Podcast: Games on the Rocks #20 – Heavy Metal Gamers

O Games on the Rocks desta semana chega explodindo caixas de som com solos virtuosos de guitarra!
Neste vigésimo episódio vamos discutir a relação entre os jogos e o heavy metal, estilo musical que inspira um número absurdo de empresas do entretenimento eletrônico ao redor do mundo.
Para nos ajudar a falar sobre o assunto, convidamos Vinicius Neves, apresentador do programa de TV Stay Heavy, e Aquiles Priester, ex-baterista do Angra e atualmente na banda Hangar – considerado o melhor profissional do instrumento no Brasil já há dez anos consecutivos.
Se liga ae!
Participantes:
Baixe, ouça e opine no e-mail: gamesontherocks@gmail.com
Sabe aquele papo de bar com os amigos, em que todos riem e conversam sobre os mais variados assuntos entre uma bebida e outra? Este é o Games on the Rocks, um podcast sobre o entretenimento eletrônico, gravado com o mesmo teor de uma típica mesa de boteco.
Toda semana a equipe do Arena Turbo se reúne para discutir sobre o mundo dos games, com direito a devaneios, brincadeiras e muitas piadas internas.
Portanto não se acanhe, puxe uma cadeira e encha o copo. Com bastante gelo, por favor.
Ouça aqui:
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Feed:
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Assuntos Discutidos:
Documentário sobre os 20 anos de Blizzard
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11 comentários | Comentar
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11 Gustavo Bessa 14/04/2011 10:08
Qual é a música que toca no final do podcast?
Caio Corraini 25/04/2011 12:52
Cara, perdoe a demora pra responder.
É a Dr.Wily 1 (Rockman2) mix do CD Rockman 1~6 20th Anniversary Rock Arrange Ver.
É um álbum com versões Heavy Metal das músicas do Megaman. Animal. Recomendo fortemente.
10 Rafaelhbanger 11/04/2011 17:58
Fala galera. Primeira vez q escuto o podcast, e gostei muito. Conhecia o Corraine das participações no MRG, e esse puto nunk fez jaba do cast lá, deem umas porradas nele!!! Sempre discuto essa questão com amigos, de pessoas que gostam de Metal tmb gostarem de Games. Acho que é muito pelas influencias de fantasia medieval, do RPG, Tolkien e etc. Não conheço a Europa, mas acredito q lá essa cultura deve ser mais acentuada, e o Metal eh extremamente forte por la, comum ouvir bandas nas rádios, acredito haver uma ligação aí. A questão do Aquiles zuar com GH e RB eh completamente normal, uma vez q o cara faz isso de verdade, deve parecer idiota pra ele. É mesma coisa q vc dar Need For Speed pro Felipe Massa jogar. Que graça tem ‘brincar’ num jogo, sendo q ele pode pilotar uma Ferrari em Interlagos!? Já para nós mortais, que não podemos nem temos o dom para pilotar uma Ferrari (ou tocar uma Mapex daquele tamanho) os games servem de consolo (no bom sentido). Mesmo assim sensacional as participações dele e do Vinicius. Priester no DT? Poha, seria demais, acho DT foda pra caraleo (tamo junto Corraine), sou fã do Aquiles, desde antes do Angra, houvia Inside your Soul do Hangar diariamente, soh pela batera destruidora, e quando o Portnoy anunciou a saida, o primeiro que me veio a cabeça pra oculpar o posto foi ele! Bom, to baxando os episódios anteriores para conhecer melhor o trabalho, e já assinei o feed. Abraços.
caio 13/04/2011 23:08
Comigo aconteceu a mesma coisa quando meus amigos me chamaram pra jogar Guitar Hero. Eu fiquei pensando: mas que graça tem esse troço? Pô, tenho guitarra, pedal, amplificador, toco todo dia e dou aula disso… sabe aquela sensação de alguém estar te passando a perna? Tipo vendedor de geladeira no Alaska querendo te falar das vantagens de se adquirir uma. Com o dinheiro que se gasta com Guitar Hero, um iniciante compra uma washburn Lyon, ou coisa do tipo (de preferência sem madeira compensada) e começa a tocar qualquer coisa. Até pode adaptar um aparelho de som de casa como amplificador.
9 rafael 10/04/2011 17:04
Aquiles o melhor do mundo …….. o cara é sinistro !!! Parabéns !!!
8 Jackson Bruno 08/04/2011 22:20
Aquileessssssssss, seguidor oficial, o cara é foda… Muito bom, gostei, por favor, Aquiles tem que ser permantente aí.
7 Alberson 07/04/2011 18:30
Mto foda esse podcast. Kd Aquiles como membro permanente? O cara manda muito bem. E vc tbm! pergunta: o que o Lich King tá fazendo no banner? Ps: Corraini, TAMOJUNTO no DT + Symphony X!
6 Robert 07/04/2011 10:31
Demais kkk! Parabéns! Tomará role muitos outros pods desse! Aproveitando, só um adentro, o CD serrilhado que citaram é da banda Hammerfall, álbum Glory to the Brave de 1997. Abraços!
5 Eduardo Henrique 07/04/2011 8:41
Falaê galera bebaça do Arena! Podcast Irado…O aquiles é uma figuraça!!!! “Chiclete de cú é rola…quem gosta de chiclete, cola o chiclete no cú” Putz…mó tempão que eu não via Stay Heavy…pensei que ja tinha acabado….rsrs. Mas é isso ai….Blind Guardian é Bom p caralho e ja fui ver Helloween 2(DUAS) vezes aki no rio….RPG Metal é do caralho! Abraços e até a semana que vem! “yes I am…Im a perfect gentleman”
4 caio 06/04/2011 23:19
Aliás, falando em Diablo 1, é impressionante como é um jogo que envelheceu bem. Os gráficos são simples mas legais, mas o que é fora do comum é a ótima jogabilidade: simples e na medida. Porque os jogos de RPG de hoje tem que ser tão massantes? São 300 mil fases, levam 1 ano pra acabar de jogar, tem algumas fases que levam mais de 1 minuto pra se deslocar de um ponto pra outro, sendo que durante esse percurso eu fico simplesmente coçando o saco, porque são pontos mortos do jogo, onde não se tem nada para fazer. Notei essa monotonia principalmente em Diablo 2 e parece que virou regra para a maioria desses RPG’s. Na época que eu era moleque e jogava com mais frequência, os jogos eram feitos com menos recursos, mas parece que os caras tiravam leite de pedra (The Dig, Full Throttle, Alone in the Dark, time commando, etc). Hoje todo mundo pega aquelas engines da Unreal, que te dão mil possibilidades, mas fazem mil jogos iguais, niguém mais se importante em criar um jogo revolucionário, e quando o fazem parece vir mil seguidores fazendo a mesma coisa. Isso poderia ser até algo bom, mas a verdade é que cria uma montanha de lixo, quando na verdade podiam pegar os caras talentosos que perdem tempo fazendo isso e criar material realmente significativo. Os jogos estão ficando cansativos e enjoativos. Falando sobre faixas de músicas em CD’s de jogos, descobri isso na época que jogava Blood, que tem várias faixas de canto gregoriano. Assustadoras, por sinal. Aliás, tem um jogo novo aí que tem uns elementos de Blood, é um jogo que não me lembro o nome, mas está para ser lançado e tem um cara com uma arma que é uma caveira, aquilo é plágio de Blood. Pegando a temática de Blood, é impressionante como essa linha de jogos não era repetitiva como são os jogos de tiro hoje, todos, de Herectic, Duke Nukem, até Hexen e Blood tinham impressões digitais muito bem definidas, cada um apontava uma direção diferente dentro de um mesmo tema. A impressão que dá é que com poucos recursos os caras, programadores de jogos, tinham que criar algo que tivesse impacto para chamar a atenção dos gamers. Acho, por sinal, que o critério de qualidade dos gamers atual caiu vertiginosamente.
caio 07/04/2011 12:28
Legal Rafael, acho que esse tipo de crítica é o que explica pra valer nossa determinação em gostar, ou não de algo. Também tem bandas que respeito, mas não gosto. King Crimson é um exemplo. Os caras são muito bons, mas não aguento ouvir, Assim como durante muito tempo odiei o minimalismo do Phillip Glass e passei a apreciar com o tempo. Só para exemplificar um pouco minha relação com música, eu sou músico e vários de meus amigos que também são músicos, assim como você, não gostam de DT por acharem cansativo e com uma técnica bem trabalhada, porém estéril, ou seja, sem objetivação musical. Só que a músicalidade dos caras bate, ou não, com um ideal sonoro nosso. Mas bate demais com meu ideal, até porque eu conheci o DT através do disco Scenes From a Memory, que é um CD extremamente bem elaborado.
Rafael Santos 07/04/2011 2:55
Dae caio, beleza? Respondendo o seu comentário:
Primeiro, definindo: Sacal = chato, maçante, cansativo. Justin Bieber e Lady Gaga não são apenas sacais. São uma BOSTA mesmo. Dream Theater, pra mim, é sacal. Explico:
Não tenho nada contra músicas longas. Free Bird do Lynyrd Skynyrd, Green Grass And High Tides do Outlaws, Jessica e Whipping Post do Allman Brothers estão entre minhas músicas favoritas. Também não tenho nada contra música bem trabalhada, nem virtuosismo, solos gigantes e etc (vide músicas acima). Reconheço que os caras do Dream Theater são tecnicamente perfeitos. Mas o som dos caras, pra mim, é um saco. Não gosto de toda a complexidade na música deles, mudanças de tempo, quebradas e etc. Acho uma música enfadonha, difícil de digerir, e simplesmente não gosto de ouvir. Mas eu gosto MUITO de Rush, por exemplo. É igualmente complexo, igualmente técnico, mas melhor executado, não se torna chato. Reconheço e respeito os caras tecnicamente, pra mim não é música ruim ou lixo tipo o Bieber de merda, mas como vc mesmo disse, não encaixa no meu gosto. E eu não gosto muito de metal em geral, meu negócio é mais classic rock, o que explica muita coisa.
Tem um agravante também: namorei por 5 anos uma guria que só ouvia Dream Theater 24h por dia e mais nada, então eu enjoei DEMAIS.
Enfim, não tem nada de sacrilégio man, apenas ouvidos diferentes. =)
Abrax!
3 caio 06/04/2011 22:44
Porra, do caralho!!! O Aquiles é um figuraça. Se ele entrar pro Dream Theater dou a maior força, acho a banda boa demais. Esse podcast ficou absurdamente bom. E estou com o Corraini, pô, falar mal de DT e Symphony X é não gostar de música bem trabalhada. A música é ruim porque demora 30 minutos uma faixa? Bach, Bethoveen, Mozart, são exemplos que a música tem que durar quanto tiver que durar. Falar que a passagem durante a música de compassos compostos e simples, mudança de tom, ritmos complexos e ainda conseguir arquitetar a coisa toda com coerência é sacal… pra mim Justin Bieber é sacal, Lady Gaga é sacal, mas Dream Theater? Falar isso é sacrilégio. Pode até não encaixar no gosto de alguém e acho isso justo, mas querer simplificar uma critica à banda acho que é preguiça demais. Mas, pra ser sincero, hoje quando jogo um jogo coloco um Chico Buarque, Jazz, ou música clássica. Fiquei velho, kkkkk. A fuga à regra veio a pouco quando instalei Diablo 1 para jogar após 300 milhões de anos, então optei pelo bom e velho Iron Maiden e pelo Rising Force do Malmsteen.
caio 07/04/2011 22:08
Falou, Douglas, não me leva tão a sério também, não. É que como sou músico e escutei muito esses caras, com certeza pra mim a representação deles é algo maior do que o é para outras pessoas. Aliás, gosto é gosto, e embora ache que gosto é algo passível de discusão, sim, não acho que todo mundo tem de gostar da mesma coisa. Para mim o problema do gosto só passa a ser algo sério se alguém vier falar que Restart é melhor que DT, rsrs. Aí sim, parafraseando o Aquiles: Restart de cu é rola.
Douglas 07/04/2011 3:11
Hahah, o negócio de música de 30 minutos foi só pra zoar (pelo menos de minha parte =p). Não leve tão a sério o q a gente fala. Os caras são músicos ridiculamente talentosos, sem dúvida, só tem gente q não aguenta ouvir sempre esse… excesso de talento, digamos.
2 the leirbag 06/04/2011 19:57
muito bom!!!!!!!!!!!!! first!!!!!!!!!!!