Ghost Recon: Future Soldier foca na cooperação e a necessidade de vencer em grupo

Ao entrar no Los Angeles Theater no dia da conferência da Ubisoft, minhas expectativas estavam todas voltadas para Ghost Recon: Future Soldier. Apesar de não ser fanático pela franquia, me diverti muito com Tom Clancy’s Rainbow Six: Vegas 2 e desde o ano passado havia ficado impressionado com tudo o que a desenvolvedora francesa havia revelado sobre o novo jogo.
Com o início da apresentação, fui mais uma vez surpreendido. Nunca antes havia presenciado uma ação tática tão bem ensaiada e emocionante nos games, com quatro jogadores agindo em perfeita sincronia como se fossem apenas um. No telão, uma missão de resgate na Nigéria, com direito a formação em diamante (em que cada pessoa cobre um lado diferente enquanto se movimenta) e uma batalha incrível contra helicópteros e dezenas de terroristas no final.
Notas relacionadas:
- Driver: San Francisco traz estranhas habilidades mentais, mas foca nos veículos
- Ghost Recon: Future Soldier e próximos jogos da série terão suporte ao Kinect
- Conferência da Sony foca no Vita, a experiência 3D e suas séries de peso









