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Arquivo de maio, 2009

31/05/2009 - 17:59

Nanuko, um cachorro muito maluco

Essa eu não podia deixar de contar para vocês. Conheci um cachorro que adora comer esponjas. Isso mesmo, ele não pode ver uma esponja, que rouba da pia para saborear aos pedacinhos.

O nome dele é Nanooke, mas eu o apelidei de Nanuko  (é mais bonitinho).

É um husky siberiano. Essa raça de cachorro adora o frio e está acostumada a puxar trenós. Eles parecem lobos e normalmente são bem mansinhos, brincalhões e carinhosos.

Também fiquei sabendo que eles são muito bagunceiros e independentes. E irresistivelmente lindos. O Nanuko é preto e branco e tem olhos castanhos cheios de ternura.

Quando me viu no quintal, ele pensou que eu era uma borboleta e ficou todo curioso. Aproveitei para jogar um pouco de pozinho mágico “Animais saudáveis” nele.

Vi o diário do dono dele, o Igor, e descobri um monte de coisas com as quais ele, digamos, adorou brincar e não devolver mais. Olha só:

3 colheres de pau
1 panela de barro
5 copos
3 xícaras
6 vasos
3 cestas de palha
1 sapato plástico
2 tênis
1 mangueira de máquina de lavar
1 sininho de vento
Todas as palmeirinhas do jardim
2 travesseiros
1 escorredor de arroz
1 ralador
3 tigelas de plástico
1 espremedor de suco
1 dúzia de meias
1 camiseta de ginástica
1 selim de bicicleta
3 pacotes de guardanapos

Em esponjas estava escrito assim: Perdi a conta.

Alguém conhece um cachorro mais maluco? Acho que até rima “Nanuko maluco”.

Hoje aqui, amanhã ali e viva a carapuça do saci!

 

 

Autor: fada - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , , ,
25/05/2009 - 08:53

PIQUENIQUE NA TAÇA DE PEDRA

Acabo de voltar de um passeio ao Parque Estadual de Vila Velha, no Paraná, pertinho da cidade de Ponta Grossa, onde descobri que as chuvas, os ventos e os vulcões agem como verdadeiros escultores da natureza.

Lá é uma espécie de Vila de Pedra. rodeada de muito verde.  Passeando pela trilha dá para ver enormes blocos de arenito com formas curiosas e engraçadas. A mais famosa delas é a Taça (foto). Tem também o Camelo, o Urso, a Esfinge, a Noiva, a Tartaruga, a Bota, o Índio e a Proa de Navio.

Fiquei sabendo que há 400 milhões de anos o mar cobria aquela região. 

Tudo mudou quando explosões vulcânicas criaram montanhas, alterando totalmente a paisagem.

Depois vieram as geleiras que cobriram tudo. Quando elas derreteram, levaram pedaços de rochas e depósitos de areia deixados pelo oceano.

A água e o vento, então, fizeram sua parte e, em milhares de anos, formaram os curiosos blocos de pedra.

No futuro, quem sabe, outras formas poderão ser vistas. Já pensou se uma das pedras ganhar o formato de uma fada ou de uma libélula? Ah, eu vou achar muito legal

O que não é bacana é estragar esses tesouros da natureza riscando as pedras, jogando lixo, fazendo fogueiras ou outras coisas assim. Afinal, todo mundo tem o direito de apreciá-los e aprender com eles.

Antes de ir embora, fiz um piquenique no alto da Taça, regado a frutinhas silvestres. Afinal, uma fadinha aventureira precisa repor as energias para novos passeios, concorda?

Hoje aqui, amanhã ali e viva a carapuça do saci!

Curiosidade da fadinha: Onde hoje é sua casa, há milhares de anos pode ter sido um deserto. De repente, um mamute caminhou no seu playground preferido… Já pensou nisso?

Foto: Departamento de Publicidade e Propaganda da Paraná Turismo

 

 

Autor: fada - Categoria(s): Sem categoria Tags:
17/05/2009 - 21:22

Era uma vez…

  

Adoro contos de fadas! Por isso, fui visitar a exposição “Era uma vez… Arte conta histórias do mundo”, no Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo.

 

 Logo na entrada tem uns almofadões e um cantinho com bonecos de pano para quem quer ficar bem à vontade. Aproveitei para dar uma relaxada básica ali.

 

 Descobri coisas muito legais por lá. Uma delas: existem muitas histórias da Cinderela no mundo. Cada povo conta a história de um jeito, colocando uma pitada aqui, outra ali. Na Rússia, a personagem chama-se Nikita e tem um amigo tipo fada-madrinha, um peixinho dourado.

 

Ouvi contos africanos, árabes, japoneses e russos com fones de ouvido. Depois, fui conferir os segredos do cofre. Era bem escurinho lá, com sons da mata e cenário mix caverna e porão, com insetos de mentirinha.

 

Foi delicioso circular nos três andares do prédio, onde um montão de obras de arte – desenhos, gravuras, pinturas, esculturas, colagens – mostram personagens das histórias mais conhecidas.

 

Tem uma trança gigante da Rapunzel. Tem uma Bela Adormecida feita de mini-adesivos. Tem a Chapeuzinho Vermelho com blusa do Super-Homem. Tem um sapo de resina. Tem um super lustre de cristal, com lâmpadas cor-de-rosa, pingentes e teias de aranha. Criatividade pura!

 

Lendos os painéis, conheci a história de Charles Perrault, Hans Christian Andersen e dos Irmãos Grimm, escritores maravilhosos, apreciados até hoje.

 

Também descobri algumas curiosidades legais. Sabia que o francês Luis XIV, apelidado de Rei Sol, não dormia sem ouvir uma história?

 

Ah, eu também adoro ouvir histórias antes de dormir. Patinho Feio, Cinderela, Bela Adormecida, Branca de Neve, A nova roupa do rei, Polegarzinha, A pequena sereia … A lista é enorme e sempre começa com “Era uma vez…”. Aposto que você também tem uma história preferida!

 

 Hoje aqui, amanhã ali e viva a carapuça do saci!

 

 

 

 

Autor: fada - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , , ,
10/05/2009 - 20:55

SÓSIA DE PANO

Meu último passeio foi super divertido! Fui conhecer a menor cidade do Brasil: Águas de São Pedro, no estado de São Paulo.

Minha aventura começou no Mini-Horto, onde me esbaldei no lago com carpas coloridas, no lago das tartarugas e no viveiro de plantas.

Depois, fui até às margens do Rio Araquá, onde fica o Mini-Pantanal, uma réplica do Pantanal Matogrossense, famoso por suas belezas naturais, muito longe dali. Vi jacarés, capivaras, patos do mato, marrecos e gansos.

Aproveitei para praticar vôos acrobáticos sobrevoando o Parque das Águas. Foi delicioso circular de flor em flor nos jardins e ver a animação das pessoas nas pistas de corrida, de skate e na ciclovia.

Peguei carona com um biker para chegar até o Relógio de Sol. Neste tipo de instrumento, inventado na Antiguidade, a sombra projetada pelo sol marca as horas. Era a hora certa para um lanchinho!

Voei até o centro da cidade, e, numa doceria, me deliciei com um bolo de chocolate, recheado de brigadeiro, daqueles que todo mundo adora.

Então, aconteceu uma coisa incrível! Não sei se vocês sabem, mas fadas adoram ver vitrines. Numa galeria, encontrei uma loja de bonecas de pano, a Bámbola. E, lá, tinha uma fadinha muito parecida comigo. Uma sósia de pano!!!  Ela usava uma fita vermelha no cabelo e um vestidinho verde.

 - Oi fadinha simpática! Você se parece comigo! – eu disse.

 Ela não respondeu, mas percebi que seu sorriso ficou ainda mais largo. Sempre achei que as bonecas de pano são meio mágicas

Tirei uma foto para mostrar para todo mundo. Minhas amigas fadas da floresta não vêem a hora de encontrar uma sósia de pano como eu.

E, você, já encontrou algum sósia por aí?

Hoje aqui, amanhã ali e viva a carapuça do saci!

 

Autor: fada - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , ,
04/05/2009 - 09:16

AMOR TAMANHO ELEFANTE

Eu sempre quis ver um filhote de elefante de perto. Então, com a ajuda do pozinho mágico “Aventuras na selva”, vupt, embarquei para a África.

Fui parar no Parque Nacional de Nairobi, no Quênia, onde a ONG David Sheldrick Wildlife Trust mantém um orfanato para elefantes.

Ali, muitos animais que perderam os pais por causa da caça ilegal – o marfim dos chifres dos elefantes é vendido como mercadoria valiosa –, são resgatados e cuidados com carinho.

Os elefantinhos com menos de um ano de vida são amamentados como bebês. Uma mistura especialmente desenvolvida para eles é dada em mamadeiras.  Eu mesma ajudei a alimentar um dos filhotes. 

Os bebês elefantes são acompanhados 24 horas por dia e, até os cinco meses, dormem em estábulos na companhia dos tratadores.

Brincalhões e curiosos, eles adoram jogar futebol e apreciam a companhia das pessoas. E das fadas também! Um elefantinho me deixou subir na tromba dele e me levou num passeio pelo parque, onde me apresentou a um rinoceronte órfão, que também vive ali.

Quando ficam adultos, os elefantes são encaminhados ao Parque Nacional de Tsavo East, onde são preparados para retornar à vida selvagem, conviver com outros animais e formar suas famílias.

Fiquei sabendo de uma história incrível que aconteceu lá!  Um dia, um elefante de uma manada selvagem, ao encontrar um grupo de resgate de elefantes órfãos, soltou um grito de saudação e passou a tromba em volta do pescoço de um homem. Ele tinha salvado sua vida há mais de 30 anos e o animal o reconheceu!

Criado há 30 anos, o projeto já salvou mais de 150 elefantes.
Pessoas do mundo inteiro colaboram com doações e até adotam animais. Se você quiser conhecer mais, pode dar uma olhadinha no site : http://www.sheldrickwildlifetrust.org/.

Este post é dedicado a todas mães do mundo e, em especial, a Regina Stromer.

Hoje aqui, amanhã ali e viva a carapuça do saci!

Foto: ONG David Sheldrick Wildlife Trust

Autor: fada - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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