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terça-feira, 9 de março de 2010 Gestão | 20:35

Qual deve ser a atuação de um Conselho de Administração

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Com certeza esse tema exigiria um espaço para dissertar que não temos aqui. Como sempre quero passar minha opinião, que não tem a pretensão de ser a posição correta sobre o tema, mas apenas minha leitura sobre esse e outros tópicos de gestão.

No início das empresas de capital aberto, os conselhos eram entidades estratégicas, que faziam reuniões semestrais e até anuais, para elaborar planos estratégicos a serem executados pelos gestores das empresas, deixando o acompanhamento para alguns meses a frente.

Após alguns anos, percebeu-se que acompanhar o plano estratégico apenas uma ou duas vezes ao ano, poderia ser fatal para recuperar algo que estivesse no caminho errado, ou mesmo, poderia ser tardio para fazer correções necessárias, devido as mudanças de mercado, sempre muito rápidas.

Inicia-se então, a época das reuniões trimestrais, ou até mesmo mensais, para verificar a aderência ou não, do plano estratégico versus as ações realizadas.

Hoje em dia, entramos na fase de maior aproximação ainda do conselho, junto aos executivos da empresa. Essa proximidade pode ser vital, pois os conselheiros, que possuem larga experiência de gestão, podem e devem ajudar os executivos. Naturalmente certos cuidados devem ser tomados, para que não haja interferência, retirando dessa forma a autonomia do gestor da empresa. Isso não é simples, pois os conselheiros, já foram ou ainda são executivos de outras empresas, e dessa forma, possuem o DNA de executores,  e se não tomarem cuidado podem tomar o lugar dos executivos, inibi-los ou a té tolher suas ações.

Uma boa maneira de cooperar com a gestão é feita através dos comitês (formados por conselheiros), que podem auxiliar os executivos em dado tema/assunto ou setor, sem que haja interferência, mas mantendo a proximidade necessária que a delicadeza que um dado tema merece.

É assim nos conselhos em que participo.

Barioni

Autor: David Barioni Tags:

terça-feira, 2 de março de 2010 Gestão | 23:30

Em time que está vencendo não se mexe – será?????

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Eu não entendo muito de futebol, talvez lá essa regra tenha valor, porém nas empresas felizmente isso não é verdade.

Precisamos aceitar que não há área de conforto nas empresas. Na velocidade em que o mercado (digo, os clientes) exigem melhorias, mais qualidade e menor custo, precisamos modificar nossos planos, quantas vezes for necessário até que ele seja inovador e atenda às necessidades dos clientes.

Mas os profissionais são preparados pra isso ??

Bem, passamos quatro ou cinco anos em uma faculdade estudando matérias específicas do nosso curso, mas não me lembro de uma faculdade que tenha a matéria “adaptação constante às necessidades do mercado e de minha carreira”.

Em nossa época, viveremos (segundo a estatística) cerca de 80 anos. A próxima geração, que está no ensino fundamental hoje, deve alcançar os 90 anos. Isso significa que teremos duas ou até três carreiras diferentes em nossas vidas e o melhor momento para mudar é no topo da carreira atual, justamente na área de conforto.

Lembrem-se:  Só uma coisa é certa – A mudança

Barioni

Autor: David Barioni Tags:

segunda-feira, 1 de março de 2010 Gestão | 21:39

É muito simples fazer as coisas complicadas, mas é muito complicado fazer as coisas simples

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É impressionante a mania que se alastra nas empresas de achar que as coisas complicadas são as melhores e que foram feitas por profissionais mais competentes. Acho que vocês já participaram de alguma reunião, assim como eu, em que a exposição do interlocutor era tão complicada, que achamos ser necessário ter mestrado em física no MIT, para compreender o que está sendo dito!!!!!!!!!!

Precisamos iniciar um movimento que dê valor àquelas pessoas (essas sim, competentes) que possuem a habilidade de fazer as coisas simples. O conhecimento deve ser utilizado para tirar o véu do mistério das coisas e isso deve ser perseguido por todos. De complexo, já chega o problema.

Nossas universidades deveriam valorizar e dar melhores graus aos alunos que têm a habilidade de explicar processos e problemas intrincados com simplicidade, que conseguem escrever pouco, que tenham poder de síntese, pois é isso que o mercado vai cobrar deles.

O caminho profissional ao topo é alcançado de degrau em degrau. E um degrau é algo simples e eficiente, não é preciso subir de rapel ou com um foguete.

Quando vocês estiverem em uma reunião, em que as coisas fiquem complexas, façam como eu, digam: ‘por favor, comece pelo fim’.

Barioni

Autor: David Barioni Tags:

domingo, 28 de fevereiro de 2010 Gestão | 18:12

Boas Vindas

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Caros amigos,

É com imenso prazer que inicio essa nossa coluna, na qual poderemos discutir vários pontos importantes sobre gestão de empresas e dos vários modos de empreender.

Iremos analisar a importância, ou não, das várias ferramentas de gestão. Farei também uma análise sobre os diferentes setores que compõem uma empresa, sua importância e peso nos vários projetos e produtos das corporações.

Naturalmente, colocarei nessa coluna minha opinião, que foi forjada na vivência pelas várias empresas que passei, nos setores de serviços e comércio.

Algumas opiniões serão polêmicas, mas não pretendo estar sempre com a maioria, pois uma das características para o sucesso é pensar fora da caixa,

Abs

Barioni

Autor: David Barioni Tags: , ,