cerveja Pale Lager
- Nacionalidade: Francesa
- Graduação alcoólica: 6%
- Nota: 3/5

Jenlain Blonde
- Produto: Cerveja Ale Bière de Garde
- Nacionalidade: Francesa
- Graduação alcoólica: 7,5%
- Nota: 4/5

Jenlain Ambreé
- Produto: Cerveja Ale Bière de Garde
- Nacionalidade: Francesa
- Graduação alcoólica: 7,5%
- Nota: 4/5

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Marcelo Costa, o Mac, 39 anos. Editor do Scream & Yell. Começou com Keep Coller no colégio e passou pela fase Jack Daniels (pura, sem gelo) e do Hi-Fi (com Fanta Laranja) até se apaixonar por cachaças. Hoje em dia, socialmente, vai de caipirinha (de abacaxi ou morango), cervejas (as belgas são sensacionais) e Fanta Uva. Não bebe água, prefere coca-cola (de garrafa, 290ml).

Autor: Mac - Categoria(s): Opinião do Consumidor, Provamos, Recomendamos Tags:
13/01/2010 - 16:46

Opinião do Consumidor: Backer Medieval

Backer Medieval

Eu já tinha feito um post especial sobre a cervejaria mineira Backer (aqui) falando de suas quatro variedades, mas faltava a especialíssima Medieval, que não é tão fácil de ser encontrada, custa o triplo das outras da mesma cervejaria, mas é uma delícia de deixar a boca cheia d’agua (ou de cerveja).

A Medieval é um Blond Ale inspirada na tradição artesanal dos monges cervejeiros medievais da Europa. Foi desenvolvida por Paulo Schiavetto, mestre-cervejeiro formado em Louvain-la-Neuve, na Bélgica, em 1995, e é a melhor cerveja da Backer, e uma das melhores cervejas brasileiras que já provei.

É uma cerveja de alta fermentação, com um dourado quase castanho. Seu aroma é suave e adocicado. Seu sabor também é doce, mas traz um acento cítrico e levemente picante que lembra – um pouco – o da excelente Leffe Blonde. É uma cerveja altamente refrescante seguindo a tradição das belgas.

A garrafa também aposta no diferencial. Você pode abri-la queimando a cera da tampa com fogo, como se fazia nas tabernas da idade média. É girar a ponta do gargalo sobre uma chama, derreter a cera e, antes de servir, limpar o gargalo. As tampinhas são ilustradas com símbolos planetários dos alquimistas medievais.

Quem disse que cerveja não é cultura? Hehe. A Backer Medieval é vendida em garrafas de 330 Ml. Enquanto as outras da cervejaria (a saber: Pilsen, Pale Ale, Trigo e Brown) saem entre R$ 5 e R$ 6 em bons empórios, a Medieval chega a custar R$ 15. Procurando bem você até encontra mais barato, por volta de R$ 11, mas é uma cerveja mais cara (e melhor) do que as outras.

Teste de Qualidade: Backer
- Nacionalidade: Minas Gerais, Brasil

Backer Medieval:
Graduação alcoólica: 6,7%
Nota: 4/5

Site Oficial: http://www.cervejariabacker.com.br/

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Marcelo Costa, o Mac, 39 anos. Editor do Scream & Yell. Começou com Keep Coller no colégio e passou pela fase Jack Daniels (pura, sem gelo) e do Hi-Fi (com Fanta Laranja) até se apaixonar por cachaças. Hoje em dia, socialmente, vai de caipirinha (de abacaxi ou morango), cervejas (as belgas são sensacionais) e Fanta Uva. Não bebe água, prefere coca-cola (de garrafa, 290ml).

Autor: Mac - Categoria(s): Opinião do Consumidor, Provamos, Recomendamos Tags: ,
06/12/2009 - 12:05

Como fazer uma boa caipirinha

caipirinhaBrasileiro que é brasileiro sabe apreciar uma boa caipirinha, ainda mais porque essa bebida é um acompanhamento ideal para a feijoada no sábado à tarde. E com esse calor que tem feito então… Por isso, achei que valia a pena fazer um post com algumas dicas de como fazer uma caipirinha deliciosa.

Primeiro, corte as duas pontas do limão, retirando a maior parte daquela camada branca que encobre a polpa. Não vale cortar só a pontinha da casca! Se você não gosta muito do sabor azedo do limão, pode até remover toda a casca, mas isso não é necessário.

Depois, corte o limão ao meio. Em seguida, remova aquele miolo branco no meio. Se você levar jeito com a faca, faça dois cortes em V, assim você remove mais facilmente essa parte. Então, corte cada metade do limão em quatro partes. Se o limão for grande ou tiver bastante poupa, cada metade pode render uma caipirinha.

Coloque o limão partido no copo (com a polpa do limão sempre para cima e a casca para baixo) e adicione uma colher de sopa rasa de açúcar. Rasa, ok? Nada de caipirinha muito doce… E então chegamos ao momento de espremer o limão. Aqui está a parte mais delicada. Se você não removeu a casca do limão, é preciso ter cuidado para espremer somente a polpa, não a casca. Como assim? Basta usar o socador sempre em contato direto com a polpa, nunca sobre a casca. Faça movimentos mais suaves para não espremer também o sumo da casca, que é bem mais azedo e dá um gosto diferente à caipirinha. Isso pode exigir um pouco mais de treino, então não se preocupe se não der certo na primeira tentativa.

Depois, adicione gelo. O recomendado é usar um copo próprio para caipirinha, daí não tem como errar na medida. Nesse tamanho de copo, coloque gelo até a borda. Em seguida, é só completar o copo com a cachaça (cachaça, claro!) da sua preferência.

Preparar um drinque é uma arte e exige prática. Então não se sinta frustrado se na primeira tentativa não sair como você gosta. Tente de novo outra hora….

Tin tin!

Foto: Flickr Capitu

Autor: Aninha - Categoria(s): Receitas, Sem categoria Tags:
24/11/2009 - 01:01

Top 5 cachaças artesanais

cachaça

Faz muito tempo que não publico nada por aqui, então resolvi tirar o atraso e falar de uma das minhas bebidas prediletas, a cachaça. Ok, podem dizer que isso é coisa de bebum, mas confesso que não sou do tipo que recusa uma dose da “marvada”. E se você não sabe como apreciar uma boa cachaça, clique aqui e volte ao post em que falo sobre isso.

E mesmo que você não goste de tomar cachaça pura, vale a pena investir numa bebida de qualidade até na hora de preparar uma caipirinha. (E caipirinha, pra mim, tem que ser de cachaça! Não custa reforçar…) Quem gosta de vodca sabe que a qualidade da bebida faz diferença na hora de beber e até mesmo depois: na ressaca. Pois com a cachaça é a mesma coisa. Usar uma bebida de qualidade faz toda a diferença também numa caipirinha. E vale o investimento!

Eu não costumo tomar cachaça industrializada, embora às vezes acabe recorrendo a uma Ypióca ou uma Sagatiba na falta de outra. Mas elas nem se comparam a uma cachaça artesanal. E para os iniciantes na bebida, recomendo começarem com elas (nada de 51, ok?). Por isso, faço abaixo um ranking com as minhas cinco marcas de cachaça artesanal preferidas, seja para beber pura ou para desgustar com limão, açúcar e gelo.

5. Seleta (Salinas/MG)
4. Serrinha (Lavras/MG)
3. Boazinha (Salinas/MG)
2. Germana (Nova União/MG)
1. Santo Grau (Coronel Xavier Chaves/MG)

Santo Grau

Perdoem o bairrismo, mas minhas preferidas são mesmo todas de Minhas Gerais. =)

Em São Paulo, você pode encontrar uma cartela de cachaças bastante variada no Veloso Bar e no Paralelo 12:27, ambos localizados na Vila Mariana.

Você também é apreciador de cachaça? Então faça o seu top 5 nos comentários abaixo!


Anamaria Rinaldi, ou Aninha, é apaixonada por futebol, carros, Fórmula 1, beisebol e futebol americano, mesmo ouvindo todos os dias que isso é coisa de menino. Aprecia uma boa cachaça e adora tomar caipirinha (principalmente de limão e frutas vermelhas), mas não abre mão de uma cerveja gelada enquanto vê uma partida de futebol na TV.

Autor: Aninha - Categoria(s): Opinião do Consumidor, Recomendamos Tags: , , , , , , , , , ,
09/11/2009 - 11:28

Para se render ao rum

Na noite de quinta-feira, 05 de novembro, fui ao Sonique a convite da Bacardi, para uma aula de bargirl seguida de uma festinha open bar da bebida, em um dos mezaninos do bar paulistano. Até aí, nenhuma novidade. Cheguei cerca de meia hora atrasada, mas ok, esses eventinhos nunca começam na hora. Tímida, estava com vergonha de dizer que eu não sou fã de mojito, o drink principal da noite, que foi servido sem economia até à uma da manhã aos convidados.

Quando a aula começou, outros blogueiros se empolgaram e não viam a hora de tomar o mojito feito ali, na hora. Eu engoli seco e me enfiei no fundo da minimultidão, uma vez que até a noite daquela quinta-feira eu não tomava nada que misturasse limão, açúcar, hortelã e destilado (eu gosto -muito- de cerveja e champanhe. Não tomo vodka nem amarrada. Não que eu me lembre!). Antes da parte prática, aprendemos que o mojito nasceu no Caribe. Os europeus vinham para a América e traziam bebidas como vinho e uísque. Mas, claro que a viagem demorava dias e o estoque de bebida acabava, geralmente ali pela região das ilhas da América Central. Então, todo mundo bebia rum, a bebida oficial dos piratas. A mistura com hortelã também é secular. Os piratas acreditavam que o hortelã tinha propriedades benéficas para o sistema respiratório, então, amassavam folhas de hortelã com rum e “blup” pra dentro.

1

De volta à aula prática, inevitavelmente chegou a minha vez de preparar um mojito e lá fui eu com nojinho de espremer o limão. Cumprida a missão, veio o que seria o pior: provar o drink. Contei até três e tomei um gole razoável. Ufa! Sobrevivi! E gostei. A bebida não é nem doce, nem azeda. Eu diria que é na medida. Quase não dá para sentir o gosto do rum branco. A dica é ficar de olho quando pedir um mojito na rua: se o barman colocar Soda Limonada ou algo do tipo, peça outro, porque vai ficar muito doce.

A receita básica do mojito é essa (e funciona sim, fica bem bom):

Ingredientes
Meio limão espremido
50ml de rum branco (o Bacardi é ótimo)
Uma colher rasa (de sopa) de açúcar
7  folhas de hortelã (pode por mais, se quiser)
Água com gás
Gelo

Preparo
Em uma coqueteleira, coloque o suco do meio limão, o rum, o açúcar, as folhas de hortelã. Amasse o hortelã, mas não triture.  Tampe a coqueteleira e mexa sem dó, por uns 30 segundos. Despeje a bebida em um copo com o gelo. Adicione a água com gás. mexa de leve, com um canudinho por exemplo e sirva.

O barman da noite serviu também mojito com um preparado especial de morango, que fica incrível. A receita do preparado ele não me passou, infelizmente, mas parece uma raspadinha. Basta adicionar o morango gelado após colocar a água com gás. Mas cuidado, é bem docinho, e do mal (no bom sentido alcoólico)!

Olha, confesso que a experiência foi boa e a noite também. Quando vi, já estava animada, dançando e conversando, com o segundo copo de mojito em mãos. O ponto alto foram os mojitos gigantes, preparados especialmente pelo barman. Para fazer, as medidas são: 250 ml de rum branco, 30 folhas de hortelã, 3 colheres (sopa) de açúcar, suco de três limões, muuuuuuuuito gelo e cerca de 200ml de água com gás. O preparo é semelhante ao citado acima. Hoje é segunda-feira, eu sei, mas quem disse que essa dica só serve pro fim de semana? É pra vida toda, né? Olha aí a galera se jogando no mojitão:

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Marie, repórter do iG Gourmet  e blogueira do Blog de Moda do iG.

Autor: marie - Categoria(s): Sem categoria Tags:
07/10/2009 - 08:55

Opinião do Consumidor: Cerveja Backer

backer.jpg

Para quem acredita que Minas Gerais só produz caninha da boa (e bota boa nisso), a Backer, uma micro cervejaria artesanal mineira nascida em 1998, é uma surpresa bastante agradável. Com uma receita original da Serra do Curral, em Minas Gerais, que respeita a Lei da Pureza firmada em abril de 1516, na Baviera, a Backer pode ser encontrada nas lojas em quatro variações: Pilsen, Pale Ale, Brown e Trigo.

Seguindo uma preferência pessoal, Pale Ale lidera a preferência aqui em casa com a de Trigo um pouco atrás, depois a Pilsen em terceiro e a Brown segurando a lanterna da cervejaria. Vamos começar pela última, a Backer Brown, uma combinação de malte torrado, notas de café e aroma de chocolate. Isso mesmo que você leu: chocolate. A espuma bem formada e o corpo são marrons. O sabor levemente amargo pode surpreender alguns, mas a impressão final é de que colocaram Toddynho na sua cerveja. Vale provar por curiosidade, mas a cerveja peca pelo sabor artificial do chocolate.

A Backer Pilsen pode surpreender aqueles que gostam das marcas mais tradicionais. O aroma de frutas cítricas predomina, e dá personalidade ao conjunto. Sua cor é mais amarelada do que as pilsens normais, e o paladar é – após um amargor inicial que lembra canela – bastante suave chegando a lembrar mel. Bem refrescante e interessante. A Backer de Trigo lembra um pouco (e só um pouco) a belga Hoegaarden devido ao forte aroma cítrico que lembra laranja e limão (e um pouco de banana). O paladar apresenta notas de cravo e um amargor que aumenta no final, mas não atrapalha o conjunto.

Última do pacote, a Backer Pale Ale é a típica cerveja ruiva inglesa, com aroma frutado com toques de especiarias, café e malte. Um amargor leve e saboroso marca o paladar. É a mais encorpada das quatro – e pessoalmente a minha preferida. Há ainda uma quinta variável da micro cervejaria, a Backer Medieval, uma Blond Ale que não é tão fácil de ser encontrada, mas promete, e o chopp, que pode ser aprecidado com mais facilidade nas cidades mineiras e no tradicional caminho da Estrada Real.

As micro cervejarias que ainda trabalham de maneira artesanal são responsáveis por algumas das principais marcas de cervejas europeias. Com pouco mais de 10 anos de história, a brasileira Backer é uma surpresa que merece ser descoberta. Suas cervejas têm personalidade e podem agradar tanto aqueles que adoram as pilsens nacionais como até quem não gosta de cerveja. O preço da long neck de 355ml fica na média de R$ 4 e ela pode ser encontrada em distribuidoras online de bebidas assim como em boas adegas. Experimente. Nós recomendamos.

Teste de Qualidade: Backer
- Nacionalidade: Minas Gerais, Brasil

Backer Brown:
Graduação alcoólica: 4,8%
Nota: 1,5/5

Backer Pilsen:
Graduação alcoólica: 4,8%
Nota: 2,5/5

Backer Trigo:
Graduação alcoólica: 5%
Nota: 3/5

Backer Pale Ale
Graduação alcoólica: 4,8%
Nota: 3,5/5

Site Oficial: http://www.cervejariabacker.com.br/

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Marcelo Costa, o Mac, 39 anos. Editor do Scream & Yell. Começou com Keep Coller no colégio e passou pela fase Jack Daniels (pura, sem gelo) e do Hi-Fi (com Fanta Laranja) até se apaixonar por cachaças. Hoje em dia, socialmente, vai de caipirinha (de abacaxi ou morango), cervejas (as belgas são sensacionais) e Fanta Uva. Não bebe água, prefere coca-cola (de garrafa, 290ml).

Autor: Mac - Categoria(s): Opinião do Consumidor, Provamos, Recomendamos Tags: , , , , , , ,
05/10/2009 - 10:50

Boteco Bohemia

Desde quinta-feira passada, dia 01/10, os paulistanos amantes de uma cervejinha com os amigos podem experimentar petiscos especiais em 31 bares da cidade, durante a sexta edição do Boteco Bohemia. Uma das grandes novidades deste ano é que cada petisco foi harmonizado com uma das quatro variedades de Bohemia (Pilsen, Escura, Weiss e Confraria), dando um novo sentido à desgustação dos pratos. A votação dos melhores pratos vai até o dia 31/10.

Nós do Bebidinhas fomos convidados a provar quatro destes petiscos, numa noite regada a muita cerveja, principalmente Pilsen, a mais leve de todas. Eu não sou nenhum crítico de gastronomia nem tenho um paladar muito refinado (sou bem ogro no que diz respeito a combinações, dizendo a verdade, hehehe), mas de cerveja e petisco eu entendo. Abaixo, a minha relação com comentários de cada um.

BOTECO VERÍSSIMO - PIRULITO DE RABADA NO CAIXOTE (7)
4º Lugar: Pirulito de Rabada no Caixote, do Veríssimo. O mais “gourmet” dos petiscos mostrados, até traz uma boa combinação de sabores e uma polentinha gostosa, mas quiabo em conserva não dá, né, gente? Quiabo é uma coisa que eu não daria nem pro meu pior inimigo comer. Fora o fato de vir em pequeníssimas porções. Petisco não é refeição principal, mas quando se trata de acompanhar cerveja, sempre tem que dar aquela boa forradinha no estômago (acreditem, os efeitos contrários disso não são nada, nada agradáveis).

BOTECO SAO BENEDITO - TÁBUA DE CARNE (4)
3º Lugar: Tábua de carne prancha de polenta com ragú de carne ao vinho tinto e queijo parmesão, do São Benedito. Olha a polenta ai de novo, gente, mas agora com uma cobertura deliciosa de carne desfiada. Muito bom para relembrar minhas raízes gaúchas e os tempos em que eu passava as férias na casa de dona Ema, minha querida avó, lá na serra do Rio Grande do Sul.

BOTECO JACARÉ GRILL - ROLE DO JACARÉ (4)
2º Lugar: Role do Jacaré, do Jacaré Grill. Rapaz, carne suína recheada de queijo coalho não poderia ser ruim, né? E ainda acompanha um molhinho de mel picante, com uma pimenta junto, que dá um toque todo especial. Se tivesse um limãozinho pra acompanhar também seria lindo.

BOTECO IMPERATRIZ VILLA BAR - BOLINHO DE ARROFFLES (3)
1º Lugar: Bolinho de Arroffles, do Imperatriz Villa Bar. Lembra que eu falei que petisco tem que necessariamente forrar o estômago? Pois então, esse bolinho de arroffles é perfeito pra isso. Feito com arroz e batata americana, recheado com carne seca e pimenta mineira, ele tem um tamanho razoável e um sabor delicioso. Acompanha ainda um molhinho de pimenta bem leve, um dos melhores que eu já comi até hoje (odeio a ardência da pimenta tradicional). E é acompanhado pela Bohemia Pilsen, a mais refrescante de todas e perfeita para beber com os amigos no final de tarde quente que se aproximam.

Para saber todos os botecos participantes, de uma olhada aqui. Cheers.

Tiago Agostini edita a capa do iG junto com o Mac e o Renato, além de manter o blog sobre música A Day In The Life. Já teve sua época de destilados, mas hoje aprecia mesmo é uma boa cerveja, de qualquer tipo, a qualquer hora. Com uma boa companhia, então, tudo está valendo.

Autor: Tiago - Categoria(s): Provamos Tags:
30/09/2009 - 19:00

Campeão do Brasil Master Chopp rumo à Nova York

Marcio de Souza, do Na Mata Café
Marcio de Souza, do Na Mata Café, o campeão

São Paulo foi palco de mais uma disputa na etapa final da 4ª edição do Brasil Master Chopp, campeonato promovido pela Real Academia do Chopp, da AmBev, que elege o melhor tirador de chope do País.

A equipe Bebidinhas tentou muito participar do Campeonato para Jornalistas, mas não conseguiu defender os honrosos quarto, quinto e nono lugar do ano passado (relembre a nossa participação aqui).

E como diria o Galvão, para você que chegou agora, e não sabia que existe um campeonato de tirador de chopp, fique sabendo que além de existir, o competidor precisa seguir um ritual de nove passos (segundo a tradição belga). Listamos todos aqui.

Neste ano, o paulista Marcio de Souza, do Na Mata Café (SP), ganhou o primeiro lugar na categoria Stella Artois Challenge e, ainda, o direito de representar o país na World Draught Master, campeonato mundial da categoria.

A grande disputa ocorre no dia 29 de outubro em Nova York e tem por objetivo incentivar a cultura cervejeira.

Ao todo, sete competidores participaram da etapa final nacional. Gabriel Almeida Coelho, do Bar Bazkaria (Porto Alegre), e Vivian Aline Salmeron, do Charles Edward´s (São Paulo), que dividiram o ranking com o campeão no segundo e terceiro lugares respectivamente.

Ligilena durante a primeira edição da competição para jornalistas
Ligia “The Bad” Helena, melhor colocada do Bebidinhas no campeonato de 2008

Autor: Mac - Categoria(s): Eventos Tags: , , ,
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