Na edição desta semana do Games on the Rocks, dissecamos toda a polêmica envolvendo Diablo III, desde a comercialização da Casa de Leilões, até a falta de mods e a necessidade de estar sempre conectado à rede para jogar.
Aproveitamos também e voltamos com o quadro “Lançamentos da Semana”, tirando sarro das bizarrices e enaltecendo o que de bom chegou ao mercado nestes últimos dias. Como o papo se estendeu, acabamos devendo “o que estamos jogando”, mas logo iremos fazer um especial e colocar vocês a par de tudo o que pusemos as mãos nestes meses.
O Games on the Rocks desta semana chega explodindo caixas de som com solos virtuosos de guitarra!
Neste vigésimo episódio vamos discutir a relação entre os jogos e o heavy metal, estilo musical que inspira um número absurdo de empresas do entretenimento eletrônico ao redor do mundo.
Para nos ajudar a falar sobre o assunto, convidamos Vinicius Neves, apresentador do programa de TV Stay Heavy, e Aquiles Priester, ex-baterista do Angra e atualmente na banda Hangar – considerado o melhor profissional do instrumento no Brasil já há dez anos consecutivos.
Dustin Browder reforça que simplicidade, surpresas e empatia são essenciais para o jogo
por Pedro Giglio, enviado especial a San Francisco
Após longos anos de espera, a Blizzard lançou StarCraft II: Wings of Liberty, sequência ao jogo de estratégia em tempo real (doravante denominado RTS, sua sigla em inglês) para PC e Mac. Pelo visto, um dos motes mais respeitados pela companhia foi o bom e velho “se não estiver quebrado, não conserte”: a dinâmica básica de jogo permanece a mesma, sem mudanças radicais.
Ainda assim, outro elemento pesou na balança da empresa: a popularidade da série como um esporte eletrônico. Um dos exemplos de sucesso do game é a Coreia, onde existem ciberatletas patrocinados, exibições de partidas em programas de televisão no horário nobre – pense em como é com o futebol no Brasil – e altíssimas premiações em dinheiro.
Dustin Browder, designer-chefe de jogos como Command & Conquer: Red Alert 2, TLOR: Battle for Middle Earth e, claro, StarCraft II, explicou em palestra durante a GDC 2011 as medidas que a Blizzard tomou para garantir que seu último título RTS se tornasse não apenas divertido de jogar, mas também de assistir.
Para os jogadores que não conseguem aguardar a resposta definitiva da Blizzard sobre a versão para consoles de Diablo III, a Gameloft apresentou uma alternativa durante a GDC 2011. Dungeon Hunter: Alliance chega para a PSN no mês de abril, com multiplayer de até quatro jogadores ao mesmo tempo – online ou offline – e muitos inimigos para destruir.
Dungeon Hunter é um sucesso na plataforma iOS, com uma das melhores jogabilidades do sistema. E foi justamente este destaque nos aparelhos da Apple que animou a produtora a preparar uma versão para o PlayStation 3.
O título também será compatível com o PlayStation Move, possibilitando a mesma experiência de apontar e clicar dos hack n’ slash dos computadores. Veja o trailer:
Dungeon Hunter: Alliance é exclusivo para PlayStation 3 e ainda não possui preço confirmado.
Nina Fefferman, da Rutgers University, estudou epidemia virtual de World of Warcraft
por Pedro Giglio, enviado especial a San Francisco
Epidemiologistas, entre outras coisas, sabem como gerenciar a informação de epidemias ao grande público. Nina Fefferman, da Rutgers University, é especialista no assunto e realizou uma palestra durante a GDC 2011 explicando as maneiras como isto é feito. Isto inclui o uso de medidas matemáticas para a previsão do alastramento de doenças – e sua palestra revelou como uma epidemia acidental em World of Warcraft se revelou uma boa opção para este estudo.
Variáveis como se a pessoa infectada está em um ambiente com gente desconhecida, um grupo próximo de contatos e mesmo o tempo de exposição entram na equação. Ainda assim, o comportamento humano não é bem previsível – um exemplo dado é o de quantas pessoas obedeceriam uma ordem de evacuação de um prédio – e este tipo de análise é quase um trabalho de adivinhação. Isto torna a maneira de lidar com epidemias ainda mais complicada; afinal de contas, é uma doença que acaba pondo em risco um grupo de pessoas.
Tanto nas palestras autossuficientes quanto nas ligadas a um tema principal, há material de sobra para os fascinados por jogos eletrônicos acompanharem a cobertura do Arena em tempo real, diretamente de San Francisco. Leia mais »
Em transmissão que durou quase nove horas, o iG mostrou com exclusividade a terceira expansão de World of WarCraft, Cataclysm, um mês antes de seu lançamento oficial nos EUA.
Fomos até o olho do Maelstrom para trazer pra você o que há de melhor nesse cataclisma, veja:
Nossa equipe enfrentou ao vivo as sete novas dungeons instanciadas do WoW, direto de um servidor em fase beta de testes, mostrando todas as novidades da expansão, como as novas raças (Goblins e Worgens), a nova profissão (Arqueologia), o novo sistema de guildas e as principais mudanças nas áreas afetadas pelo cataclisma.
A transmissão foi realizada com tecnologia de alta definição de imagem, e recurso “time machine”, que permite assistir de novo qualquer trecho já transmitido, e retornar ao streaming ao vivo quando quiser. Milhares de internautas puderam participar da aventura, mandando perguntas e comentários via chat ouTwitter.
Obrigado à todos que participaram, e fiquem ligados porque em dezembro será a vez de detonarmos ao vivo o bombástico Call of Duty: Black Ops. Não percam!
Das câmaras submersas de Throne of the Tides aos corredores marcados pela tortura de Grim Batol, o Arena Turbo mostra neste sábado (6), a partir das 14h, todas as novidades de Cataclysm, terceira expansão do RPG online de proporções titânicas World of WarCraft – com lançamento previsto para 7 de dezembro.
A equipe do iG enfrenta ao vivo as sete novas dungeons instanciadas do jogo, direto de um servidor em fase beta de testes, mostrando todas as novidades da expansão, como as novas raças (Goblins e Worgens), a nova profissão (Arqueologia) e o novo sistema de guildas e recompensas. Tudo isso em transmissão de alta definição com recurso “time machine”, que permite assistir de novo qualquer trecho já transmitido, e retornar ao streaming ao vivo quando quiser.
E claro, vamos abusar da mudança mais significativa da expansão: sobrevoar os continentes originais de Azeroth (Kalimdor e Eastern Kingdom) revelando em detalhes todas as mudanças implantadas nas zonas mais afetadas pelo cataclisma.
Aconteceu nos dias 22 e 23 de outubro, na cidade californiana de Anaheim, a BlizzCon 2010, convenção anual organizada pela Blizzard Entertainment para fãs dos games criados pela empresa. O foco eram os três projetos atuais da empresa: StarCraft II, lançado em julho deste ano, World of WarCraft: Cataclysm, previsto para 7 de dezembro, e Diablo III, ainda sem previsão de lançamento.
O iG esteve presente no evento e leva você ao olho do furacão – ou do “Maelstrom”, como preferir. Assista ao vídeo sobre as principais atrações do evento, que foi encerrado com show da banda Tenacious D, dos atores Jack Black e Kyle Glass, e presença ilustre de Dave Grohl (Foo Fighters, ex-Nirvana) na bateria.
A BlizzCon certamente é um acontecimento ímpar. Mais do que um evento de games, trata-se de um evento voltado aos fãs – no caso, de Diablo, StarCraft e World of WarCraft. Durante dois dias, as vinte mil pessoas presentes na convenção fazem compras, assistem torneios, socializam e se divertem juntas como se fossem amigos de infância, ainda que seus caminhos nunca tenham se cruzado, nem mesmo em mundos virtuais.
Eles falam a mesma língua, irreconhecível por qualquer pessoa que não participe dessas comunidades virtuais, marginais à grande sociedade. A maior delas, do jogo World of WarCraft, ultrapassou recentemente a marca de 12 milhões de jogadores. Por dois dias, dentro da bolha da BlizzCon, esses fãs podem ser eles mesmos e conversar abertamente, livres de preconceitos e julgamentos morais.
É preciso ser fã para sentir a emoção de quem acompanha uma partida dos torneios de WarCraft III, StarCraft II ou WoW, disputadas no palco com narração e comentários ao vivo. É preciso ser fã para, depois de enfrentar uma fila quilométrica para entrar no evento, ainda encarar mais filas para comprar itens licenciados, tirar fotos em cenários dos jogos ou ter a chance de jogar games ainda em desenvolvimento.
Precisa ser muito fã para defender aos berros sua facção preferida de WoW (Horde ou Alliance), contra outros jogadores na fila de alguma atração.
Ponto pra Blizzard, que consegue criar uma máquina de “hype” em torno de seus produtos comparável apenas às campanhas de divulgação da Apple, ao mesmo tempo em que reconhece e respeita a força das comunidades em torno de seus jogos.
É verdade que a empresa possa ter perdido a oportunidade de anunciar mais novidades, como detalhes sobre Heart of the Swarm, próximo capítulo da trilogia StarCraft II, o novo MMO original em desenvolvimento há anos, ou, mais específico para nós, o lançamento oficial de World of WarCraft no Brasil. E uma data para o lançamento de Diablo III? Nada, apenas a sinalização de que a fase beta de testes estaria próxima – algo que indica a fase final de desenvolvimento do jogo.
Os atrasos constantes que já viraram marca registrada da empresa podem não agradar os investidores mais tradicionais, mas são reconhecidos por seus fãs como prova de um dos principais valores da empresa: o compromisso com a qualidade. A estratégia tem dado certo, e a BlizzCon é prova disso.
Bruno Vasone viajou a Anaheim a convite da Blizzard.
Quase vinte mil pessoas enfileiraram-se na última sexta-feira (22) para entrar na BlizzCon 2010, e uma vez lá dentro, disputar lugares em auditórios e mais filas em estandes no centro de convenções de Anaheim, EUA. A convenção organizada anualmente pela Blizzard Entertainment reúne fãs dos jogos da empresa, como World of WarCraft, Diablo III e StarCraft II.
Além de painéis com desenvolvedores e torneios, a BlizzCon também abriga concursos culturais de composição musical, dança, imitação, criação de mapas para StarCraft e, claro, como não podia faltar, o concurso de fantasia, prática também conhecida como cosplay – do inglês “costume play”, ou “brincar de fantasia”.
Assista à reportagem especial do Arena Turbo, direto de Anaheim, mostrando as principais fantasias do evento:
E essa fila era apenas a primeira de muitas dentro do evento que os participantes mais fanáticos precisavam enfrentar, seja para jogar com exclusividade games que ainda não foram lançados, participar de promoções ou comprar produtos licenciados de seus jogos favoritos.
E se sua sede por cosplay não é facilmente saciada, não deixe de conferir também a galeria de fotos abaixo.
Este blog é dedicado a todas as coberturas que a equipe do Arena Turbo realiza em eventos nacionais e internacionais de games. Impressões de jogos testados, vídeos, galerias de fotos, entrevistas exclusivas com as figuras responsáveis pelos games e muito mais.