Sem essa de melhor ou pior: todas as plataformas fizeram bonito neste ano. Ainda que o DS e o PSP tenham dado uma natural desacelerada com a aproximação de uma nova geração de portáteis e o sucesso das plataformas Apple, 2010 foi provavelmente o ano mais acirrado desta geração.
E com a escolha dos melhores jogos do ano, não podíamos deixar de parar para relembrar e escolher nossos jogos favoritos de cada plataforma – e claro, comentar a performance de cada console.
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PlayStation 3
Sem dúvida o melhor ano para a plataforma, o PlayStation 3 finalmente consegue se aproximar da base instalada do Xbox 360 no mundo. Além disso, o console também recebeu o acessório Move, controle sensível a movimentos que aproxima o videogame do “futuro sem sofá”, apesar de não inovar como o Kinect.

Jogo do ano: God of War III
Com quase 3,5 milhões de cópias vendidas no mundo todo, o terceiro capítulo da série conta com um dos melhores gráficos e dinâmica de jogo desta geração. Não há dúvidas de que GoW III sempre será um marco de excelência para a indústria. (Caio Teixeira)

Menções honrosas: Red Dead Redemption, Heavy Rain, Gran Turismo 5, Call of Duty: Black Ops
Wii
2010 foi surpreendente para o Wii, com diversos jogos de qualidade para jogadores casuais e veteranos durante todo o ano. Entre No More Heroes 2, Super Mario Galaxy 2, Monster Hunter Tri, Donkey Kong Returns e outros, o console da Nintendo teve a linha de jogos exclusivos mais diversificada do ano.

Jogo do ano: Super Mario Galaxy 2
Inicialmente encarado como uma versão 1.5 pelos mais céticos, Super Mario Galaxy 2 mostrou que Nintendo ainda é a melhor no que faz. A nova aventura do Mario surpreendeu com pura criatividade, apresentando fases pequenas que trazem experiências totalmente diferentes na busca por cada uma das 120 estrelas. (Douglas Pereira)

Menções honrosas: No More Heroes 2: Desperate Struggle, Donkey Kong Country Returns, Kirby’s Epic Yarn, Sin & Punishment: Star Successor
Xbox 360
O mais velho dos consoles da atual geração não parou um segundo em 2010: além de ótimos jogos exclusivos como Alan Wake, Fable III e Halo: Reach, que marcou o fim da parceria entre Microsoft e Bungie, a chegada do Kinect provou que o Xbox 360 ainda tem muita novidade a oferecer. De quebra, os brasileiros finalmente foram agraciados com uma Xbox Live tupiniquim.

Jogo do ano: Red Dead Redemption
O melhor jogo de aventura do ano chegou ao som de trotes de cavalo e tiros de pistola. Um mundo faroeste com vida própria, Red Dead Redemption é uma obra prima da Rockstar e mais uma forte evidencia da maturidade artística e narrativa dos videogames. (Henrique Sampaio)

Menções honrosas: Mass Effect 2, Fable 3, Alan Wake, Bayonetta
Portáteis
Nintendo DS e PSP continuam fortes como nunca no Japão, porém perderam um pouco de embalo no ocidente, mesmo com lançamentos fantásticos como Dragon Quest IX e Kingdom Hearts: Birth by Sleep. Adaptações e remakes chegaram aos montes ao PSP, enquanto o DS se mantém com Pokémon até a chegada do 3DS.

Jogo do ano: Metal Gear Solid: Peace Walker
Ao juntar elementos da popular série Monster Hunter com a base que faz da série Metal Gear um sucesso, a Kojima Productions acertou em praticamente tudo, revirando os conceitos da franquia e criando não apenas o MGS mais profundo e duradouro de todos, mas um dos melhores jogos já lançados para o PSP. (Douglas Pereira)

Menções honrosas: Dragon Quest IX, Super Scribblenauts, Kingdom Hearts: Birth by Sleep, Shantae: Risky’s Revenge
PC
StarCraft II e Civilization V à parte, vimos novidades como a iniciativa SteamPlay: compre um jogo para PC e Mac a preço único. O indie Minecraft impressionou, vendendo mais de 750 mil unidades na fase alpha e continua conquistando fãs. Já a bola murcha ficou pela chegada do 3D, ainda desajeitada e sem um padrão único às fabricantes de placas de vídeo.

Jogo do ano: StarCraft II: Wings of Liberty
A espera foi sofrida, mas ô se valeu a pena. StarCraft II reafirma o quanto a mecânica de jogo de seu antecessor continua sólida, mas agora com a roupagem atual. A nova Battle.net também promove a alegria dos fãs de multiplayer. Ah, sim: poder jogar no nosso português também foi uma jogada de mestre! (Pedro Giglio)

Menções honrosas: Mass Effect 2, Civilization V, World of Warcraft: Cataclysm, Minecraft
Downloads
Democráticos e acessíveis, os canais de distribuição digital já se tornaram obrigatórios para quem não dispensa jogos bons e baratos. De retro-aventuras em 2D a títulos experimentais e pacotes de conteúdo, as lojas digitais para consoles e PC se superaram, mostrando uma adesão cada vez maior tanto dos indies quanto das companhias tradicionais.
Jogo do ano: Super Meat Boy
De um simples joguinho em Flash a um dos títulos mais comentados do ano, Super Meat Boy conquistou a todos com sua sádica homenagem aos clássicos 2D. Mecânicas simples de plataforma, desafios imperdoáveis e um rol de personagens genial: é esta a fórmula do maior sucesso indie do ano. (Henrique Sampaio)

Menções honrosas: Scott Pilgrim vs The World: The Game, Pac-Man Championship Edition DX, Limbo, Sam & Max: The Devil’s Playhouse
Quem votou:
Bruno “Bagaço” Vasone
Caio Teixeira
Caio Corraini
Douglas Pereira
Henrique Sampaio
Pablo Miyazawa
Pedro Giglio
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